terça-feira, 17 de outubro de 2017

Lenha na Fogueira - 18.10.17

Seu Euro Tourinho está escrevendo a história do jornal Alto Madeira. O Alto Madeira circulou durante 100 anos. Seu centenário foi comemorado no dia 15 de abril de 2017.
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Euro Tourinho chega ao Alto Madeira no início da década de 1950, através da coluna social assinada com o pseudônimo “Eurly” que foi o maior sucesso. Até o fechamento do Alto Madeira no dia 1º de outubro passado, nenhuma coluna social, publicada nos jornais de Rondônia fez tanto sucesso como a coluna do “Eurly”.
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O “caderninho azul” utilizado pelo colunista, para registrar os acontecimentos nas reuniões dos 'categas', era disputado por toda sociedade porto-velhense. Euro Tourinho praticamento entrou para a comunicação, por acaso.
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Era proprietário de uma casa de sinuca na rua Barão do Rio Branco, ao lado da sede do jornal que ficava em frente a praça Jonathas Pedrosa e sempre aos finais de tarde, quando o movimento do bar era pouco, ia para a redação do jornal e ajudava corrigir as “provas” das matérias que sairiam no jornal do dia seguinte.
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Como sempre frequentou os eventos sociais da cidade e por insisitencia do Editor do jornal (se não estou enganado seu Arnaldo), que gostava de sua ideas,resolveu registar o que acontecia nas festas, casamentos, reuniões etc. para publicar no jornal como “Coluna Social”.
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Durante muito tempo, só dava “Eurly” fazendo sucesso. Não tinha Lindomar Soares e Yedda Bozarcov que escreviam para o jornal O Guaporé que derrubasse a audiência da “Eurly”.
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Com a chegada do cearense Ciro Pinheiro, seu Euro já como diretor Editor do Alto Madeira, cargo que conseguiu após vencer uma pendenga com o líder da facção política conhecia como cutuba deixou o colunismo social. Vale salientar que Euro Tourinho também escrevia artigos políticos e não apenas a coluna social.
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Não existe ninguém mais abalizado para escrever a história do jornal Alto Madeira e por conseguinte a história da imprensa escrita em Rondônia que Euro Tourinho.
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De Tanajura aos dias de hoje, Euro sabe tudo sobre os bastidores do jornal que deixou de circular a menos de um mês. Basta lembrar, que dos 100 anos do jornal, Euro viveu aproximadamente 70 anos dentro de sua redação.
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Euro está escrevendo um livro - ainda sem um nome definido, e cujos originais já se encontram em fase de primeira revisão, com os textos feitos em sua máquina de escrever - ele não usa computador. O lançamento deve acontecer até março do ano que vem.
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O jornalista, um dos cinco mais longevos em atividade no país e decano da imprensa amazônica, prefere não falar muito sobre os textos que está preparando, mas pretende mostrar a trajetória do AM, a partir do que já pesquisou e do que acompanhou.
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Sem querer entrar em muitos detalhes sobre a obra, Euro lembra, no entanto, que vai contar fatos que nunca revelou nas centenas de entrevistas que já concedeu. “Tem muito mais”, ele garante.
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O livro que Euro Tourinho vai publicar com a história do Alto Madeira, não tenho dúvida, será objeto de consulta para os estudantes de jornalismo, não só de Rondônia, mas, do Brasil e do mundo.
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Com certeza, muita gente está ansiosa para, quem sabe, ser lembrada na última edição do “Caderninho Azul” do “Eurly”.

OUSADIA - Musa de Rondônia, Kell Rosan tira roupa em festa

Única negra no concurso Musa do Brasil 2017, Kell Rosan tem causado por onde passa. Sem fazer cerimônias e sem fazer nenhuma questão de esconder os “bafões”, a Musa do estado de Rondônia esteve em um evento no final de semana e entrou na piscina usando um vestido branco, sem nada por baixo, para delírio dos presentes no local.“Estava muito quente, um calor insuportável, eu quis apenas me refrescar e entrei na piscina com o que eu tinha. Tá tudo durinho, tudo no lugar e não tenho o que esconder, eu sou isso aqui, isso mesmo que vocês viram e estão vendo. Sou gostosa mesmo, sou muito mulher e não saio de casa pra ficar no ‘cantinho’, saio pra causar”, disparou a modelo
A beldade falou ainda sobre as concorrentes e fez questão de alfinetar as “musas do photoshop”. Kell Rosan além de ser a única negra concorrendo ao título de Musa do Brasil 2017, é também a mais velha das candidatas.

