sábado, 22 de julho de 2017

Amazônia Encena na Rua começa nesta segunda


A 10ª edição do Festival Amazônia Encena na Rua apresenta uma vasta programação no período de 24 a 30 de Julho na Praça das Três Caixas D'Água. O evento é uma realização do grupo rondoniense O Imaginário e tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho através da Semdestur.
Durante o Amazônia Encena na Rua serão apresentados trabalhos de performance/contação de histórias, espetáculos de teatro, dança e circo, lançamento de livros e debates. O evento promove ainda formação artística através das oficinas gratuitas.

Grupos convidados


O Amazônia Encena na Rua promove um grande encontro cultural. Nesta edição encontram-se artistas de Rondônia, Amazonas, Goiás, Pará, Rio de Janeiro, Acre, Ceará e São Paulo. Serão mais de vinte espetáculos em uma semana de apresentações alcançando público de todas as idades. Este ano o Festival faz uma homenagem especial ao Mestre Amir Haddad (RJ).

PROGRAMAÇÃO

24/07/2017 (segunda-feira)
18h – Abertura, concentração e cortejo cênico com todos os artistas, convidados e comunidade
Local: Arena Madeira Mamoré – Estrada de Ferro Madeira Mamoré, passando pelas ruas principais e chegando na Praça das Três Caixas D´Água.
19 h - Abertura Oficial - Autoridades, Artistas envolvidos no Festival e demais convidados.
19h30 – Início das apresentações
Espetáculo: Mister “M” e o Circo Divertido
Sorriso Circus – PA
Espetáculo: Roda na Praça
Grupo Projeto Roda na Praça – AM
Espetáculo: OBRIGADO
Cia Novo Ato – GO
25/07/2017 (Terça-feira)
Horário: 19h30
Performance: Lavando roupa em público
Cia Novo Ato – GO
Espetáculo: Pulitrica
Léo Carnevale – RJ
Perfomance/Contação de História: Onde a onça bebe água
Cia Ruante de Teatro – RO
Espetáculo: Julieta de Bela Flor
Grupo Evolução – RO
26/07/2017 (Quarta-feira)
Horário: 19h30
Perfomance/Circo: Cabaré do Ruante
Cia Ruante de Teatro – RO
Espetáculo: O Salto
Cia Será O Benidito!?! – RJ
Performance/Contação de História: A LUA SOLITÁRIA
Cia In Bust – PA
Espetáculo: Teatrilho Vivarteiro
Cia Vivarte de Teatro - AC
27/07/2017
Horário: 19h30
Espetáculo: Era uma vez João e Maria... e ainda é
Cia Ruante de Teatro – RO
Performance/teatro: História de Tira
Grupo Sentidos – RO
Espetáculo: Socorro, se eu fosse você eu me movia
Cia Xingó – SP
28/07/2017 (Sexta-feira)
Horário: 19h30
Espetáculo de Dança Chicago – O Musical
Cia. De Dança Tsunami - RO
Performance/Circo: Exercício de Palhaçaria
O Imaginário – RO
Espetáculo: Yne, Histórias de cantos e encantos
Cia Vivarte - AC
Espetáculo: A folia no Terreiro de seu Mané Pacaru
Mamulengo da Folia – SP
29/07/2017 (Sábado)
Horário: 19 h
Espetáculo de Dança: Raízes Tribal
Cia de Dança Yaporanga - RO
Performance: Interferência
Cia Novo Ato – GO
Lançamento de Livro: Teatro do Oprimido e Universidade: experimentos, ensaios e experimentações.
Organizadores: Licko Turle, Jussara Trindade e Flávio Sanctum.
Editora Metanoia
Espetáculo: Dados Variáveis
Cia Será O Benidito!?! – RJ
Performance: Das Dores
Taiane Sales – RO
Lançamento de Livro: Teatro do Oprimido e Negritude
Autor: Licko Turle
Editora e-papers
Espetáculo: Drummond em 4 temos
Cia Novo Ato – GO
30/07/2017 (Domingo)
Horário: 19h
Espetáculo: Os Cenouras
Léo Carnevale e Fábio Freitas – RJ
Lançamento de Livro: Teatro(s) de Rua do Brasil : a luta pelo espaço público.
Organizadores: Licko Turle e Jussara Trindade
Editora Perspectiva
Performance: TRANSextase, DESequilíbrios e Ondulações
Cia Novo Ato – GO
Espetáculo: Fio de Pão – A lenda da Cobra Honorato
In Bust de Teatro – PA
Lançamento de Livro: Teatro de Rua: Discursos, pensamentos e memórias em rede
Organizadores: Jussara Trindade, Licko Turle e Vanéssia Gomes
Editora Aldeia Casa Viva
Espetáculo: Final de Tarde
Cia Teatro de Caretas – CE
Teatro Lambe-Lambe: A Leitura é uma Viagem, com Vavá de Castro – RO, durante a programação na praça

