segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

MinC INAUGURA INCUBADORA BRASIL CRIATIVO


A Incubadora Pará Criativo, primeira da Rede Incubadoras Brasil Criativo, será inaugurada em Belém, na sede do Instituto de Artes do Pará - IAP, no próximo dia 09/01, em cerimônia que contará com as presenças da ministra da Cultura, Marta Suplicy, do governador Simão Jatene, do prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, dentre outras autoridades e representantes da cena cultural paraense.
O programa, que conta com investimento de R$ 19,4 milhões, e que tem como princípios norteadores a diversidade cultural e a inclusão social, inaugurará, até junho de 2014, mais doze incubadoras de empreendimentos culturais nas capitais do Acre, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Paraná, Pernambuco e Distrito Federal.
Incubadoras são espaços de oferta de qualificação, disponibilização de infra-estrutura e geração de negócios para novos empreendimentos, contribuindo para a sobrevivência e crescimento destes durante os primeiros anos de atividades. Além disso, são espaços de convívio e interação multisetorial entre empreendedores criativos, compartilhamento de experiências e fortalecimento de redes e coletivos.
As Incubadoras Brasil Criativo ofertarão aos agentes culturais cursos e consultoria em inovação, empreendedorismo, planejamento estratégico, assessoria contábil, assessoria jurídica, de comunicação e marketing, e acompanhamento contínuo. Está prevista ainda a instalação de balcões de crédito, formalização, formação técnica, realização de cursos, e também uma área para trabalho colaborativo. As atividades serão desenvolvidas por equipes locais, em diálogo com as potencialidades criativas de cada região.
São parceiros do programa, dentre outras instituições, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Ministério da Educação, Ministério do Turismo, as secretarias estaduais e municipais de Cultura, secretarias de Desenvolvimento Econômico, APEX, SEBRAE, SENAC, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, e universidades.

Economia Criativa reúne em torno de vinte setores da nova economia – que são os que mais crescem e geram empregos no mundo, atualmente –, baseada num processo criativo e de inovação que agrega valor a produtos e serviços, gerando riqueza cultural e econômica. A Rede Incubadoras Brasil Criativo visa potencializar os empreendimentos nesses setores, posicionando a cultura como um dos principais eixos estratégicos de desenvolvimento do País.

NELSON NED - UMA HISTÓRIA DE SUPERAÇÃO


Num mercado pop em que a aparência muita vezes importa mais que o talento, Ned, com seu pouco mais de um metro de altura e o corpo fragilizado pela displasia espondiloepifisária, foi um dos maiores ídolos românticos do Brasil."Eu sou um milagre", costumava dizer o cantor.
Nenhum brasileiro cantou para tanta gente no exterior. Ned se apresentava em estádios – não teatros, estádios mesmo – na Colômbia, República Dominicana, Venezuela e no México. Foram duas vezes no Madison Square Garden e quatro no Carnegie Hall, em Nova York.
Quando o escritor colombiano Gabriel Garcia Márquez visitou o Brasil, em 1981, Chico Buarque perguntou: "Se sua literatura fosse música, que tipo de música seria?". "Um bolero cantado por Nelson Ned", afirmou o Nobel.
Nascido em Ubá (MG), em 1947, Ned teve seis irmãos normais. Desde pequeno, conviveu com o preconceito. Em tempos politicamente incorretos, até sua gravadora faturou em cima do "pequeno gigante": um de seus primeiros discos chamava "Um Show de 90 Centímetros". "Eu tinha mais de um metro, mas acharam que 90 centímetros chamaria mais atenção", disse o cantor.
Ned nunca foi aceito pela elite da MPB. Ronaldo Bôscoli o chamava de "anãozinho ridículo", o que o motivou a compor "Tamanho Não É Documento": "Sou pequeno, mas meu coração é grande/bem maior do que o seu".
Dizia que o preconceito do dia a dia o ajudava a encarar qualquer platéia: "Quem passou a vida toda sendo humilhado aprende a se defender. Quando canto eu me transformo, consigo ver o ar transformado em música. É uma sensação gloriosa". (Por André Barcinski)
O cantor Nelson Ned, 66, foi cremado na noite de domingo (5), no Cemitério Horto da Paz, em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo.

