segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Artista João Zoghbi vence Festival do Cremero 2017

O artista plástico João Zoghbi com a tela “Milagre da Cura”, foi um dos cinco premiados pelo Festival de Cultura do Cremero.
A festa cultural do Conselho Regional de Medicina – Cremero aconteceu na noite da última sexta feira 13, na sede da entidade, a rua dos Imigrantes em Porto Velho, com a participação do presidente Dr. Andrei Leonardo Freitas, Coordenador do Festival de Cultura Dr. Viriato Moura e do Coordenador do Festival de Música do Cremero Dr. Samuel Castiel.

Enquanto os acordes musicais do conjunto integrado pelo violonista Nicodemos, a flautista Rose e o tecladista Tonhão com clássicos da nossa MPB se apresentavam, o publico ia apreciando as obras expostas no hall do auditório, a expectativa era grande junto aos artistas participantes, pois, a coordenação do festival optou por não colocar placa nas obras, com a classificação de cada candidato. “Esse é o momento mais tenso do festival”, declarou o artista Marlos Pinheiro que estava concorrendo com o quadro “DNA da Medicina em Porto Velho” enquanto sua esposa Adriane Cardoso – DRIZ que também estava concorrendo, com a tela “A Paciente do Candelária”, se disse gratificada por
ter sua obra classificada.
Já no auditório, a mestre de cerimônia Renata Vannier, abriu a solenidade de entrega dos certificados de participação aos artistas, contando a história do festival: “O Cremero deu inicio a este projeto em 2015, tendo como idealizador o médico Dr. Cleiton Cássio Bach que convidou o Dr. Viriato Moura que assumiu a coordenação geral do evento. A primeira edição foi realizada em 2015 apenas com o concurso de pintura. Em 2016 o evento passou a se chamar Festival de Cultura do Cremero”. “Com este evento o Cremero abre oficialmente a semana em comemoração do Dia do Médico, celebrado em 18 de outubro”, disse o presidente Dr. Andrei Leonardo.

ARTISTAS PREMIADOS       
                             
Caroline Gervázio Cararo – Obra premiada “Tempo Efêmero”; Elias Damasceno dos Santos (Rabiska) – Obra premiada “Sobrivencialista – Farquar”; João Zoghbi – Obra premiada “Milagre da Cura”; Luíza Maria Rego Ferreira – Obra premiada “Grande Importância”; Mikéliton Pereira Alves – Obra premiada “Varanda do Hospital da Candelária”.


ARTISTAS PARTICIPANTES

Adriane Cardoso Santos (Criz); Franciney Vasconcelos; Francisco de Assis; Gleyciane Prata; Geraldo Cruz; Homero Rodrigues dos Santos; Marcos Pereira de Souza; Marlos Pinheiro; Marineis da Silva e Rian Adam Santos Fonseca.

