sábado, 21 de dezembro de 2013

ENTREVISTA - KALI E OS KALHORDAS

 A melhor banda em 2013


Conforme prometemos, na edição deste domingo, destacamos aquela que consideramos a melhor banda musical do ano de 2013, em Porto Velho. “Kali e os Kalhordas”. Eles foram considerados no ano passado (2012) como a Banda Revelação e então não deixaram a peteca cair. Durante este ano, como diz o guitarrista e violonista Thiago Maziero. “Talvez o nosso trabalho não seja o mais interessante musicalmente falando, mas, foi o mais constante entre as bandas locais, em 2013”.
Dentre tantos shows, arranjaram tempo para gravar e lançar o primeiro CD: “... e a Primavera Chega”, onde a voz e a poesia da Kali nos levam numa viagem surreal pelas vias sinuosas do amor e do desamor. “Não me considero poetisa, apenas expresso o que estou sentindo no momento”.
Nosso papo foi com a cantora Kali Machado Tourinho que nasceu no dia 19 de maio de 1993, em Porto Velho/RO, teve sua primeira experiência musical aos 15 anos, tocando violão, o que, logo em seguida, a levou também a cantar. E com o guitarrista e violonista da banda Thiago Maziero outro portovelhense integrante da banda. Com vocês:
Kali e os Kalhordas a melhor Banda de Rondônia na visão do Zekatraca no ano de 2013.

ENTREVISTA


Zk –Vamos começar com a Kali. Como você surge para a cena musical regional?
Kali – Na verdade comecei compondo. Entre 14/15 anos de idade, fiz algumas músicas, porém, tinha vergonha e acabava mostrando e pedindo para as pessoas cantarem minhas músicas, fiz isso umas três vezes, notava que a galera ficava sem graça e dizia: “Não Kali vamos fazer, calma”. Acabou que ninguém fez, então pensei: A galera tá me enrolando o jeito é eu mesma cantar. Comecei a cantar bem tímida mesmo, cantava baixinho pra dentro.
Zk – Seus pais incentivaram?
Kali – La em casa rolava muita música o dia inteiro. Meu pai é meio hippie ouve muito new have, minha mãe também, eu sempre ouvia música light e no meu gosto via que tinha tendência a gostar de música romântica, Adriana Cal Canhoto, Vanessa da Mata e todas essas cantoras maravilhosas aí. Comecei a cantar e mostrar para minhas amigas e elas davam a maior força, “Caramba tem que colocar fé” e eu dizia, é porque são minhas amigas. A gente nunca acredita, até perceber mesmo que as pessoas estão se identificando, você pensa que é quase impossível, eu pensava assim no inicio, até porque tenho um jeito de escrever  bem literal. Não sinto poesia nas minhas músicas, tem gente que diz que sou poeta, mas, eu não acho.
Zk – Você faz letra e melodia?
Kali – Faço os dois. Meu pai me deu um violão quando eu tinha 13 anos, mas, acabei não curtindo muito, só a partir dos 16/17 anos foi que me interessei mesmo e fui me aprofundando, agora já estou com 20 anos de idade e já consigo tocar alguma coisa.
Zk – O sobrenome Tourinho tem a ver com os Tourinhos do jornal Alto Madeira?
Kali – Todo mundo me pergunta isso: Você é parente do Eudes, da Berenice (reitora da Unir) não, não sou parente deles. Na verdade meu pai é do Piauí e lá a família Tourinho é bem grande, acho que os piauienses que vieram pra cá são da Manteiga.
Zk – Que Manteiga?
Kali – Não tem uma Manteiga da marca Tourinho? Pois é, quando fazem a pergunta eu respondo: Sou da Manteiga.
Zk – Vamos chamar pra conversa o Thiago Maziero – TJ. Como surgiu a Banda Kalhordas?
TJ – Surge num encontro meu com a Kali. Ela veio mostrar algumas músicas e foi impressionante, quando ela mostrou as canções vi um potencial gigantesco. Em 2011 estava tocando em São Paulo com outro Projeto Musical que tenho com o Luiz Paulo que é baixista e numa conversa no quarto do hotel, surgiu a idéia de criar uma banda focada ou baseada no que havíamos visto no Festival que estava rolando em Sampa, só que com um vocal feminino e como eu já conhecia a Kali, falei: Tem uma menina lá em Porto Velho que acho que vai encaixar com nossa idéia, mostrei um vídeo dela que tinha na Internet e ele ficou super impressionado. Cerca de um mês depois, sentamos com a Kali e fizemos a gravação apenas voz e violão das músicas dela e então passamos a elaborar os arranjos e montar o necessário para a produção do CD.