LENHA NA FOGUEIRA - 07.01.14

De acordo com divulgação dos governos, estadual e municipal, o ano de 2014 começa pra valer, a partir de hoje.

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Hoje completa um mês que o Zezinho Maranhão foi brutalmente assassinado, por uma irresponsável que anda se fingindo de louca para escapar da prisão, depois que foi beneficiada por uma canetada mal dada!

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Trinta dias sem o compositor de músicas belíssimas. Zezinho Maranhão jamais deixará de existir para àqueles que gostam de música de qualidade. Descansa em paz amigo e parceiro Zezinho Maranhão!

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Voltando ao assunto, inicio do ano! Já na manhã de hoje (7), os dirigentes da Federação das Escolas de Samba de Rondônia – Fesec, vão se reunir com a presidente da Funcultural Jória Lima. Nessa reunião a pauta principal será o repasse que será efetuado pela prefeitura às entidades carnavalescas, que deverá ser investido na preparação de seus desfiles em março, quando a prefeitura vai realizar o “Carnaval do Centenário” de Porto Velho.
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Depois do réveillon a turma ficou mais animada e acredita que a PGM não colocará nenhum empecilho na assinatura do convênio.
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Os carnavalescos apostam que no mais tardar, até o dia 20 deste mês, a grana já esteja a disposição das agremiações carnavalescas.
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A turma está tão ressabiada, que até hoje nenhuma escola de samba, como medo de pegar calote, não programou ensaio.
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As conversas de bastidores dão conta de que a emenda da deputada Epifânia Barbosa em prol das escolas de samba já foi empenhada, mas, como o governo estadual só volta a funcionar a partir de hoje, não temos  como afirmar que essa notícia é verdadeira. Tomara que seja!

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Quanto à prefeitura de Porto Velho, a reunião que decidirá quanto realmente será disponibilizado para o carnaval, vai acontecer na manhã desta terça feira dia 07.

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Tanto que vi com “esses olhos que a terra há de comer”, vários carnavalescos no dia 31 de dezembro passado, na beira do rio Madeira, tentando pular as famosas sete ondas. No caso do Madeirão, são Sete Banzeiros.

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A única escola de samba que já está com os figurinos prontos, é a “Acadêmicos da Zona Leste”. Sandro Sarará encomendou e já recebeu os figurinos direto do Rio de Janeiro.

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Pai Beto presidente da Acadêmicos do São João Batista foi buscar inspiração no estado do Acre, onde a beira do rio Acre levou oferenda aos seus Orixás e retornou super confiante.

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O Armário Grande ofereceu almoço ao compositor Bainha e família, tentando garantir sua participação não só na composição do samba enredo, mas, como diretor de harmonia.

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Isso quer dizer, que o Asfaltão pode não contar com a participação do Mestre Bainha em seu desfile deste ano. E o Bainha garante que leva com ele o Oscar e o Zé Baixinho.

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Segundo o interprete de samba enredo Banana Split da São João Batista, o Hudson Mamede irá lhe ajudar a cantar o samba do Mávilo Melo, Valcir do Cavaco e do pai Beto, na passarela Edson Fróes

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Hudson Mamede foi o interprete do samba da Diplomatas no último carnaval, depois firmou contrato e vai cantar o samba da Acadêmicos da Zona Leste que é do grupo de acesso e por isso não o impede de cantar na SJB.

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Edgley Queiroz e Júnior serão os interpretes da Diplomatas e segundo o Eufrásio está tudo em casa.

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Enquanto o carnaval não chega, vou entrevistar a escritora Sandra Silva a única brasileira selecionada pela NASA para povoar o planeta Marte. 

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

LENHA NA FOGUEIRA - 04.01.14

O estado de Rondônia completa neste dia 4 de janeiro, 32 anos de instalação, sem nenhuma (pelo menos até o fechamento dessa coluna) solenidade cívica ou cultural prevista.

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A não ser o feriado oficial que obedece ao Decreto Lei n° 39 de 31 de dezembro de 1982, assinado pelo governador Jorge Teixeira de Oliveira.

