segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Calcinha Preta - Festa do Madeira



Está confirmada a apresentação da banda Calcinha Preta, no dia 1º de dezembro na casa de shows Talismã 21, em Porto Velho. O show faz parte da IV Festa do Madeira, que é promovida anualmente, com apoio da Hidrelétrica Santo Antônio e da Santo Antônio Energia.
A banda Calcinha Preta tem mais de 12 milhões de álbuns vendidos. Criada em 1995, a banda de forró já recebeu os principais prêmios de música no Brasil e participa de festivais internacionais.
A Festa do Madeira foi idealizada, em 2014, como uma forma de homenagear a cidade de Porto Velho. As atrações locais complementando o show do Calcinha Preta são a banda de forró Piolho de Cobra e o cantor Gabriel Parada, que já se apresentou na edição anterior da Festa do Madeira. Em 2014, a atração nacional foi a cantora paraense Gabi Amarantos, e teve a apresentação de diversos grupos musicais locais. No ano seguinte, o sambista Dudu Nobre se apresentou e entre outras atrações, o público aplaudiu as bandas Versalle e Nitro. No ano passado foi a vez do sambista Diogo Nogueira, que teve o show aberto pela dupla Jonas e Jairo.
O convite pode ser adquirido com a troca de um quilo de alimento não-perecível (de preferência que não seja farinha de mandioca ou sal). Os pontos de troca são o quiosque da Talismã 21, no segundo piso do  de Porto Velho Shopping, ou na portaria da SIC TV, na avenida Rio Madeira, 2964 - bairro Flodoaldo Pontes Pinto. Os alimentos arrecadados serão doados a instituições assistenciais de Porto Velho.
SERVIÇO
O quê: IV Festa do Madeira
Com quem: Banda Calcinha Preta
Onde: Talismã 21
Quando: 1º de dezembro de 2017.

sábado, 18 de novembro de 2017

Maria Luiza Silva – Lu Silva

Maria da Chave – Patrimônio Cultural de Porto Velho

A artista plástica, atriz, bonequeira, estilista, arquiteta e boemia Lu Silva solicita ao prefeito, vereadores, secretários municipais e a quem de direito, que oficializem a personagem por ela criada MARIA DA CHAVE como Patrimônio Cultural Imaterial do Município de Porto Velho. “Não quero que após minha morte, meus familiares cobrem Direito Autoral sobre minha obra”. Lu Silva está bastante debilitada em virtude de um câncer e por isso, está preocupada com o destino da “Maria da Chave”. “Ela foi criada para ser a guardiã da chave da cidade que o Rei Momo carrega durante o carnaval”. A Maria da Chave é baseada na história de uma prostituta dona de Bordel na cidade de Porto Velho, no tempo do auge do garimpo de ouro do Madeira, que foi a falência com o fracasso da atividade garimpeira. Sexta feira passada durante a realização da Fina Flor do Samba no Mercado Cultural a Lu nos contou a história da Maria da Chave.

CONVERSA


Zk – De uns tempos pra cá você tem se preocupado muito com a personagem Maria da Chave. Por que?
Lu Silva – Porque a Maria da Chave é um personagem que criei para o carnaval de Porto Velho. Ela é baseada na história que conheci, de uma dona de Bordel no auge do garimpo de ouro no rio Madeira, que foi a falência quando o garimpo fracassou. Vi que ela não tinha pra onde ir e então se disfarçava de dama da sociedade, para freqüentar o nosso meio e se divertir. Não tinha como objetivo, conquistar nossos homens, nossos maridos, ela queria apenas se divertir.

Zk - E como a Maria da Chave foi parar na Corte do Rei Momo?
Lu Silva – Começou quando o Ariel então presidente da Fundação Iaripuna me convidou para criar o figurino da Corte, então passei a acompanhar a Corte durante o carnaval e notei que a “Chave da Cidade” que o Rei carregava, após os eventos, ficava jogada num canto, então resolvi criar a personagem que atuaria como guardiã da Chave do Rei Momo. Acontece que o Ariel deixou a Fundação e o Tatá assumiu e voltou a me convidar pra criar o figurino novamente e então criei a Maria da Chave.