Lenha na Fogueira - 17.10.19




A 15ª edição do Festival Cineamazônia começa nesta terça feira 17, em Porto Velho com a exibição do filme “Dedo na Ferida”, dirigido e roteirizado por Sílvio Tendler e produzido pela Calban Filmes.
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Este ano a Mostra Competitiva vai acontecer no Sesc Explanada. A solenidade de abertura nesta terça feira 17, está marcada para as 19h30 com entrada gratuita.
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Entre as tantas atrações do Festiceamazônia, uma que é aguardada com bastante expectativa, é quem vai atuar como Mestre de Cerimônia no Festival.
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Grandes nomes já participaram como Mestre de Cerimônia no Festival coordenado pelo Jurandir Costa e pela Fernanda Kopanakis, como Cacá Carvalho que até hoje, é lembrado pela sua maneira de anunciar as atrações do festival no teatro Banzeiros, sempre com um grito como se fosse o Mapinguari. Os atores Marcos Winter, Gero Camilo também já comandaram o espetáculo cinematográfico em Porto Velho.
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Este ano Fernanda e Jurandir convidaram a atriz e cantora Simone Mazzer (foto acima), para apresentar as noites do festival.
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No caso de Simone Mazzer, além do brilhante talento mais que reconhecido em sua trajetória artística, o convite para ser “a cara” de um dos mais importantes festivais de cinema do país também é uma forma de reafirmar o compromisso do Cineamazônia de valorizar a representatividade e o talento de artistas mulheres no Brasil.
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Aliás, representatividade foi uma palavra que a artista ouviu e falou muito em 2017. No início do ano ela se viu em meio a uma polêmica envolvendo o lançamento do seu disco “Simone Mazzer & Cotonete”, que teve a capa censurada no Facebook. O motivo foi a ilustração de uma mulher com os seios à mostra enquanto dança em um banheiro. A imagem foi retirada do ar pela rede social, gerando revolta na artista e internautas.
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“A capa é uma representação artística digna de um quadro. Como qualquer arte, está sujeita a interpretações. Sou gorda e já recebi mensagens de mulheres como eu, afirmando que se sentiram bem representadas”, disse na ocasião, fazendo questão de repudiar a censura da capa de seu álbum.
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Curiosamente a artista subirá ao palco do Sesc Esplanada, nesta terça-feira (17), em um momento delicado, em meio à polêmicas envolvendo a censura de exposições artísticas, como o caso “QueerMuseum”.
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Como cantora começou a carreira no cenário musical em 95, com seu primeiro disco independente. Em 2015, lançou “Férias em Videotape”, em que fez turnê percorrendo o Brasil. O álbum foi indicado nas listas de melhores discos do ano pela crítica especializada. Em 2016, foi indicada ao Prêmio de Melhor Cantora na categoria Rock/Pop/MPB ao lado de Elza Soares e Gal Costa e Premiada como Revelação no 27º Prêmio da Música Brasileira. Em 2017 lançou Simone Mazzer & Contonetes”.
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Na TV Globo fez a série “Louco por Elas”, de João Falcão e a novela “A Lei do Amor” de Denise Sarraceni, além da série da FOX “Me Chama de Bruna”, que já está na segunda temporada. (parte do texto de Lui Machado).
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O negócio a partir da noite de hoje, é curtir o Festcineamazônia, seja na Mostra Competitiva, Cinema no Terreiro, no Samba, nas Escolas e por onde tiver uma lona pra gente se abrigar.
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A Natureza não pode sair de cena!

sábado, 14 de outubro de 2017

ENTREVISTA - BENTO DA MOTA BRAGA

No tempo do Bazar e da Serraria Santo Antônio
Na véspera do dia em que o município de Porto Velho completaria 103 anos, nos reunimos na residência do senhor Jorge Braga em torno de um tambaqui do Vale do Guaporé assado na brasa, para ouvir as histórias de vida, do senhor Bento da Mota Braga.
Seu Bento que vai completar 90 anos no dia 16 de novembro próximo, apesar da ótima saúde, não lembra muito bem do tempo que trabalhou nos seringais do Acre, do Bazar Santo Antônio e das serrarias Santo Antônio, Transamazônica e Ibemalta entre outros empreendimentos. Assim sendo, ouvimos suas histórias, através de seus filhos Jorge e Elvan além do neto George.
O que mais o seu Bento gosta, é de cantar algumas canções do seu tempo de jovem.
É com prazer que apresento a história do seu Bento da Mota Braga contada por seus filhos e netos.

ENTREVISTA




Zk – O senhor é de onde?
Bento - Sou da Boca do Acre, nasci no dia 16 de novembro de 1927. Fui casado com a dona Iacira de Freitas Braga. Sou filho de João Leocádio Braga que veio do Ceará para Boca do Acre em 1890.