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Se não estou enganado,  alguém sugeriu ao o governador Ivo Cassol que passasse a comemorar o aniversário da criação do estado, ou seja, no dia 22 de dezembro, inclusive foi divulgado que o 4 de janeiro não seria mais feriado por conta da mudança da comemoração.
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Não deu certo porque ficou muito perto do Natal. Por outro lado, a idéia da mudança da data do dia 4 de janeiro para o 22 de dezembro, de acordo com seus idealizadores, era porque no inicio do mês de janeiro, o orçamento do estado ainda não estaria aberto e com isso, ficava difícil realizar uma grande festa. Tudo balela, conversa pra boi dormir.

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No tempo do Teixeirão e até no governo Bianco, a festa era das melhores. Começou a minguar justamente no governo Cassol e minguou de vez no atual governo.
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O 4 de Janeiro é mais uma festa que entra para a estatística do “Já teve”.
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Se eu fosse secretário de cultura, promoveria em todo 4 de Janeiro ações culturais no Memorial Jorge Teixeira. Aliás, o Memorial Jorge Teixeira só não está totalmente abandonado, porque a Cida Souza jornalista das boas e amante da preservação da nossa história, não deixa.

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Formaria parceria com as secretarias de educação, estadual e municipal, no sentido de promoverem concurso de redação, cujo tema seria a criação do Estado de Rondôina.

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Realizaria concurso em artes plásticas cujo tema seria “A História do Estado de Rondônia”, inclusive a cada ano poderia se explorar um viés cultural da formação do nosso povo, como “O Seringueiro”, “Os Arigós”, os “Colonizadores do Novo  Eldorado”.

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Promoveria o Festival de Música do Estado de Rondônia, aí o tema seria aberto. Dentro desse Festival uma premiação para a música cuja letra exaltasse as coisas de Rondônia.

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No Esporte criaria a Taça Estado de Rondônia – Que bem poderia ser “22 de Dezembro” ou “4 de Janeiro”  - O torneio teria que ser estadual na base do mata-mata.

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Festival de Teatro também com tema aberto e premiação especial para tema sobre o Estado de Rondônia.

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Como a data é próxima ao carnaval, promoveria um concurso de marchinhas carnavalescas sobre Rondônia.

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As idéias são muitas. Para encerrar as comemorações, um grande show popular em Porto Velho com atrações nacionais e estaduais.

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Talvez os responsáveis pelas finanças do Estado achem que promover festa para comemorar seja lá o que, é despesa para os cofres do governo estadual.

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Nossa humilde experiência, diz que é ao contrário, comemorar uma data como a da instalação do Estado de Rondônia, não traz apenas divisas financeiras, mas, em especial a social.

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Basta lembrar o Réveillon que a prefeitura realizou na virada de 2013/2014, quando a Policia Militar oficialmente divulgou que praticamente não houve nenhum incidente ou confusão.

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A direção do João Paulo II também divulgou que foram insignificantes os casos que deram entrada no Pronto Socorro.

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Tá provado que festejo popular não é despesa, é investimento com alta margem de lucro.

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Quando será que deixaremos de ser apenas Sentinelas avançadas à procura de uma luz no fim do túnel? 