Tem muita mulher bonita, bonita com photoshop todas são, mas quando tira a roupa ao vivo é uma tragédia. Eu to perto de completar os meus bem vividos 40 anos e estou satisfeitíssima com o meu corpo, não me troco por nenhuma novinha. Não vou fazer a política e dizer que todas são lindas, não são mesmo”, alfinetou Kell Rosan, representante do estado de Rondônia. (Fotos: Mauricio Roja e Edson Bat / M2 Mídia)

Parceria Unir-Semdestur discute turismo em PVH

EFMM CARTÃO POSTAL DO TURISMO EM PVH

A coordenadoria do Centro de Estudos Interdisciplinar em Desenvolvimento Sustentável da Amazônia, grupo ligado ao curso de mestrado em administração da Unir (Fundação Universidade Federal de Rondônia) colocou-se à disposição da prefeitura de Porto Velho para a costura de parcerias para o desenvolvimento do turismo no município.
A manifestação foi feita pela coordenadora do grupo, professora doutora Mariluce Paes de Souza, à Semdestur (Subsecretaria de Indústria, Comércio, Indústria e Trabalho) durante a terceira rodada do ciclo de debates do centro em que se discutiu o turismo porto-velhense – perspectivas, potencialidades, mercado e capacidade profissional.
O ciclo de debates é uma atividade preparatória com o propósito de dar amplitude para envolver a comunidade. Segundo os coordenadores, a atividade de extensão possibilitará a interação com a comunidade acadêmica.
Na ocasião, a gerente de Informações e Projetos Turísticos da Semdestur, Lidiane Bandeira, apresentou a proposta de desenvolvimento de ações em turismo em Porto Velho em 2018. O professor e mestre Wender Pereira de Souza agradeceu a explanação de Bandeira.
Para o subsecretário de Indústria, Comércio, Indústria e Turismo de Porto Velho, Júlio César Siqueira, “ações como essa são essenciais para o desenvolvimento de projetos no município, já que a produção científica da Unir está alinhada com as diretrizes da Semdestur para o desenvolvimento do turismo em Porto Velho, proposta do governo do prefeito dr Hildon Chaves”. (Fonte: Semdestur).

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Artista João Zoghbi vence Festival do Cremero 2017

O artista plástico João Zoghbi com a tela “Milagre da Cura”, foi um dos cinco premiados pelo Festival de Cultura do Cremero.
A festa cultural do Conselho Regional de Medicina – Cremero aconteceu na noite da última sexta feira 13, na sede da entidade, a rua dos Imigrantes em Porto Velho, com a participação do presidente Dr. Andrei Leonardo Freitas, Coordenador do Festival de Cultura Dr. Viriato Moura e do Coordenador do Festival de Música do Cremero Dr. Samuel Castiel.

Enquanto os acordes musicais do conjunto integrado pelo violonista Nicodemos, a flautista Rose e o tecladista Tonhão com clássicos da nossa MPB se apresentavam, o publico ia apreciando as obras expostas no hall do auditório, a expectativa era grande junto aos artistas participantes, pois, a coordenação do festival optou por não colocar placa nas obras, com a classificação de cada candidato. “Esse é o momento mais tenso do festival”, declarou o artista Marlos Pinheiro que estava concorrendo com o quadro “DNA da Medicina em Porto Velho” enquanto sua esposa Adriane Cardoso – DRIZ que também estava concorrendo, com a tela “A Paciente do Candelária”, se disse gratificada por
ter sua obra classificada.
Já no auditório, a mestre de cerimônia Renata Vannier, abriu a solenidade de entrega dos certificados de participação aos artistas, contando a história do festival: “O Cremero deu inicio a este projeto em 2015, tendo como idealizador o médico Dr. Cleiton Cássio Bach que convidou o Dr. Viriato Moura que assumiu a coordenação geral do evento. A primeira edição foi realizada em 2015 apenas com o concurso de pintura. Em 2016 o evento passou a se chamar Festival de Cultura do Cremero”. “Com este evento o Cremero abre oficialmente a semana em comemoração do Dia do Médico, celebrado em 18 de outubro”, disse o presidente Dr. Andrei Leonardo.

ARTISTAS PREMIADOS       
                             
Caroline Gervázio Cararo – Obra premiada “Tempo Efêmero”; Elias Damasceno dos Santos (Rabiska) – Obra premiada “Sobrivencialista – Farquar”; João Zoghbi – Obra premiada “Milagre da Cura”; Luíza Maria Rego Ferreira – Obra premiada “Grande Importância”; Mikéliton Pereira Alves – Obra premiada “Varanda do Hospital da Candelária”.


ARTISTAS PARTICIPANTES

Adriane Cardoso Santos (Criz); Franciney Vasconcelos; Francisco de Assis; Gleyciane Prata; Geraldo Cruz; Homero Rodrigues dos Santos; Marcos Pereira de Souza; Marlos Pinheiro; Marineis da Silva e Rian Adam Santos Fonseca.

