terça-feira, 6 de outubro de 2020

Lenha na Fogueira - 07.10.2020


Tudo indica que os artistas que têm direito ao auxilio emergencial da cultura, vão ter seus nomes publicados ainda esta semana no Diário Oficial de Rondônia.

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Pelo menos, é assim que a CGU pretende que seja, já que pretende liberar a lista com o nome de quem vai fazer jus a receber os recursos da Lei Aldir Blanc até a próxima sexta feira.

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A categoria foi a mais prejudicada com a pandemia do Covid 19.

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Foram cadastrados por meio do mapeamento executado pela Sejucel e Conselho Estadual de Cultura 3.608 artistas em todo o estado que, hipoteticamente, terão direito ao auxílio financeiro.  Assim que a lista for disponibilizada pela CGU, os nomes serão publicados no Diário Oficial do Estado.

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“Após a publicação, será solicitado a documentação necessária para o pagamento do auxílio”, declarou o superintendente da Sejucel, Jobson Bandeira.

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Tem apenas um detalhe, o pagamento no valor de R$ 600,00 por parcela (serão três parcelas nesse valor), só acontecerá após a aprovação de Projeto de Lei (PL) que se encontra na Assembleia Legislativa.

 

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É aí que a turma do Movimento Pro Cultura e do Movimento PaCultura devem intervir, procurando os deputados estaduais e pedindo que os mesmos, votem o mais rápido possível e aprovem esse Projeto de Lei, afinal de contas, nossos artistas já não aguentam a falta de onde tirar o sustento de suas famílias.

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A Sejucel se compromete com a divulgação do cronograma junto com as devidas orientações para o recebimento do auxílio assim que for possível. Quem está à frente é a nossa amiga técnica Carmélia Cardoso.

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 O Estado recebeu o valor de R$ 18.390.555,58 (dezoito milhões, trezentos e noventa mil quinhentos e cinquenta e cinco reais e cinquenta e oito centavos) para serem aplicados na renda emergencial e nos editais de fomento à cultura.

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Por falar nisso, nossos produtores culturais já encaminharam suas sugestões para a Comissão responsável pela elaboração dos Editais. A minutas já foram publicadas para discussão. Vamos trabalhar cambada!

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Vem cá! E a parte que cabe à prefeitura via Funcultural de Porto Velho que é responsável pelos recursos destinados aos Espaços Culturais, além de publicar Editais de Fomento e criar Prêmios que serão pagos com dinheiro da Lei Aldir Blanc que no caso da prefeitura de Porto Velho, são mais de 3.5 (Três milhões e quinhentos mil reais).

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Estamos aguardando uma posição da direção da Funcultural a respeito do assunto. Tá demorando muito Antônio Ocampo Fernandes.

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Só lembrando, Tacaca Musical não enche barrigada de filho de artista.

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Pronto falei!

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Lenha na Fogueira - 06.10.2020

 


Fiquei deveras preocupado, com a interpretação que os leitores fizeram sobre uma frase, que postei na minha página do face book na última sexta feira dia 02 de outubro, dia do aniversário de 106 anos da criação do município de Porto Velho.

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Deveria estar feliz pelo aniversário de Porto Velho, mas, estou muito chateado!

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A má interpretação foi em relação a palavra CHATEADO, eu estava chateado com um acontecimento particular, não tinha a ver com a administração de Porto Velho.

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Não foi o que pensou uma centena de pessoas, que passaram a discutir entre si, sobre a administração do prefeito Hildon Chaves e muitos até me acusando de cego, por não “querer admitir que o prefeito está fazendo boa administração”.

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Aí o pau quebrou entre boa parte dos meus seguidores, o que prova, de uma maneira ou de outra, que, o que o Zekatraca posta, tem audiência.

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Por isso, chamo a atenção dos políticos candidatos a prefeito e vereador, que se não andarem na linha, o Zekatraca pode colocar “farofa” em seus ventiladores.