Zk – Me disseram que o senhor é excelente cantor. Tem alguma canção na ponta da língua por aí?
Bento – “Vai boiadeiro que a noite já vem/Guarda o teu gado e vai pra junto do teu bem...”. Gosto muito da música do Carlos Galhardo - E o Destino Desfolhou - O nosso amor traduzia/Felicidade e afeição/Suprema glória que um dia/Tive ao alcance da mão/Mas veio um dia o ciúme/E o nosso amor se acabou, ou, ou/Deixando em tudo o perfume/Da saudade que ficou...

Zk – O senhor é considerado pioneiro como criador de peixe em cativeiro, inclusive de tartarugas e tracajás?
Bento – Realmente, tive uma propriedade na Estrada do Areia Branca onde desenvolvi a atividade de aquicultura, com registro no IBDF. Comecei criando tartaruga e tracajá. Eu era o fiel depositário dos órgãos do governo responsáveis pela preservação das espécies, chegamos a ter em nossa responsabilidade mais de 12 mil quelônios. Na mesma propriedade cheguei a criar pirarucu mais não vingou.


Participação do neto George Alessandro Braga – Secretário da SEPOG:

Zk – George fala alguma coisa sobre teu avô?George Braga – Ele é um pioneiro. Amava muito a vovó, ao ponto de largar tudo que tinha, para tratar de um maldo qual ela foi acometida, foi pro Rio de Janeiro e a internou no sanatório. É um homem que ama muito a família. Seu lema é a honestidade.

Conversa com o Elvan o filho que até hoje trabalha no ramo madeireiro.

Zk – Vocês chegaram a ser perseguidos por trabalhar com a exploração de madeira na época?
Elvan – Madeireiro na época era visto como herói, como empresário bem sucedido. Depois foi que passaram ser visto como bandido devastador etc.

Zk – Você acha que o sistema de manejo funciona?
Elvan – Funciona sim, é mais que correto. Se não tivessem implantado esse sistema, o madeireiro tinha acabado a Amazônia. Era tudo pasto para gado, soja & tal.

Jorge Braga o filho mais velho:
 
Zk – Conta um pouco da história do teu pai?
Jorge – Papai é filho de cearense, nasceu em Boca do Acre (AM). Saiu de casa com 12 anos de idade.
Zk – Você lembra o ano que vieram para Porto Velho?
Jorge – Eu tinha dez anos de idade, foi em 1960. Meu pai tomava conta de seringal la no Acre e resolveu vir pra Rondônia que segundo ele, era melhor do que onde estávamos. Ele sempre teve o tino de comerciante, comprou umas mercadorias e colocou uma lona na rua Henrique Dias.

Zk – Você lembra os comerciantes da Henrique Dias na época?
Jorge – Entre a José de Alencar e a Presidente Dutra tinha o Tufy Matny e a Padaria do Raposo, do outro lado da Presidente tinha o Banco do Brasil, a Associação Comercial e um terreno sem nenhuma construção que ia até a hoje Rogério Weber.
Zk – O que o seu Bento da Mota Braga vendia na lona?
Jorge – Tinha tudo quanto era bugiganga balde plástico para água, bacia, toalha enfim, naquele tempo, esse estilo de comerciante era chamado de Marreteiro. O negócio ali no chão foi crescendo até que...

Zk – O que aconteceu?
Jorge – Seu Mário Monteiro um empresário que morava no Rio de Janeiro e tinha muita terra aqui, começou a construir naquela área, quatro lojas, pegou amizade com meu pai e certo dia falou: “Bento tu não quer sair aqui do chão pruma loja? - Querer eu quero, mas não posso – “Estou construindo essas quatro lojas e uma é tua, pode escolher”. – Não tenho dinheiro pra pagar! – “Você me paga do jeito que puder”. A primeira loja foi a Casa Manicoré do Eneas Cavalcante, aí vinha o Bazar Santo Antônio de Bento da Mota Braga; a terceira loja era a do Jamil e a última loja era a Sapataria do seu Antônio e dona Isaura. Tem um detalhe, meu pai andava de bicicleta. O certo foi que o negócio cresceu e um dia ele disse: Vou comprar um carro e foi a São Paulo e comprou pick up Willians.

