quinta-feira, 19 de julho de 2018

Lenha na Fogueira - 20.07.18


Ta todo mundo acomodado no céu, enquanto aqui na terra, no espaço conhecido como Porto Velho capital do estado de Rondônia, o que rola são os preparativos dos grupos folclóricos, para 37ª edição da Mostra de Quadrilhas e Bois Bumbás que vai acontecer durante o Arraial Flor do Maracujá entre os dias 27 de julho e 5 de agosto, na Cidade da Cultura (Parque dos Tanques).

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Depois de várias reuniões, os Bois Bumbás concordaram em participar do Concurso. Explico: Assim como aconteceu no Flor do Maracujá do ano passado, quando os Bumbás se apresentaram sem concorrer ao título, este ano, após a direção da Federon fincar o pé na obediência do Regimento Interno da entidade e do Regulamento do Arraial que diz:

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O grupo folclorico de Quadrilha ou Boi Bumbá só fara jus a ajuda de custo oferecida pela Federon, caso concorde em participar do concurso que vai eleger os melhores da 37ª edição da festa.

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As quadrilhas desde o ano passado, aceitaram as condições constantes no Regimento Interno da Federon, agora os Bois por uma deferência especial da diretoria da Federação, ano passado não concorreram. Este não teve boca. Fernando, Severino e Delídio (Presidente, Diretor Financeiro e Secretário da Federon respectivamente) não abriram mão do cumprimento do Regimento e aí o bicho quase pega.

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Os dirigentes dos Bumbás apelaram para a direção da Guarnecer e mesmo assim não teve jeito. Acontece que a Guarnecer não tem poderes sobre o que consta do Estatuto da Federon e então ficou por isso mesmo.

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O certo foi que em reunião que aconteceu na residência do presidente do Bumbá Diamante Negro folclorista Aluízio Guedes, noventa e nove por cento dos grupos de Boi, concordaram em participar do concurso da Federon.

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Quando falo em 99%, é porque em contato com a presidente da Guarnecer, minha amiga Simone Guedes ela informou, que dois grupos ainda estavam indecisos. O Mancha Negra que é dirigido por ela e o Campeoníssimo Corre Campo. “O Júnior Castro ficou de entrar em contato comigo na tarde de ontem (19), para confirmar ou não, se o Corre Campo vai se apresentar no Flor do Maracujá deste ano”, disse Simone.

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O que sei é que a direção do Corre Campo contratou o artista especializado em indumentárias de personagens de destaque de Boi Bumbá Cleiton Lopes e até o colocou numa casa, onde ele está confeccionando ou adaptando as Fantasias dos Itens do Gigante Sagrado. Quer dizer, ninguém gasta dinheiro em fantasia, para deixá-la guardada. Acho que a Branca e o Júnior irão concordar em colocar o Corre Campo disputando o título da 37ª Mostra de Quadrilhas e Bois Bumbás – Arraial Flor do Maracujá.

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Por falar em disputa, nossos representantes no Festival Nacional de Noivo e Noiva e Rainha da Diversidade, embarcaram ontem rumo ao Piauí aonde vai acontecer o Concurso Nacional Promovido pela CONFEBRAQ.

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Olha só, neste domingo 22, a Quadrilha JUABP vai apresentar o Figurino com o qual a quadrilha vai se apresentar no Flor do Maracujá. A festa começa ao meio dia no Poli Esportivo do Bairro Areal da Floresta e tem mais, será servido a tradicional feijoada da JUABP. O valor do convite é R$ 20.

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Amanhã as 17 horas, a SETUR promove a abertura do CENTRO DE ATENDIMENTO AO TURISTA. O CAT vai funcionar no Primeiro (1º) Piso do Porto Velho Shopping ao lado do Tudo Aqui em frente a Loja Adidas.

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Na oportunidade será apresentado o APLICATIVO TURISMO RONDÔNIA onde estarão todas as informações, sobre as atrações turísticas do estado de Rondônia. Você já pode baixar o aplicativo via Play Story.