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Gostaria de lembrar que segundo estatística da administradora do meu blog, nossa coluna conta com milhares de visualizações diárias. Inclusive, em diversos países desse mundo de meu Deus.

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Legal mesmo foi a homenagem que a Confraria Buraco do Candiru prestou ao amigo Ernesto Melo no dia do aniversário do município de Porto Velho.

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O Poeta da Cidade foi agraciado com a colocação de uma Placa na “Calçada das Estrelas do Rio Madeira” coisa que pouquíssimas pessoas conseguiram. Parabéns amigo.

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Por falar em sambista! Domingo passado dia 04, Beto Cezar através do seu programa na Rádio Rio Madeira FM “Papo de Sambista”, lançou em primeira mão, as músicas que fazem parte de mais um CD do Projeto Samba Sempre, produzido pelo compositor manauara Junior Rodrigues, com sambistas compositores de Porto Velho, Acre, Manaus e outras cidades da Região Norte.

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A turma do Samba Autoral de Porto Velho é a maioria e o que é bom, os sambas são ótimos. Parabéns amigos compositores e cantores.

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De 7 a 11 de outubro (quarta-feira a domingo), o Itaú Cultural realiza mais uma programação do Festival Arte como Respiro – Edição Cênicas.

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Primeiro bloco do Festival Arte como Respiro – Cênicas de outubro, traz circo, dança, teatro e performance sempre à noite

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Reunindo 18 projetos de 10 diferentes estados, a programação exibe apresentações feitas durante o período da quarentena e registros anteriores do período, que usam diferentes linguagens para refletir sobre assuntos ligados a questões de gênero, corpo e psicológicas, como a solidão.

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O isolamento também segue como uma das temáticas mais abordadas, e está em espetáculos como Luta, da atriz mineira Teuda Bara, e Gente de Classe – Transparente, do Grupo Carmin, do Rio Grande do Norte.

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Em outro Edital do Itaú Cultural tem Projeto de Rondônia.

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O negócio não foi muito bom no final de semana para a Polícia Militar. Dois “guerreiros” foram assinados, por bandidos que estão atuando na região de Nova Mutum. Lamentamos a perda dos dois pais de família.

sábado, 3 de outubro de 2020

Tributo a Mikael Esber

 


Ontem (sábado dia 03 de outubro/2020), a Covid 19 levou mais um pioneiro de Rondônia, desta feita, nosso querido amigo Mikael Esber.

Nos conhecemos desde o tempo da Padaria Camponesa e a amizade continuo até os dias atuais. Recentemente ele nos ajudou com a publicação do livro “As Peripécias do General”. Mikael além de amigo, era uma pessoa alegre, parecia que para ele sempre estava tudo bem. Pois é, foi esse cara, essa pessoa que perdemos na manhã de ontem.

Poderíamos muito bem colocar neste espaço apenas uma Nota de Pesar, porém, resolvemos reproduzir a entrevista que fizemos com ele e publicamos em abril de 2016. Vejam que história maravilhosa.

 

DE PADEIRO A GRÁFICO – A RODA VIVA DA VIDA  


Quando Rondônia ainda engatinhava no processo de sua colonização, desembarca em Porto Velho o libanês Mikael Esber que ao contemplar o rio Madeira por algumas horas resolveu fixar residência na capital. “Vim direto de Urbelândia para Vila Rondônia e ao chegar disse aos meus primos que queria conhecer a capital, vim olhei o rio Madeira e decidi ficar”.Padeiro de profissão montou a pizzaria Roda Viva na galeria do Ferroviário, matou um urubu e conheceu o governador Jorge Teixeira e passou a atender os coquetéis oficiais. Com o Plano Collor teve que fechar a pizzaria. “O povo não podia sair de casa porque não tinha dinheiro para colocar gasolina no carro, por isso fechei a Roda Viva”. Sem ter o que fazer, aceitou ser representante de uma gráfica e depois resolveu colocar seu próprio negócio. “A Gráfica Imediata hoje é uma das mais modernas do Brasil”. A Imediata é o que podemos considerar como empresa familiar pois seu corpo diretor, é formado pela dona Magda casada há 40 anos com o Mikael, seus filhos Welesley, Célio e Vanessa. Mikael também pode e deve ser considerado um dos fundadores da Banda do Vai Quem Quer. Acompanhe essas histórias:

 

E N T R E V I S T A

 

 

Zk – Vamos começar pela sua identificação?