Lenha na Fogueira - 17.10.19




A 15ª edição do Festival Cineamazônia começa nesta terça feira 17, em Porto Velho com a exibição do filme “Dedo na Ferida”, dirigido e roteirizado por Sílvio Tendler e produzido pela Calban Filmes.
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Este ano a Mostra Competitiva vai acontecer no Sesc Explanada. A solenidade de abertura nesta terça feira 17, está marcada para as 19h30 com entrada gratuita.
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Entre as tantas atrações do Festiceamazônia, uma que é aguardada com bastante expectativa, é quem vai atuar como Mestre de Cerimônia no Festival.
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Grandes nomes já participaram como Mestre de Cerimônia no Festival coordenado pelo Jurandir Costa e pela Fernanda Kopanakis, como Cacá Carvalho que até hoje, é lembrado pela sua maneira de anunciar as atrações do festival no teatro Banzeiros, sempre com um grito como se fosse o Mapinguari. Os atores Marcos Winter, Gero Camilo também já comandaram o espetáculo cinematográfico em Porto Velho.
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Este ano Fernanda e Jurandir convidaram a atriz e cantora Simone Mazzer (foto acima), para apresentar as noites do festival.
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No caso de Simone Mazzer, além do brilhante talento mais que reconhecido em sua trajetória artística, o convite para ser “a cara” de um dos mais importantes festivais de cinema do país também é uma forma de reafirmar o compromisso do Cineamazônia de valorizar a representatividade e o talento de artistas mulheres no Brasil.
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Aliás, representatividade foi uma palavra que a artista ouviu e falou muito em 2017. No início do ano ela se viu em meio a uma polêmica envolvendo o lançamento do seu disco “Simone Mazzer & Cotonete”, que teve a capa censurada no Facebook. O motivo foi a ilustração de uma mulher com os seios à mostra enquanto dança em um banheiro. A imagem foi retirada do ar pela rede social, gerando revolta na artista e internautas.
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“A capa é uma representação artística digna de um quadro. Como qualquer arte, está sujeita a interpretações. Sou gorda e já recebi mensagens de mulheres como eu, afirmando que se sentiram bem representadas”, disse na ocasião, fazendo questão de repudiar a censura da capa de seu álbum.
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Curiosamente a artista subirá ao palco do Sesc Esplanada, nesta terça-feira (17), em um momento delicado, em meio à polêmicas envolvendo a censura de exposições artísticas, como o caso “QueerMuseum”.
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Como cantora começou a carreira no cenário musical em 95, com seu primeiro disco independente. Em 2015, lançou “Férias em Videotape”, em que fez turnê percorrendo o Brasil. O álbum foi indicado nas listas de melhores discos do ano pela crítica especializada. Em 2016, foi indicada ao Prêmio de Melhor Cantora na categoria Rock/Pop/MPB ao lado de Elza Soares e Gal Costa e Premiada como Revelação no 27º Prêmio da Música Brasileira. Em 2017 lançou Simone Mazzer & Contonetes”.
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Na TV Globo fez a série “Louco por Elas”, de João Falcão e a novela “A Lei do Amor” de Denise Sarraceni, além da série da FOX “Me Chama de Bruna”, que já está na segunda temporada. (parte do texto de Lui Machado).
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O negócio a partir da noite de hoje, é curtir o Festcineamazônia, seja na Mostra Competitiva, Cinema no Terreiro, no Samba, nas Escolas e por onde tiver uma lona pra gente se abrigar.
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A Natureza não pode sair de cena!

sábado, 14 de outubro de 2017

ENTREVISTA - BENTO DA MOTA BRAGA

No tempo do Bazar e da Serraria Santo Antônio
Na véspera do dia em que o município de Porto Velho completaria 103 anos, nos reunimos na residência do senhor Jorge Braga em torno de um tambaqui do Vale do Guaporé assado na brasa, para ouvir as histórias de vida, do senhor Bento da Mota Braga.
Seu Bento que vai completar 90 anos no dia 16 de novembro próximo, apesar da ótima saúde, não lembra muito bem do tempo que trabalhou nos seringais do Acre, do Bazar Santo Antônio e das serrarias Santo Antônio, Transamazônica e Ibemalta entre outros empreendimentos. Assim sendo, ouvimos suas histórias, através de seus filhos Jorge e Elvan além do neto George.
O que mais o seu Bento gosta, é de cantar algumas canções do seu tempo de jovem.
É com prazer que apresento a história do seu Bento da Mota Braga contada por seus filhos e netos.

ENTREVISTA




Zk – O senhor é de onde?
Bento - Sou da Boca do Acre, nasci no dia 16 de novembro de 1927. Fui casado com a dona Iacira de Freitas Braga. Sou filho de João Leocádio Braga que veio do Ceará para Boca do Acre em 1890.

Zk – Me disseram que o senhor é excelente cantor. Tem alguma canção na ponta da língua por aí?
Bento – “Vai boiadeiro que a noite já vem/Guarda o teu gado e vai pra junto do teu bem...”. Gosto muito da música do Carlos Galhardo - E o Destino Desfolhou - O nosso amor traduzia/Felicidade e afeição/Suprema glória que um dia/Tive ao alcance da mão/Mas veio um dia o ciúme/E o nosso amor se acabou, ou, ou/Deixando em tudo o perfume/Da saudade que ficou...

Zk – O senhor é considerado pioneiro como criador de peixe em cativeiro, inclusive de tartarugas e tracajás?
Bento – Realmente, tive uma propriedade na Estrada do Areia Branca onde desenvolvi a atividade de aquicultura, com registro no IBDF. Comecei criando tartaruga e tracajá. Eu era o fiel depositário dos órgãos do governo responsáveis pela preservação das espécies, chegamos a ter em nossa responsabilidade mais de 12 mil quelônios. Na mesma propriedade cheguei a criar pirarucu mais não vingou.


Participação do neto George Alessandro Braga – Secretário da SEPOG:

Zk – George fala alguma coisa sobre teu avô?George Braga – Ele é um pioneiro. Amava muito a vovó, ao ponto de largar tudo que tinha, para tratar de um maldo qual ela foi acometida, foi pro Rio de Janeiro e a internou no sanatório. É um homem que ama muito a família. Seu lema é a honestidade.

Conversa com o Elvan o filho que até hoje trabalha no ramo madeireiro.