Zk – Qual a característica que você implantou no figurino da Corte do Rei Momo?
Lu Silva - Todas minhas Cortes contam um pedaço da história de Porto Velho. A primeira foi a história da floresta Amazônica que foi a coisa mais linda. A segunda contou a história da Estrada de Ferro Madeira Mamoré; a terceira foi sobre a história do Patrimônio Histórico de Porto Velho e a quarta foi sobre a história dos personagens carnavalescos da cidade. Apesar de ser a criadora do figurino da Corte tinha um negócio que me incomodava.

Zk – Que negócio era esse?
Lu Silva –Sempre achei que a Chave era o objeto mais importante da Corte e por isso, não deveria ficar jogada em qualquer lugar, foi então que resolvi criar a Maria da Chave para ela tomar conta da Chave do Rei Momo. Como carnaval é uma festa profana, desenvolvi a Maria da Chave baseada na história da dona do Bordel que foi a Valência. A Maria da Chave é linda maravilhosa, bem vestida, não tem bunda e nem peito de fora, ela é bem elegante. Ela não larga a chave nem pra ir ao banheiro, é puxa saco do Rei.

Zk – Fala mais um pouca sobre a Maria da Chave?
Lu Silva – Ela não é confiável, é trambiqueira, espera o Rei ir embora. É o seguinte: o Rei passava pela avenida e depois entrega a chave para a pessoa mais velha da Corte que é justamente a Maria da Chave, só que o Rei pensa que se trata de uma senhora descente. De posse da chave e já depois que a Corte foi embora, ela vira para o povo se sai fazendo gestos como se estivesse abrindo tudo quanto é porta. Os jornalistas ficaram curiosos com essa atitude e começam a escrever sobre aquela senhora que na realidade, não tem nada a ver com a Corte. Ela entende que, se a festa é profana, é de todo mundo. Então ela abre as portas dos bordéis, moradores de rua, pretos, gays, chama todo mundo pra festa.

Zk – Agora você está preocupada em preservar essa personagem?
Lu Silva – Minha preocupação, é deixar essa personagem pra Porto Velho pra que os carnavalescos, quando precisarem ou qualquer pessoa que for usar ou se caracterizar de Maria da Chave não seja obrigada a pagar após minha morte, Direitos Autorais pra minha família. Não quero que ninguém tenha problema para usar a Maria da Chave ela é livre para todos. Não sei como fazer para transformar a personagem em Patrimônio Cultural do Município de Porto Velho. Em suma, estou doando a personagem Maria da Chave ao município, só que gostaria que essa doação fosse celebrada com um Decreto, Lei ou qualquer documento que oficialize a Maria da Chave como personagem permanente da Corte do Rei Momo.

Zk – Por que essa preocupação?
Lu Silva – Acontece que estou a dois anos batalhando na tentativa de vencer um câncer que é considerado muito raro. Já me submeti a tudo quanto foi tratamento. Tenho uma deficiência muito grande que é não gostar de me alimentar, isso é desde sempre e agora piorou e estou começando a perder peso. O médico falou, que não posso perder peso, e num mês, perdi dez quilos. To indo de ladeira abaixo e uma pessoa que não sei quem é, que meu sobrinho aquele cachorro, levou na minha casa e mesmo sabendo que estou com Alzheimer e em conseqüência não me lembro de certas coisas e pessoas e ele (sobrinho) insistia que eu me lembrasse daquela pessoa e mesmo olhando na cara dela não lembrava e essa pessoa olhava pra mim e dizia: “Cadê aquela mulher, linda, elegante, charmosa e que está toda destruída, acabada” o cara acabou comigo, aí fiquei mais pra baixo. Não quero que me achem bonita e nem elegante, quero apenas que me deixem em paz! Isso me deixou mais preocupada e falei: Preciso liberar minhas obras pra Rondônia porque não quero minhas obras limitadas e é isso que estou querendo oficializar. Tenho muitos cenários, peças de teatro montadas, muito figurinos, vários palhaços esse acervo, é que quero deixar sem problema de Direito Autoral para quem for utilizá-los. Quando fui fazer teatro de rua estudei muito sobre Van Gogh. 


