sexta-feira, 31 de julho de 2015

Banda Versalle faz show na talismã 21


Após ser escolhida pelos brasileiros como a terceira melhor banda do programa Super Star da rede Globo de Televisão, a banda Versalle vai se apresentar em Porto Velho na noite deste sábado 1° de agosto, data muito importante para os rondonienses já que marca os 103 anos da inauguração da Estrada de Ferro Madeira Mamoré. “Vai ser muito legal tocar na data do aniversário da Madeira Mamoré”, disse o compositor e principal vocalista Criston Lucas. Na oportunidade, acontecerá a produção do clipe da música Modelo Adequado além do pré-lançamento do CD “Ao Vivo no Estúdio” que conta com dez músicas, todas autorais.
Após o show desta noite, a Versalle embarca para o Paraná onde se apresenta no dia 6, na cidade de Cascavel e no dia 7 em Maringá. “É o inicio da turnê que vai acontecer em várias cidades brasileira, dente elas Rio de Janeiro, Porto Alegre e Florianópolis”. Quem se apresenta também na noite de hoje na Talismã 21 fazendo o pré show, é a Banda Nitro e o Cantor Tom Brito.
O show está marcado para começar às 22 horas na Talismã 21 em Porto Velho/RO. Nossa reportagem conversou com os integrantes da Versalle, acompanhe a entrevista.

ENTREVISTA

Zk – Como vai ser esse show na Talismã?
Versalle – A expectativa é a melhor possível. Será o primeiro depois de toda essa loucura. Tocar em casa pra gente é uma satisfação, uma alegria e esse show vai dar o ponta pé nessa nova fase.
Zk – Qual a agenda da Banda após o show da Talismã?
Versalle – Já na próxima semana começamos uma turnê pelo Brasil começando pelo Paraná, depois Rio de Janeiro. O objetivo do show deste sábado 1° é compartilhar com o público de Rondônia. Fomos informados que está vindo gente de vários municípios do nosso estado e isso aumenta a nossa responsabilidade.
Zk – Durante o show está programada a gravação de um clipe. De qual música?
Versalle – Vamos aproveitar para gravar o clipe da música “Modelo Adequado”, uma ideia nossa para eternizar esse momento de interação com o público de Porto Velho e do estado.
Zk – Numa das apresentações do Super Star você anunciaram que a música daquela noite havia sido composta para aquela apresentação. Qual foi a música e como ela nasceu?
Versalle – Foi a música “Vinte Graus” que a gente tocou no Top Sete. Foi numa fase bem complicada do programa, a gente tinha que tocar uma música forte e então ficamos pensativos e na dúvida do que mandar naquela etapa optamos pela “Vinte Graus”. Essa música a gente já tinha de forma acústica fazia três anos, mas, não tinha o arranjo da Banda e quando decidimos tocar surgiu à opção de colocarmos cordas no arranjo e foi o tiro certo.
Zk – Vocês tiveram acesso à votação obtida fora do estado de Rondônia. Qual o estado que votou mais fora Rondônia?
Versalle – O Amazonas especificamente os moradores de Manaus. O pessoal do Sul Porto Alegre, Florianópolis o próprio Nordeste, foi incrível, foi no geral, porém o Amazonas superou todos e já estão até agendando show com a gente.