Zk – Vocês chegaram a ser perseguidos por trabalhar com a exploração de madeira na época?
Elvan – Madeireiro na época era visto como herói, como empresário bem sucedido. Depois foi que passaram ser visto como bandido devastador etc.

Zk – Você acha que o sistema de manejo funciona?
Elvan – Funciona sim, é mais que correto. Se não tivessem implantado esse sistema, o madeireiro tinha acabado a Amazônia. Era tudo pasto para gado, soja & tal.

Jorge Braga o filho mais velho:
 
Zk – Conta um pouco da história do teu pai?
Jorge – Papai é filho de cearense, nasceu em Boca do Acre (AM). Saiu de casa com 12 anos de idade.
Zk – Você lembra o ano que vieram para Porto Velho?
Jorge – Eu tinha dez anos de idade, foi em 1960. Meu pai tomava conta de seringal la no Acre e resolveu vir pra Rondônia que segundo ele, era melhor do que onde estávamos. Ele sempre teve o tino de comerciante, comprou umas mercadorias e colocou uma lona na rua Henrique Dias.

Zk – Você lembra os comerciantes da Henrique Dias na época?
Jorge – Entre a José de Alencar e a Presidente Dutra tinha o Tufy Matny e a Padaria do Raposo, do outro lado da Presidente tinha o Banco do Brasil, a Associação Comercial e um terreno sem nenhuma construção que ia até a hoje Rogério Weber.
Zk – O que o seu Bento da Mota Braga vendia na lona?
Jorge – Tinha tudo quanto era bugiganga balde plástico para água, bacia, toalha enfim, naquele tempo, esse estilo de comerciante era chamado de Marreteiro. O negócio ali no chão foi crescendo até que...

Zk – O que aconteceu?
Jorge – Seu Mário Monteiro um empresário que morava no Rio de Janeiro e tinha muita terra aqui, começou a construir naquela área, quatro lojas, pegou amizade com meu pai e certo dia falou: “Bento tu não quer sair aqui do chão pruma loja? - Querer eu quero, mas não posso – “Estou construindo essas quatro lojas e uma é tua, pode escolher”. – Não tenho dinheiro pra pagar! – “Você me paga do jeito que puder”. A primeira loja foi a Casa Manicoré do Eneas Cavalcante, aí vinha o Bazar Santo Antônio de Bento da Mota Braga; a terceira loja era a do Jamil e a última loja era a Sapataria do seu Antônio e dona Isaura. Tem um detalhe, meu pai andava de bicicleta. O certo foi que o negócio cresceu e um dia ele disse: Vou comprar um carro e foi a São Paulo e comprou pick up Willians.

Zk – Nessas alturas o negócio ia de vento em popa?
Jorge – Então ele comprou uma terra onde hoje é a estrada da Coca Cola (Areia Branca), na época era apenas uma picada e então, resolveu abrir uma estrada. Essa estrada foi aberta na foice, no machado e na enxada. Lembro que nessa empreitada estava o Walter Bártolo, João Café que faziam parte de um órgão do governo conhecido como Fomento. Seu Edésio do balneário e o Antônio Tapioquinha também ajudaram muito.

Zk – E como foi que seu Bento se envolveu com serraria?
Jorge – O Banco do Brasil viu que ele estava bem e ofereceu crédito. Como lá no Acre ele havia tido uma serraria manual, conseguiu financiamento e montou a Serraria Santo Antônio que ficava onde hoje é o Caipirão. Foi a primeira grande serraria particular em Porto Velho. Vendeu para o Emil Gorayebe e montou a serraria Transamazônica ali onde hoje fica a garagem da Eucatur na Jorge Teixeira, essa foi em sociedade com o Luiz Tourinho. Depois montou a Ibemalta no Km 8 em frente a AABB na BR 364 sentido Cuiabá.

Zk – O que aconteceu pra ele parar com o ramo madeireiro?
Jorge – Ele ficou muito bem de vida, construiu um edifício na José de Alencar ao lado da Caixa Econômica isso entre os anos de 1978/79, tinha algumas casas, aí veio a ambição.

Zk – Ambição?
Jorge – Era o auge do garimpo de ouro do Madeira e ele entrou no garimpo sem conhecer nada. Nesse tempo estávamos estudando em Belém. E foi tirando da serraria e jogando no garimpo. Resultado, perdeu tudo! Ainda montou um mercado mais também perdeu. Depois disso, se reconciliou com Deus, ficou bem espiritualmente, não tem medo de morrer, vai fazer 90 anos agora em novembro. Hoje é aposentado.

Zk – Fala sobre o amor do seu Bento pela dona Iacira?
Jorge – Ele conheceu a mamãe novinha, lá em Rio Branco (AC). Quando se casaram ele tinha 20 anos e ela 16. O amor deles era tanto, que quando morávamos no seringal “Limeira” ela começou a tossir e foi piorando, ele a levou para Rio Branco eu fiz essa viagem com eles. minha mãe numa maca puxada por burro, porque não tinha estrada, era só a vereda, foram aproximadamente 20 Km e o médico diagnosticou tuberculose. Isso foi em 1953/54. Ele conseguiu levá-la para o Rio de Janeiro num avião da FAB. Ela passou dois anos no sanatório e se curou. No Rio mesmo com mamãe doente ainda tiveram dois filhos. Mamãe foi e é, o amor da vida dele.