Zk – Quem faz parte da Banda?
TJ – São cinco pessoas: Kali no vocal, eu na guitarra, violão e vocal; Jeferson na guitarra, teclado e vocal; Luiz Paulo no baixo e sintetizadores e o Felipe na Bateria.
Zk – O nome Kalhordas surgiu em função do nome Kali?
TJ – Mais ou menos. Na verdade, estávamos na busca de um nome pro grupo e várias idéias foram surgindo, mas, nenhum era agradável e o Luiz Carlos fuçou o meu computador e achou um texto que tinha feito “Ode aos Calhordas” alguma coisa assim e ele achou o nome muito interessante por que querendo ou não, é um nome que carrega a imagem de Bossa aquela idéia dos anos cinquenta e a Kali tem uma influencia muito forte sobre Bossa Nova e então colocamos o “K” no calhorda pra relacionar com o nome dela. Inclusive fui o cara que mais relutou contra o nome.
Zk – Por quê?
TJ – Por que carrega uma imagem muito negativa. Calhorda é o Malandro nível máster.
Zk – Kali e as composições?
Kali – Tem muito a ver com o que eu estava passando e também exemplo de amigas que me falavam a respeito de seus relacionamentos, então vinha aquela imagem na minha cabeça e eu queria escrever a respeito daquela história, mas, a maioria das letras têm muito a ver comigo.
Zk – Você canta mais o amor ou o desamor?
Kali – Gosto dos dois, tanto que no CD a gente costuma dizer que tem uma ordem cronológica. No inicio tem “Sobre o Acaso” que é um poema da Gabi Amadio e depois vem Parte de Mim cuja letra transmite a dúvida: Será que enfim encontrei aquele amor. Tem momentos de tensão, momentos que abandonei coisas, amores, não é só uma história, são várias.
Zk – Como foi a primeira apresentação em público e quando foi?
Kali – Foi bem positiva, embora a gente ainda estivesse bem destreinada e eu fosse muito tímida, tanto que não larguei o microfone um só minuto e tinha medo de andar, apesar da tensão achei positiva, até porque os amigos compareceram e aplaudiram inclusive pessoas que não conhecíamos elogiaram, foi muito legal.

Zk – É verdade que vocês estão indo pra São Paulo. Qual o objetivo?
TJ – Estamos indo para divulgar o trabalho que já temos e nos personalizarmos mesmo. Aqui em Porto Velho e na região Norte como um todo, ainda é um pouco complicado você se estabilizar como músico. Estamos indo pra São Paulo pra buscar melhorar e também preparar um novo trabalho que estamos pesquisando desde julho, que é a Música Popular Beradeira – MPBERA. Primeiro vamos trabalhar o CD “... e a Primavera Chega” que ainda é muito novo, foi lançado em setembro deste ano. Vamos galgar alguns degraus para melhorar como músicos, como produtor musical, como artista.
Zk – O trabalho de vocês é apenas autoral?
TJ – A gente toca algumas versões dos artistas compositores daqui e até de outros estados, a gente tem um foco muito na Música Popular Brasileira, valorizamos muito isso, que é o nosso cenário real, mas, nosso foco é o nosso trabalho autoral a gente só insere músicas de outros artistas quando o tempo é mais prolongado.
Zk – Fala mais sobre a MPBera?
TJ – Na verdade é um termo antigo. É a Música Popular Beradeira que só agora tomou formas populares. Nossa idéia é fazer o resgate da música local. Já temos alguma coisa pesquisada e ainda contamos com a ajuda do Binho, do Rinaldo, do Bira do Bado e de outras pessoas. Temos sentado muito e conversado com essas pessoas sobre essas histórias musicais essas cenas. Já trabalhamos algumas canções, a primeira foi a do Walter Bártolo que é o primeiro registro histórico que a gente tem conhecimento: “Foi Ela”. A idéia da Musica Popular Beradeira que temos, é na questão de valorizar mesmo esse cenário local.
Zk – Como você se sentiu cantando sem ser com os Kalhordas, no Canta Mulher?