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Hoje tem samba, seresta e chorinho a partir das 19 horas no Bar do Alípio na Carlos Gomes.

Nazaré do Rio Madeira Sua História e Origem


Transcorria o ano de 1916, quando subiu as barrancas do Rio Madeira em uma erma localidade do Baixo Madeira, um rico cearense à procura de aventuras e riquezas. Este aventureiro chamava-se Eduardo Costa, que logo adquiriu terras em torno de um grande seringal, que mais tarde seria chamado de Seringal Nazaré e estava localizado cerca de dez kilômetros da margem direita do rio Madeira. Para facilitar o escoamento da produção de Seringa e Sorgo, o já seringalista Eduardo Costa começou a abrir um canal que ia da margem do Rio Madeira até o primeiro lago que é chamado de Lago do Peixe Boi.
Deu muito trabalho para concluir o canal, que levou o nome de Boca do Furo e levou mais de 9 anos para se chegar ao Rio Madeira e segundo a lenda, isto só foi possível depois de Eduardo Costa fazer uma promessa, de que após a conclusão da obra, ele construiria uma Igreja em homenagem á Nossa Senhora de Nazaré.
A igrejinha ficou pronta em 1951 e até o momento, mesmo enfrentando diversas alagações, continua em suas atividades religiosas e mantida pela comunidade.
Acometido por uma forte malária o sr. Eduardo Costa faleceu no final de 1956 e o seu primogênito Eduardo Costa Filho assumiu o controle dos negócios do pai. Conhecido pelo carinhoso apelido de seu Nanã, começou a ter problemas no seringal devido a brusca queda de preço do Sorgo e Seringa e começou a dispensar os funcionários e estes ficaram em torno do Barracão de seu Nanã e da Igreja, depois de um certo tempo, já tinha aproximadamente 15 famílias no local e assim surgiu a Vila de Nazaré do Rio Madeira.
Em 1966 apareceu na Vila, um seminarista chamado de Manoel Maciel Nunes, que aos poucos foi se tornando um grande líder, professor e uma espécie de clérigo religioso.
Começou a ministrar aulas em uma improvisada escola, construída por ele com ajuda dos moradores da localidade e teve o nome de Floriano Peixoto.
Seu Maciel foi o grande incentivador e formatador da Cultura do Baixo Madeira, compunha letras e músicas, ensinava também a fazer artesanatos e peças de barro.
Chamou um antigo companheiro o sr Artermo Áquila Ribeiro, hoje conhecido por seu Artêmis, para dividir o ensino das aulas para os alunos da Comunidade, eram ministradas aulas de português, matemática, ciências, história e geografia e em dois turnos; manhã e a tarde.
Seo Artêmis e Seo Venâncio
Seu Artêmio encerrou suas atividades como professor em 2002 e se orgulha em dizer que deu aulas pra mais de 900 alunos.
Em 1988, seu Artêmio foi de casa em casa incentivando os moradores da Vila a tirarem o título de eleitor, para provar que havia uma grande parcela de eleitores na localidade e assim foi instalada a primeira urna em Nazaré do Rio Madeira.
O grande diferencial de Nazaré do Rio Madeira está na sua Cultura e movimentos artísticos e o grande responsável foi Seu Maciel, que trouxe para a Comunidade a tradição da Dança do Seringandô, oriunda do Lago Uiruapiara, estado do Amazonas.
Outro pioneiro da Comunidade, excelente torrador de farinha de mandioca; Venâncio Ferreira Brandão, que criou o já famoso Boi Curumim, disse que no início de 1987 os festejos eram realizados no mês de junho, ele que carregava o boi e organizava toda a garotada. Hoje nos seus 75 anos só ajuda e orienta, de longe.
Todos os anos, na Abertura do Festival Folclórico de Nazaré, o Trio Filhos de Nazaré, ou a Velha Guarda de Nazaré, composta dos antigos pioneiros: Artêmis, Venâncio e Getúlio com suas afinadíssimas vozes, abrilhantam os Festejos.
Velha Guarda de Nazaré
Na pior enchente já registrada no Baixo Madeira em 2014, que soterrou quase toda a Vila, logo que o Rio Madeira baixou, a população bravamente retirou todo o lixo e barro das casas, se reerguendo bravamente e com muito orgulho realizou o Festival Folclórico.
O seu Artêmis sempre fala: “Venha Conhecer Nazaré do Rio Madeira, o Nosso Paraíso....”