Zk – Qual o nome dos irmãos?
Jorge – Eu sou o Jorge, aí vem o Elvan, Aluízio Sérgio (falecido) gêmeo com Acira, Maria Eliana, Maria José, Rita de Cássia e a Maria Arlene. Tem o Francisco Constâncio que é irmão só por parte de pai.
Zk – Para encerrar. E o George secretário de governo que é seu filho?
Jorge – Casei em janeiro de 1971 com a Dulce Gonçalves filha do seu Olinto que foi cozinheiro de vários governadores, desde de Aluízio Ferreira até o Marques Henrique e em outubro
do mesmo ano, nasceu o George, menino estudioso meio danadinho porque ninguém quer filho homem quieto. É funcionário de carreira do Tribunal Federal do Trabalho e quando moramos em Ariquemes o médico da nossa família era o Dr. Confúcio e ficamos amigos. Durante a campanha pra governo no 1º mandato, o Dr, Confúcio criou um site no qual solicitava que os eleitores lhes enviassem sugestões para ser implantadas caso fosse eleito e o George enviou várias sugestões, Confúcio gostou e o convidou para ser secretário da SEPOG, cargo que exerce até hoje.

Zk – E você faz o que nos dias de hoje?

Jorge – Sou engenheiro agrônomo aposentado, mas, temos uma cooperativa de agrônomos, técnicos agrícolas, pessoal da zona rural. Da qual sou presidente. 

FOTOS: ROSINALDO MACHADO

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Festival Cineamazônia, os finalistas da mostra

Os amantes de cinema de Porto Velho já podem preparar a agenda. A 15ª edição do Festival Cineamazônia divulgou em suas redes sociais as produções finalistas da Mostra Competitiva de 2017. Ao todo foram selecionados 41 filmes entre curtas, médias e longas metragens que concorrerão ao Troféu Mapinguari divididos em quatro categorias: Documentário, Ficção, Animação e Experimental.
Dos selecionados, 32 são curta-metragens (filmes curtos de até 15 minutos de duração) e estão distribuídos nas categorias Ficção, Animação e Experimental e docuentário. O Rio de Janeiro é o estado brasileiro com mais representantes, com sete filmes escolhidos. Já Rondônia possui quatro produções entre os finalistas. “Balanceia”, de Thiago Oliveira e Juraci Júnior; “Que assim seja”, de Érica Pascoal; “Guariterêbenguela”, de Chicão Santos e “Banho de Cavalo”, de Michele Saraiva e Francis Madson.
Oito produções são de média e longa metragem, cujos finalistas concorrem apenas na categoria Documentário (Prêmio Melhor Longa Metragem Documentário). São eles “Dedo na ferida”, de Sívlio Tendler (RJ); “Não só sereias ou faunos”, Sara Bonfim (PR); “Belo Monte: um mundo onde tudo é possível”, Alexandre Bouechet (RJ); “Água mole em pedra dura”, James Lloyd e Flávia Angelico (SP); “Xavante: Memória, cultura e resistência”, de Henrique Dantas (BA). As produções moçambicana “Macoconi – As raízes dos nossos filhos”, de Fábio Ribeiro, e peruana “Los ojos del camino”, de Rodrigo Otero Heraud, fecham a lista de finalistas.
Ao todo a curadoria do festival recebeu 452 filmes, entre curtas, médias e longa metragens. Além das produções nacionais, o Festival Cineamazônia recebeu candidatos de Colômbia, Espanha, Peru, Chile, Argentina, México, Moçambique, Índia, Itália, Birmânia, Bósnia/Herzegovina, Portugal, E.U.A., Irã, França, Singapura, Alemanha.

A 15ª edição do Cineamazônia tem o patrocínio do BNDES, Governo Federal, Ministério da Cultura, Secretaria do Audiovisual e da Lei Rouanet. Ainda tem o apoio cultural da Sejucel, Funcultural, Fecomércio e SESC Rondônia. O Cineamazônia é associado ao Fórum dos Festivais e membro do Green Film Network.