Zk – A ficha já caiu?
Versalle – Cara, não sei! A Gente agora ta visando o futuro, já vimos o que aconteceu e agora é olhar pra frente e organizar tudo. Demorou pra cair, mas, acho que já caiu e agora é trabalhar.
Zk – Além da gravação do clipe o que mais de novidade vai rolar no show?
Versalle – Vamos promover o pré-lançamento do CD “Ao vivo no estúdio”, que inicialmente vai ser em tiragem pequena, porque estamos negociando com uma gravadora a distribuição em nível nacional.
Zk – Por falar nisso a Globo está divulgando um evento com todas as Bandas que participaram da fase final do Super Star. Onde vai acontecer esse show?
Versalle – Na realidade, é um evento promovido pela Som Livre “Festival Super Star”, que vai acontecer em várias cidades do Brasil. A gente vai tocar no Rio de Janeiro, Porto Alegre e em Florianópolis.
Zk – Você falou em Som Livre, como está o relacionamento de vocês com essa gravadora?
Versalle – Estamos negociando com eles. Falta fechar alguns detalhes. A música que está no CD produzido pela Som Livre é a “Modelo Adequado”. Esses fonogramas foram produzidos durante o programa e os direitos são cedidos para a Som Livre ganhamos o ECAD como compositor.
Zk – No CD que vocês vão apresentar neste show da Talismã quantas músicas tem?
Versalle – São dez músicas. Na realidade é uma releitura do anterior que tinha apenas oito músicas. Nesse novo disco a qualidade está bem melhor, já que contamos com mais recursos técnicos nas gravações.
Zk – Vamos voltar a falar sobre o show de hoje à noite na Talismã 21. Como está e quem está produzindo?
Versalle – São vários parceiros. Tem a Aliança do nosso amigo Marcelo Rodrigues grande colaborador, foi ele que deu o nome da Banda, tem o Alexandre e o Raimundo além da Banda Nitro através do Denis Carvalho que ta dando todo o suporte para a realização do show.
Zk – Em determinado momento, durante o Super Star o Paulo Ricardo falou que o estilo de vocês lembrava a Los Hermanos. Quem realmente influenciou vocês?
Versalle – Essa é uma pergunta freqüente, essa comparação com Los Hermanos, Legião Urbana e tudo mais são bandas das somos fã que têm excelentes canções que marcou uma época. A comparação com Los Hermanos é falta mesmo de referencia que se tem no Brasil nesse estilo. A Versalle começou tocando coover, nossa primeira reunião foi para se juntar pra tocar coover de músicas que a gente curtia na época, quando só tinham banda de indi rock ou rock alternativo internacional. Se formos falar de influencia, a Versalle na base pegou mais influencia de fora do que do Brasil.
Zk – O que a gente nota nas canções de vocês é o romantismo nas letras. Quem escreve e quem coloca a música?
Versalle – As letras são minhas (Lucas) e do Rômulo. No primeiro EP, por exemplo, eram cinco minhas e três do Rômulo as musicas e arranjos são da banda como um todo.
Zk – Surgiu um papo na cidade de que o Lucas Lima marido da Sandy tinha contratado a Banda e seria o produtor?
Versalle – Não rolou nada disso. O que aconteceu foi que a gente tocou Vinte Graus... Antes de Vinte Graus ele twitava, se identificou com a Versalle e sempre elogiava e quando a gente tocou Vinte Graus que é uma música que tem arranjos de cordas, ele era da Família Lima e então rolou até uma brincadeira, ele disse que tirou a música, mas, não rolou nenhuma proposta nesse estilo da sua pergunta.
Zk – Como é que esta o relacionamento de vocês com as fãs?
Versalle – É um pouco assustador. A gente chegou aqui no aeroporto e tivemos uma recepção bem calorosa. A gente percebe que as fãs são até um pouco mais assíduas que a gente, nas redes sociais diariamente postam coisas sobre a Banda colocando novidades que estamos aguardando ainda, isso é legal e a gente está procurando administrar isso da melhor maneira.
Zk – E junto às namoradas?
Versalle – Isso é outra situação, procuramos separar bem as coisas (todos rindo muito).
Zk – Voltando ao show. Quem vai participar junto com vocês e qual o horário?
Versalle – Vai rolar também o show da Banda Nitro, o Tom Brito que é um artista local e o DJ Moraes. De acordo com a produção do show as apresentações começam as 22h00, na Talismã 21. Vamos aproveitar a oportunidade para festejar os 103 anos da Estrada de Ferro Madeira Mamoré. Vai ser legal!
Zk – Depois?
Versalle – Dia 6 em Cascavel e em Maringá no dia 7 no Paraná e no dia 8 no Reio de Janeiro.
Zk – Telefone para contato?
Versalle – É o da Music Bus uma agencia do Rio de Janeiro (21) 3344-9000 e-mail marceloreis@musicbus.com.br
Zk – Quem é quem na Versalle?

Versalle – Miguel Pacheco (baixista), Criston Lucas (vocal e guitarra), Igor Jordir (baterista) e Rômulo Pacifico (guitarra e backing vocal).