Kali – Foi muito gratificante e lindo, várias meninas daqui inclusive a Wilka que é uma coisa incrível cantando, todas foram maravilhosas. Achei massa porque foi uma experiência bem diferente pra mim. Com os Kalhordas já sou familiarizada, canto sorrindo pra eles, é diferente você estar ali cantando com outra banda, apesar de músicos maravilhosos como o Betão, Katatau, todos ótimos músicos. Gostei muito e acho que todo mundo também gostou.
Zk – Vocês se apresentam em qual casa noturna em Porto Velho?
TJ – Não temos uma casa fixa, mas, pelo menos uma vez por mês a gente tem tocado em uma casa de show. Informal, Pioneiros ou Grego e outros espaços, a gente tem mantido um ciclo de shows muito forte. Há mais de oito meses que a gente não fica sem tocar nem que seja uma vez por mês. Talvez o nosso trabalho não seja o mais interessante musicalmente falando, mas, foi o mais constante entre as bandas locais,

Zk – E fora de Porto Velho?
TJ – Na verdade nosso primeiro show como banda foi fora de Porto Velho num evento que aconteceu no município de Candeias do Jamari, depois tocamos em Ji Paraná e só então tocamos em Porto Velho.
Zk – E o CD “... e a Primavera Chega”?
TJ – Vou repetir o que escreveu o antropólogo paraibano Ninno Amorim: "Este trabalho aponta para uma mudança no cenário musical existente em Rondônia. Trata-se de um convite irrecusável para uma viagem de paz pelo país de Kali e os Kalhordas. Um mundo musical bem colorido com as mais diversas influências.",

Zk – Para contratar a Kali e os Kalhordas?

TJ – a pessoa pode entrar em contato via face kalieoskarlhordas ou pelos telefones: (69) 8102-4333 (Thiago), 8133-2103 (Luiz Paulo)e o da Kali que é 8156-1003.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

LENHA NA FOGUEIRA - 21.12.13

Porto Velho está em polvorosa! Os bandidos estão aterrorizando seus habitantes. O pior é que ninguém sabe como se defender, pois os ataques seguem as técnicas do terrorismo, com várias investidas ao mesmo tempo em lugares diferentes.

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Vários eventos foram suspensos em virtude desses atos de violência que assola a cidade, desde a última terça feira.
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Inclusive o que se ouvia antes, era a existência de uma lista com nomes de Policiais Militares e Agentes Penitenciários marcados para morrer.
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Parece que em virtude da descoberta por parte da polícia dessa “lista” macabra. Os bandidos resolveram mudar a estratégia e saíram atirando aleatoriamente em quem encontrarem pela frente.

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É aí que nos lembramos dos tempo dos delegados que acabaram com os pistoleiros em Rondônia. Walderedo Paiva, Marcos Porto, Marcos Soares, Lucena Leal e outros.

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Acontece que naquela tempo, eles contavam com o respaldo oficial, e ainda não funcionava direito, os órgãos em defesa dos direitos humanos.
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Hoje o policial não tem apoio da sociedade em especial dos órgãos de defesa dos direitos humanos. O bandido pode matar, maltratar e fazer o que quiser com os pais de famílias e seus familiares.

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Se o policial puxar a orelha de um bandido, responde processo criminal, por maltratar um ser humano. Ser humano que mata por matar.
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Quanta saudade do tempo que o Coronel Ferro comandava a polícia. Lembro que da última vez que ele assumiu a Secretaria de Segurança, no dia e no horário de sua posse que estava acontecendo no auditório do palácio Presidente Vargas. De mansinho ele saiu da solenidade e foi acabar com uma rebelião que estava acontecendo no Urso Branco.