Zk – Fala um pouco sobre a Lu Silva estilista?
Lu Silva – Quando cheguei a São Paulo não sabia nada e ainda por cima, era analfabeta com 19 anos. Acontece que me criei no interior no meio da floresta amazônica (Uruapiara). Em São Paulo fui trabalhar como faxineira numa loja, limpava privada e os vidros da loja. Sem ter horário pra trabalhar a dona da loja se interessou e me mandou estudar fiz o Mobral. Depois Fui fazer moda e transformei em estilista. Cheguei com a dona da loja e falei, você não vende mais porque suas roupas são iguais as das outras lojas.Me comprometi a criar roupas exclusivas e terminei por ser considerada como estilista de alta costura...Trabalhei com Ronaldo Ésper, Ana Frida, Nei Galvão, Selma Resende a mais famosa da rua São Caetano. Cheguei a ser lançada na Revista “Noiva Moda” só que não podia assinar porque ainda não tinha DRT e a produção saia com o nome da loja MARY STUART.

Zk – E como foi que você se transformou em bonequeira?
Lu Silva – Um dia o Giba San chegou ao meu ateliê dizendo que havia lido a entrevista que dei para a Eunice Bueno e falou assim: “Li na sua entrevista que você não gosta de ninguém na sua casa; disse também que se a gente não pagar o valor que você cobra, não se interessa pelo trabalho...” Então ele balançou um cheque em branco assinado pelo prefeito e disse que tinha ordem para preencher com o valor que eu cobrasse pelo serviço que ele levou pra eu fazer. “Trouxe aqui essas pessoinhas pra você vestir”, era um bocado de boneco. Ele pegou um e o boneco conversou comigo, fiquei encantada com aquilo e quando ele voltou pra pegar os figurinos e perguntou o valor, para preencher o cheque eu disse: O pagamento vai ser você me ensinar a manipular BONECO e ele perguntou “Tem uma calça jeans? – Tenho – “Então veste e vamos pra praça Marechal Rondon que nós vamos arrasar. Nunca mais sai da rua. Ele me mandou estudar sobre a vida de Van Gogh. O Vrena também fazia parte do grupo e me ensinou muito. Cláudio Vrena meu amigo.

Zk – Sobre Van Gogh?
Lu Silva – Era um artista maluco que durante sua vida vendeu apenas uma tela. O Giba disse, “Eu e o Vrena vamos perguntar ao público sobre a história de Van Gogh e é claro que ninguém vai saber responder” eles me mandarameu ficar de mendiga acompanhando o espetáculo e eu fiquei arrastando lata, contando os dedos, essas coisas de doido... Eles perguntaram sobre o artista e ninguém respondeu e eu toda cabisbaixa disse Van Gogh? Pintou 200 telas em um mês. Daí eles passaram a fazer perguntas e eu respondendo e o povo admirado. Modéstia à parte, a vida de Van Gogh eu estraçalho legal.

Zk – Para encerrar?
Lu Silva – Volto a lembrar, que quero deixar a Maria da Chave de herança para a cidade de Porto Velho. Prefeito, vereadores, ou seja, lá quem for, me ajudem a transformar a Maria da Chave em Patrimônio Cultural Imaterial de Porto Velho!

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Lenha na Fogueira - 18.11.17