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Beto Cezar e Junior Rodrigues no Vila Rica


Neste sábado 1° de agosto a grande pedida em se falando de roda de samba é o show com os cantores Beto Cezar de Porto Velho e Junior Rodrigues de Manaus.
O show está marcado para começar as 19h00e além do Junior Rodrigues Beto Cezar convidou os sambistas locais Ernesto Melo, Walber do Cavaco. Waldison Pinheiro, Cristóvão Nascimento, Reginaldo Makumba, Silvio Santos, João Carteiro, Bainha, Toninho Tavernard e outros sambistas. “Na realidade o palco estará aberto para quem souber cantar samba”, disse Cezar.
Junior Rodrigues que também freqüenta o samba carioca em especial a “malandragem’ da Lapa onde se apresenta cantando samba de raiz. “O pessoal confunde samba de raiz com samba velho, nada disso, samba novo também pode ser de raiz”, comenta o cantor amazonense.
O samba no Vila Rica acontece a beira da piscina e sempre conta com as mais exuberantes sambistas de Porto Velho.

Samba Autoral

Outro evento que vai reunir os sambistas de Porto Velho, também vai acontecer neste sábado dia 1°, trata-se do Projeto da Escolas de Samba Asfaltão “Samba Autoral”. O Samba autoral começa as 14h00 no Bar do Calixto à rua Jacy Paraná esquina com a Brasília no bairro Nossa Senhora das Graças com os compositores apresentam ao público suas mais recentes composições no ritmo do samba de raiz. “Na última edição foram apresentados mais de 15 sambas inéditos”, disse o presidente da escola Asfaltão Reginaldo Makumba. 

Lenha na Fogueira - 31.07.15


O exercito brasileiro, em especial o de Rondônia, está comemorando os 50 anos de implantação do 5 ° Batalhão de Engenharia e Construção – 5° BEC.

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O 5° BEC foi criado justamente, para atuar no então Território Federal do Rondônia e tinha como uma de suas principais metas, manter o tráfego da BR 364 cuja construção, aconteceu graças ao desafio feito pelo governador Paulo Nunes Leal ao presidente da Republica Juscelino Kubitschek. “Presidente o senhor já construiu a estrada Belém/Brasil e Rio Grande do Sul/Ceará, porque não constrói o Outro Braço da Cruz ligando Brasília ao Acre?

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E então em 1966 a cidade de Porto Velho foi tomada por buzinas de carros e zuada de motor de máquina pesada de tudo quanto era tipo e marca. Soldados marchando como se fossem para a guerra (o que não deixava de ser). Era o 5° BEC chegando.

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A mulherada de “vida fácil”, que naquele tempo morava nos prostíbulos Mãe Preta, Tambaqui de Ouro, Anita, Tartaruga, Deusa, Adelicia e Maria Eunice correram para a 7 de Setembro festejando a garantia de melhores dias em seus faturamentos.
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As dondocas do bairro dos “categas”, imaginaram suas filhas casando com um dos oficiais da tropa que acabara de chegar. Era festa e mais festas cujos convidados especiais eram os graduados do Batalhão. De sargento pra cima era “oficial”.

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Só que eles chegaram e foram tomando posse de tudo que lhes era conveniente, muitos ferroviários foram convidados a desocuparem suas casas para ceder aos oficiais do 5° BEC.


Desapropriaram (na marra) o Campo do Mario Monteiro e instalaram o quartel que ficou conhecido como REO.
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Vale salientar que a BR-364 já estava aberta desde 1960, faltava apenas sua manutenção, o que passou a ser feita pelo 5° BEC e assim mesmo precariamente.
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O acesso para o Campo do Mario Monteiro agora sede do Batalhão era apenas pela Rua Prudente de Moraes
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Então o BEC resolveu abrir a Rua Major Guapindaia que ia só até a José do Patrocínio que passou a se chamar rua Norte Sul que depois teve o nome mudado para Rogério Weber.
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Para isso desbastou o Alto do Bode e acabou com a Baixa da União e nesse rolo, foi também o Morro do Querosene e o Ramal São Domingos.

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Uma das coisas boas do 5° BEC foi a criação do Bairro da Liberdade para onde levou os moradores da Baixa da União e Alto do Bode.
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A pior ação do 5° BEC foi a erradicação da Estrada de Ferro Madeira Mamoré em 1972.