OFICINAS


Comunicação, cena e comicidade - Experimentos na arte do riso - com Fábio Freitas (RJ)
Um convite a uma investigação na arte da palhaçaria clássica. Através de jogos e dinâmicas do universo do palhaço o participante é instigado a acessar sua estupidez, a mergulhar nas suas "fragilidades" e nos seus   "ridículos" para, a partir do material sensorial levantado,estabelecer conexões com o espaço externo!
Interpretação e jogos teatrais, com Marília Ribeiro e Luis Cláudio (GO)
Jogos teatrais, com ênfase no lúdico, praticas coletivas, buscando consciência dos mecanismos fundamentais do Teatro, Dinâmicas de grupo, liberação corporal e emotiva para criação cênica. Interpretação: mecanismos para trabalho de interpretação, busca de sentido e significação, valorizando as cenas,
Da narrativa no teatro ao teatro narrativo, com Ana Carneiro (MG)
Abordará a questão da presença da narrativa no teatro, de modo estabelecer um olhar que frise diferentes formas de manifestação na cena teatral desde os primórdios do teatro grego ao teatro contemporâneo. O trabalho será desenvolvido por meio de uma abordagem teórico-prática, a partir de leituras textuais.
Período: 25 a 28 de julho
Horário: 9h às 12 h
Local: Praça das Caixas D’agua e Casa da Cultura Ivan Marrocos
Ciclo de debates
Em discussão o Teatro, o Público e a Cidade.
As Artes Públicas na Amazônia
Mestre Amir Haddad (RJ), todos os artistas participantes do Festival e a comunidade.
Data: Período: 29 de julho
Horário: 15h às 17h

Local: Praça das Caixas D’agua e Casa da Cultura Ivan Marrocos.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Lenha na Fogueira - 22.07.17


Na próxima segunda feira 24, o Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Rondônia – IFRO Campus Calama, vai promover a “Finalização da 3ª Etapa das Oficinas de Teatro – Cenografia” realizada com o apoio do Conselho Estadual de Políticas Públicas Sobre Drogas – CONEM
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Da programação constam: Exposição de Artes e Esculturas, Intervenção com as técnicas de Augusto Boal, além da apresentação do cenário do espetáculo “Álcool não é remédio” com todos os personagens.
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Ministradas por Léia Leandro, do CONEM, as oficinas têm duração de seis meses. “Na etapa das oficinas de Teatro do Grupo Ifênix, começamos com as técnicas de Augusto Boal, utilizando a ferramenta do teatro como instrumento do contato e transformação do ser humano. Com oficinas de campo, criando relatório das atividades com a especificidade da educação da metodologia do teatro, Teatro de Arena, Teatro Brasileiro, os métodos de Stanislavski, Bertolt Brecht, sobre sua trajetória ao longo da história”, explica a Professora.
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Utilizando técnicas baseadas no dramaturgo brasileiro Augusto Boal, é possível ao grupo realizar apresentações de baixo custo e teatro jornal, que utiliza fatos do cotidiano para contar a história. Além do sistema coringa, em que o ator se transforma em espectador e vice-versa ou de ferramentas para a transformação das pessoas por meio do teatro do oprimido e teatro de arena.
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Por falar em teatro de rua. Também na próxima segunda feira 24, vai começar o famoso Festival “Amazônia Encena na Rua”. Como vem acontecendo ha alguns anos, os espetáculos serão apresentados todas as noites, na Praça das Caixas D'Água no bairro Caiari.
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O Amazônia Encena na Rua promove um grande encontro cultural. Nesta edição encontram-se artistas de Rondônia, Amazonas, Goiás, Pará, Rio de Janeiro, Acre, Ceará e São Paulo. Serão mais de vinte espetáculos em uma semana de apresentações alcançando público de todas as idades. Este ano o Festival faz uma homenagem especial ao Mestre Amir Haddad (RJ).
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Na edição de amanhã (domingo), publicaremos toda programação que será desenvolvida durante a semana no “Amazônia Encena na Rua”, assim como a história do Festival que chega a sua 10ª edição.
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Já que estamos nos reportando a Festival, lembramos que está acontecendo no Arraial da Associação São Tiago no bairro Socialista, o Festival de Dança de Forró e outros ritmos. É o maior festival de dança de Porto Velho. Este ano o evento está mais curto, começou na última quarta feira e termina neste domingo dia 23, com a apresentação da quadrilha Rádio Farol.
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Comida típica da melhor qualidade você degusta no Festival de Cultura Popular, que também é conhecido como “Arraial do Padre Enzo”. Por sinal, o Padre Enzo assume de pizzaiolo preparando a verdadeira pizza italiana no forno a lenha. É deliciosa a Pizza do Padre Enzo.
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Outro evento que está concentrando muita gente desde ontem, é o Arraial “Comunidade no Sertão” que está armado no campo da Associação do bairro Esperança da Comunidade na rua Mamoré com a Vieira Caula. É só grupo folclórico de ponta.
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E assim, as festas que insistimos em chamar de “juninas” não param em Porto Velho. Já postei aqui, que Porto Velho já pode pleitear o título de “Maior São João do Mundo”, pois este ano, as festas começaram no dia 27 de maio e só vão terminar em agosto com a realização da Semana do Folclore. E haja mungunzá, bolo de macaxeira, pamonha e capeta.
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Pra não ficar só nas festas folclóricas. Hoje tem samba no Mercado Cultural com o sambista compositor e cantor Beto Cezar. Começa as 19 horas.
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Tô na festa de 15 anos da minha querida neta Natália Andrade!

CiaSenha apresenta FUI no Palco Giratório Sesc


A próxima atração do Festival Palco Giratório será neste sábado (22). O grupo a se apresentar será ‘CiaSenhas de Teatro’ com o espetáculo juvenil ‘FUI!’.
A apresentação iniciará às 20h no Teatro 1 do Sesc, com classificação etária para 12 anos, os ingressos podem ser retirados uma hora antes do espetáculo mediante a entrega de 1 kg de alimento não perecível.