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Lenha na Fogueira - 19.07.18

Lenha na Fogueira


Pois é, dessa vez o luto é pelo falecimento de mais um baluarte de Rondônia. Estamos bastante sentido, com a morte do CABO AUREO – Áureo Soares Leite que na realidade era sargento, mais preferia ser chamado de Cabo.
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Cabo porque foi assim que ficou conhecido, desde quando aqui chegou com a caravana do 5º Batalhão de Engenharia e Construção - BEC em meados dos anos de 1960.
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A juventude da época, parava para apreciar as “manobras” ou como se chama no exército, “Ordem Unida” do Cabo Áureo comandando o pelotão de recrutas recém-incorporados no BEC.
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Os exercícios aplicados pelo Cabo Áureo se transformaram em atração turística. O pelotão por ele comandado, de repente surgiu pela esquina da Sete de Setembro da praça Rondon e subia no rumo da Praça Jonathas Pedrosa e subia a Ladeira da Prefeitura (Comendador Centeno). Era aí que o exercício se transformava em atração pitoresca.
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No meio da Jonathas Pedrosa ele dava a ordem unida: “Pelotão Alto! Pelotão Descansar! Pelotão Sentido. Pelotão Meia Volta!
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Aí os soldados ficavam de costas para a Ladeira e ele manda mais uma ORDEM; Pelotão! Em Movimento de Corrida subindo o Obstáculo! E a tropa subia a Ladeira da Prefeitura correndo de costa. Já pensou!
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Áureo era querido por todos os oficiais e subalterno do 5º BEC. O Mais interessante, era que, apesar de toda “caxiagem” jamais o Cabo Áureo abusou ou se aproveitou da situação de ser um soldado considerado pelos seus superiores comandantes do Batalhão, e jamais deu, como se diz na gíria a famosa “Carteirada”.
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Todo mundo que conheço e conhecia naquele tempo, gostava do Cabo Áureo, além de excelente soldado, foi ótimo pai e avô. Não conheço ninguém nesse Brasil de Meu Deus, que seja mais patriota do que o Cabo Áureo.
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Mesmo tendo ido pra reserva ha alguns anos, todos os dias ele hasteava a bandeira brasileira no mastro que mandou erguer em frente sua residência, ao lado do colégio Castelo Branco no bairro Arigolândia.
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Mesmo na reserva, jamais deixou de usar a farda do exército e em especial a do 5º Batalhão de Engenharia – BEC.
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Cabo Áureo foi um dos militares mais condecorados do Brasil. O mais legal, foi que ele adotou Porto Velho (RO) como sua terra, pois mesmo após ser guindado à reserva, continuou morando aqui, terra dos seus filhos e netos.
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Quer ver ele perder a estribeira, era quando alguém falava mal de Porto Velho.
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Augumas postagens das redes sociais:


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Sgt Áureo... exemplo de amor e respeito ao Exército... Família Verde Oliva esta de luto com sua partida, mas saiba que cumpriu sua missão e combateu exemplarmente o seu combate!... Meus sentimentos a todos os familiares! SELVA!!! (Fernanda Bijela).
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Hoje descansou um dos grandes ícones da família verde oliva! Deixa essa vida e entra para a história, a qual com muita honra e dedicação construiu ao longo dos seus 78 anos. Vá em Paz! E que Deus com seu infinito amor abrace sua família e traga conforto. De mim, toda admiração e respeito (Evelin Jeferson Cespede Krawczzinki)
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Quando cheguei aqui e ficávamos alojados em um dos prédios, ou melhor, dois dos prédios do 5º Bec tínhamos que participar da solenidade de hasteamento da bandeira às 7 horas da manhã (ou madrugada) obrigatoriamente! E quando começava o desfile...lá vinha a elegância do Cabo Áureo, postura séria, ereta e com passo de ganso (acho que é assim que chamam) botas reluzentes... chamava a atenção e ao nos cumprimentar era a mesma solenidade dirigida ao comandante... esse amava o exército como poucos! (Jussara Gottlieb).
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Descansa em paz guerreiro!

Festival de Nazaré começa nesta sexta feira dia 20


A comunidade do Distrito de Nazaré no baixo rio Madeira, realiza neste final de semana, com abertura amanhã sexta feira dia 20, mais um Festival Cultural.
A festa que reúne pessoas das localidades de São Carlos, Calama, Santa Catarina, Demarcação, Boa Hora, Conceição do Galera, Terra Caída, Aliança, Cujubim Grande e Cujubimzinho e Porto Velho (RO) e Humaitá (AM). Completa este a 52ª edição.
O Festival foi idealizado pelo professor Maciel Nunes um amante da cultura ribeirinha tradicional, que trouxe para Nazaré entre outras atrações a “Dança do Seringandô”, cuja coreografia consiste, em as damas tentarem laçar o cavalheiro durante um bailado, parecido com o do Carimbó. Com a morte de Maciel seus filhos e demais familiares, continuaram promovendo a festa que se transformou numa atração que reúne gente de praticamente todas as localidades existentes entre Porto Velho (RO) e Humaitá (AM).
A festa deste ano de 2018, começa nesta sexta feira dia 20, com a seguinte programação: Documentário - Encantada Nazaré (Simone Norberto); as 20h30 – Queima de fogos; 20h35 – abertura Oficial do Festival de Nazaré; 20h40 – Velha Guarda de Nazaré; 21h30 – Curta Metragem Caminhos da Memória; 21h40 – Quadrilha Fogo de Palha; 22h20 – Dança dos Banzeiros; 22h30 – Grupo Minhas Raízes e logo depois, a dança da quadrilha “Caminho da Roça” de Conceição do Galera; Isto é só a programação do primeiro dia da festa, que também oferece diversidade em pratos de comidas típicas regionais além de comercialização de artesanato.
Várias embarcações se deslocam de Porto Velho até Nazaré com saída do Porto do Cai N'água na manhã de sexta feira 20, a volta dos barcos, acontece apenas no domingo.

A grande novidade da 52ª Festa de Nazaré, será o passeio de barco motor, motor de popa, rabeta e até canoa pelo Lago do Peixe Boi.

A programação de encerramento, acontece no sábado dia 21, com as seguintes atrações: 9 horas – Passei no Lago do Peixe Boi e para a criançada brincadeiras diversas no campo de futebol; 18h30 – Peça Poética “Mormaço” com Elizeu Braga (Clube Armazém); 20 h apresentação do Boi Curumim; 21 h – Dança do Seringandô; 21h30 – Quadrilha Folia Só (Itapuã D'Oeste); 22h20 – Os Filhos de Nazaré com a participação especial do Zezinho dos Cobras. Após as apresentações culturais o Forró come no centro no Clube Armazém até o dia clarear.

Vem aí o Forró da Luzia é a 9ª edição da festa


Será no próximo dia 04 de agosto, num sábado, a partir das 23h no Mirante Dois e Meio, em Porto Velho, a realização da 9 edição daquela que se tornou a maior e já tradicional festa de forró do estado de Rondônia.
Direto do município amazonense, Manicoré, onde o evento já existe há 49 anos, o Forró da Luzia veio pra ficar com a presença maciça da populaça de Porto Velho e municípios vizinhos.

