sexta-feira, 13 de abril de 2012


Lenha na Fogueira

Os grupos folclóricos de Porto Velho já estão se movimentando, visando as apresentações nos arraias juninas, Flor de Cacto que começa no dia 25 de maio e Flor do Maracujá no dia 22 de junho.

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Os ensaios acontecem em sua maioria com inicio a partir das 23h00, nas quadras dos colégios das comunidades onde os grupos têm suas sedes.

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Assim podemos divulgar, que a Quadrilha JUABP ensaia na quadra da Escola Jesus Burlamaqui Hosannah que fica no bairro Areal da Floresta;

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A Caipiras do Rádio Farol ensaia na quadra do colégio Castelo Branco na Avenida Farquar bairro Arigolândia ou Panair.

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A quadrilha Arrasta Pé de Matutos ensaia na quadra do Abobrão no Conjunto Cohab Floresta.

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A Roça é Nossa a atual campeã do Flor do Maracujá ensaia na Associação do Bairro Esperança da Comunidade.
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Arrasta Pé de Candeias ensaia no Complexo Beira Rio no Município de Candeias do Jamari.

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O Boi Bumbá Diamante Negro ensaia na quadra de esporte Duduzão e no Cedel do Cohab Floresta em frente a COE.

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Por falar em Boi Bumbá o Corre Campo de Porto Velho super campeão do Flor do Maracujá, vai começar seus ensaios no dia 5 de maio data do seu aniversário.

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Segundo Júnior de Castro Alves, o vermelho e branco da capital, vai apresentar na Mostra de Quadrilhas e Bois Bumbás deste ano o tema: “Madeira Mamoré – Cem anos de lendas e mistérios nos trilhos de ouro”. Esse tema foi apresentado ainda no ano passado pelo nosso Amo Silvio Santos.

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Dentro do Tema citado será desenvolvido também como ritual, a história do índio Caripuna Diarui contada no livro do escritor Antônio Cândido. “Vamos solicitar ao Antônio autorização para utilizarmos em forma teatralizada a história publicada em seu livro”.

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Enquanto isso, o presidente do Az de Ouro Silfarney Silva juntamente com mais alguns folcloristas ligados a brincadeira de Boi Bumbá, estão batalhando, junto à comissão coordenadora do Flor do Maracujá para inserir no Regulamento um item que obriga que pelo menos 60% das Toadas a serem apresentadas no Arraial sejam de autoria de autores que residem em Rondônia.

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Só quem está resistindo à proposta, é o presidente do Diamante Negro. Na realidade no ano passado o Diamante se apresentou com as Toadas do Boi Homônimo do município amazonense de Fonte Nova o que não pegou bem.

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É necessário que a Gerencie de Cultura da Secel tome providencias no sentido dos grupos folclóricos de Bois Bumbás valorizarem a produção musical dos compositores de Rondônia.

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Os Bois Flor do Campo e Malhadinho de Guajará Mirim pelo menos no ano passado, não valorizaram os compositores da Pérola do Mamoré, os dois grupos encomendaram Toadas aos compositores de Juruti e Parintins.

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Isso que dizer, que o governo de Rondônia está pagando para os bois de Guajará e alguns de Porto Velho utilizar a produção musical de compositores de outras cidades fora de Rondônia.

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A cultura popular patrocinada com o dinheiro público tem como objetivo valorizar a produção local.

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Se não, daqui a pouco as escolas de samba de Porto Velho estarão comprando samba de compositores das escolas de samba do Rio de Janeiro.

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Aliás, quanto a isso, tem escola de samba cujo compositor encomenda samba em escola de samba do Rio de Janeiro chega aqui coloca seu nome na parceira e concorre.

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Depois, na maior cara de pau diz que o compositor do Rio de Janeiro é seu parceiro, quando na realidade o cara da nossa escola, comprou o samba.

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A direção do Diamante diz que o compositor de Fonte Nova é parceiro, mas, no CD a gente só escuta o nome de Fonte Nova, não tem nada de Porto Velho.

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Ficamos torcendo para que a Secel através da sua Gerencia de Cultura fique atenta para essas ações.

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Por falar em Secel, na próxima semana uma equipe da secretaria vai à Costa Marques acompanhar a chegada do batelão do Divino Espírito Santo que atraca no porto da cidade Quarta Feira.

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A Festa do Divino no Vale do Guaporé é a única no mundo que acontece pela via fluvial.

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O Batelão do Divino fica navegando pelas águas do Rio Guaporé durante 40 dias e a cada semana fica numa localidade, onde são realizadas romarias e novenas invocando a proteção do Divino Espírito Santo.

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A festa só se encerra em Corpus Christi que este ano vai ser no dia 7 de junho.

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Aliás, Costa Marques está na crista dos acontecimentos culturais dos próximos dias.

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Assim que o Batelão com a Coroa do Divino zarpar do seu porto, fato que vai acontecer no dia 22, o pessoal cai n’água para treinar para a participação no evento, Festival de Inverno Amazônico que vai acontecer nos dia 4. 5 e 6 de maio.

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Dessa vez o Homero Escultor vai deixar as bolas de fogo no Forte Príncipe da Beira para ajudar a Luzia Bentes na coordenação do Festival de Inverno.

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Vou fazer de tudo para estar em Costa Marques, só para ver a dona Merileide colocar a turma pra dançar a Dança da Garça e a Dança do Biguá. Aí Bebel me coloca nessa também!






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