Amanhã domingo, o Ponto de Cultura Rádio Farol para Todos realiza a VIII Mostra de Dança e o XIV Festival da Cia de Dança Corpo em Movimento. Os espetáculos vão acontecer no Palácio das Artes. As apresentações começam as 20 horas e a entrada é franca.
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A programação é a seguinte: Ballet de Repertório, Dança Clássica, Jazz Dance, Jazz Acrobático, Jazz Lírico, Ballet Contemporâneo, Participação Especial: Flash Mob Rondônia e Arte de Dançar.
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O Rádio Farol talvez seja um dos poucos Pontos de Cultura ainda em atividade. Os Pontos de Culturas foram o carro-chefe do Ministro da Cultura Gilberto Gil. Surgiram como parte do programa Cultura Viva e por alguns anos, contaram com o apoio irrestrito do governo federal através do Ministério da Cultua.
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Ainda na gestão petista, quando Dilma Rousseff nomeou a Ana de Holanda Ministra da Cultura, os Pontos entraram em decadência. Acontece que a Ministra realmente não concordava com o investimento que o governo destinava aos Pontos de Cultura e então, começou a colocar dificuldades para liberar os recursos e isso, acabou por ser responsável pelo fechamento ou desativação de vários Pontos de Cultura. Em Rondônia quando o programa foi implantado funcionavam 30 pontos e hoje só restam 19 em funcionamento. Uns porque se perderam na prestação de contas e outros porque não receberam até hoje, a terceira parcela prometida pelo governo federal.
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Ora, se no governo petista o negócio engriquilhou, imagem no governo Temer que entrou com o propósito de desarticular, não só os Pontos de Cultura, mas, o Ministério da Cultura como um todo, tanto, que no início, chegou a transformar o MinC em Secretaria, quer dizer, tirou-lhe o status de Ministério. Graças aos movimentos culturais espalhados Brasil afora, Temer voltou atrás e reativou o Ministério.
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Em Rondônia ha muito, não se ouvia falar em Ponto de Cultura, até que agora, o Ponto Rádio Farol para Todos vem a público, dizer que está em plena atividade e para mostrar que o Grupo dirigido pelo professor Severino Castro respeita o dinheiro público, vai apresentar, mais uma Mostra de Dança. Parabéns aos dirigentes do Ponto de Cultura Rádio Farol para Todos.
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Lembrando que o superintendente da Sejucel Rodnei Paes tem se virado, procurando o Ministério da Cultura com o propósito do governo federal liberar a terceira parcela dos subsídios destinados aos Pontos de Cultura/Rondônia. Fui informado, que Rodnei levou pessoalmente ao Ministro as reivindicações dos Pontos de Cultura de Rondônia e até agora não obteve resposta. Égua!
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Bom, hoje no Mercado Cultural vai acontecer a partir das 16 horas, várias ações em comemoração ao Dia da Consciência Negra (20 de novembro). Meu amigo Antônio Neto foi quem reuniu os vários movimento que tratam da questão da raça negra em Porto Velho e o resultado, é que na tarde deste sábado, vamos apreciar vários espetáculos no Calçadão Manelão no Mercdo Cultural.
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Vai ter “Batuque”, era assim que os mais antigos como o Bainha chamavam, as danças de matrizes africanas, que aconteciam nos terreiros de Santa Bárbara que tinha como Mãe a dona Esperança Rita; Samburucu comandado pela Mãe de Santo Chica Macaxeira. Terreiro de São Sebastião comandado pelo Pai Celso e muitos outros terreiros como o da Mãe Vilma.
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Hoje a festa vai mostrar toda essa cultura afro. Vale salientar que o pessoal do movimento vai comercializar comidas típicas afro, os chamados ebós. Teremos também Capoeira e desfile de mulheres negras com seus turbantes e penteados maravilhosos.
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Estarei lá com minha negra Ana Célia. Vamos nessa que a festa também é em homenagem a Zumbi dos Palmares. Segunda feira é o Dia da Consciência Negra!

Festa dos itens do bumba Diamante Negro no Mercado



Ingrid Rainha do Folclore do Diamante
O bumbá Diamante Negro realiza a partir das 20 horas deste sábado 18, no Calçadão Manelão em frente ao Mercado Cultural, a“Festa dos Itens”, com show da cunhã poranga, rainha do folclore, rainha da batucada, porta estandarte, pajé e sinhazinha da fazenda. De acordo o presidente do grupo, folclorista Aluízio Guedes, a festa tem como objetivo prestigiar as jovens e os jovens brincantes do Diamante Negro que são destaque, durante as apresentações nos diversos arraiais que acontecem em Porto Velho e em outros municípios de Rondônia, durante todo ano. Assim sendo, na noite deste sábado, o público vai aplaudir os espetáculos dos itens do bumbá da rua Sucupira no bairro Eldorado.
Na oportunidade, a coordenação do grupo estará comercializando as camisetas com o tema das apresentações “Banzeiros das Águas”. “Esse é o título da coreografia que será apresentada pelo nosso Corpo de Dança Aymé na noite deste sábado”, informa Aluízio Guedes.
Aga Maria Cunha Poranga
O espetáculo do Diamante Negro será desenvolvido em duas partes distintas, a primeira, com a participação da Banda comandada pelo compositor de toadas do Diamante Walcir Nonato que cantará acompanhado pela marujada dirigida pelo mestre Hudson Guedes e a apresentação do Boi Diamante Negro com seu “Tripa”, do Amo Aluízio Guedes e da Sinhazinha.
A segunda parte do espetáculo, contará com a apresentação dos itens rainha da batucada, porta estandarte, rainha do folclore, morena bela, cunhã poranga e pajé e finalmente, o show com o Corpo de Dança Aymée comanda pela diretora Eleida e pela dançarina Joiara Guedes.

