quinta-feira, 25 de julho de 2013

GRUPO DE RONDONIA ABRE 4ª NOITE DO ENCENA NA RUA



O grupo Mapi de Porto Velho - RO, com o espetáculo: Dindo e Tonton, Dois Palhaços Fujões, abre a noitada desta sexta feira 26, do VI Festival Amazônia Encena na Rua que está acontecendo na Arena Madeira Mamoré sempre a partir das 19h00.
O espetáculo do Mapi conta a história de Dindo, palhaço cansado, deprimido e desgostoso com a sua profissão, que foge do circo depois de perder a mulher por quem era apaixonado. Em sua trajetória pela rua, sem graça e sem perspectiva alguma, encontra Tonton, uma garota que foge de casa aos 18 anos para viver o sonho de ser palhaça.
O segundo espetáculo da noite de hoje, apresenta a peça: Pindorama: “A Saga de Um Cristo” com o grupo Nativos Terra Rasgada (SP). Uma história com pé e cabeça abordando os principais acontecimentos históricos no Brasil. Como pano de fundo, três personagens bíblicos: Jesus, Madalena e o Diabo.
O último grupo da noite a se apresentar será a Cia. de Arte e Cultura Samaúma que veio de Manaus (AM), apresentar o espetáculo “Ritmos de Inquieta Alegria”. A escrita de Violeta floresce como uma vitória-régia. deus lendário da Amazônia, que a castiga, transformando-lhe em mulher-fêmea.
A sexta edição do Festival de Teatro Amazônia Encena na Rua está sendo apresentado todas as noites a partir das 19h00, na Arena Madeira Mamoré sob a direção e produção do grupo O Imaginário e Sesc com o patrocínio da Caixa Econômica. 

Na segunda noite (quarta feira), de espetáculos o grupo Manjericão do Rio Grande do Sul abriu a noite com o espetáculo João Pé de Chinelo preparando o público que enfrentou o frio, inclusive tinha família agasalhada em edredom, com uma brilhante desempenho, para a entrada do grupo Maria Cutia desta feita, com a peça “A Gente Gosta” uma história de amor pra lá de engraçada.

Chicão e Zaine com o grupo O Imaginário encerram a programação da segunda noite com o premiadíssimo espetáculo: A Ferrovia dos Invisíveis, Narrativas do Outro Lado. Um espetáculo que dispensa comentários.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

LENHA NA FOGUEIRA - 25.07.13

E lá se foi mais ótimo brasileiro. Dominguinhos do acordeom o sanfoneiro herdeiro de Luiz Gonzaga.

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O menino que começou a tocar sanfona aos seis anos de idade e ficou mais conhecido como Dominguinhos, nasceu José Domingos de Morais em 12 de fevereiro de 1941, em Garanhuns, no agreste de Pernambuco. Juntamente com mais dois irmãos, formaram "Os Três Pinguins", que tocavam em feiras livres e portas de hotéis do interior pernambucano. Neste período, ainda apelidado de Neném, conheceu Luiz Gonzaga aos oito anos, na porta de um hotel em que este se apresentava. Gonzagão então se tornou o seu padrinho artístico, dando-lhe uma sanfona e sugerindo o nome que ficou e levou para o resto da vida junto com o reconhecimento de sanfoneiro mais importante do país.

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Ainda bem que a obra de Dominguinhos é eterna. Que falta me faz um xodó. Que falta nos faz Dominguinhos!
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E começou mais um Festival de Teatro Amazônia Encena na Rua. Chicão Santos e Zaine Diniz mais uma vez, estão mostrando às autoridades responsáveis pela cultura em Porto Velho e no estado de Rondônia, como se promove cultura com poucos recursos.

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Por falar em autoridade oficial, ou gestores culturais nos governos estadual e municipal de Porto Velho,

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Não sei se foi por causa da “friagem” que está fazendo na capital do estado desde da noite de terça feira 23, ou se foi por falta de interesse mesmo.

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Só sei,  que nem o pessoal da Secel  e nem da Funcultural de Porto Velho, compareceu à abertura do VI Amazônia Encena na Rua.

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Não é possível que essas pessoas  não tenham sido informadas de que naquela noite, seria aberto o VI Festival produzido pelo O Imaginário.

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O que será que passa pela cabeça dessas pessoas que se dizem dirigentes culturais?

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Será que elas sabem que um evento como o Amazônia Encena na Rua gera emprego e renda para o estado e município?

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Segundo consta do Caderno Capital deste Diário da Amazônia do dia 23: ”Movimento do setor hoteleiro cai 40%”

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No bojo da matéria encontramos os empresários do ramo, reclamando da falta de eventos na capital, que estimulem o turismo.