Mikael - Nasci no dia 10 de novembro de 1950, aliás, fui registrado nessa data, mas, nasci mesmo no dia 15 de agosto dia de Nossa Senhora. Nasci no Líbano. Vim pro Brasil com 20 anos de idade, desembarquei em São Paulo depois fui para Uberlândia Minas Gerais.

Zk – Começou a trabalhar em que?

Mikael – Minha profissão na época era a de padeiro, isso desde o Líbano, quando vim pro Brasil eu e meu tio tínhamos padaria em Uberlândia. Nessa mudança de padaria do Líbano pra cá aconteceu uma mudança radical, lá no Líbano é outro tipo de pão. Em Uberlândia era a Panificadora “Pão de Açúcar”. Aconteceu que vim pra ficar apenas 30 dias e meu tio viajou e foi quando o pau estourou no Líbano e eu não podia mais voltar por causa da guerra civil. Meu visto era para 90 dias e com isso consegui renovar por mais 90 dias. Cheguei ao Brasil no dia 23 de maio de 1971. 

Zk – Qual a cultura do Líbano?

Mikael – O Líbano é dividido em quatro partes, cada lugar tem um estilo deferente. Apesar de ser considerado pequeno, pra nós é grande demais, ele tem 250 km de comprimento por 55 km de largura com aproximadamente 3 milhões de habitantes. No Brasil existem entre 8 a 12 milhões de libaneses e descendentes, três vezes mais que os habitantes do Líbano. A guerra da época não foi uma guerra nossa, compramos a guerra pra defender os Palestinos que moravam dentro do Líbano. Foi a nossa cruz na verdade.

Zk – E essa história do brasileiro chamar vocês de Turco?



Mikael – Na verdade as pessoas não são obrigadas a saber o que realmente aconteceu. A Turquia dominou o mundo Árabe e parte da Europa por 450 anos, isso não é novidade pra ninguém. Acontece que os primeiros libaneses que saíram para outros países, saíram com passaporte Turco. Quando terminou o domínio turco entrou a Síria que passou a emitir dinheiro e todos os documentos, aí passamos a ser chamado de Sírio. Só a partir de 1943/45 foi que o Líbano começou a emitir documento. No Brasil é hospital, clube tudo que existe é denominado como Sírio/Libanês.

Zk – Vocês também adotaram a cultura do mascate, daquele vendedor de porta em porta?

Mikael – Sim! A gente chegava aqui ia fazer o que? O fulano trazia o sobrinho chegava aqui dizia: Taqui uma mala cheia de roupa, vai lá vender. O mascate tem origem no mundo Árabe. Nós não sabemos trabalhar de empregado.

Zk – E Porto Velho, aliás, como foi que você veio parar em Rondônia?

Mikael – Essa é uma historia muito bonita! Na época eu casei no dia 29 de fevereiro com a banda de carnaval atrás de mim e eu indo pra igreja. Casei num dia de domingo, era o costume da maioria dos católicos, e eu sou católico ortodoxo, casar aos domingos. Como já falei, tinha uma padaria lá em Uberlândia e o prédio onde essa padaria funcionava foi vendido e eu fiquei sem fazer nada e vim parar em Vila de Rondônia (Ji Paraná). Lá existia o Comercial “Irmão Nicola” que são meus primos que me trouxeram pra cá. Quando cheguei em Vila de Rondônia, falei: Primo quero conhecer a capital e mesmo eles insistindo pra eu ficar, vim conhecer Porto Velho.

Zk – E o que aconteceu?