Lenha na Fogueira 12.10.17


Hoje é o dia das crianças. Para comemorar a data, a primeira dama do município de Porto Velho coordena programação que vai acontecer na praça da Estrada de Ferro Madeira Mamoré. Muitos brinquedos serão sorteados entre as crianças que estiverem presente. Quer ver a gurizada feliz, vai à praça da EFMM durante o dia de hoje.
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A festa começa de manhã e termina as 18 horas. Muita brincadeira, vai acontecer durante todo o dia. Os adultos aproveitam para voltar ao tempo de infância, quando o que mais conta são as brincadeiras, apesar de nos dias de hoje a menina já nascer antenada e com um celular na mão.
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Mesmo assim quando, festas do tipo da que vai rolar na Madeira Mamoré no dia de hoje, o que mais importa para eles, são as brincadeiras. Vamos la prestigiar a festa da criançada e voltar a ser criança por alguns momentos.
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No próximo domingo a partir das 19 horas, os sambistas têm encontro marcado com o Cantor Ronaldinho ex vocalista do grupo Fundo de Quintal, no Chopp do 4. Quem está escalado pra fazer o pre e o pós show, é um dos melhores grupos de samba/pagode de Porto Velho To D'Boa.
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A programação da igreja católica em Porto Velho, para o dia da padroeira do Brasil Nossa Senhora Aparecida, começa de manhã na basílica da rua José Amador dos Reis no bairro JK – 1 com o lançamento do selo em comemoração aos 300 anos do achado da imagem de Nossa Senhora no Rio Paraíba do Sul.
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Sou caipira, pira pora, senhora de Aparecida. Hoje em todo o Brasil os romeiros rezam em agradecimento aos milagres recebidos com a interseção de Nossa Senhora Aparecida.
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Todos devemos nos concentrar em algum momento do dia de hoje e rogar em oração a Nossa Senhora, que ilumine nosso povo nas eleições do próximo ano, para não cairmos de novo nas armadilhas dos corruptos e corruptores.
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A devoção a Nossa Senhora Aparecida fomenta o turismo religioso, principalmente na cidade de Aparecida. Porém, praticamente em todas as cidades brasileiras existe nem que seja uma capela da Padroeira do Brasil.
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A devoção a Santa, é tanta, que até na abertura dos rodeios, os peões só entram na arena, após reverenciar Nossa Senhora Aparecida.
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Como postamos acima, a festa na capital de Rondônia vai acontecer na Basílica que fica a rua José Amador dos Reis no bairro JK-1 Zona Leste da cidade.
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Ainda bem que não apareceu um padre querendo mudar o festejo de Nossa Senhora Aparecida, como aconteceu com o Círio de Nazaré. Por falar nisso, quero agradecer a professora Nazaré Silva por ter nos proporcionado um almoço maravilho, cujo prato principal foi Pato no Tucupi e preparado por ela fica muito mais gostoso. Obrigado criadora do Flor do Maracujá.
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De hoje até domingo, estarei no Vale do Guaporé, convidado pelo pessoal da Ecovale. Vamos acompanhar a desova das tartarugas e tracajás nas prais do Vale do Guaporé. Vamos com o pessoal do IBAMA leia -se Paraguaçu e o Zeca Lua.
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O fotografo Rosinaldo Machado fará a cobertura fotográfica. Pra semana publicaremos matéria especial sobre esse acontecimento tão importante para a preservação dos quelônios do Vale do Guaporé. Valeu turma da Ecovale. E do IBAMA!

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Trinca de Reis o show volta em novembro

Bainha, Silvio, Tatá e Ernesto
O espetáculo musical “Trinca de Reis” com os compositores Bainha, Sílvio Santos e Ernesto Melo após alguns anos, voltará a ser apresentado em Porto Velho.
A Funcultural através do departamento de cultura, atendendo sugestão do produtor Altair dos Santos Lopes – Tatá, vai produzir o espetáculo que conta a história do samba em Porto Velho, no dia 5 de novembro, dia Nacional da Cultura, na praça Aluízio Ferreira, durante a “Feira do Porto! O show Trinca de Reis foi idealizado pelo Tatá para fazer parte da programação em comemoração ao aniversário de 95 anos de Porto Velho no ano de 2009. “Este espetáculo foi concebido da necessidade de contar parte da história do surgimento da cidade de Porto Velho através da música”, disse Tatá à época.
Na bagagem os três compositores convidados, trazem nas letras de suas canções, as histórias do centro da cidade e passeiam por personagens importantes de Porto Velho. Visitam bairros, falam de pessoas, o comércio vasto da época, as histórias dos bairros como, Mocambo, Triângulo, Baixa da União, Santa Bárbara e Caiari.
Os três passeiam pelas Escolas de Samba Diplomatas Caiari, Km-1 e Asfaltão, pela boêmia da Taba do Cacique, Tambaqui de Ouro, Maria Eunice e Anita, dos bares do Casimiro, do Arara, Totó e tantos outros.

“O Trinca de Reis não será apenas mais um show, mas verdadeiramente uma viagem poética e sincera, aos áureos tempos da Casa das Canetas, da Praça dos Engraxates, do bar do Canto, da Banda do Vai Quem Quer, do Terreiro de Santa Bárbara e das Paixões” lembra Tatá.

Lenha na Fogueira - 11.10.17

Chico Chagoso - Poeta e cordelista é o novo imortal da ACLER - Chico Chagoso já era membro da ACLER no grupo “Amigos da Academia” e assume como efetivo.
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O bancário aposentado Francisco Chagas da Silva, toma posse na noite desta quarta-feira, 11, como membro efetivo da Academia de Letras de Rondônia- ACLER em ato solene no auditório do Cremero.
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A cerimônia será presidida pelo também poeta e cordelista Pedro Albino Aguiar, presidente da Academia, com início previsto para as 19 horas.
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Conhecido na área literária como Chico Chagoso, o novo imortal da ACLER vai assumir a cadeira de número 11, antes ocupada pelo acadêmico Raymundo Nonnato Castro, falecido em 2015. O patrono da cadeira é o Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon.
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Chico Chagoso é Francisco Chagas da Silva, porto-velhense, bancário aposentado. Poeta, contista e cronista, "Amigo Acadêmico" da Academia de Letras de Rondônia - ACLER.
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Criador de quatro estilos de poemas: MunduriSonidoAvlis e Avliscordel.
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Autor de vasta obra literária, como os livros: Mundurice — Uma Antologia Munduri (Amazon.com, 2016); Mundurice — Uma Antologia Munduri — 2ª Edição (Amazon.com, 2017) e Velha Porto Velho — Contos Crônicas e Poemas (Amazon.com, 2017).
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Chico Chagoso participa também de várias Antologias: (Co-autoria): (Poemas, Contos e Crônicas); Rede de Palavras Vol. 2(Scortecci Editora, 2015); Memórias & Passagens de um Tempo Vol . 1 (Scortecci Editora, 2016); Palavras Abraçada Vol. 3 (Scortecci Editora, 2016).
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Também já publicou vários E-books: Munduri — Um Estilo de Poemas (Recanto das Letras, 2016) (Gratuito);Mundurice — Uma Antologia Munduri (Amazon.com.br, 2016); Mundurice — Uma Antologia Munduri 2ª Edição (Amazon.com.br, 2016); Velha Porto Velho — Contos Crônicas e Poemas (Amazon.com, 2017).