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O pior disso tudo, foi que seus comandantes da época, mandaram jogar no rio Madeira várias peças (composições da Ferrovia), Transformaram um dos galpões num clube de festa (Cibec) e levaram a locomotiva 12 para o Pátio do Quartel (na REO).
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Abriram o primeiro supermercado de Porto Velho e assumiram o Ferroviário Atlético Clube,

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Eles não abriram a BR 364, mas, abriram a BR 425 que liga Abunã a Guajará Mirim mas, quem a asfaltou foi o empresário Isaac Bennesby quando prefeito de Guajará.
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Também concluíram a BR 319 (Hoje é 364) ligando Abunã em Rondônia ao Estado do Acre. Um dos seus mais “falados” destacamentos foi o de Manuel Urbano.

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Não sei até que ponto os portovelhenses pé no chão, os mais antigos (como eu), podem festejar os 50 anos do 5° BEC!

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Sei que os “categas" que viviam se deleitando com os canapés oferecidos no clube dos Oficiais do 5° BEC, estão felizes da vida contando a história glamorosa do Batalhão que acabou com o nosso maior patrimônio histórico, a EFMM. Parabéns!

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Festival Folclórico movimenta baixo Madeira

Boi Curumim a grande atração do Festival de Nazaré
Pela quinta vez o distrito de Nazaré realizou com sucesso seu Festival Folclórico. Várias embarcações partindo da capital e de comunidades vizinhas levaram os turistas à festa.
A programação incluiu apresentações do Boi Bumbá Curumim, danças típicas como carimbó, seringandô, quadrilha e shows da velha guarda de compositores e do grupo Minhas Raízes.
A comunidade caprichou na variedade de comidas típicas e na riqueza dos detalhes das roupas dos grupos que se apresentaram. O público assistiu a vídeos-documentários sobre o distrito, que é com frequência visitado por estudantes e pesquisadores de vários estados. A festa foi também uma oportunidade de reunir apoiadores ao projeto de um museu que preserve a riqueza cultural do distrito.
Representantes da ONG Napra e do projeto Doutores Sem Fronteiras prestigiaram o evento e até participaram de algumas apresentações.
O Festival que começou na sexta-feira terminou com o amanhecer de domingo.
Festa da Melancia

Depois da grande cheia do rio Madeira de 2014 que destruiu toda a plantação de melancia do distrito de Nazaré impedindo a realização da tradicional festa. A população ribeirinha volta a se reunir, para participar da Festa da Melancia que este ano vai acontecer nos dias 26 e 27 de setembro com a realização dos concurso: Maior comedor de Melancia; Maior Melancia e Melancia mais pesada. Durante a festa também acontecem apresaentações culturais e a famosa “Noite do Forró”

Lenha na Fogueira - 30.07.15

A IV Mostra de Documentários, parceria do Sesc e CineOca, chega a sua quarta edição. A proposta da Mostra é oferecer ao público acesso a outras formas de construção do discurso cinematográfico que são pouco contempladas nas salas de cinema comerciais. A programação será realizada no período de 28 a 31 de julho, com entrada gratuita, no Sesc Esplanada.

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As obras que compõem a programação dessa Mostra são: filme “Diário de uma busca” (2012) conta com a direção de Flavia Castro; “César deve morrer” (2013) uma produção italiana de Paolo Taviani e Vittorio Taviani; "O Céu Sobre os ombros” (2010) de Sérgio Borges, e na ultima exibição da Mostra, a produção alemã de Wim Wenders, "Pina (2011)".
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No final das sessões uma oficina sobre Cineclubismo com Malu Calixto. A oficina será realizada em três etapas onde abordará aspectos como história, programação e debate, temas essenciais para discutir essa modalidade de exibição, considerada pelo Ministério da Cultura como estratégica para o acesso ao audiovisual no país.
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“Além da discussão sobre os temas dos documentários, abordaremos um pouco da trajetória do circuito alternativo de cinema, dicas para organizar um cineclube, curadoria e o mais importante, a valorização da troca de experiências acerca da obra cinematográfica, tanto em relação às temáticas quanto à linguagem”, explicou Malu, oficineira e integrante do Cineoca desde a função do cineclube.
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Só quem não vê o movimento cultural de Porto Velho, é justamente o governo. Como já dissemos tantas vezes, a capital de Rondônia é um verdadeiro caldeirão cultural,
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Mesmo sem contar com o apoio devido, por parte da secretaria estadual de cultura (que não existe como tal), Porto Velho vive 365 dias de cultura.
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A festança cultural começa na passagem do ano com o réveillon (contestado pelo vereadores que não fazem nada).
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O mês de janeiro é todo tomado pelos ensaios dos blocos carnavalescos, que se preparam para os desfiles do mês de fevereiro ou março (depende do calendário).
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Quando termina o carnaval, vem o Festival de Cinema Curta Amazônia que reúne filmes inclusive de outros países. É o mês de maio.
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Nesse ínterim os grupos folclóricos de quadrilhas e bois bumbas já estão ensaiando, para as apresentações no circuito junino que começa no final do mês de maio e só termina no final do mês de agosto, tendo a maior festa no Arraial Flor do Maracujá.
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Nesse meio tempo, o Sesc realiza a Mostra de Música e o Canta Mulher.