UMA HISTÓRIA CARNAVALESCA SOBRE O 4 DE JANEIRO


Os desfiles das escolas de samba no carnaval de 1982, a pedido o então governador Jorge Teixeira de Oliveira foi uma homenagem ao Território Federal de Rondônia que chegava ao fim e ao Estado de Rondônia recém criado e instalado. Teixeirão convocou ao seu gabinete, a professora Marise Castiel responsável pela escola de samba Pobres do Caiari e o Leônidas O’Carol Chester responsável pela escola de samba Os Diplomatas e sugeriu, que as duas agremiações carnavalescas, desenvolvessem seus enredos sobre os dois acontecimentos. A professora Marise Castiel tradicionalista por excelência, disse de cara, que a Pobre do Caiari apresentaria na avenida um tema sobre o Território Federal de Rondônia e em conseqüência, a Diplomatas do Samba exploraria a criação do Estado.Ao reunir a diretoria da escola de samba Pobres do Caiari dona Marise falou sobre a reunião com o governador, inclusive passou a boa nova, de que o Governador Jorge Teixeira havia dito que as despesas com fantasias e alegorias, seriam por conta do Estado e então, colocou para apreciação, o enredo que ela intitulou de “Adeus, Meu Território, Adeus”, que foi aprovado por unanimidade, então a carnavalesca virou-se para o compositor Silvio Santos e disse: “Amanhã vá até minha casa para conversarmos sobre o samba enredo”.
Apesar do pedido “ordem”, Silvio só apareceu na residência da dona Marise quase uma semana depois, mesmo assim, foi muito bem recebido e durante a conversa que durou toda uma manhã, com dona Marise passando a idéia de como seria montado o enredo “Adeus, Meu Território, Adeus”. “Ela não escreveu a sinopse do enredo, apenas falou como gostaria que o samba fosse feito”, confirma Silvio. Após toda a conversa ela vai até seu escritório e retorna com um papel dizendo, fiz estes versos, vê se você consegue aproveitar.
Acontece que como sabemos, ela era pianista e com isso o verso que ela passou, veio acompanhado de uma melodia, muito bonita. Resultado o compositor não só aproveitou a estrofe musicada como dali partiu para a conclusão da letra e da melodia do samba enredo. A estrofe que dona Marise escreveu diz: “Adeus, meu Território, Adeus/Foste um grande baluarte/Que o novo estado concebeu/Doaste um passado de trabalho/De coração a esse filho teu/Rondônia.

Apesar da escola de samba “Pobres do Caiari”, não ter vencido o carnaval, o samba enredo de autoria de Marise Castiel e Silvio Santos ganhou o troféu de melhor do ano de 1982. Acompanhe a letra na íntegra. 


Adeus, Meu Território, Adeus
De: Marise Castiel e Silvio M. Santos

Adeus, meu território, adeus!
Foste um grande baluarte
Que o novo estado recebeu
Doaste um passado de trabalho
De coração, a esse filho teu!
Rondônia!
Estado nascendo gigante
De um território importante
Que Getúlio Vargas criou
Teu nome é homenagem ao bandeirante
Que nesse Brasil a fora
A distância eliminou

Na sua flora
Há grandeza em seringal
Tem café,
Tem madeira pra exportar      (Refrão)
E plantação de cacau

No subsolo sua riqueza é imensa
E o ouro surge com imponência no cenário mundial
Abrem-se estradas, o migrante a explorar
A agricultura é a estrutura
Da nova estrela
Começando a brilhar!

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

LENHA NA FOGUEIRA - 03.01.14

O show da virada promovido pela prefeitura de Porto Velho através da Funcultural e coordenado pelo Instituto Viver, sem sombra de dúvida foi sucesso.

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Graça a sugestão da presidente da Funcultural Jória Lima, a administração do prefeito Mauro Nazif, entra para a história como a primeira do município, a realizar espetáculo pirotécnico, na virada de ano.

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É isso mesmo, jamais a prefeitura municipal de Porto Velho tinha realizado show pirotécnico ou outro qualquer durante a Virada de Ano.

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Geralmente quem promovia a festa era o governo estadual, nem mesmo a administração anterior, que foi a que mais contou com recursos, proporcionou ao público de Porto Velho um espetáculo pirotécnico no estilo do que foi visto na virada de 2013 para 2014.

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Se a memória não me falha, o último governador que presenteou a população de Porto Velho com espetáculo semelhante, foi o Oswaldo Piana.
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O governador Cassol realizou o show da virada apenas com apresentação musical, com os cantores DJ Maluco $ Aladim e a Banda Dejavur. Não teve pirotecnia.

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Aproximadamente 40 Mil pessoas marcaram presença no complexo turístico Madeira Mamoré, para apreciar os shows artísticos com a dupla Alex & Aladim, Forrozão Patentear (ótimo), Fala Mansa, Escola de Samba Asfaltão e vários DJs.

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A beira do rio Madeira há muito tempo não concentrava tanta gente como foi o caso do show da Virada de 2013/2014.