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“Quando tínhamos a exposição agropecuária – Expovel, o carnaval  fora de época, o Flor do Maracujá, já sabíamos que teria movimento”, declaram os gerentes de hotéis.

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Agora, prosseguem: “Sem esses eventos, fica mais difícil trazer pessoas para passear e também  movimentar a economia de Porto Velho”.

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Diante dessas declarações, não precisamos mais dizer que, o governo estadual e municipal estão atrapalhando o desenvolvimento turístico/cultural de Porto Velho e do estado como um todo.

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Não quero nem lembrar o futebol da capital que foi pra’s cucuias faz tempo. Não tem sequer um estádio a altura de receber pelo menos um time razoável tipo assim. Framengo!

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Se os governos não estão preocupados com um setor que gera divisas, como é o caso do setor hoteleiro,

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Como exigir que os dirigentes das pastas da cultura, compareçam na abertura de um evento do tipo Amazônia Encena na Rua.

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Ainda mais quando a cidade é vítima do fenômeno da “friagem”. Nem pensar em sair debaixo do cobertor.

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A única coisa que funciona fora de época em Porto Velho, é o carnaval do Maria Fumaça, o resto é dinheiro jogado fora.

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Por isso, em vez de ficar chorando o leite derramado, vou me arrumar pra ir pra Arena Madeira Mamoré, curtir o Festival Amazônia Encena na Rua!

AMAZÔNIA ENCENA NA RUA - 25

Mesmo com frio, público lota anfiteatro



Por essas coisas quem nem Freud explica a peça “Neguinho do Pastoreio” do grupo Oigalê do Rio Grande do Sul, marcada para ser apresentada na primeira noite (23), do VI Festival Amazônia Encena na Rua, em virtude do frio, cuja sensação térmica chegava a 10º e principalmente da garoa, que insistia em cair sobre o público que parcialmente lotou a Arena Madeira Mamoré, foi transferida para a noite de hoje 25.
O festival começou com o cortejo que saiu da praça das Caixas D’água por volta das 17h30 e chegou na Madeira Mamoré minutos antes das 19h00.
Chicão Santos (de Rei) e Zaine Diniz comandando a festa, convidaram através do mestre cerimônia Tico Marinheiro, para abrirem a sexta edição do festival os parceiros representantes do Sesc, Senac e Caixa Econômica que falaram da satisfação em participar de mais um evento produzido pelo grupo O Imaginário.
Após os discursos de praxe, a Cia Maria Cutia entrou em cena com a banda de rock n’ roll (e de palhaços) Maracutaia, que encantou o público. Os palhaços: Marmota - A baterista de coração desritmado; Tadeu um charme que é só seu; na guitarra, Felim no violão, e no vocal, Begônia - uma flor em pessoa e o público agasalhado, com guarda-chuva pra proteger da garoa, assistindo e aplaudindo de pé!
Encerrando a primeira noite do VI Encena na Rua o grupo Teatral Nativos - Terra Rasgada (SP), apresentou o espetáculo “Ditinho Curadô”. Infelizmente a garoa aumentou e o público em sua maioria, deixou a Arena Madeira Mamoré sem poder aplaudir o ótimo espetáculo do grupo paulista.
Programação de hoje - 25
19h - Espetáculo: Andarilhos das Estrelas - Grupo Tibanaré (MT)Intervenção teatral urbana estruturada em forma de cortejo cênico musical.
Espetáculo: O Negrinho do Pastoreio – Grupo Oigalê (RS) - A lenda do Negrinho do Pastoreio fala da vida de um negro escravo que é culpado pela perda de uma corrida de cavalos onde o seu senhor apostou muito dinheiro.
Espetáculo: O Básico do Circo - Núcleo Pavanelli de Teatro de Rua e Circo (SP) - A chegada de uma nova bailarina coloca a trupe de palhaços em polvorosa.

Espetáculo: La Fábula - Companhia de Teatro Madalenas (PA) - Um mergulho no universo mágico presente em contos da literatura universal, encenados com base nos fundamentos do teatro de rua. 