A CiaSenhas excursiona pelo universo juvenil com a montagem ‘FUI!’ livremente inspirado na obra literária Tchick de Wolfgang Herrndorf, com texto e direção de Sueli Araujo. O espetáculo apresenta quatro personagens que se encontram após 15 anos para, através da criação de uma peça de teatro, lembrarem e reviverem as experiências que compartilharam quando eram jovens. Temas como amizade, solidão, confiança e sexualidade são abordados na montagem. Com uma linguagem dinâmica e direta, FUI! Apresenta ao público um recorte sensível sobre ser jovem ontem e hoje. Amizade e memória norteiam a peça que se desenha, também, a partir da relação com quem a vê.A CiaSenhas de Teatro de Curitiba, criada em 1999, é um coletivo que desenvolve trabalhos continuado de pesquisa e criação teatral. Desde sua fundação a companhia têm se dedicado à investigação da linguagem cênica com enfoque no trabalho do ator-criador paralelo ao desenvolvimento de dramaturgia original em processos compartilhados de criação. A CiaSenhas procura disponibilizar seus espetáculos às mais diferentes plateias e promover ações para o fortalecimento estético e político do teatro de grupo.

O Debut da Natália Andrade

A jovem Natália Andrade será apresentada a sociedade de Porto Velho, durante a festa de debutante, oferecida pelos seus pais Helton e Aline na noite deste sábado 22.
Natália completou 15 anos, na última terça dia 18, porém, seus pais sem avisar nada, programaram a troca de sapatos e dança da valsa dos 15 anos, para a noite deste sábado. Natália é neta do Sílvio Santos o Zekatraca e sobrinha do Silvinho, irmã da Hingrid e prima do João Victor.
Natália é aluna do 9º ano no colégio Tiradentes e faz música na Escola Jorge Andrade dando preferência para a aprendizagem de Guitarra. Inclusive, está formando uma banda de roque, com suas amigas músicas da EMJA. Hoje com certeza, na festa oferecida pelos seus pais e avó Terezinha, Natália vai receber suas amigas e amigos para dançarem a valsa juntos.

Que este seu aniversário seja o marco inicial para uma nova e linda fase, esta etapa da adolescência é uma das mais importantes na vida de uma menina moça. Você está com os seus sonhos correndo a mil por hora, desejando tudo o que lhe trará felicidade, e descobrindo tantas coisas novas que fica difícil você assimilar todas elas. Parabéns minha querida Neta Natália” do VÔ feliz Sílvio Zekatraca Santos.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Lenha na Fogueira - 21.07.17


Viu com é fácil, quando se quer valorizar a tradição popular. A Funcultural na pessoa do seu presidente Antônio Ocampo Fernandes está de parabéns, pela feliz ideia da realização do Programa “Tacaca Musical” que aconteceu na tarde/noite da última quarta feira, no Calçadão Manelão em Porto Velho.

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É só acessar as redes sociais e conferir através das fotos postadas, que o evento foi além, do imaginado por seus idealizadores. Tô falando em termo de frequência do público. Nem mesmo a Fina Flor do Samba e a Roda de Samba do Beto César colocam tanta gente no calçadão como colocou o “Tacaca Musical”.

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A Funcultural convidou três Bancas Tacacazeiras famosas, para participar e servir a iguaria e cada uma, com o seu segredo na hora de temperar a bebida da Amazônia, conquistou o público. Tacaca da Dona Isaura, Tacaca da Míriam e Tacaca de Rondônia. Enquanto a turma degustava a cuia de tacaca, o música Danilo Monteiro mostrava seu repertório.

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Os que prestigiaram o evento saíram maravilhados. Tanto pelo sabor tacaca, como pelo encontro e o bate papo com amigos que ha muito não viam.

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Os mais antigos lembraram do tempo do Tacaca da Dona Chiquinha e do Tacaca da Dona Mita cujas bancas, ficavam na praça Marechal Rondon. Outros lembraram que o Tacaca da Míriam tem o mesmo gosto do tacaca da Dona Rosilda. Vale lembrar que a Míriam por muito tempo, ajudou dona Rosilda na confecção do tacaca que era vendido na Vila Operária ou como é mais conhecida, “Vila Erse”.

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Com certeza, na próxima quarta feira, pois, segundo a Funcultural o “Tacaca Musical” passa a acontecer todas as quartas-feiras com início as 17 horas e término as 21. Não sei se sempre serão as mesmas Bancas de Tacaca, mas, sei que o negócio já pegou.


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Beber tacaca é tradição do povo da Amazônia, é cultura popular em sua excelência, por isso, mais uma vez, parabenizamos a equipe da Funcultural comandada pelo Ocampo. É fácil fazer cultural quando se tem vontade!

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Como sempre aparece os do contra. O invejoso, postou nas redes sociais, que o “Tacaca Musical” só conseguiu levar tanta gente pro Calçadão Manelão, porque estava fazendo frio e um Tacaca quentinho vai bem com a “friagem”. “Quero ver quando estiver fazendo calor”.

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Se fosse assim o Carlinhos do Tacaca da Dona Isaura já teria fechado sua Banca de Tacaca. A Míriam que começou na calçada do supermercado Maru e hoje está numa sala bacana, já não estaria mais servindo um dos melhores tacacas de Porto Velho.

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Com certeza ainda vamos degustar no Tacaca Musical a iguaria preparada pela Dona Inez cuja Banca fica na Tenreiro Aranha com a D. Pedro II. Dona Inez também prepara um delicioso Croquete. Ocampo incentiva as Tacacazeiras do programa Tacaca Musical a preparem Croquete também!

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Quero ver no Calçadão Manelão dentro da programação da Funcultural a tarde do Açaí e outras iguarias próprias do BERADEIRO.

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Mudando de pau pra cacete! Na próxima segunda feira, vai começar mais um evento Amazônia Encena na Rua. Chicão Santos e seu O Imaginário mais a Zaine Diniz e equipe, já estão nos preparativos finais para colocar em Cena o teatro de rua em Porto Velho.

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Em virtude da crise, o Amazônia Encena na Rua terá apenas seis dias, ou seja, de 24 a 30 de julho, com o patrocínio da Caixa Econômica Federal e apoio da SEMDESTURA de Porto Velho na pessoa do secretário Júlio César.