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Vamos la, prestigiar a posse do Chagoso. Pedro Albino atual presidente da ACLER, em virtude da reúncia do titular Lúcio Albuquerque preside a solenidade de posse do mais novo imortal da ACLER.

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Durante o Festival Flama bati um papo com o poeta cordelista Pedro Albino na tenda da ACLER, montada no Calçadão Manelão e papo vai, papo vem, Pedro lamentou a falta de compreensão dos dirigentes da Seduc, que não adquirem livros de autores locais ha muito tempo. Na gestão da Gaviole o processo estava prontinho para aquisição de um bocado de livros de autores rondonienses, aí ela saiu e até hoje, ninguém sabe por onde anda o processo.
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Ainda bem que a Sejucel está com o Edital de Literatura aberto a quem quiser se inscrever apresentando Projeto relativo a publicação de livro. Estou com o meu prontinho pra dar entrada. As inscrições vão até o dia 28 deste mês. Fica esperto escritor rondoniense!
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Sabe de uma coisa, vou me reunir com o Bainha e o Ernesto pra montar o repertório do “Trinca de Reis”. Esse espetáculo musical foi idealizado pelo Tatá quando ele era presidente da Fundação Cultural Iaripuna. Estreou na praça de São José no Mocambo, foi para o Mercado Cultural e terminou na 5ª Cultural do Basa, isso no ano de 2009.

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Agora o Ocampo atendendo sugestão do Tatá (de novo ele), vai realizar o show no dia da cultura, 5 de novembro. Vamos ensaiar pra não fazer feio!

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Lenha na Fogueira 10.10.17

O dia do compositor brasileiro, foi festejado em Porto Velho, durante a realização do Projeto Samba Autoral, sábado dia 7, no Bar do Calixto.

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E nem poderia ser diferente, pois, o nome do projeto já diz “Samba Autoral” o que significa que o participante de preferência, tem que ser compositor.

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O Samba Autoral é a verdadeira Academia dos Autores e Compositores musicais de Rondônia. A produção de sambas a partir do Samba Autoral, cresceu bastante, pois, todo compositor quer apresentar uma obra nova, quando da realização do projeto coordenado pela escola de samba Asfaltão.

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Assim como mantém os compositores mais experientes como Bainha, Sílvio, Beto Cezar, e Ernesto Melo, Mávilo, Misteira, Makumbinha, Oscar, Zé Baixinha, As Pastoras. Toninho Tavernard, Piaba e tatos outros calejados na roda de samba, nos apresenta a juventude do Danilo, do Júnior e tantos outros expoentes do novo samba em Porto Velho.

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Muita gente compareceu sábado passado ao Bar do Calixto para aplaudir nossos sambistas. Aproveitando a oportunidade, o compositor Bainha homenageou a virgem de Nazaré cantando o samba de enredo da escola de samba Estácio de Sá do Rio de Janeiro “Festa do Círio de Nazaré” enredo que foi reprisado pela também escola do Rio de Janeiro Unidos da Viradouro em 2004.

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Bainha devoto de Nossa Senhora de Nazaré desabafou, em cima do pároco da Igreja de Nazaré localizada na rua Pau Ferro, que trocou a data do Círio, que ha 87 anos acontece em Porto Velho sempre realizada no segundo domingo de outubro e que este ano, o padre realizou no mês de setembro.

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Durante muitos anos Bainha foi o fogueteiro durante a procissão do Círio de Nazaré em Porto Velho. Muitos paraenses e devotos da “Nazinha” foram até a igreja na manhã de domingo 8, com a intenção de pagar promessa e deram com a cara no muro. Muitos se revoltaram pela falta de compromisso para com a tradição do Círio de Nazaré em Porto Velho que começou no ano de 1930.

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Uma coisa é certa, não podemos concordar que uma festa tradicional, seja, de uma hora pra outra, mudada de data, apenas pela vontade de um padre. A igreja tem que ouvir a comunidade.



É bom que a comunidade paraense faça chegar ao arcebispo Dom Roque sua indignação com a atitude do padre, em trocar a data da realização do Círio de Nazaré em Porto Velho.

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No mês de outubro, em Belém do Pará (e em toda a Amazônia). São dias de alegria e muita fé. Começa com intensa romaria matinal, o Círio de Nazaré. Que maravilha a procissão e como é linda a Santa em sua berlinda...”

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Essa beleza de devoção este ano, só não aconteceu em Porto Velho. Teve em Manaus, Boa Vista (RR), Macapá (AP) e tudo quanto foi cidade da Amazônia. Por capricho de um padre, em Porto Velho aconteceu em outra data.

