quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Lenha na Fogueira - 09.08.19


Hoje é o último dia para os vencedores dos prêmios Zezinho Maranhão de Música e D’palma de Dança apresentarem a documentação exigida.

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A relação com os Finalistas dos prêmios D’Palma e Zezinho Maranhão, foram anunciados dia (26) no Diário Oficial (DIOF), pela Superintendência Estadual de Juventude, Cultura, Esportes e Lazer (SEJUCEL).

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O resgate com êxito do Arraial Flor do Maracujá resultou em reivindicações classistas e populares ao governo estadual, no sentido de estudar a retomada da Exposição Agropecuária de Porto Velho no Parque dos Tanques, e também o Duelo na Fronteira, a notável disputa dos bois-bumbás azul e vermelho, em Guajará-Mirim.
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A Exposição Agropecuária que ficou conhecida como Expovel, foi retirada do calendário de eventos de Porto Velho e em consequência do estado de Rondônia, simplesmente por disputas políticas entre dois grupos.
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Não citarei nomes, para não me complicar, porém, é do conhecimento de muitos, que sem força para determinar que a nossa Feira Agropecuária não mais receberia ajuda financeira através de emendas parlamentares.
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O governador de plantão autorizou a demolição de todos os prédios (galpões|) ali existentes, isso quer dizer: Demoliu a estrutura onde os pecuaristas expunham seus rebanhos de bovinos, suínos, caprinos e equinos.
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Jamais o governador em apreço, autorizou a publicação e nem publicou qualquer documento ou portaria, proibindo a realização da Expovel no Parque dos Tanques.
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Ele apenas mandou demolir toda a estrutura e sem estrutura, os responsável pela Expovel ficaram no mato sem cachorro.
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Como os realizadores do evento, estavam acostumados a montar a Feira em cima do dinheiro público, não meteram a mão no bolso nem pra comprar papel higiênico, para utilizar enquanto assistiam a demolição dos galpões..
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Ao contrário do Arraial Flor do Maracujá deste ano, quando o governo estadual praticamente bancou todas as despesas, referente ao recolhimento de taxas, que até então, eram pagas pelos “BARRAQUEIRO”.
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A produção de uma Feira Agropecuária, é muito cara, já que não se trata apenas de montar Tendas ou Galpões para os expositores.
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Tem despesa com a contratação dos artistas (sertanejos em sua maioria), que se apresentam em cada dia de festa. Cachê altíssimo.
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Tem a premiação dos peões que participam do rodeio e não é barata não. Levando-se em consideração que o governo não pode cobrar ingresso, toda despesa deve ser por conta do dinheiro público
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Vamos ficar na torcida para que a nossa Feira Agropecuária volte a acontecer.
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Já o duelo na Fronteira com os CNPJS dos atuais grupos, fica muito difícil realizar. O Jobson sabe disso, assim como o deputado Dr. Neidson um incansável na luta pela volta do Duelo como bom torcedor do Boi Malhadinho.
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O Duelo só tem condição de voltar a ser realizado em Guajará Mirim, se o governo estadual ou a prefeitura da Pérola do Mamoré, incentivarem financeiramente duas novas ASSOCIAÇÕES DE BOIS BUMBÁS, que até podem ter como apelido “Malhadinho” e “Flor do Campo”. Com os CNPJs atuais, nada pode acontecer, já que os grupos estão impedidos de receber qualquer aporte financeiro do governo estadual, federal ou municipal.

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É como disse a respeito da Exposição Agropecuária de Porto Velho. Se for vontade política do governador de Rondônia a festa volta a ser realizada.
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Pois é, ontem o superintendente Jobson prestou contas perante o governador sobre a realização do Flor do Maracujá 2019.
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E também se reuniu com o secretário-chefe da Civil, Júnior Gonçalves, ao qual manifestou gratidão à Governadoria e a todos os demais parceiros que ajudaram a promover o arraial durante dez noites.

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