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O Tapiri já está montado para receber o público que com certeza, prestigiará as apresentações da Cias de Teatro de muitas cidades brasileiras, que vão se apresentar no Festival de Teatro de Rua.

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E aí Parente, vamos tomar tacaca na cuia de chimarrão?

Sérgio Sá Leitão novo ministro da Cultura


O atual diretor da Agência Nacional do Cinema (Ancine), Sérgio Sá Leitão, é o novo ministro da Cultura. O convite para que ele ocupe o cargo foi feito nesta quinta-feira, 20, pelo presidente Michel Temer, de acordo com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República.
Além da passagem pela direção da Ancine, para onde teve a indicação aprovada em abril pelo Senado, Leitão ocupou a chefia de gabinete do Ministério da Cultura durante a gestão do ex-ministro Gilberto Gil e foi secretário municipal de Cultura do Rio de Janeiro. Em nota, a presidência informa que Leitão tem reconhecida experiência na área cultural.
Sérgio Sá Leitão assume o comando da Cultura no lugar no ministro interino João Batista de Andrade. Então secretário executivo da Cultura, Andrade assumiu interinamente o cargo de ministro em maio, após o deputado Roberto Freire (PPS-PE) anunciar a saída do cargo.


Sérgio Sá Leitão - jornalista, cineasta e escritor



O novo ministro da Cultura é jornalista, cineasta e escritor. É formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e tem pós-graduação políticas públicas (USP) e marketing (Ibmec). Antes de ocupar cargos em órgãos vinculados ao poder Executivo do governo federal,  Sérgio Sá Leitão atuou nas redações do Jornal do Brasil e da Folha de S. Paulo, além de ter sido diretor do Jornal dos Sports. No mercado editorial, é responsável pelos livros Futebol-arte: a cultura e o jeito brasileiro de jogarMarketing esportivo ao vivo. Como cineasta, foi presidente da RioFilmes, dirigiu o documentário “We Belong” e foi o responsável pelo curta ficcional “Mãos”

Arraial Comunidade no Sertão começa nesta sexta feira



Considerado um dos mais organizados arraiais de Porto Velho pela frequência e organização, começa na noite desta sexta feira o “Comunidade no Sertão” também conhecido como Arraial do Esperança e Arraial do Fernandão.
Com apresentações dos melhores grupos de quadrilhas que se apresentaram na 36ª Mostra de Quadrilhas e Bois Bumbás do Flor do Maracujá o Comunidade no Sertão com certeza, esta fadado ao sucesso.
Ja confirmaram participação as juninas Flor da Primavera, Rádio Farol, Roça é Nossa, Juabp, Rosas de Ouro, Rosa Divina e a Matutos do Socialista. “Estamos aguardando as confirmações das juninas: Nova Estação, Guaporé, Forte Príncipe, Palheiral, Tradição, Estrela do Norte, Estrela Divina, Orgulho do Madeira e Mocidade Junina”, informa Fernando Rocha, confirmando, que A Girassol mandou recado, dizendo que não vai se apresentar no Arraial Comunidade no Sertão. Fernando também informou a nossa reportagem, que existe espaço na programação, para os bois bumbás. “Até agora só quem confirmou apresentação, foi o Corre Campo”.
O Arraial Comunidade no Sertão está montado no campo de futebol da Associação Esperança da Comunidade a rua Mamoré com Vieira Caula.
O evento começa nesta sexta feira dia 21 e vai até domingo dia 30.

As apresentações folclóricas começam as 21 horas todos os dias.

Lenha na Fogueira 20.07.17


 Sábado passado dia 15, o mundo do samba perdeu o principal fundador da escola de samba Acadêmicos do São João Batista, Moacir Lamego.
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Lamego foi vítima de infarto no sítio de sua propriedade na BR 319, seus familiares ainda o trouxeram até o João Paulo II aonde já chegou sem vida.
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No ano de 2000, na companhia de vários amigos dos bairros Tucumanzal e São João Batista colocou o bloco “Quase Gay” e solicitou ao compositor Sílvio Santos que fizesse uma marchinha para ser cantada pelos “Quase Gay” no desfile que aconteceu na terça feira de carnaval daquele ano.
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Em 2001 mais uma vez, ele solicitou uma música carnavalesca do compositor Sílvio para o bloco Quase Gay, Sílvio compôs um samba: Sou do bairro São João Batista, Novo reduto de sambistas, peço licença pra chegar, Sou do Quase Gay, Quero ser Rei, Quero ser Rei no carnaval...
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Sílvio ao entregar a composição, sugeriu ao Lamego, que transformasse o bloco, em Escola de Samba. Foi então que no carnaval de 2002 desfilou no carnaval de rua de Porto Velho a Acadêmicos do São João Batista que foi campeã do grupo de Acesso, garantindo seu desfile pelo grupo Especial a partir de 2003.
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Entre os considerados criadores da escola, citamos o Cláudio Rocca – Banana, Cibalena, Salles e sua esposa dona Francisca entre outros sambistas. Porém, foi o Lamego quem mais se entregou à organização da agremiação, que já no seu primeiro desfile pelo grupo especial, foi campeã.
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Na época, Lamego era o gerente do Chaveiro Gold do Manelão e conseguiu apoio da direção da escola de samba Pobres do Caiari que cedeu parte dos instrumentos além de material para a confecção das fantasias. Manelão também comprou todo o material da extinta escola de samba do grupo de acesso Unidos do Nacional, tudo por causa da amizade com o Lamego.
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Outra pessoa que colaborou muito com o presidente Moacir Lamego da São João Batista foi o empresário da comunicação Everton Leoni. Que foi presidente de honra da escola, enquanto Lamego foi seu presidente.
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Por falar em comunicação Lamego por muito anos atuou como Operador de Som na Rádio Caiari e na TV Candelária (SIC TV). Ele foi o operador do meu programa “Samba, seresta e seresteiros” por muitos anos.
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Na Banda do Vai Quem Quer atuava como colaborador, ou melhor, faz tudo. Desde o tempo que foi trabalhar como gerente do Chaveiro do Manelão até agora, com a direção da Siça.
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Quando começaram as pesquisas para a implantação das usinas do Madeira, Lemego conseguiu ser contratado pela empresa responsável pela preservação da Flora e da Fauna na área de abrangência das usinas. Com o tempo, ficou tão especializado no assunto, que dava aula pra aluno de biologia. Ele sabia o nome científico de tudo quanto era planta, além dos nomes dos animais entre eles os peçonhentos.
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Pai de quatro filhos era bastante considerado no bairro São João Batista, tanto, que seu velório foi muito prestigiado. O enterro foi o tradicional de todos os sambistas, com a bateria da escola de samba e o mestre bateria na hora de baixar o caixão à cova, dando apenas um toque no surdo o que levou muitos às lágrimas.
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Lamego radialista, cinegrafista, carnavalesco, mergulhador de garimpo, namorador, amigo de verdade. biólogo prático e bonequeiro na Banda do Vai Quem Quer. Descansa em paz amigo Zoião