OBS – A camisa custa apenas R$ 35.

Feira Afro Brasileira acontece hoje no Mercado Cultural






A partir das 16 horas deste sábado 18, será aberta no Mercado Cultural em Porto Velho, a 1ª Feira Afro Brasileira de Rondônia/Beleza Negra. O evento contará com várias atividades como: Gastronomia, exposições artísticos como literatura, artes plásticas, artesanato, manifestações tradicionais da cultura afro, oficina de cabelos cacheados e desfile de mulheres negras” informa o ativista Antônio Neto.
Por direitos, diversidade e cultura! Este é o tema do Novembro Afro que está acontecendo com várias atividades desde do dia 13 e vai até o dia 21, apresentando à comunidade porto-velhense uma vasta programação em diversos pontos da cidade.
Para esclarecimentos e participação das atividades está disponível o telefone (69) 99206-3497 - Mãe Nilda e (69) 99203-9087- Ana Maura.

Roteiro da Feira Afro Brasileira

16h – Abertura – Luanda (Poesia)
16:15 – Ana Maura (Empoderamento da mulher, autoestima e autoaceitação de suas raízes) e Ana Carla (Influência da arte culinária afro)
16:45 – Sara e Carol (Canta)
17:00 – Desfile comentado: turbante, penteado, roupas africanas e maquiagem tribal.
18:15 – Capoeira
18:30 – Dança do Maculele
18:45 – Apresentação de tambor de Jurema
19:00 – Dança Afro sobre Orixás
19:15 – Sorteio (fazer pergunta sobre o dia da Consciência Negra)

19:30 – Agradecimentos e convida todos para prestigiar a Feira e o Boi Bumba Diamante Negro.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Lenha na fogueira 17.11.17