Mikael – Desembarquei na rodoviária de Porto Velho que era na Sete de Setembro, isso era o ano de 1976, exatamente no dia 15 de abril. Assim que saltei do ônibus desci a Sete e fui até a beira do rio Madeira a pé. A sete de Setembro era mão dupla. Fiquei aproximadamente meia hora contemplando o rio Madeira e disse, esse é o lugar que vou morar. Voltei a pé pela Sete e quando cheguei na Padaria Reski (o nome em Árabe quer dizer patrimônio), conversei com o João em Árabe, subi e vi a Panificadora Caravela do Madeira lotada de gente, quando cheguei na Panificadora Camponesa (na Sete de Setembro com a Joaquim Nabuco), parei pra tomar uma água. Entrei tomei um café, pedi uma garrafa de água pra levar e tinha um senhor atrás de mim balançando uma chave na mão e disse: Mikael me virei e vi que era um patrício que conheci em Uberlândia. Ele era o arrendatário da Panificadora Camponesa da família Pimentel (Jacinto Pimentel). Falei pra ele que não tinha dinheiro pra ficar com aquilo não e ele, pega a chave, to doido pra ir embora daqui, fica com a Padaria, o que tu tens pra trocar e respondi: Rapaz trouxe sabão, bala doce, fubá, leite ninho ta tudo em Ji Paraná é um caminhão de mercadoria. O nome dele era Remer Salum. No mesmo dia sentei na cadeira da Padaria e depois fui buscar as coisas em Vila de Rondônia e fizemos a troca, farinha de trigo, bebida com o material que tinha no caminhão. Aí começou minha vida em Porto Velho.

Zk – E o nome da Padaria continuou Camponesa?

Mikael – Sim, a empresa era dele eu não sabia que a Padaria era arrendada do Pimentel. Passou um tempo e chegou a festa de São João, entrou um senhor forte pediu um Campari e eu disse que não tinha e foi então que ele se identificou: Sou o Ferreira da “Ferreira Veículo” o senhor vai amanhã na minha loja que vou lhe dar dinheiro pro senhor encher isso aqui de bebida. Eu não o conhecia e na realidade quem me ajudou muito foi ele o Afonso Ferreira de Assis a loja dele era no Hotel Iara na Sete de Setembro. Nessa época conheci o Hugo Dias dono da Comercial Amazônia que vendia móveis, Chico da Curinga, Paulinho da Loja de Móveis.
Zk – E como surgiu a Pizzaria Roda Viva?

Mikael – Na época que estava com a padaria, entrava uma senhora todo dia e pedia: Moço o senhor coloca um pouquinho de queijo numa massa e coloca no forno pra mim. Todo dia ela pedia a mesma coisa; Massa com queijo, banana, colocava dentro do pão e farinha. Com isso fiquei pensando, por que não abro uma pizzaria! Andando pela Sete parei na calçada dos Correios e olhei para o canto da Galeria do Ferroviário e vi “Sorveteria Skimol”, ali é o ponto ideal pra montar uma pizzaria. Fui lá e fiquei sabendo que o responsável pelos contratos de aluguel era o Dr. Abílio Nascimento, assinei contrato de cinco anos. Inaugurei no dia 17 de dezembro de 1976 a Pizzaria Roda Viva. O único dia que a Roda Viva fechava era na quarta-feira de cinzas, assim mesmo, a gente realizava a festa da Roda Viva la no Areal.

Zk – Era só pizza?

Mikael – Como você sabe, eu era padeiro e confeiteiro e então fiz uma massa que misturava a massa pra fazer doce e a de pizza e por isso até hoje ninguém consegue fazer a massa da Roda Viva até mesmo por causa da temperatura do forno.

Zk – Era forno a lenha?

Mikael – Não, era forno elétrico. A pizza exige uma temperatura de 450 a 500 graus, coisa que o forno a lenha não consegue. No forno a lenha eles colocam a massa e não dá tempo dela crescer, porque não é fermentada e quando o forno é quente demais você perde o controle da temperatura. O meu forno tinha resistência em cima e em baixo, portanto a pizza assava por completo. Eu desmanchava mais de trinta sacos de trigo de 50 kg por mês.