Festival Cultural de Nazaré começa amanhã

A 51ª edição do Festival Folclórico de Nazaré, criado pelo professor visionário Maciel Nunes, nesta sexta feira dia 21 e termina sábado 22.
O festejo envolve praticamente todas as comunidades do Baixo Madeira além de contar com caravanas da capital Porto Velho.
Várias embarcações se deslocam até lá para prestigiar apresentações do Boi Bumbá Curumim, danças típicas como carimbó, seringandô, quadrilha, shows da velha guarda de compositores e do grupo Minhas Raízes.
Todos os anos também participam da arrumação e da festa, representantes da ONG Napra e do projeto Doutores Sem Fronteiras que unem o útil ao agradável levando atendimento à comunidade.
O grupo musical Minhas Raízes este ano, apresentará músicas do terceiro CD e a expectativa é grande para a apresentação no primeiro dia do festival.
Há variedade de comidas típicas, artesanato e opções de lazer nos igarapés e lagos da comunidade. Mais que festa, o festival educa à proteção da cultura ribeirinha.
Para chegar ao distrito basta escolher um dos barcos de passeio que se deslocam do porto do Cai n’Água, no centro da Capital. Eis os contatos para reservas e demais informações:

Barco Marcos Filho: (69) 9-9272-2053/9-9348/9016 - Barco Estrela do Mar: (69) 9-9272-8765.

Fotógrafa Marcela Bonfim retorna à galeria Sesc


A fotógrafa Marcela Bonfim retorna à galeria do Sesc com a exposição fotográfica (re)Conhecendo a Amazônia Negra com abertura neste dia 19 de julho às 10 h. Os trabalhos ficarão expostos até o dia 19 de agosto e o horário para visitação será das 10 às 14h na Unidade Sesc Centro, sito à av. Pres. Dutra, 2765.
Marcela Bonfim nasceu em Jaú/SP e mora em Rondônia desde 2010. Dedicada à fotografia tem deixado por um tempo a carreira de economista inspirada na sua nova moradia. Segundo ela, “…foi na nova cidade que o instinto imagético ganhou forma”.
Em seus ensaios vemos através de seu olhar uma Amazônia pouco visitada: a “Amazônia Negra” resultante da captura da vida e do cotidiano negro em qualquer hora e local, compondo as personagens dessa Amazônia e que ao longo do tempo tem servido ao amadurecimento para a fotógrafa. Agora um novo convite é feito, mas com a mesma essência: mergulhar nas imagens que mostram a riqueza negra da Amazônia e ir além do próprio olhar material, reconhecendo nestes personagens uma mensagem de seus universos sob a guia do olhar fotográfico. Conforme Marcela, a máquina fotográfica é seu instrumento de militância uma vez que o engajamento dela é pelo reconhecimento do papel dos africanos na formação da Amazônia e na defesa da sua autoestima.

terça-feira, 18 de julho de 2017

Lenha na Fogueira 19.07.17



Em um ano especial, onde chega a sua 15ª edição, o Cineamazônia começa mais cedo. O festival chega nesta quarta feira (19), a Candeias do Jamari, a cerca de 20 quilômetros de Porto Velho, levando além de cinema, circo e muita alegria, que fica a cargo da palhaça Tetéia. O lugar escolhido foi a praça da Câmara Municipal da cidade e o horário é às 19:30 horas.


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A expectativa dos organizadores é mais uma vez de casa cheia. Novamente, o Cineamazônia leva na bagagem uma programação bastante diversificada, com curtas nacionais e internacionais e apresentações circenses.


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Enquanto isso Quatorze trabalhos – dos 20 inscritos inicialmente – concorrem ao Primeiro Prêmio Fiero Paulo Queiroz de Jornalismo, cuja solenidade de premiação está marcada para o dia 19 de setembro. Em reunião de trabalho na sexta-feira, a comissão de pré-seleção do Prêmio analisou a parte legal e documental dos trabalhos inscritos.