DONA LUZIA


Em Manicoré a festa já aconteceu esse ano e foi sucesso de público. A fundadora do Forró, dona Luzia Prestes já se organiza pra chegar agora na capital rondoniense e repetir o sucesso dos anos anteriores.

OEGANIZAÇÃO


Em Porto Velho, a coordenação do Forró da Luzia fica a cargo dos manicoreenses, Hemerson Reis e Evandro Reis. Informam que a festa já está nos preparativos finais. “ À exemplo dos anos anteriores teremos duas bandas de forró, sendo uma vinda de Manicoré (Eleu e Banda), e Sun Coutryn, de Porto Velho e ainda comidas típicas regionais.

INFORMAÇÕES



As mesas já estão sendo vendidas. Mais informações pelos telefones (69) 98448-2662.

terça-feira, 17 de julho de 2018

Lenha na Fogueira - 18.07.18


As bandeiras do estado e de todos os municípios de Rondônia, deveriam estar a meio pau, em homenagem ao grande benfeitor do estado de Rondônia, Manoel Francisco das Chagas Neto ou simplesmente Chagas Neto,
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Chaguinha como era chamado pelos mais íntimos, faleceu na tarde da última segunda feira dia 16, dia de Nossa Senhora do Carmo e dia no qual dona Marise Castiel outra baluarte do nosso estado, completaria 100 anos se viva fosse.
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Não prestei atenção, se o governador Daniel Pereira publicou portaria mandando que a bandeira de Rondônia e todas que são hasteadas diariamente no Palácio Rio Madeira ficassem a meia pau durante três dias, em virtude do falecimento do Pioneiro Chagas Neto.
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Poucos fizeram tanto pelo nosso estado, como Chagas Neto fez. Basta lembrar que ele comandou a construção de mais de 20 Mil casas quando ainda não havia esse negócio de Minha Casa Minha Vida e nem o PAC
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Só em Porto Velho podemos citar as construções dos Conjuntos Habitacionais Santo Antônio, 4 de Janeiro, Nova Caiari. Guajará, Jamari, Primavera, Mamoré, Guaporé, Rio Candeias, Odacir Soares, Chagas Neto entre outros.
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Pra quem não sabe, foi graças ao esforço do Chagas Neto que nasceram os bairros Ulisses Guimarães e Marcos Freire.
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Na época Chagas era o secretário de OBRAS de Rondônia e foi informado, que o governo federal iria financiar a construção de casas populares no regime de mutirão. Eu fazia parte da equipe da SEOSP e lembro que a notícia chegou aqui, já quase no último dia designado para os estados protocolarem seus projetos junto ao governo federal, para fazer jus aos recursos.
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O Projeto da SEOSP foi aprovado e Chagas comandou a construção das casas do bairro Ulisses Guimarães. A criação daquele bairro através do Projeto Mutirão elegeu se não estou enganado, SETE Vereadores para a câmara municipal de Porto Velho entre eles Cláudio Vidal, Valdemar Marinho e Mário Jorge.
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Depois foi a vez do bairro Marcos Freire que foi mais organizado. Enquanto que no Ulisses a população ganhava a madeira, telha e todo o material necessário para construir a casa. No Marcos Freire era construído parte da casa em alvenaria e o proprietário terminava a construção com material doado pelo governo.
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Esses Projetos foram obras do esforço do Chagas Neto era ele que ia a Brasília lutar pela liberação dos recursos, para a construção das casas. Tem um detalhe, ninguém do Ulisses Guimarães ou do Marcos Freire desembolsou um tostão para ter sua casa. Era tudo por conta do governo.
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Chagas Neto enquanto secretário de obras do estado, criou a Empresa de Navegação de Rondônia – ENARO.
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Como deputado federal colaborou com o texto da Constituição de 1988. Além do político respeitado por todos, Chagas foi grande incentivador do esporte e da cultura tendo sido um dos grandes carnavalescos, ao assumir a Escola de Samba Pobres do Caiari em 1984. Com Chagas no comando da Caiari a escola colocou na avenida um dos mais comentados enredos até hoje, “Ceara, Rendas, Lendas e Crenças” que ficou conhecido como “Ceará de Iracema”. O samba é de minha autoria do Baba e do Haroldo Dori.
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No caso do Chagas Neto o dito popular “Morre o homem e fica a fama” daqui pra frente será muito bem aplicado. Por tudo que fez por Rondônia e em especial pela capital Porto Velho, Chagas Neto jamais será esquecido.