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O que Será que está acontecendo com nossos autoridades policiais, que não conseguem controlar o tráfego de droga e armas dentro do presídio. Preso tem os mais sofisticados aparelhos celulares e de dentro do presídio comandam as atrocidades que estão acontecendo na cidade.
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Quem assistiu ao filme “Salve Geral” sabe muito bem como é que os bandidos presos agem. E sabe também como foi que a polícia de São Paulo agiu para dar um basta na série de atrocidades, que os bandidos de dentro do presídio mandavam seus comparsas de fora praticar.

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Já está em andamento em Porto Velho a operação “Salve” e por isso os bandidos estão “doidos” e com medo. Esse é o motivo da violência desenfreada que está acontecendo na cidade. Eles (os bandidos) pretendem fazer com que a polícia recue ou parem com as investigações dentro do presídio.

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Esperamos que a polícia não vá na conversa dos bandidos. É como diz o Datena: “Bandido bom, é bandido morto”.

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Amigos, enquanto esse problema não é sanado, é bom que fiquemos em casa assistindo novela. A melhor ‘BALADA’ na atual circunstância é assistir novela, para não ser vítima de BALA perdida.

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Não sei nem se devo recomendar a participação dos leitores, na programação da prefeitura de Porto Velho através da Funcultural, que convida para a Cantata de Natal que vai acontecer amanhã dia 22, na praça da Madeira Mamoré.

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Assim como também não sei se recomendo a participação na Roda de Samba do Beto Cezar na noite de hoje, no Mercado Cultural, já que até a direção do Porto Velho Shopping distribuiu nota alterando seu horário de fechamento, em virtude da violência que está dominando Porto Velho.

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Que os bandidos nos conceda INDULTO neste Natal!

TRIBUTO AO ZEZINHO MARANHÃO


 A Fundação Cultural de Porto Velho – Funcultural realiza neste sábado 21, durante a “Feira do Porto” que acontece na praça Aluizio Ferreira o show “Tributo a Zezinho Maranhão”. O espetáculo que vai contar com show dos cantores, compositores Bado e Binho está marcado para começar as 19h00.
Zezinho Maranhão considerado dos melhores compositores e cantores de Rondônia, inclusive o maior vencedor do Festival Aberto de Música – FAM/SESC, com três CDS lançados inclusive um apenas com músicas natalinas, será homenageado na noite deste sábado 21, pelos amigos e parceiros musicais Binho e Bado.
Zezinho veio para Porto Velho em meados da década de 1980 para lançar seu primeiro LP em vinil. Aqui já residiam alguns de seus familiares como seus pais e irmão Francisco Silva o professor Chiquinho e então resolveu ficar.
Na manhã do dia 7 passado, a cidade foi surpreendida com a notícia de sua morte. Uma jovem tresloucada invadiu a residência da família do Zezinho entrou em seu quarto e desferiu-lhe mais de 15 facadas, sem motivo algum. Presa em flagrante, ninguém até hoje soube explicar, o motivo pelo qual a justiça decretou sua soltura, o que revoltou a sociedade portovelhense.

Hoje é dia de reverenciarmos com o que Zezinho Maranhão sabia fazer de melhor que era compor, tocar e cantar o amor. Binho, Bado e muitos outros amigos do artista cantam na noite de hoje na praça Aluizio Ferreira as melhores canções do grande Zezinho no Show “Tributo a Zezinho Maranhão”. 

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

LENHA NA FOGUEIRA 20.12.13




O Natal ta chegando e as festas proliferando. Ontem aconteceu a confraternização do Decom e a turma de jornalistas se reuniu no Mirante Dois e Meio, para um almoço dos melhores já servidos em todas as festas de confraternização que participamos este ano.
 
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O clima de companheirismo existentes entre os jornalistas que prestam serviço ao governo do estado de Rondônia e são lotados no Decom é dos melhores. Basta lembrar o clima bacana durante toda a festa, principalmente as brincadeiras do “Amigo Secreto”.

