quarta-feira, 29 de maio de 2019

Lenha na Fogueira - 30.05.19


O negócio que já não andava muito bom entre a Sejucel e a Federon, em relação à realização do Arraial Flor do Maracujá.
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Piorou após a entrevista do superintendente da Sejucel, ao jornalista e apresentador Léo Ladeia na noite da última terça feira 28, na RedeTV-RO.
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Acontece que na reunião que aconteceu segunda feira entre Sejucel, ALE, Federon e PGE, ficou praticamente tudo resolvido quanto à produção do Arraial que de inicio está marcado para começar no dia 28 de junho.
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A dúvida é se a Federon vai poder assumir a organização das barracas, leia-se receber algum valor pelos espaços cedidos aos barraqueiros.
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Por sugestão do Procurador a Comissão vai consultar o MP para saber sobre o assunto. Caso o responsável pelo segmento cultural no MP responder que não tem problema, as coisas estarão resolvidas. Palavras do Procurador do Estado responsável pelo segmento cultural.
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Tudo certinho. Aí o superintendente respondendo a perguntas do Ladeia embaralhou tudo de novo.
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Talvez por falta de experiência ou até querendo mostrar, quem realmente é responsável pela realização do Flor do Maracujá este ano, saiu-se com essa:
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O Flor do Maracujá não é da Federon, não é de Porto Velho, não é da Sejucel ele é um evento do estado de Rondônia.
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Assim sendo, caso os grupos filiados à Federon não aceitem se apresentar, vamos convidar grupos de quadrilhas do Colégios, convidar os Bois de Guajará Mirim e até grupos de Humaitá.
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O que entendemos é que o superintendente está querendo preservar a realização da nossa maior festa folclórica o Arraial Flor do Maracujá.
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Os grupos cujos dirigentes estavam ligadaços na entrevista, não gostaram quando ouviram que podem ser alijados do Flor do Maracujá.
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Foi então que o watts app dos grupos ficou congestionado de desabafo contra a declaração do Jobson de que vai convidar grupos folclóricos até de outro estado para se apresentar no Flor do Maracujá.
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De imediato a sugestão que mais rolou no watts é de que a Federon deve realizar seu próprio evento ou seja, o Arraial da Federon no qual serão eleitos os melhores grupos folclóricos de Porto Velho em 2019.
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Esse concurso é necessário para que nossos quadrilheiros possam participar dos concursos coordenados pela Confebraq em nível nacional.
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Esse entrevero pode prejudicar a festa de abertura do Flor do Maracujá programada para acontecer no próximo domingo dia 2 de junho no Centro de Atendimento ao Turista – SETUR no Porto Velho Shopping.
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Exemplo a Sejucel convidou os grupos que venceram o Maracujá do ano passado. A direção do bumbá Diamante Negro não aceitou o convite, assim como outros convidados.
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A turma também está contestando o convite que pode ser feito aos bois de Guajará. A Sejucel alega que a Federon não pode realizar o Flor do Maracujá na realidade receber recursos do governo. E como é que vão contratar (pagando cachê) aos bois de Guajará, estes sim mais enrolados no TCE do qualquer outra entidade cultural?
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Bom, na realidade a realização do Arraial Flor do Maracujá este ano se transformou realmente num a incógnita.
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To me pegando com tudo quanto é santo, para que nosso Arraial Flor do Maracujá não se transforme em mais um evento que já “TEVE” em Porto Velho.
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Assim como o governo fez com a Expovel, carnaval das escolas de samba e outros eventos.
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Ainda dar tempo de se reverter essa situação, basta as partes se sentarem e conversar com mais respeito.
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O que não podemos admitir é que nossa maior festa folclórica fique sem a participação dos nossos melhores grupos.

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