Zk – A Roda Viva também lançou vários artistas. Lembra alguns?

Mikael – Tudo aconteceu por acaso, não foi nada programado, conforme o cara chegava e fazia sucesso nas mesas por tocar o que o povo queria, exemplo: tinha uma mulher chamada Rosangela que veio para cá contratada pela boate Acapulco e certo dia ela pediu uma canja na Roda Viva e nunca mais saiu de la. Ela foi daqui gravar em São Paulo e certo dia assistindo um programa na TV Globo ela aprece dizendo que começou a vida artística cantando na Roda Viva em Porto Velho. Teve o Nonato do Cavaquinho que fez sucesso internacional, Bino, Téo o Juanito da Harpa e muitos outros. Todo esse sucesso devo a minha esposa que até hoje cuida dos negócios junto comigo e agora meus filhos. Em conseqüência da Roda Viva montei o restaurante Arabesck também na Galeria do Ferroviário, a discoteca Vagalume que também fez muito sucesso, peguei a lanchonete do Mercado Central, a lanchonete do Ypiranga e a do Botafogo.

 Zk – Carnaval?

Mikael – Você sabe mais que todo mundo que quando o Manelão foi Rei Momo chegou na Pizzaria e disse da vontade em ser o Rei Momo e eu disse pode contar comigo. Através do restaurante Arabesck bancamos a festa da Corte do Rei Momo, ninguém contribuiu com um centavo. Quando terminou tudo, nós bêbados na calçada falei, por que tu não abre um bloco de carnaval e ele respondeu, será que pega e o dinheiro? Vamos começar com cerveja.

Zk – Nesse ínterim acontece a disputa pra ver quem era melhor de tiro?

Mikael - Na realidade tudo começou ali onde é o Bingool (Yamaha) com aposta de tiro. Manelão, Eduardo (genro da dona do hotel Iara) e outros amigos que tinham loja na Galeria. Chega o Manelão toma um café coloca o cigarro na boca, vira pra mim e diz, quero ver se tu é bom de tiro, acende esse cigarro na bala. Não contei conversa, saquei a pistola e atirei acertando o cigarro que estava na boca dele. O gordo só não desmaiou porque se fez de forte para provar que era homem, afinal de contas foi ele que instigou. Aí começou o negócio de aposta de tiro. O interessante foi que quem desmaiou foi o Eduardo. Quando o Eduardo acordou me desafiou, vamos ver quem consegue derrubar um urubu, ele atirou primeiro e nada e quando eu atirei com minha 45 acertei o urubu que caiu na Porta da Casa do governador Teixeirão.

Zk – Na porta da casa do governador?

Mikael – Pois é! Teixeirão perguntou do segurança de onde vinha aquilo e o guarda disse que era coisa do loiro da pizzaria. “Então vão buscar esse Diabo Loiro agora”.  Resultado fiquei amigo do Coronel Teixeira que me contratou para fazer todos os coquetéis que o governo oferecia lá no Clube Cujubim, foi aí que surgiu a Banda do Vai Quem Quer.

Zk – Como surgiu a Banda do Vai Quem Quer. Essa ninguém sabe?

Mikael – Acontece que logo que vocês colocaram o nome na Banda Manelão ainda relutava em colocar o bloco na rua, questionei por quê? Não tem dinheiro pra fazer, foi quando disse, eu dou a cerveja. No primeiro ano foram 100 caixas e no segundo 200 caixas. Vale salientar que eram caixas com 24 garrafas de 600 ml cada uma. No terceiro ano surgiu a caipirinha porque o dono da distribuidora da cachaça 51, deu 50 caixas de pinga e quem fazia a caipirinha era eu.

Zk – Você e o Manelão foram muito amigos, até que surgiu a história que ele contava sobre a despesa da Corte do Rei que a prefeitura não pagou. Como aconteceu realmente isso?