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Depois de duas horas de trabalho, a comissão encontrou inconformidades em seis dos 20 trabalhos inscritos, selecionando 14 trabalhos que agora serão encaminhados à Comissão Julgadora. Essa comissão é formada por um representante do curso de Jornalismo da Unir – Campus de Vilhena -, representantes dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Uniron; um representante do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Rondônia (Sinjor) em por três representantes da indústria.
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O Primeiro Prêmio Fiero Paulo Queiroz de Jornalismo, lançado dia 7 de dezembro de 2016, é uma iniciativa da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (Fiero) com periodicidade anual e tem o objetivo de estimular, valorizar e reconhecer profissionais comprometidos com a prática do jornalismo fundamentado na propriedade técnica, na ética, na verdade, na transparência e na imparcialidade.


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O trabalho da Comissão Julgadora começa nos próximos dias e se deterá em avaliar a pertinência do material inscrito com o que rege o regulamento da competição. Caberá à Comissão Julgadora identificar e classificar os vencedores por categoria (telejornalismo – webjornalismo - radiojornalismo e jornalismo impresso) e respectiva colocação.


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Os vencedores serão anunciados em 10 de setembro e a premiação total chega a R$ 66 mil e a entrega da premiação será em setembro, por ocasião do aniversário de fundação da Federação das Indústrias de Rondônia, durante jantar com jornalistas.


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Satisfeito com o número de participantes na primeira edição do Primeiro Prêmio Fiero Paulo Queiroz de Jornalismo, o presidente do Sistema Fiero, Marcelo Thomé, destaca: “esta é uma forma de reconhecer os talentos jornalísticos de Rondônia e ao mesmo tempo, estimular o debate sobre o desenvolvimento industrial de Rondônia, estreitando ainda mais os laços entre este importante segmento profissional e a Federação das Indústrias”.


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Os trabalhos selecionados pela Comissão Julgadora nas categorias Jornalismo impresso, radiojornalismo, telejornalismo e webjornalismo receberão a seguinte premiação: 1º lugar, por categoria, prêmio no valor de R$ 7.000,00 (sete mil reais); 2º lugar, por categoria, prêmio no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais); 3º lugar, por categoria, prêmio no valor de R$ 3.000,00 (três mil reais); 4º lugar, por categoria, prêmio no valor de R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais). O trabalho classificado em 5º lugar receberá menção honrosa, sem premiação em dinheiro.


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Do Flor do Maracujá mesmo, só saudades dos belos espetáculos, proporcionados pelos grupos de quadrilhas. Quanto aos bois bumbás, vamos ficar aguardando alguma coisa melhor em 2018, este ano foi uma catástrofe!

Cia. Yaporanga vence Duelo Tribal do Maracujá


A direção da Federon acertou em cheio, ao promover o “1º Duelo Tribal” do Arraial Flor do Maracujá entre as Cias. de dança Yaporanga X Waitku Mayakan na última noite da 36ª Mostra de Quadrilhas e Bois Bumbás, que aconteceu durante 14 noites na “Cidade da Cultura” – (Parque dos Tanques).
As Cias de Dança desenvolveram na arena do Flor do Maracujá, lendas e rituais indígenas utilizando além das coreografias especificas e cenários que complementavam suas apresentações. O primeiro grupo a entrar na arena foi a Cia de Dança Yaporanga apresentando a Lenda da Samaumeira – Rainha da Floresta ou Mãe das Árvores. A criatividade do grupo que utilizando cilindros com pintura que lembrava a árvore, foi desenvolvendo as diversas utilidades da Árvore que em ambiente natural alcança até 70 metros de alutura e seu troco chega a medir 3 metros. As raízes da Samaumeira são conhecidas como Sapopema e são utilizadas pelos índios e caboclos da Amazônia para a comunicação entre as aldeias. A Cia Yaporanga com fantasias muito bem acabadas, conquistou a preferência dos jurados que lhes deram 393,9 pontos.


O segundo grupo a pisar a arena, foi o Waitku Mayakan com o Ritual “Lamento Tribal”, uma criação da equipe de pesquisa do próprio grupo. A Índia Guerreira se apaixona pelo Guerreiro da tribo rival e é contestada pelos Guerreiros de sua tribo. Proibida de se encontrar com seu amado, a Índia Guerreira é acometida de um mal que deixou todos da aldeia aflitos, pois, poderiam ficar sem sua principal guerreira. Então entra em ação o Anjo Feiticeiro da tribo, que invoca o Deus Tupã através da bebida Ayuaska e recebe os poderes da cura trazendo a paz a toda a aldeia. Assim o Waitku Mayakan inclusive, obteve nos itens Anjo Guerreiro (desempenho do Pajé) e Ritual, nota máxima (50 pontos). Porém, na soma total de todos os itens em julgamento, o grupo obteve apenas 393,1 pontos ficando em segundo lugar. “Foi o 1º Duelo e mesmo assim, sentimos que o público gostou muito, o que quer dizer, que essa competição tem tudo para se tornar numa grande atração nos próximos anos”, disse o presidente da Federon Fernando Rocha.
Na noite de domingo, ainda tivemos as apresentações das quadrilhas “Brotinhos na Roça” de Ji Paraná e “Unidos da Roça” que veio do município amazonense de Boca do Acre. A Brotinhos de Ji Paraná fez ótima apresentação e levantou a galera das arquibancadas pelo bom espetáculo de dança. “Viemos nos apresentar no Flor do Maracujá sem contar com nenhuma ajuda da prefeitura de JI Paraná”, disse o marcador, ao tempo que agradeceu a direção da Federon pela acolhida em Porto Velho. Já a “Unidos da Roça” por não ter trazido todos seus integrantes, conseguiu autorização para se apresentar apenas por 15 minutos, “Pedimos desculpa ao público do Flor do Maracujá pela falta dos nossos pares”! lamentou o marcado da quadrilha amazonense.