Nesta sexta feira 17, Porto Velho se encontra em Guajará Mirim, essa frase me lembra o apresentador/publicitário Marcos Vinícius filho do grande radialista Luiz Rivoiro. Marcos costumava dizer nas publicidades referentes a apresentações artísticas; “...Hoje Porto Velho se encontra...”.
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No nosso caso, é que hoje começa mais um Encontro entre os Filhos e Amigos de Guajará Mirim, uma festa que já faz parte do calendário turístico da Pérola do Mamoré. Tem guajará-miriense que vem da Europa todos os anos, só para participar do encontro que na realidade, é uma festa e tanto.
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Apesar do problema do desmoronamento de parte da BR 425, que liga Porto Velho a Guajará. Com certeza muita gente da capital estará nesses dois dias, participando do encontro que é comandado pela AFAG.
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Por falar em festa, vejam o que o Jair Monteiro presidente da escola de samba Os Diplomatas postou:
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Estou pensando em como dizer, como muita tristeza, para os simpatizantes, torcedores e brincantes da minha Vermelho e Branco querida, que NÃO VAI ACONTECER O 1º Baile Retrô Vermelho e Branco. Estava acertado com o Clube Flamengo para o dia 09/Dez./2017, porém, por questões internas do Clube Flamengo, e isso não nos cabe ingerência, a data mencionada não pôde ser disponibilizada. No sábado que passou (11/Nov,.2017), saímos em busca de outros espaços para aquela data e quase todos já estavam agendados. Isso fez com que a Diretoria da Vermelho e Branco optasse pela não realização de mais este evento. Isso não quer dizer que não continuamos a trabalhar pelo GRESDI, muito pelo contrário, esse pequeno contratempo só nos vai encher de mais coragem e partir prá luta com mais vontade. Espero, sinceramente, que nos desculpem!
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Enquanto isso, amanhã o boi bumbá Diamante Negro realiza no Mercado Cultural um show com a presença de todos os itens. Por ser no Calçadão Manelão não haverá cobrança de ingresso, porém, a direção do grupo estará vendendo camisetas com a logomarca do Boi Diamante Negro ao preço de R$ 35.
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O que vejo, é que os grupos folclóricos estão promovendo eventos, cujo objetivo, visa arrecadar recursos para suas apresentações do Arraial Flor do Maracujá de 2018. Sábado passado, tivemos a Festa das Campeãs promovida pelo bumbá Marronzinho e amanhã será a vez do Diamante Negro.
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O que quero dizer com isso, é que, enquanto os grupos folclóricos, mesmo com o Flor do Maracujá está previsto para acontecer só meio do ano que vem, estão se virando. Já a escolas de samba o mais que fizeram até agora em prol de seus desfiles em 2018, foi o concurso de samba enredo e nada mais, a exceção vai para a Asfaltão.
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São João Batista, Império do Samba, Diplomatas (Grupo Especial); Unidos da Rádio Farol, Acadêmicos do Armário, Acadêmicos da Zona Leste e Acadêmicos do Armário Grande, não moveram uma palha em prol dos desfiles de 2018.
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O negócio deles é ficar esperando o subsídio da prefeitura. Vamos fazer alguma coisa cambada de dirigentes de escola de samba. A mais parada entre as escolas do Grupo Especial é a Acadêmicos do São João Batista. Vamos acordar Pai Beto!
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Por falar em batucada! No próximo dia 25, vai acontecer no estádio Aluízio Ferreira o festival de Fanfarra. Esse, é outro evento que fazia tempo estava fora do calendário cultural de Porto Velho. Quem está na coordenação também, é meu amigo Silfarney Silva. Aliás, ontem dia16, aconteceu uma prévia desse festival, la no CEU da Zona Leste. Valeu moçada “fanfarreira”.
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Agora vou me preparar para A Fina Flor do Samba, que começa as 20 horas no Mercado Cultural. Te espero lá morena!

Beto Cezar e Ernesto Melo hoje no Mercado Cultural


Os compositores/cantores Ernesto Melo e Beto Cezar serão a atração da noite desta sexta feira 17, no Projeto A Fina Flor do Samba no Mercado Cultural.
Os dois cantores, estão se preparando para o show “Quintal do Zeca versão Porto Velho” que vai acontecer no dia do samba, 2 de dezembro, com a presença de alguns compositores do Rio de Janeiro que fazem parte do segundo CD/DVD do Quintal do Zeca Pagodinho.
A Fina Flor do Samba desde o início de novembro, passou a acontecer de forma mais bem produzida, sempre apresentando uma atração especial, como foi o caso do Júnior Rodrigues de Manaus que abriu a nova fase do projeto. Na última sexta feira 10, a atração foi o Zeca Pagodinho Cover.
Na noite desta sexta feira 17, Eu e o Beto Cezar vamos realizar um show com sambas considerados clássicos, de grandes compositores brasileiros e é claro, com as nossas composições também”, disse Ernesto Melo.
Beto Cezar vai aproveitar a oportunidade para apresentar na noite de hoje, as músicas que farão parte do seu próximo CD “Garçom do Samba”, que deverá ser lançado em 2018. “O título é de um samba que compus e já está sendo cantado nas rodas de samba onde me apresento. Até porque, desde quando me entendo como sambista, sempre venho atuando como se fosse um garçom, servindo o que temos de melhor no ritmo de Noel Rosa”, disse Beto Cezar.
A parceria Roda de Samba do Beto Cezar e Ernesto Melo e a Fina Flor do Samba está dando certo e com isso, quem ganha é o público que frequenta o Mercado Cultural as noites de sexta-feira.

A Fina Flor do Samba começa as 20 horas, no Calçadão Manelão em frente ao Mercado Cultural.