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Será que o padre da paróquia de Nossa Senhora Aparecida (que já foi de Santiago), também vai querer mudar a data do festejo da padroeira do Brasil. Em Porto Velho tudo é possível, inclusive nada!

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Por falar nisso, na próxima quinta feira dia 12, a prefeitura (1ª dama), vai realizar na praça da Madeira Mamoré uma grande festa em comemoração ao dia das crianças. Muitos prêmios serão distribuídos para a gurizada. O que mais está deixando a meninada doida pra que chegue logo o dia 12, é a premiação de bicicletas. Muitas serão sorteadas entre a criançada presente.

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Sábado passado durante a realização do Dia do Bem o SGC ofereceu no pátio da avenida Rafael Vaz e Silva show com a multiartista Kira. Pense num show bacana. A gurizada adorou, até porque a Banda da Kira é show a parte e ela tem muito carisma com a gurizada.

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Estamos nos preparado para encarar o horário de verão!

Sejucel capacita artistas em Pimenta e Vilhena

A caravana com técnicos da Superintendência de Esportes, Juventude, Cultura e Lazer – SEJUCEL liderada pelo Coordenador de Cultura Fabiano Barros desembarca na manhã desta terça feira 10, em Pimenta Bueno, onde a partir das 10 horas, no auditório do Sebrae, orienta os artistas e produtores culturais da cidade e região, a desenvolverem projetos para participarem dos quatro Editais de Fomento que o governo do estado de Rondônia oferece por meio da Sejucel nos segmentos Música, Literatura, Teatro e Fotografia.
As visitas aos municípios das regiões polos, chegam ao fim no Cone Sul com as oficinas que serão ministradas nesta terça-feira. “Nesses dias todos, tivemos a oportunidade de passar orientações aos artistas das cidades de Ariquemes, Ji Paraná, Rolim de Moura, Alta Floresta, Costa Marques, Cacoal entre outras cidades polos. Na ocasião sentimos de como nossos artistas produtores culturais, estavam carentes de orientação, relativa a como se montar um Projeto para concorrer aos Editais que estão disponíveis pelo governo estadual”, disse Fabiano Barros.
Em Vilhena a oficina será ministrada na Fundação Cultural as 16 horas.

Inscrições dos Projetos

Para se inscrever os artistas devem ficar atentos ao Sispar e o sit Rincão Cultural. O intuito do Edital é fomentar os projetos de artistas independentes e pessoas jurídicas, com objetivo de mostrar a expressão artística e cultural do estado. Os quatros editais são inéditos, por isso a preocupação da Coordenadoria de Cultura da Sejucel com as inscrições dos artistas. Segundo Fabiano Barros, nos editais o que é avaliado são propostas no papel. “Por isso estamos capacitando as pessoas quanto as inscrições e realização dos projetos, pois o que queremos são as novidades dos novos movimentadores culturais, como também dos antigos e que já possuem experiências nas inscrições”, pondera Fabiano.
Os editais de Fotografia, Música e Teatro vão até o dia 20 de outubro. Para o Edital de Literatura, seguem inscrições até 28 de outubro. Todas as inscrições deverão ser realizadas online.

Palestra melhoria do IDEB encerra festival Flama

Depois de uma semana intensa de atividades culturais, o Festival de Literatura da Amazônia (Flama) foi encerrado no Teatro Municipal Banzeiros, na noite da última sexta-feira. O prefeito, dr Hildon Chaves e dezenas de pessoas prestigiaram o fechamento do festival.
Ao longo da semana foram várias intervenções como contação de histórias, feira do livro, performances poéticas, mesas redondas, entre outras atividades. Para fechar a terceira edição do Flama com chave de ouro, houve apresentação do artista local Bira Lourenço e o grupo Sons de Beira, além de uma palestra sobre a Formação de Leitores e a Melhoria do IDEB, ministrada pelo professor Marcos Aurélio Marques, secretário municipal de educação e um dos idealizadores do projeto.
Marques avaliou o evento como altamente positivo. “Foi surpreendente. A gente se mobilizou o ano inteiro nas escolas municipais desenvolvendo atividades como produção de texto, fomentando a leitura e essa foi uma semana onde tivemos diversas ações, envolvendo poetas de outros estados e integrando aos nossos, então foi uma semana bastante positiva para a literatura e para a cultura com um corpo de mais de 50 pessoas, toda a parte artística da cidade participando”, comentou o secretário.
A programação foi elaborada com o objetivo de atingir a todos os públicos, inclusive as crianças, com a proposta de movimentar o cenário cultural da cidade. O prefeito parabenizou a organização do evento e fez questão de agradecer os envolvidos. Dr Hildon ainda reforçou o pedido para que a comunidade cultural participe ativamente do processo de resgate da qualidade da educação oferecida pelo município.

LEMANN


O prefeito disse ainda que a Semed conseguiu ser selecionada entre mais de 200 cidades, para ser uma das três cidades brasileiras patrocinadas pela Fundação Lemann que apoia projetos de educação das escolas públicas. “Essa é uma oportunidade única de melhorarmos. Mudanças estruturais dessa natureza não são do dia pra noite, alguém tem que começar, e nós temos que começar discutindo a educação”, concluiu o prefeito.