Zk – Nessas alturas o negócio ia de vento em popa?
Jorge – Então ele comprou uma terra onde hoje é a estrada da Coca Cola (Areia Branca), na época era apenas uma picada e então, resolveu abrir uma estrada. Essa estrada foi aberta na foice, no machado e na enxada. Lembro que nessa empreitada estava o Walter Bártolo, João Café que faziam parte de um órgão do governo conhecido como Fomento. Seu Edésio do balneário e o Antônio Tapioquinha também ajudaram muito.

Zk – E como foi que seu Bento se envolveu com serraria?
Jorge – O Banco do Brasil viu que ele estava bem e ofereceu crédito. Como lá no Acre ele havia tido uma serraria manual, conseguiu financiamento e montou a Serraria Santo Antônio que ficava onde hoje é o Caipirão. Foi a primeira grande serraria particular em Porto Velho. Vendeu para o Emil Gorayebe e montou a serraria Transamazônica ali onde hoje fica a garagem da Eucatur na Jorge Teixeira, essa foi em sociedade com o Luiz Tourinho. Depois montou a Ibemalta no Km 8 em frente a AABB na BR 364 sentido Cuiabá.

Zk – O que aconteceu pra ele parar com o ramo madeireiro?
Jorge – Ele ficou muito bem de vida, construiu um edifício na José de Alencar ao lado da Caixa Econômica isso entre os anos de 1978/79, tinha algumas casas, aí veio a ambição.

Zk – Ambição?
Jorge – Era o auge do garimpo de ouro do Madeira e ele entrou no garimpo sem conhecer nada. Nesse tempo estávamos estudando em Belém. E foi tirando da serraria e jogando no garimpo. Resultado, perdeu tudo! Ainda montou um mercado mais também perdeu. Depois disso, se reconciliou com Deus, ficou bem espiritualmente, não tem medo de morrer, vai fazer 90 anos agora em novembro. Hoje é aposentado.

Zk – Fala sobre o amor do seu Bento pela dona Iacira?
Jorge – Ele conheceu a mamãe novinha, lá em Rio Branco (AC). Quando se casaram ele tinha 20 anos e ela 16. O amor deles era tanto, que quando morávamos no seringal “Limeira” ela começou a tossir e foi piorando, ele a levou para Rio Branco eu fiz essa viagem com eles. minha mãe numa maca puxada por burro, porque não tinha estrada, era só a vereda, foram aproximadamente 20 Km e o médico diagnosticou tuberculose. Isso foi em 1953/54. Ele conseguiu levá-la para o Rio de Janeiro num avião da FAB. Ela passou dois anos no sanatório e se curou. No Rio mesmo com mamãe doente ainda tiveram dois filhos. Mamãe foi e é, o amor da vida dele.

Zk – Qual o nome dos irmãos?
Jorge – Eu sou o Jorge, aí vem o Elvan, Aluízio Sérgio (falecido) gêmeo com Acira, Maria Eliana, Maria José, Rita de Cássia e a Maria Arlene. Tem o Francisco Constâncio que é irmão só por parte de pai.
Zk – Para encerrar. E o George secretário de governo que é seu filho?
Jorge – Casei em janeiro de 1971 com a Dulce Gonçalves filha do seu Olinto que foi cozinheiro de vários governadores, desde de Aluízio Ferreira até o Marques Henrique e em outubro
do mesmo ano, nasceu o George, menino estudioso meio danadinho porque ninguém quer filho homem quieto. É funcionário de carreira do Tribunal Federal do Trabalho e quando moramos em Ariquemes o médico da nossa família era o Dr. Confúcio e ficamos amigos. Durante a campanha pra governo no 1º mandato, o Dr, Confúcio criou um site no qual solicitava que os eleitores lhes enviassem sugestões para ser implantadas caso fosse eleito e o George enviou várias sugestões, Confúcio gostou e o convidou para ser secretário da SEPOG, cargo que exerce até hoje.