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No mês de julho também tem o Festival Amazônia Encena na Rua que este ano reuniu grupos de teatro de 12 estados brasileiros, mais os grupos de Rondônia. Foi sucesso de público e de organização.

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Todo ultimo sábado de cada mês, a escola de samba Asfaltão promove o Projeto “Samba Autoral’ que reúne os compositores sambistas de Porto Velho no bar do Calixto, mostrando suas últimas composições. Nem no Rio de Janeiro tem um evento desse porte.
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Sem falar na programação do Mercado Cultural que começa na terça feira e só termina no sábado. Tem Jan Bera, Seresta Cultural e Fina Flor do Samba.

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Agora é a vez do CineOca com a IV Mostra de Documentários que começou terça feira e só termina amanhã dia 31.
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Neste mês tem a semana do Folclore e a festa continua. Isso tudo no primeiro semestre.
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E o governo perdendo a oportunidade de estar em tudo quanto é foto, por falta de um pouquinho de apoio a cada evento dos citados. Cadê os Editais?
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Quando se fala em investimento na cultura o George breca tudo. Vai te catar! 

Palácio das Artes recebe três espetáculos

Neste final de semana, a Fundação Palácio das Artes Rondônia-FUNPAR vai apresentar três grandes espetáculos. O primeiro vai acontecer sábado dia 1°, com o show do humorista que faz o maior sucesso nas redes sociais Whindersson Nunes o fenômeno do You Tube. Whindersson conquistou uma legião de fãs, ao postar vídeos onde fala sobre os mais variados assuntos.

A produção do artista que está sendo considerado uma das grandes revelações do humor brasileiro realizará duas sessões no sábado, a primeira começa às 17 horas e a segunda às 19 horas, os ingressos (se ainda tiver) estão sendo vendidos na bilheteria do teatro a R$ 40 inteira e R$ 20 estudante.
Frozen e Minions


Domingo dia 02, será a vez das crianças levarem seus pais até o Teatro Palácio das Artes Rondônia já que estarão sendo apresentados dois espetáculos infantis: “Frozen” e “Meu Malvado Favorito e os Minions”. Cada um em apresentação única e com ingressos específicos. “Primeiro vamos apresentar o espetáculo “Frozen” que vai iniciar as 15h00 (três horas da tarde) e as 17h00, o espetáculo Meu Malvado Favorito e os Minios”, informa a produção. Os dois espetáculos são baseados nos dois filmes infantis.


A produção vai disponibilizar para a criançada fora do Teatro enquanto espera entrar, um parquinho de brinquedos (com Pula-Pula) inteiramente grátis. Informações e watsapp (69) 9959-0503 ou 9305-7412.

terça-feira, 28 de julho de 2015

Lenha na Fogueira - 29.07.15



Hoje nossa página é toda dedicada ao amigo Antonio Alves o Toniquinho.

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Toninho foi nosso colega de redação por alguns anos e que colega, com ele não tinha tempo ruim. Quando estava invocado deixava o que estava fazendo e ia tomar umas no bar mais próximo da redação.

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Muitas vezes nessas escapadas, esquecia que o caderno sob sua responsabilidade, estava por ser fechado e quando dava por conta, muitas vezes já era noite, corria e já chegava à redação se “maldizendo” “é uma merda essa bbbosta...”