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Apesar de ser brincadeira, a frase a seguir foi mal colocada por um jornalista, ao descrever a pessoa “Amiga Secreta”. “Minha amiga secreta está acostumada a levar vara”. Ninguém entendeu realmente o que o rapaz quis dizer, até porque ao sentir a “barrigada”, ele tentou se justificar: “Essa vara não é a que vocês estão pensando!”. Era tarde!.
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Depois o outro jornalista confundiu o Superintendente do Porto com o Gerente do Porto Shopping e trocou os nomes. Ao sentir a gafe, entregou o microfone para a substitua e saiu de fininho.

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Palmas para a equipe que coordenou o almoço de confraternização do Decom. Há muitos anos não via a ”cambada” de jornalistas tão harmonicamente reunida.


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O bom foi que praticamente não aconteceram os cansativos discursos. O Chefe Osmar Silva falou o suficiente, agradecendo a todos e desejando Feliz Natal e Prospero ano Novo a todos, no seu e no nome do governador.

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A subchefe Edna Okabayashi (linda) começou a troca de presentes e a Suely que foi a responsável pela ótima organização da festa comandou o resto.
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O cantor ariquemense Osman Silva comandou o repertório durante o almoço, com sua maravilhosa voz e clássicos boleros.

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Depois o Valdir Alves jornalista, cantor, violonista e mais um bocado de “ista”, dominou o palco e durante toda a tarde animou os presentes. A jornalista Vanessa Farias deu uma súper canja e encantou a todos com sua voz maravilhosa.

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Quem marcou presença como convidado especial, foi o jogador de futebol, Elsinho que disputou a série “B” do Brasileirão pelo América Mineiro mas, segundo seu pai, tem vínculo contratual com o Vasco da Gama. É tudo da Segundona!

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Brincadeiras a parte, Elsinho é uma dos melhores laterais do futebol brasileiro e seu nome já chegou a ser especulado pela grande imprensa, como candidato a lateral esquerda da Seleção Brasileira. O Elsinho é de Porto Velho.

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O amigo secretário Ouvidor Vicente Moura marcou presença na festa do Decom e foi super aplaudido a ter seu nome registrado.

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O interessante, foi que na festa dos comunicadores, não teve a figura do cerimonialista ou apresentador, o que foi elogiado por todos.

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Para quem viu e participou da festa de confraternização dos funcionários do Decom, é isso mesmo, a festa não foi apenas para os jornalistas, o pessoal burocrático também teve vez e voz, principalmente a Cris que nos foi apresentada pelo Osmar como candidata a Porta Bandeira de Escola de Samba. “Tem ou não tem potencial Zé Katraca?” Claro que tem chefe!


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Já pensou! O Valdir Alves cantando e o Waldir Costa dançando, enquanto o Nilton Salinas ligava pro Pataka dizendo: “Vem pra cá, vamos selecionar as jornalistas Madeiretes”.

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E a festa varou à tarde com muito churrasco, cerveja e música pra todos os gostos. FELIZ NATAL Cambada de Jornalistas!

SAMBA PRO SEU ZÉ NA ESCOLA ASFALTÃO


Em parceria com o grupo ‘Só Bambas’ a escola de samba Asfaltão a partir desta sexta feira até o carnaval chegar, promove o “Samba Pro Seu Zé”, cujo objetivo é reunir os sambistas de Porto Velho na calçada do bar do Calixto numa roda de samba descontraída cujo maior compromisso é cantar e tocar samba de raiz. O cavaquinista Walber um dos idealizadores do Projeto aposta no sucesso do evento que servirá como prévia dos ensaios da escola de samba campeã do carnaval de 2012. “Estão todos convidados para o primeiro “Samba Pro Seu Zé” que vai acontecer nesta sexta feira a partir das 18h00 na calçada do bar do Calixto no bairro Nossa Senhora das Graças.

Ensaio do Mistura Fina

Visando o desfile do dia 31 de dezembro, a coordenação do Bloco Mistura Fina, convida os foliões para o ensaio que vai acontecer neste sábado dia 21, no bar do Antônio Chulé na esquina da Joaquim Nabuco com a rua Bolívia a partir das 14h00.