Zk – E você faz o que nos dias de hoje?

Jorge – Sou engenheiro agrônomo aposentado, mas, temos uma cooperativa de agrônomos, técnicos agrícolas, pessoal da zona rural. Da qual sou presidente. 

FOTOS: ROSINALDO MACHADO

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Festival Cineamazônia, os finalistas da mostra

Os amantes de cinema de Porto Velho já podem preparar a agenda. A 15ª edição do Festival Cineamazônia divulgou em suas redes sociais as produções finalistas da Mostra Competitiva de 2017. Ao todo foram selecionados 41 filmes entre curtas, médias e longas metragens que concorrerão ao Troféu Mapinguari divididos em quatro categorias: Documentário, Ficção, Animação e Experimental.
Dos selecionados, 32 são curta-metragens (filmes curtos de até 15 minutos de duração) e estão distribuídos nas categorias Ficção, Animação e Experimental e docuentário. O Rio de Janeiro é o estado brasileiro com mais representantes, com sete filmes escolhidos. Já Rondônia possui quatro produções entre os finalistas. “Balanceia”, de Thiago Oliveira e Juraci Júnior; “Que assim seja”, de Érica Pascoal; “Guariterêbenguela”, de Chicão Santos e “Banho de Cavalo”, de Michele Saraiva e Francis Madson.
Oito produções são de média e longa metragem, cujos finalistas concorrem apenas na categoria Documentário (Prêmio Melhor Longa Metragem Documentário). São eles “Dedo na ferida”, de Sívlio Tendler (RJ); “Não só sereias ou faunos”, Sara Bonfim (PR); “Belo Monte: um mundo onde tudo é possível”, Alexandre Bouechet (RJ); “Água mole em pedra dura”, James Lloyd e Flávia Angelico (SP); “Xavante: Memória, cultura e resistência”, de Henrique Dantas (BA). As produções moçambicana “Macoconi – As raízes dos nossos filhos”, de Fábio Ribeiro, e peruana “Los ojos del camino”, de Rodrigo Otero Heraud, fecham a lista de finalistas.
Ao todo a curadoria do festival recebeu 452 filmes, entre curtas, médias e longa metragens. Além das produções nacionais, o Festival Cineamazônia recebeu candidatos de Colômbia, Espanha, Peru, Chile, Argentina, México, Moçambique, Índia, Itália, Birmânia, Bósnia/Herzegovina, Portugal, E.U.A., Irã, França, Singapura, Alemanha.

A 15ª edição do Cineamazônia tem o patrocínio do BNDES, Governo Federal, Ministério da Cultura, Secretaria do Audiovisual e da Lei Rouanet. Ainda tem o apoio cultural da Sejucel, Funcultural, Fecomércio e SESC Rondônia. O Cineamazônia é associado ao Fórum dos Festivais e membro do Green Film Network.