PORTUGAL APLAUDE FESTCINEAMAZÔNIA

“Cinema, se mima, se leva, se vai/ se cega, se neva, cinema, se cai/ cinema, se brinca, se trinca, não vai/ se afina, se anima, cinema, não cai”. O trecho da poesia do português José Luís Peixoto encaixa com precisão no espírito do que foi o Festcineamazônia Itinerante em Évora, Portugal.
A cidade, patrimônio mundial da Humanidade, na região do Alentejo, prestigiou com grande público as atividades do Festcineamazônia. Uma noite com cinema, circo, música e poesia. Essa é a quarta vez que o projeto brasileiro de festival de cinema desembarca na Europa.
O cinema levado pelo Festcine encontrou o circo de Rui Ferreira. Criador do palhaço Oli, Ferreira levantou a plateia da cidade. Com um início de carreira como malabarista, Ferreira é especialista em animação circense e teatro de rua. É um dos fundadores da Companhia Gazua Teatro de Rua. Domina diversas técnicas de malabares, balonismo, monociclo e fogo.
Acompanhado do músico Tó Zé, o poeta José Luis Peixoto foi calorosamente aplaudido após a leitura e interpretação dos poemas. Os dois pertencem à região, o que ocasionou uma emoção a mais na apresentação.
A produção local do Festicineamazônia Itinerante foi do FIKE - Festival Internacional de Curtas-Metragens, Cineclube da Universidade de Évora, Sociedade Operária de Instrução e Recreio Joaquim António de Aguiar, através do cineclubista João Macedo.


O Festival de Artes Integradas - Festcineamazônia Itinerante 2013 tem o patrocínio do BNDES, Governo Federal através da Lei Rouanet, Ministério da Cultura, Secretaria do Audiovisual, apoio cultural da Santo Antônio Energia, Direcção Regional de Cultura do Alentejo, ICA - Instituto do Cinema e Audiovisual, Fundação INATEL, Universidade de Évora, Museu de Évora e Câmara Municipal de Évora.

terça-feira, 23 de julho de 2013

LENHA NA FOGUEIRA - 24.07.13

Pronto, agora parece que o Duelo na Fronteira vai tomar o rumo da realização.
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Depois de alguns entreveros entre as duas agremiações, eis que com a eleição do Dr. Venceslau e do Ricardinho no boi Flor do Campo, os acordos passaram a acontecer com mais coerência.

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Nesta quarta feira dia 24, os dirigentes das duas agremiações estarão se reunindo no prédio do relógio com a secretária Eluane da Secel e com o Júlio Olivar da Setur.
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A reunião será apenas para fechar a data da realização do festival que podemos adiantar, vai acontecer nos dias 4, 5 e 6 de outubro.

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Outro problemas que com certeza será passado a limpo na manhã de hoje, é quanto a cobrança ou não de ingresso e a venda de camarotes para o Duelo.

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Entendem alguns, que, como o dinheiro para a montagem da estrutura de arquibancada e sonorização vai sair através de emenda parlamentar (federal), não pode ser cobrado ingresso.

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Coisa que acho errado e até lembro como exemplo, as Feiras agropecuárias que estão acontecendo no estado todo e até o carnaval fora de época do Maria Fumaça, que acontecem com o aporte financeiro oriundo de emendas parlamentares e mesmo assim, cobram ingresso. ou na bilheteria ou através da comercialização de abadás ou camisetas.

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E por que os bumbás de Guajará Mirim não podem cobrar ingresso. Dois pesos e duas medidas. Vamos interpretar melhor essa normativa.

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Pelo menos uma festa folclórica oficial está garantida no estado de Rondônia o Duelo na Fronteira.

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Poderíamos também estar publicando que o Arraial Flor do Maracujá também já está garantido, porém a pulga está coçando atrás da minha orelha, querendo dizer alguma coisa.


É o seguinte: Pelo andar da carruagem, dificilmente o Flor do Maracujá vai acontecer na data que estão anunciando, ou seja, entre os dias 22 e 31 de agosto.
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Pois o processo do Convênio pelo menos até ontem, não havia saído da mesa da professora Nazaré.

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Como em entrevista a este colunista no mês de junho, a secretária Eluane disse que do inicio do andamento do processo do convênio até seu pagamento serão necessários entre 30 e 40 dias... E se por acaso o documento começasse a andar neste dia 24, a grana só estaria a disposição dos grupos folclóricos no dia 24 de agosto, dois dias depois da data marcada para o inicio da festa.

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Como os grupos também informaram a direção da Secel que só irão se apresentar na XXXII Mostra de Quadrilhas e Bois Bumbás – Arraial Flor do Maracujá se o dinheiro sair antes da data da abertura do Festival...
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Fica difícil de confirmarmos que o Flor vai acontecer na data divulgada.
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Na minha humilde experiência, se o Flor do Maracujá tiver que acontecer será depois do dia 7 de Setembro.

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É por isso que recomendo aos caros leitores, o Festival Amazônia Encena na Rua que está acontecendo todas as noites na praça da Madeira Mamoré a partir das 19h00.

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Hoje mais três espetáculos serão apresentados:
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João Pé de Chinelo – Como a Gente Gosta e A Ferrovia dos Invisíveis, Narrativas do Outro Lado.

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É o Grupo O Imaginário apresentando o melhor do Teatro de Rua para o público de Porto Velho.