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Acho que a última grande concentração de público na proporção da acontecida no show da virada deste ano, foi quando o Teixeirão inaugurou o retorno da viagem do trem da EFMM  até a cachoeira do Teotônio na década de 1980.
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Antes disso, foi no dia 10 de julho de 1972 quando o governo federal através do 5º BEC  encerrou as viagens dos trens da Madeira Mamoré de Porto Velho a Guajará Mirim.

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Depois meus amigos, foi agora na Virada de 2013/2014. Quando o público compareceu em massa e amanheceu o dia no Mercado Central.

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Por falar nisso, amanhã 4 de janeiro, é o aniversário da instalação do Estado de Rondônia. 32 anos.

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Pelo menos até o fechamento desta coluna, o governo estadual não havia distribuído nenhuma nota dizendo se vai acontecer alguma solenidade em comemoração à data.
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O Cerimonial foi consultado e disse que não tinha nada programado.

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Será que a atual administração, depois que leu as previsões do Babalorixá Márcio de Castro publicadas no Diário da Amazônia:

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“Eu vejo dificuldades para o governador Confúcio Moura e novidades para Rondônia. Um novo nome ainda vai se destacar na política do estado...”.

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E por isso não autorizou a realização de qualquer evento, para festejar o aniversário de instalação do estado de Rondônia, o nosso 4 de Janeiro.

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Quem sabe na última hora, aconteça alguma coisa. Aliás há muito tempo não se festeja com grande pompa o aniversário do estado de Rondônia. No governo Cassol, a tropa desfilava pela Presidente Dutra e a Secel fazia de conta que montava uma exposição de artes plásticas, e artesanato e o público (funcionário do palácio Presidente Vargas), fingia que apreciava e pronto.
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No primeiro ano do atual governo, aconteceram apresentações folclóricas com os Bois Diamante Negro e Corre Campo de Porto Velho e Malhadinho e Flor do Campo de Guajará, mais a quadrilha Rádio Farol. Depois disso nient.
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Bom mesmo, além do réveillon, foi o desfile do bloco Mistura Fina!

ANO DO CENTENÁRIO COMEÇA COM SHOW PIROTÉCNICO


As chamadas festas da virada do ano em Porto Velho começaram na tarde do dia 31, com o desfile do tradicional bloco de “sujo” Mistura Fina, que deu adeus ao ano velho e boas vindas ao ano novo, desfilando pelas ruas do centro histórico da cidade, com mais de quinhentos foliões melados de Maisena, a fantasia oficial do bloco e sendo puxado por uma banda composta por batuqueiros de várias escolas de samba e músicos de instrumentos de sopro. A concentração começou por volta das 15h00 e o desfile as 18h00.
Era apenas o esquenta para a festa oficial promovida pela prefeitura municipal de Porto Velho através da Funcultural, que começou as 20h00 na praça da Estrada de Ferro Madeira Mamoré com o shows da dupla sertaneja Alex & Ademir. Forrozão Patentear, que tocou até iniciar a contagem para a virada de ano.
Exatamente a meia noite O vice prefeito Dalton Di Franco com a presidente da Funcultural Jória Lima acionaram diretamente do camarote o dispositivo que deu inicio a queima de fogos de artifícios, instalados numa balsa ancorada no meio do rio Madeira. O público extasiado começou a aplaudir o espetáculo pirotécnico, Foram 10 minutos de espetáculo super colorido. A cada estouro o céu era colorido com fragmentos que desabrochavam em formas diversas.
Após o espetáculo pirotécnico o povo se concentrou na apresentação da banda forró pé
de serra Fala Mansa que finalizou seu show homenageando Luiz Gonzaga através de composições no ritmo “Arrasta Pé” o que fez o público, estimado em aproximadamente 40 mil pessoas, dançar animadamente nos passos de “quadrilha junina”.

O Réveillon do Madeira produzido e coordenado pelo Instituo Viver que tem a frente o Rocélio, também instalou uma tenda com música eletrônica com vários DJs se revezando. No palco principal a escola de samba Asfaltão foi a responsável pelo show musical que encerrou a programação de boas vindas ao ano de 2014 quando o município de Porto Velho comemora 100 anos de criação