Lenha na Fogueira 12.10.17


Hoje é o dia das crianças. Para comemorar a data, a primeira dama do município de Porto Velho coordena programação que vai acontecer na praça da Estrada de Ferro Madeira Mamoré. Muitos brinquedos serão sorteados entre as crianças que estiverem presente. Quer ver a gurizada feliz, vai à praça da EFMM durante o dia de hoje.
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A festa começa de manhã e termina as 18 horas. Muita brincadeira, vai acontecer durante todo o dia. Os adultos aproveitam para voltar ao tempo de infância, quando o que mais conta são as brincadeiras, apesar de nos dias de hoje a menina já nascer antenada e com um celular na mão.
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Mesmo assim quando, festas do tipo da que vai rolar na Madeira Mamoré no dia de hoje, o que mais importa para eles, são as brincadeiras. Vamos la prestigiar a festa da criançada e voltar a ser criança por alguns momentos.
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No próximo domingo a partir das 19 horas, os sambistas têm encontro marcado com o Cantor Ronaldinho ex vocalista do grupo Fundo de Quintal, no Chopp do 4. Quem está escalado pra fazer o pre e o pós show, é um dos melhores grupos de samba/pagode de Porto Velho To D'Boa.
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A programação da igreja católica em Porto Velho, para o dia da padroeira do Brasil Nossa Senhora Aparecida, começa de manhã na basílica da rua José Amador dos Reis no bairro JK – 1 com o lançamento do selo em comemoração aos 300 anos do achado da imagem de Nossa Senhora no Rio Paraíba do Sul.
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Sou caipira, pira pora, senhora de Aparecida. Hoje em todo o Brasil os romeiros rezam em agradecimento aos milagres recebidos com a interseção de Nossa Senhora Aparecida.
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Todos devemos nos concentrar em algum momento do dia de hoje e rogar em oração a Nossa Senhora, que ilumine nosso povo nas eleições do próximo ano, para não cairmos de novo nas armadilhas dos corruptos e corruptores.
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A devoção a Nossa Senhora Aparecida fomenta o turismo religioso, principalmente na cidade de Aparecida. Porém, praticamente em todas as cidades brasileiras existe nem que seja uma capela da Padroeira do Brasil.
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A devoção a Santa, é tanta, que até na abertura dos rodeios, os peões só entram na arena, após reverenciar Nossa Senhora Aparecida.
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Como postamos acima, a festa na capital de Rondônia vai acontecer na Basílica que fica a rua José Amador dos Reis no bairro JK-1 Zona Leste da cidade.
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Ainda bem que não apareceu um padre querendo mudar o festejo de Nossa Senhora Aparecida, como aconteceu com o Círio de Nazaré. Por falar nisso, quero agradecer a professora Nazaré Silva por ter nos proporcionado um almoço maravilho, cujo prato principal foi Pato no Tucupi e preparado por ela fica muito mais gostoso. Obrigado criadora do Flor do Maracujá.
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De hoje até domingo, estarei no Vale do Guaporé, convidado pelo pessoal da Ecovale. Vamos acompanhar a desova das tartarugas e tracajás nas prais do Vale do Guaporé. Vamos com o pessoal do IBAMA leia -se Paraguaçu e o Zeca Lua.
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O fotografo Rosinaldo Machado fará a cobertura fotográfica. Pra semana publicaremos matéria especial sobre esse acontecimento tão importante para a preservação dos quelônios do Vale do Guaporé. Valeu turma da Ecovale. E do IBAMA!

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Trinca de Reis o show volta em novembro

Bainha, Silvio, Tatá e Ernesto
O espetáculo musical “Trinca de Reis” com os compositores Bainha, Sílvio Santos e Ernesto Melo após alguns anos, voltará a ser apresentado em Porto Velho.
A Funcultural através do departamento de cultura, atendendo sugestão do produtor Altair dos Santos Lopes – Tatá, vai produzir o espetáculo que conta a história do samba em Porto Velho, no dia 5 de novembro, dia Nacional da Cultura, na praça Aluízio Ferreira, durante a “Feira do Porto! O show Trinca de Reis foi idealizado pelo Tatá para fazer parte da programação em comemoração ao aniversário de 95 anos de Porto Velho no ano de 2009. “Este espetáculo foi concebido da necessidade de contar parte da história do surgimento da cidade de Porto Velho através da música”, disse Tatá à época.
Na bagagem os três compositores convidados, trazem nas letras de suas canções, as histórias do centro da cidade e passeiam por personagens importantes de Porto Velho. Visitam bairros, falam de pessoas, o comércio vasto da época, as histórias dos bairros como, Mocambo, Triângulo, Baixa da União, Santa Bárbara e Caiari.
Os três passeiam pelas Escolas de Samba Diplomatas Caiari, Km-1 e Asfaltão, pela boêmia da Taba do Cacique, Tambaqui de Ouro, Maria Eunice e Anita, dos bares do Casimiro, do Arara, Totó e tantos outros.