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Nossa homenagem de agradecimento ao Chagas Neto é com o samba “Ceará de Iracema”:
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Eita Ceará de Iracema, tua história é um poema, parte agora iremos contar, glórias a Soares Moreno, ao Guerreiro Poti e José de Alencar! Ubirajara índio de grande valor, com Jandira e Aracy dividia o seu amor”.
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Descansa em paz, amigo velho de guerra!

Fabiano Barros indicado para o Botequim Cultural

O produtor cultural Fabiano Barros de Porto Velho (RO), é um dos indicados a receber o Prêmio Botequim Cultural de Teatro na categoria Autor (Melhor Texto).
Fabiano Barros por muitos anos foi o responsável pelo Departamento de Cultura do Sesc Esplanada em Porto Velho. Deixou o Sesc e assumiu como Coordenador (Gerente) de Cultura do governo do estado de Rondônia lotado na Sejucel cargo que exerceu até a semana passada. “Agora estou me dedicando a realização de palestras sobre como criar ou adaptar texto para teatro. Outro viés, são oficinas de formatação de projetos culturais para concorrer a editais do governo ou da iniciativa privada”, disse Fabiano.
A notícia da seleção do Fabiano para concorrer ao Prêmio, foi publicada segunda feira dia 16, no portal do Prêmio Botequim Cultural. Veja:
Em reunião realizada no dia 16 de julho, os jurados da 7ª edição do Prêmio Botequim Cultural de Teatro, composto por Gilberto Bartholo, Renato Mello, Sergio Fonta, Wagner Correa de Araújo e Zé Helou, realizaram as indicações dos artistas, criadores e espetáculos referente ao 1º semestre da temporada teatral de 2018.
Além da das indicações, foi igualmente deliberado a inclusão da categoria Melhor Coreografia/Direção de Movimentos, em resposta ao justo apelo feito em carta aberta por representantes da categoria em 21 de junho de 2018. A atuação dos profissionais dessa categoria será apreciada pelos jurados a partir da 8ª edição, que se iniciará em janeiro de 2019.
Nos primeiros dias de janeiro de 2019 o mesmo júri escolherá os indicados do 2º semestre, em seguida se iniciará a escolha final dos vencedores por meio de votação popular.
Neste ano, o Prêmio Botequim Cultural tem o privilégio de contar com o apoio do Teatro Sesi Centro, aonde serão anunciados os vencedores durante a cerimônia de premiação no dia 20 de fevereiro de 2019.
Os vencedores de cada categoria receberão como prêmio a estatueta em bronze criada por Edgar Duvivier.
Fabiano Barros de PVH foi indicado - Melhor Texto
Por fim, cabe destacar que para estar habilitado foi preciso realizar até o dia 30 de junho o número mínimo de apresentações exigido no regulamento.
Mínimo de 8 apresentações, em caso de dias alternativos (2ªs,3ªs e 4ªs feiras), um mínimo de 12, se ocorrer em “dias nobres” (5ªs e 6ªs feiras, sábados e domingos), e 6 apresentações para espetáculos infantojuvenis.

Caso o espetáculo só tenha completado o número mínimo após 30 de junho(mesmo que tenha estreado anteriormente), sua habilitação e apreciação pelo júri se dará somente no 2º semestre.