Mikael - A Banda surgiu realmente por causa disso. Só não gostei quando o Manelão passou a acusar nas entrevistas que dava, que o Sergio Valente foi o responsável pelo não pagamento da dívida da Corte, quando na realidade o Sergio não tinha nada a ver. Por causa disso me aborreci com o Manelão. Sempre dizia: O Sergio Valente já morreu, você não devia falar contra ele porque quem pagou a despesa fui eu. Outra briga foi por causa da música da Banda que ele nunca disse que foi você que fez, ele dizia que era dele com o João do Vale eu briguei com ele por causa disso. Ficamos sem nos falar por algum tempo.

Zk – Como foi que de pizzaiolo você virou gráfico?

Mikael – Na verdade eu não fui pra gráfica, fui empurrado pra gráfica. Por falta de opção na época, depois que vendi tudo la da Rogério Weber (por alguns anos a Roda Viva funcionou na rua Rogério Weber esquina com a Alexandre Guimarães) e fiquei sem fazer nada. Pra completar veio o Plano Collor e acabou de enterrar porque ninguém tinha mais dinheiro pra sair de casa e por isso parei com a pizzaria. Eu tinha 40 funcionários, a Banda Roda Viva tinha doze músicos, garçom também eram 12. Tudo era doze na Roda Viva e o Plano Collor acabou com tudo.

Zk – Ai foi pro ramo de gráfica?

Mikael – Quando fui convidado para atuar no ramo disse que não sabia mexer com gráfica. O Ibraim da gráfica Leonora de Vilhena insistia, você tem prestígio é muito conhecido. Aí fiquei representante da Gráfica Leonora em Porto Velho por falta do que fazer, fiquei por muito tempo até que consegui enxergar que esse ramo é viável. De 95 a 2000 fui apenas representante e então decidi montar o meu negócio. Comecei com a distribuidora de papel, material de expediente, papelaria essas coisas todas e ai surgiu a área de gráfica. Comprei uma maquininha impressora que está guardada até hoje e funciona.

Zk – Surge a Imediata?

Mikael – Até hoje não entendo nada de gráfica, entendo de comercio, de venda, de planejar, essas coisas que os árabes sabem fazer. Somos comerciantes não interessa o ramo. Hoje nosso parque gráfico é um dos mais modernos da Amazônia e do Brasil.

Zk – Em tempo de campanha eleitoral, vocês trabalham só para um candidato ou atendem vários partidos?

Mikael – Hoje em política não existe a ética. O candidato quando começa se diz honesto, acha que vai ganhar, que vai ser bom administrador e quando perde a eleição, não tem dinheiro pra sanar parte das dívidas e a gente confia nas pessoas, porque é o nosso ramo. Já levamos muito cano de candidato e de partido e mesmo assim não paramos de atendê-los essa é a nossa política. Atender a todos sem distinção e acima de tudo acreditar que todos são honestos. Quem morre de véspera é peru.

Zk – E o parque da Imediata?

Mikael – Apesar de termos um dos melhores equipamentos do mundo em se falando de gráfica. Hoje aqui é tudo interligado via rede de informática, uma máquina conversa com a outra. Temos um equipamento ligado diretamente com a fábrica na Alemanha, na hora que acontece algum problema, os técnicos da fábrica na Alemanha é quem resolvem e a máquina volta a funcionar aqui em Porto Velho. Porém, não é apenas um equipamento de ponta que faz a gráfica funcionar bem. O maior responsável pelo bom desempenho da empresa são nossos funcionários. Nossos técnicos, é o ser humano. Investimos na formação profissional dos nossos técnicos que enviamos a São Paulo para se especializarem e outras vezes trazemos os técnicos aqui para aplicar cursos para os nossos funcionários. Tudo que você viu no nosso parque gráfico não foi feito em um dia, levou anos para chegarmos aonde chegamos. Nossos técnicos são todos formados, aqui não existe o curioso. São todos capacitados que passam por cursos de reciclagem constantemente. A única pessoa que não sabe nada de gráfica na Imediata sou eu.

sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Lenha na Fogueira - 03.10.2020

 


A pedida de hoje, é a live do cantor Edgley Queiros que vai ao ar a partir das 12 horas (Meio Dia), de hoje pela página no Face Boook do cantor.