O Mistura Fina é tradição em Porto Velho sempre se apresentando pelas ruas do centro, na tarde/noite do dia 31 de dezembro. A principal fantasia do Mistura Fina é a Maizena, por isso a coordenação comunica principalmente às foliãs que cubram os cabelos, para evitar que sejam impregnamos pela Maizena ou Pó de Arroz. “É proibido usar outro tipo de pó que não Maizena ou Arrozina”, informa Waldison Pinheiro. Os ensaios vão acontecer neste e no próximo sábado, 21 e 27 respectivamente sempre iniciando as 14h00. “O folião interessado em colocar música especificamente marchinha carnavalesca no Bloco, deve comparecer aos ensaios com pelo menos 15 cópias da letra da música. “Vamos avaliar se a música tem ou não condição de ser cantada no desfile. O resultado é imediato”, disse o coordenador musical Reginaldo Makumba.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

LENHA NA FOGUEIRA - 19.12.13

Ontem fomos convidados a participar do aniversário de 52 anos da Sociedade de Cultura Rádio Caiari.

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Lá fomos recebidos pela jornalista/radialista Monique Joner apresentadora do Bom Dia Caiari/Entrevista. Como chegamos quase no final do programa, participamos também do programa, “Evangelizar é Preciso apresentado pela Natalia Silva.

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A Rádio Caiari juntamente com o jornal Alto Madeira fazem parte da minha história como comunicador. No Alto Madeira como Office Boy e entregador de jornal a partir da 1957 e na rádio Caiari a partir de 1960 primeiro como sonoplasta e depois apresentador de programa.
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Há algum tempo estamos colhendo material com o objetivo de publicar um livro com a história da Rádio Caiari. Falta pouco para fechar a história da segunda emissora de rádio difusão de Rondônia. A primeira foi a Rádio Difusora do Guaporé.

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É bom que se esclareça que na minha história sobre a rádio que idealizada pelo então Padre Vitor Ugo, a data da inauguração é outra e não o 18 de dezembro de 1961 como consta do site da emissora.

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Quando meu irmão saudoso Bianor Santos o primeiro locutor juntamente com o José Hélio Castro da rádio Caiari, foi convidado por Vitor Hugo para estruturar a emissora, me levou junto para ser o sonoplasta.

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Era o meio do ano de 1960, quando a rádio entrou no ar pela primeira vez. Lá estávamos Eu e o Ary Santos outro amigo do Bianor também convidado pêra atuar como sonoplasta os técnicos que nos ensinou a operar a aparelhagem foram Artur Marques e o Fernando Barbosa. Eram dois Toca Discos Pickup e os discos eram em 78 RPM em vinil. Era o maior sufoco para trocar de disco. Cada disco tinha apenas uma música de cada lado.

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O primeiro estúdio foi montado embaixo de uma escada existente no prédio onde funcionava o Colégio Dom Bosco (hoje Faculdade Católica) ali na Gonçalves Dias.

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A rádio só funcionava à noite no horário entre as 19 e as 22h00. Naquele tempo a energia elétrica da cidade de Porto Velho era desligada as 23h00.

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Assim que terminaram a construção do prédio da Escola Domingos Sávio (hoje residência do Arcebispo) atrás da Catedral a rádio foi transferida pra lá e ainda funcionava com o transmissor de rádio amador.
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Ainda em 1960 chegaram um transmissor de rádio comercial, a mesa de som, a antena e todo o equipamento de uma rádio de verdade. Tudo da marca Telefunken

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A instalação de todo esse equipamento terminou no mês de fevereiro de 1961 e nós, funcionário da Rádio Caiari, resolvemos festejar a inauguração do equipamento no aniversário do Padre Vitor Ugo dia 21 de fevereiro de 1961.
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Ao contrário do que consta no site da emissora atual. Os programas de maior sucesso no inicio da Rádio eram: Carrossel de Melodias, Avisos Para o Interior, O Bico do Arara e Telefone para 272 e Escolha Sua Música.

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Quanto à data de 18 de dezembro, é considerada como a da fundação da rádio, porque foi naquele 18 de dezembro de 1961 que Vitor Ugo juntamente com o Bispo Dom João Batista Costa assim quiseram, pois pela primeira vez um ato religioso foi transmitido ao vivo. Foi a Novena de Natal.