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O redator chefe em determinada época era o Nilton Salinas e numa dessas escapadas do Toninho o negócio pegou de verdade, porque estava atrasando o fechamento do jornal como um todo.

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Quando Toninho entrou na redação proferindo as palavras chaves “Merda e BBBosta!” o Nilton o mandou embora. “Pode ir embora e amanhã você passa no RH ta bom”.

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No outro dia à tardinha, Nilton Salinas se dá conta que o Caderno que até o dia anterior era de responsabilidade do Toninho estava todo por fazer, então indagou: “Cadê o Toninho?” e alguém lembrou você não deu as contas dele ontem a noite!

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Nilton coçou a cabeça, virou pro motorista de plantão e ordenou: “Vai buscar o Toninho e diz que eu o quero aqui, agora fechando o caderno” e o Toninho chegou dizendo: “Isso é uma Merda, BBostaaa”!

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Era assim. Por essa e por outras é que eu o considerava o “último Jornalista Romântico” que passou pela imprensa de Rondônia.
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No fundo no fundo, Toninho era um gozador de primeira linha. Não deixava passar nada sem que fizesse uma gozação. Já era uma gozação ao torcer pelo Botafogo “Essa merda...” dizia ele.

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Altair Lopes o Tatá lembra uma passagem com o Toninho Alves:

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Num certo entardecer: ao sair da Prefeitura o celular toca e do outro lado da linha vem aquela voz ligeiramente rouca que lembrava o timbre do Paulo César Pinheiro. Era o Toninho (Antonio Alves) a sondar minha localização perguntando - Tatá onde estais! Me dê suas coordenadas, pois, dependendo de sua posição temos uns goles pra resolver.

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Na verdade ele estava defronte ao seminário (hoje faculdade católica), a me rastrear e seguir com sua mira infalível. E pronto íamos ao Villas Bar (na Carlos Gomes) ou ao Bar do Bolívia (na Joaquim Nabuco) onde sorvíamos, em seqüência, algumas espumosas enquanto reeditávamos livros e autores, músicas e cantores, cenas e atores, bedéis e doutores, credores e devedores, cobrados e cobradores, fiéis e fiadores, padres e pastores... Já em noite alta íamos embora, organizar a ressaca e os arquivos do dia seguinte. Saudade boa o amigo Toninho, Deus cuide dele!

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Seguindo o que reza o manual de tudo quanto grande editora de jornal, publicamos a nota de falecimento de Toninho Alves:

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Um dos grandes profissionais da imprensa rondoniense no final da década de 90 até meados dos anos 2000, o jornalista Antônio Ferreira Alves o “Toniquinho”, morreu no início da noite de segunda feira 25, no Rio de Janeiro, onde residia e estava internado há cerca de uma semana após uma parada cardíaca.

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Antônio Alves atuou no Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, TV Allamanda, RedeTV-RO, TV Candelária e principalmente na TV Rondônia, onde foi chefe de jornalismo. Também esteve atuante em movimentos sociais e culturais.

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O jornalista mudou-se para o Rio de Janeiro, há cerca de quatro anos. Há pouco mais de uma semana passou mal, foi internado e no sábado teve parada cardíaca. Nesta segunda não resistiu.

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Descansa em PAZ AMIGO!

Antônio Alves o ultimo jornalista romântico


Na ultima segunda feira 27, perdemos aquele que costumávamos denominar de, o último jornalista romântico, Antonio – Toniquinho - Alves o bom de texto, de copo e de gozação, responsável até na irresponsabilidade e irreverente nas horas precisas.
Antes dele voltar para sua terra amada o Rio de Janeiro, precisamente para a Lapa o bairro mais boêmio do Brasil, participamos do FestcineAmazônia Itinerante (em 2012) e visitamos todos os distritos de Porto Velho; de Calama a Cujubizinho no baixo Madeira e de Jacy a Extrema na Ponta do Abunã desviando até União Bandeirantes. Fomos a Guajará Mirim e embarcamos para a Bolívia até Riberalta. Ninguém ficava sossegado quando o Toniquinho como o chamava a Fernanda Kopanakis e o Jurandir Costa, estava com um copo na mão, porém, quando estava escrevendo não dava importância a ninguém, o texto para Toninho Alves era prioridade.
A jornalista Luciana Oliveira se lembra de uma passagem que teve como protagonista o Toninho Alves veja:


Devaneios de Antonio Alves
“Era agosto de 2011 quando recebi a crônica que deveria ser lida hoje. Eu, como repórter ou já editora da página da Capital no Diário da Amazônia. Me chegou por e-mail o que o amigo jornalista Antônio Alves pediu que lesse quando batesse as botas. 
Era esse seu linguajar, coloquial, direto, franco. 
Não pensei que chegaria tão rápido esse dia. Chegou. 
Estou muito triste com a partida do amigo que se lançou comigo numa missão difícil, montar na virada do milênio, a primeira equipe de jornalismo do que hoje é a RedeTV. Eu, editora e apresentadora e ele, o chefe de jornalismo. 
Numas salas apertadas em cima de um supermercado, com pauta diária do patrão, prefeito à época. 
Ah, como bebemos e recitamos poesias pra viver todo aquele desconforto...
No fim, uma aventura pra ele, pra mim, uma escola com ele. 
Esse texto traduz o que Toniquinho diria se pudesse, ao nos ver tristes por sua partida. 
Só faltou concluir com: tá tudo uma bbostaaaa isso aqui! Vou viajar e não me impeçam!

Ensaio sobre a tolice


Há 60 anos tento me adaptar a isso tudo
Ora eloquente, ora mudo
E como o tempo não dá tempo ao tempo
Perdi meu tempo
Nada fiz, nada sou, nada sei
Meu filho, minhas filhas, minhas netas
Milagres da genética
Plantei a tal árvore
Mas o livro não escrevi não 
Oportunidades em turbilhão
Não posso me queixar
Mas como segurá-las
Com estas mãos de sabão?
Vão como vêm
Num piscar de olhos passou o trem
Nessas décadas de ostracismo
Faltou-me pragmatismo
Por que não fui vereador,
Deputado ou senador?
Quem sabe chegasse até a governador?
Mesmo por dez dias, era pensão garantida
Gorda e pra toda a vida
Quis ser jornalista e deu no que deu
Ou seja, não deu
Fui ingênuo total
Pois o rei nunca está nu
No jornalismo oficial
Pra encurtar a História
Sou parte da escória
Que espera paciente e ordeira
Pelas migalhas que sobejam
Na ordem, o progresso vem sem coleira
Aí o gigante pela própria natureza não te incomoda
Pode permanecer deitado em berço esplêndido
Não preciso dos podres poderes
Mas preciso dos dinheiros podres
Caso queira sobreviver
Se é pra ir vamos agora
Cada um faz sua hora
Estou pronto pra viajar
João Antonio, chama a Mariana, Camila e Flora!
Luisa, acorda a Beatriz, Gabriela e Maria Clara!
O trem da esperança vai passar
A viagem é sorrateira
Mas não guardo mistério
Por não temer cemitério.
Ä meia-noite quebra o encanto
Aí eu corro para o abrigo
Pra esconder tristeza e pranto. 

Antonio Alves – PVH 21/01/2011

                          

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Publico prestigia último dia do Amazônia Encena

O idealizador do Festival Chicão Santos e a palhaça Cafuxa – Sucesso total.
A oitava edição do Festival Amazônia Encena na Rua foi encerrada na noite de domingo com a praça das Caixas D’água super lotada. “Acredito que mais de cinco mil pessoas estejam prestigiando os espetáculos na noite de hoje”, disse Fabiano Barros diretor de cultura do Sesc. 
O Boi Bumbá Corre Campo levou todas suas cunhãs e fez o espetáculo de encerramento do Festival.
A dançarina Cristina Lima da Cia Yaporanga é sempre show
Foram cinco dias de espetáculos apresentados por grupos de teatro que vieram dos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Distrito Federal, Ceará, São Paulo, Acre e Goiás além dos grupos O Imaginário, Yaporanga e Corre Campo de Porto Velho.

As duas últimas noites (sábado e domingo) foram as mais concorridas. O repórter fotográfico
A peça do grupo O Imaginário após dez anos volta à cena com nova roupagem, foi muito aplaudida
Roni Carvalho do Diário da Amazônia cobriu o evento cujas fotos podem ser apreciadas no portal www.sgc.com.br nesta página algumas fotos das apresentações de sábado e domingo.