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Então vamos fazer o seguinte: Vamos nos encontrar a partir das Sete Horas da Noite, no anfiteatro da Estrada de Ferro Madeira Mamoré para assistir os espetáculos do Amazônia Encena na Rua. Valeu!

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Te aguardo lá, Moreninha linda!

OFICINAS DO AMAZÔNIA ENCENA



Duas ações do Festival Amazônia Encena na Rua serão colocadas em práticas no dia de hoje. Às 9 horas serão abertas as oficinas Técnicas Circenses com o Núcleo Pavanelli (SP); Introdução à Mímica Corporal Dramática ministrada por Zé Regino, Celeiro das Antas (DF) e  Oficina Brincante  que será ministrada por  Mariana Arruda e Hugo Araújo, do Grupo Maria Cutia (MG). Cada oficina conta com 20 vagas e começa sempre entre 9h00. As oficinas acontecerão à beira do Rio Madeira ao lado da casa do Plano Inclinado da EFMM.
Compondo a programação da sexta edição do Festival Amazônia Encena na Rua, hoje também será aberto o Ciclo de Debates com a primeira palestra discorrendo sobre o tema o Teatro, o Público e a Cidade com inicio as 16h00.
No Anfiteatro
O Festival propriamente dito vai apresentar na noite desta quarta feira 24, os seguintes espetáculos:
19h - João Pé-de-Chinelo - Grupo Manjericão (RS). A peça mostra o universo de João Pé-de-Chinelo, que vive nas ruas com seu carrinho catando papelão e outros materiais recicláveis, na busca de sobrevivência e sustento da família. João é mais um trabalhador fruto do êxodo rural que procura reagir com dignidade diante das mazelas dos grandes centros urbanos. O personagem apresenta sua casa e família ao público, narra histórias e aventuras vividas e sonha com dias melhores.



Como a Gente Gosta - Grupo Maria Cutia de Teatro (MG). Exilados pelo novo duque, Rosalinda e Orlando são obrigados a deixar a corte. Ela foge com sua prima Célia e, para se protegerem dos perigos da floresta, se disfarçam de camponesa Aliena e do jovem Ganimedes. Na Floresta de Arden, Rosalinda (como Ganimedes) brinca com seu enamorado Orlando e lhe dá lições de como se curar da febre do amor. Célia se apaixona por Oliver e Oliver por Aliena. Pela floresta, também encontramos Silvio, devotadamente apaixonado pela pastora Febe, que se enamora por Ganimedes. Rosalinda, no meio deste quiproquó de amores, tece sua trama para resolver toda a confusão desta.
A Ferrovia dos Invisíveis, Narrativas do Outro Lado – O Imaginário (RO). A peça retrata a luta de um grupo de trabalhadores para construir uma ferrovia no meio da floresta. A estrutura é baseada nas memórias, nas narrativas de diferentes tempos, a partir de fatos históricos e da importância da presença dos trabalhadores de diversas nacionalidades, no período da construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré. Dando um sentido humano e universal, transformando o drama e as ações humanas em composição de ações poéticas.

O Festival Amazônia Encena na Rua é uma realização do O Imaginário e Sesc com o patrocínio da Caixa.

DUELO NA FRONTEIRA SÓ EM OUTUBRO

O festival folclórico de Guajará Mirim, também conhecido como Duelo na fronteira, uma disputa entre os bois bumbás Malhadinho e Flor do Campo, que até o ano passado vinha acontecendo no final da primeira semana do mês de agosto, este ano (2013), de acordo com os diretores dos bois Malhadinho Edileuza Mendes e do Flor do Campo Ricardo Lira só vai acontecer no final da primeira semana do mês de outubro, precisamente nos dias 4, 5 e 6. “A informação que temos é que nessa data o bumbódromo estará totalmente recuperado pelo governo estadual, segundo a professora Nazaré Silva”, disse o vice presidente do boi Flor do Campo. 
Na realidade em reunião acontecida ainda no mês de junho, entre os dirigentes dos dois bois e a prefeitura de Guajará Mirim, foi sugerida a mudança do festival, para o mês de setembro, fato que não foi aceito pela então diretoria do Flor do Campo que ainda tinha como Vice Presidente a senhora Ivete Manussakis. No último final de semana aconteceu a renovação da diretoria do boi vermelho sendo eleito presidente o Dr. Venceslau Ruiz e vice o Ricardo Lira mais conhecido como Ricardinho To Na Night e com isso os grupos entraram em acordo sobre a data da realização do festival.

Os dirigentes dos dois grupos serão recebidos na manhã desta quarta feira 24, pela secretária da Secel Eluane Martins e pelo Superintendente de Turismo Júlio Olivar com o objetivo de fechar oficialmente a data da realização do Duelo na Fronteira 2013.