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O 18 de dezembro é a data oficial para a igreja, porém, há quem queira que se conte como oficial, a data da liberação da licença pelo órgão federal, que só aconteceu em 1962.

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Essa é a história que pretendemos contar no livro que está prestes a ir pro prelo.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

LENHA NA FOGUEIRA 18.12.13

A respeito do Edital da Superintendência de Cultura – Secel para o carnaval de 2014, que publicamos na edição de ontem, é preciso alertar os amigos para o seguinte:

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Como a Secel é o órgão da cultura do estado de Rondônia, entendemos que o convênio a ser firmado com a entidade que vencer o Edital, terá que colocar na planilha de repasse, as escolas de samba, Falcões do Planalto e Acedêmicos da Liberdade de Rolim de Mopura mais a escola de samba Unidos do Guaporé de Costa Marques e os blocos de Guajará Mirim.

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Sendo assim, de acordo com o Edital, setenta por cento do valor do convênio R$ 550 Mil, deverá ser dividido entre as escolas de samba do grupo especial e de acesso da Fesec da seguinte maneira;

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GRES Os Diplomatas; Acadêmicos do São João Batista, Acadêmicos do Armário Grande; Asfaltão; Falcões do Planalto, Acadêmicos da Liberdade e Unidos do Guaporé que dividirão 70% do valor do convênio em partes iguais. Essas são as escolas do Grupo Especial.

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No grupo de acesso temos: Unidos da Rádio Farol. Império do Samba, Acadêmicos da Zona Leste e os blocos de Guajará Mirim que dividirão em partes iguais 25% dos 550 Mil. De acordo com o Edital os 5% restantes devem ser investidos na divulgação do evento.
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Vamos fazer as contas. Cada escola do grupo especial deverá receber R$-55 Mil.

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Enquanto que as escolas do Grupo de Acesso mais os blocos de Guajará Mirim devem ficar com R$ 34 Mil cada.

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Isso se a escola de samba de Ariquemes não reivindicar seus direitos. Na administração do Chicão o governo Confúcio apoiou além das entidades citas acima, mais o carnaval de rua de Cacoal, Ariquemes, Vilhena e outras cidades.

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Pergunta-se! E a entidade que vencer o Edital, vai ganhar o que? Apenas aporrinhação para apresentar Prestação de Contas sem nenhuma rasura sob pena de passar o resto de sua existência sem poder assinar um “pipilem” sequer.

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No nosso modesto entender, o Edital foi mal elaborado e em conseqüência precisa ser revisto, ainda está em tempo. Acho que aproveitaram um texto antigo e só trocaram alguns itens. Tanto que em determinado parágrafo, encontramos a denominação Secretaria para a Secel quando na realidade, agora o correto é Superintendência. Corrigi isso aí Kim!

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Em tempo de festa natalina, nada melhor do que ouvir preciosidades, como a que o deputado Moreira Mendes falou da tribuna da Câmara Federal:

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“Terra indígena é aquela que estava ocupada quando da promulgação da Constituição de 88”.

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Para o bom entendedor ele quis dizer que: “Quem pegou, pegou. Quem não pegou não pega mais”.


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Segundo o deputado, dados de 2013 indicam que 13% do território nacional estão definitivamente demarcados como terras indígenas.


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Para ele, a área de 109.871.000 hectares é suficiente para atender os indígenas e preservar seus direitos.


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“É o interesse econômico que está por trás disso, não é o interesse dos indígenas, que são usados como massa de manobra. O Brasil é hoje o segundo maior produtor de alimentos do mundo. Isso é que incomoda os nossos adversários de outros países”, ressaltou Moreirão.


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Depois que o Almir Suruí descobriu o caminho do Carbono, ninguém quer dar ao índio a terra que sempre foi dele. Quer dizer então, que o índio que construiu após a constituição de 1988, não tem direito a ter seu pedaço de terra? Esse negócio ta mal explicado.
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Como essa não é a nossa praia, vamos deixar a pendenga para os Caciques de verdade e para os que se acham “Cacique”.