A Federon agradece todos que colaboraram com a realização da 36ª Mostra de Quadrilhas e Bois Bumbás – Arraial Flor do Maracujá. “Em especial a empresa Marquise, que colaborou diretamente com os grupos folclóricos. Ao governo do estado pela estrutura, a prefeitura pelo apoio logístico, ao prefeito Hildom Chaves, Dr. Héverton Aguiar, superintendente da Sejucel Rodnei Paes, aos deputados Léo Moraes, Jesuíno Boabaid e Maurão de Carvalho, a Polícia Militar ao Corpo de Bombeiros, a imprensa com destaque para o Diário da Amazônia e o site Observador, Cristal/Itaipava/Tupi, aos barraqueiros e ambulantes e principalmente ao público” agradeceu o presidente Fernando Rocha.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Lenha na Fogueira


A 36ª Mostra de Quadrilhas e Bois Bumbás – Arraial Flor do Maracujá foi encerrada na noite de domingo (16), com o espetáculo dos grupos Yaporanga e Waitku Mayakan, que protagonizaram o “Duelo Tribal”.
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Pela primeira vez a Federon realizou o Duelo. Podemos garantir que os dois grupos proporcionaram ao público que mais uma vez lotou as arquibancadas, um espetáculo de alto nível. De parabéns a direção da Federon pela feliz idéia e a direção dos dois grupos.
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Foram 14 dias de festa folclórica e muito forró na arena da “Cidade da Cultura”, nos quais os grupos folclóricos “Chutaram o Balde” e mostraram que a Cultura Popular necessita de mais apoio.
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Lembrando que o apoio financeiro foi repassado aos grupos folclóricos pela Empresa Marquise.
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O governo do estado entrou com a estrutura de arquibancada, tendas e banheiros químicos.
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Enquanto a prefeitura comandou apenas o Trânsito na rua Lauro Sodré, recolheu o Lixo do Parque e nada mais. Nem mesmo o valor prometido pelo prefeito em discurso no dia do lançamento do Arraial ocorrido no mês de maio foi cumprido.
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Nenhum membro da Funcultural de Porto Velho apareceu na arena de apresentação do Flor do Maracujá nas 14 noites do evento. E olha que toda noite a barraca da 1ª Dama ficava lotada de puxa saco.
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A turma do governo estadual até prestigiou, em especial, o superintendente da Sejucel Rodnei Paes que praticamente foi todas as noites. O superintendente da Setur Júlio Olivar também prestigiou o Flor do Maracujá com sua presença. O presidente da Assembléia deputado Maurão de Carvalho também marcou presença. Valeu!
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E o caso de três quadrilhas terem ficar empatadas em Primeiro Lugar! Muita gente não entendeu.
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Acontece que se esqueceram de colocar no Regulamento das apresentações dos grupos, aquele Artigo: OS CASOS OMISSOS SERÃO DISCUTIDOS PELA DIRETORIA.
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Outra omissão foi o Artigo que fala sobre se houver empate. Era para terem colocado, que, em caso de empate em todos as notas válidas (no caso apenas três de cada item), a Comissão Recorreria às notas descartadas e quem nessas notas, tivessem alcançado maior número de Notas DEZ ficaria com o título.
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Se eles tivessem aplicado esse critério a Campeão seria a junina A ROÇA É NOSSA.
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Em segundo lugar ficaria a Rádio Farol e em terceiro a Mocidade Junina. Esse seria o resultado correto. Porém...
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Não sei se vocês se lembram, que coloquei na coluna de domingo, que a campeã seria ou a Rádio Farol ou a Rocinha. Teve alguém que me chamou de “Mãe Diná” de Porto Velho.
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O triste do Flor do Maracujá deste ano, foi que os bois bumbas não aceitaram participar da disputa, alegando que o recurso foi muito pouco. Concordo com eles, porém, com exceção do boi Vencedor, os demais fizeram ótimas apresentações.
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Apesar de terem combinado em não colocar alegorias, alguns bumbas levaram esse elemento o que provocou acirrada discussão via Watts da Guarnecer.
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O certo foi que me senti e ainda estou, bastante feliz com a homenagem que meu Boi Bumbá Corre Campo prestou a minha pessoa.
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Independente de estar concorrendo ou não, muitas pessoas que assistiram a apresentação dos bumbas no Flor do Maracujá deste ano, disseram que a melhor foi a do Corre Campo. Será? Eu acho que foi a do Vencedor que recebeu 8 Mil e não colocou nada!
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Conversei bastante com o Werner Botelho considerado o “MAGO” das fantasias de bumbas na Amazônia. O cara entende da brincadeira de Boi Bumbá, seja do boi tradicional ou no estilo Parintins. Obrigado Werner pelos elogios a nossa apresentação. Ele também conversou muito com dona Branca.
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Ô língua...

Corre Campo e Juabp - última noite do Flor


A última noite da 36ª Mostra de Quadrilhas e Bois Bumbás do Arraial Flor do Maracujá, contou com as apresentações do boi mirim Estrelinha, quadrilha mirim Rádio Farol, boi bumba adulto Corre Campo e quadrilha adulta Juabp
Prestando homenagem ao Amo de Boi Silvio Santos o Corre Campo fez belíssima apresentação sendo aplaudido de pé ao sair da arena.
As apresentações folclóricas foram encerradas com o espetáculo “Abracadabra” apresentado pela junina Juabp. A quadrilha do Areal da Floresta armou a lona do circo na arena do Flor Maracujá e fez belíssimas apresentações, inclusive com teatro de marionetes, malabaris, perna de pau, palhaços e outros truques. Apesar da ótima encenação, a Juabp ficou apenas com o 3º lugar no concurso.    