“O Trinca de Reis não será apenas mais um show, mas verdadeiramente uma viagem poética e sincera, aos áureos tempos da Casa das Canetas, da Praça dos Engraxates, do bar do Canto, da Banda do Vai Quem Quer, do Terreiro de Santa Bárbara e das Paixões” lembra Tatá.

Lenha na Fogueira - 11.10.17

Chico Chagoso - Poeta e cordelista é o novo imortal da ACLER - Chico Chagoso já era membro da ACLER no grupo “Amigos da Academia” e assume como efetivo.
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O bancário aposentado Francisco Chagas da Silva, toma posse na noite desta quarta-feira, 11, como membro efetivo da Academia de Letras de Rondônia- ACLER em ato solene no auditório do Cremero.
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A cerimônia será presidida pelo também poeta e cordelista Pedro Albino Aguiar, presidente da Academia, com início previsto para as 19 horas.
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Conhecido na área literária como Chico Chagoso, o novo imortal da ACLER vai assumir a cadeira de número 11, antes ocupada pelo acadêmico Raymundo Nonnato Castro, falecido em 2015. O patrono da cadeira é o Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon.
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Chico Chagoso é Francisco Chagas da Silva, porto-velhense, bancário aposentado. Poeta, contista e cronista, "Amigo Acadêmico" da Academia de Letras de Rondônia - ACLER.
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Criador de quatro estilos de poemas: MunduriSonidoAvlis e Avliscordel.
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Autor de vasta obra literária, como os livros: Mundurice — Uma Antologia Munduri (Amazon.com, 2016); Mundurice — Uma Antologia Munduri — 2ª Edição (Amazon.com, 2017) e Velha Porto Velho — Contos Crônicas e Poemas (Amazon.com, 2017).
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Chico Chagoso participa também de várias Antologias: (Co-autoria): (Poemas, Contos e Crônicas); Rede de Palavras Vol. 2(Scortecci Editora, 2015); Memórias & Passagens de um Tempo Vol . 1 (Scortecci Editora, 2016); Palavras Abraçada Vol. 3 (Scortecci Editora, 2016).
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Também já publicou vários E-books: Munduri — Um Estilo de Poemas (Recanto das Letras, 2016) (Gratuito);Mundurice — Uma Antologia Munduri (Amazon.com.br, 2016); Mundurice — Uma Antologia Munduri 2ª Edição (Amazon.com.br, 2016); Velha Porto Velho — Contos Crônicas e Poemas (Amazon.com, 2017).

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Vamos la, prestigiar a posse do Chagoso. Pedro Albino atual presidente da ACLER, em virtude da reúncia do titular Lúcio Albuquerque preside a solenidade de posse do mais novo imortal da ACLER.

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Durante o Festival Flama bati um papo com o poeta cordelista Pedro Albino na tenda da ACLER, montada no Calçadão Manelão e papo vai, papo vem, Pedro lamentou a falta de compreensão dos dirigentes da Seduc, que não adquirem livros de autores locais ha muito tempo. Na gestão da Gaviole o processo estava prontinho para aquisição de um bocado de livros de autores rondonienses, aí ela saiu e até hoje, ninguém sabe por onde anda o processo.
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Ainda bem que a Sejucel está com o Edital de Literatura aberto a quem quiser se inscrever apresentando Projeto relativo a publicação de livro. Estou com o meu prontinho pra dar entrada. As inscrições vão até o dia 28 deste mês. Fica esperto escritor rondoniense!
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Sabe de uma coisa, vou me reunir com o Bainha e o Ernesto pra montar o repertório do “Trinca de Reis”. Esse espetáculo musical foi idealizado pelo Tatá quando ele era presidente da Fundação Cultural Iaripuna. Estreou na praça de São José no Mocambo, foi para o Mercado Cultural e terminou na 5ª Cultural do Basa, isso no ano de 2009.

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Agora o Ocampo atendendo sugestão do Tatá (de novo ele), vai realizar o show no dia da cultura, 5 de novembro. Vamos ensaiar pra não fazer feio!