Rocinha, Farol e Mocidade - Empate no Flor Maracujá




Pela primeira vez em 36 anos, três grupos de quadrilha junina ficam em 1º lugar no Flor do Maracujá.
Os jurados classificaram com 420 pontos as juninas, A Roça é Nossa, Rádio Farol e Mocidade Junina em primeiro lugar. Isso só aconteceu, porque os dirigentes dos grupos de quadrilhas suprimiram do Regulamento da 36ª Mostra de Quadrilhas e Bois Bumbás, o artigo sobre Casos Omissos. O corpo de jurados contou com cinco avaliadores, porém, das cinco notas, duas teriam que ser descartada a Maior e a Menor. Os três grupos nas três notas válidas empataram em todos os quesitos, assim foram proclamados vencedores da 36ª Mostra que aconteceu no Arraial do Flor do Maracujá.


Resultado final


1º Lugar - A Roça é Nossa, Rádio Farol e Mocidade Junina com 420 pontos.
2º lugar Matutos do Guaporé 419,9;
3º lugar JUABP 419,8;
4º lugar Girassol com 419,6;
5º lugar Flor da Primavera 419,5;
6º lugar Rosa Divina 418,9;
7º lugar Estrela do Norte 418,8
8º lugar Rosas de Ouro 418,8
9º lugar Nova Estação 418,7
10º lugar Forte Príncipe 418,7;
11º lugar Matutos do Socialista 417,7 e
12º lugar Estrela Divina com 416,5 pontos
Quadrilha Mirim
1º lugar Radio Farol 419,9
2º lugar Roça é nossa 419,5
3º lugar A Rosas de Ouro 419,5
4º lugar Nova Estação 419,1
5º lugar Rosa Divina
Resultado do Duelo Tribal
1º lugar Yaporanga 393,9

2º lugar Watiku Mayakan 393,1

sábado, 15 de julho de 2017

Lenha na fogueira - 16.07.17


Termina na noite deste domingo (16), a 36ª Mostra de Quadrilhas e Bois Bumbás – Arraial Flor do Maracujá.
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Esta edição do Flor do Maracujá entra para a história. As apresentações deste ano, contaram com grupos do município de Humaitá (AM) e de Rio Braco capital do estado do Acre. Quer dizer, o Flor do Maracujá ganha o status de Arraial Interestadual.
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Olha que a Federon através do seu departamento artístico, recebeu solicitação de grupos de vários municípios de Rondônia e do interior do Acre, porém, por falta de espaço na agenda de apresentações, não pode atender tantos pedidos. “Só concordamos em atender, aqueles grupos que se responsabilizasse pelo transporte, a Federon apenas deu apoio logístico como alojamento e alimentação (lanche)”, informou o presidente Fernando Rocha.
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Outra novidade da 36ª Mostra, foi o Duelo entre os grupos de dança de toadas Waitku Mayakan X Yaporanga. Na realidade, esses dois grupos de dança, também se apresentaram como tribo de vários grupos de bois bumbás.
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Este ano com raríssimas exceções, os grupos de quadrilhas que se apresentaram pelo grupo especial, colocaram indumentárias novas e muito bem produzidas. Apesar do recurso a cada grupo de quadrilha ser considerado irrisório, apenas R$ 6 Mil a maioria se apresentou com roupas luxuosas. Pesquisamos os preços das indumentárias das Rainhas e dos Casais de Noivos e chegamos a média de R$ 3 Mil cada vestido de Rainha e em média R$ 5 Mil só o vestido de noiva. Pra quem recebeu apenas R$ 6 Mil...
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Não tem como não elogiar os investimentos que os grupos de quadrilha fazem para se apresentar no Flor do Maracujá. O presidente da quadrilha Rádio Farol Severino Castro confirmou a este colunista, que o grupo este ano, investiu aproximadamente R$ 50 Mil. Ano passado a JUABP investiu mais de R$ 80 Mil em sua apresentação.
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Apesar do espetáculo proporcionada pelo Rádio Farol, não podemos dizer que o título está garantido, pois essa coluna foi feita na manhã de sábado e a noite, ainda teve a apresentação da JUABP e na quinta feira, a Roça é Nossa também dançou espetacularmente. Posso até arriscar um palpite. A campeã da 36ª Mostra do Flor do Maracujá será uma dessas duas, Roça é Nossa ou Rádio Farol. Sem esquecer que não vi a JUABP.
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Difícil mesmo, talvez tenha sido para os jurados escolherem as duas juninas, que no ano que vem, vão cair para o grupo de acesso. Assim como a decisão que vai escolher o melhor grupo a que vai decidir quem vai cair será nos mínimos detalhes. No máximo um décimo de diferença.
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O Flor do Maracujá chega a sua última noite, contabilizando recorde de público. Aliás, a média de público deste ano pode superar a de 2016 que foi de 15 mil. “Nossa meta é chegar aos 18 Mil”, disse Fernando.
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Graças a intervenção do superintende da Setur Júlio Olivar, as apresentações dos grupos folclóricos, foram registradas pela equipe de comunicação do governo estadual, em vídeo.
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O site O Observado do jornalista Fogaça passou a ser conhecido em vários países e em praticamente todo o Brasil, pois, foi o único meio de comunicação que transmitiu as apresentações ao vivo. A média de visualização dia, foi de aproximadamente 80 Mil. Posso garantir essa marca, porque atuei como comentarista em várias noites.
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A única nota negativa do Flor do Maracujá deste ano, vai para a péssima apresentação do Boi Bumbá VENCEDOR. Sugerimos a direção da Federon e da Guarnicê, chamarem a direção desse grupo para uma fala muito séria. Eles receberam R$ 8 Mil como cachê e praticamente não colocaram nada na arena do Flor.
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Salve o Flor do Maracujá o maior evento folclórico da região Norte!