 

 

Deu na Folha do Sul: Secretário de Turismo de Rondônia visita Vilhena e apresenta idéias para alavancar o setor no pós-pandemia

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O superintendente estadual de turismo, Gilvan Pereira Junior, cumpriu agenda esta semana em Vilhena, onde apresentou o Plano de Retomada ao Turismo de Rondônia para representantes do setor hoteleiro, restaurantes, agências de viagens e instituições que atuam diretamente com o segmento.

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Na oportunidade, o superintendente também visitou as obras de revitalização do Museu Casa de Rondon.

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De acordo com o Pereira Junior, o objetivo traçado pelo Governo de Rondônia, por meio da Superintendência Estadual de Turismo (Setur), é alavancar o turismo interno, incentivando ganhos econômicos com a exploração da rica e exuberante natureza do Estado.

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Com o slogan “Quando tudo passar, descubra Rondônia”, o Plano de Retomada ao Turismo alinha ações junto ao setor hoteleiro, restaurantes e agências de viagens.

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Dentre o alinhamento foi apresentado na reunião, o Selo Turismo Responsável, emitido pelo Ministério do Turismo. Dois livros que registram o potencial rondoniense também foram entregues.

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Os materiais impressos apresentam em textos, poesias, fotografias, desenhos e gravuras os atrativos turísticos do Estado. Um deles é direcionado ao público infantil e o outro traz mais riqueza e detalhes do setor. Os livros foram disponibilizados aos hotéis, pousadas e agências de viagens.

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Segundo Pereira Junior, outra ação do Governo com vistas a retomada do turismo foi a ampliação do plano ‘Viaja Mais Servidor’. O plano fornece diversos benefícios como a valorização dos servidores, a movimentação da economia estadual, o crescimento do trade turístico pós-pandemia por meio de descontos em bares, hotéis, agências de viagens, restaurantes, agências de transporte, que pode garantir o fluxo de turistas e a taxa de ocupação de hotéis e pousadas.

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De 7 de outubro a 7 de novembro, o Festival Arte como Respiro – Edição Artes Visuais apresenta a quarta e última mostra de obras audiovisuais selecionadas no Arte como Respiro: Múltiplos Editais de Emergência.

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O recorte, desta vez, traz 14 obras de Videoarte e Experimentação. Os vídeos ficam disponíveis no site do Itaú Cultural (www.itaucultural.org.br) por um mês e são originários de Rondônia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina.

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Juntas, as quatro mostras contam 44 audiovisuais apresentados de um total de 200 trabalhos contemplados. Os demais projetos – 60 fotográficos e 96 obras de artes visuais – serão publicados em um volume digital no mês de dezembro

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Agora vou me preparar para assistir a live do Edglay.

Prêmio Funarte Festivais de Música 2020


A Fundação Nacional de Artes – Funarte lançou, no dia 24 de setembro, o Prêmio Funarte Festivais de Música 2020, em edital válido em todo o Brasil, com inscrições gratuitas.

O edital foi publicado no Diário Oficial da União no dia 25/9,  quando também foi disponibilizado, nesta página, o cronograma.

Por meio do concurso serão selecionadas 24 propostas para a realização de espetáculos musicais, debates, palestras e oficinas, entre outras atividades (virtuais ou presenciais) que estejam relacionadas a festivais de música considerados relevantes no país. Cada projeto contemplado receberá R$ 40 mil. O total destinado à ação é de R$ 1 milhão.

O objetivo da iniciativa é apoiar um setor, que, devido à natureza de suas atividades, foi fortemente impactado pela pandemia de covid-19. Além disso, o concurso beneficiará mostras que, ao longo dos anos, vêm contribuindo para o fortalecimento da música brasileira.

De acordo com o edital, é obrigatório que a proposta concorrente esteja relacionada a um festival que já tenha sido realizado ao menos três vezes no País. No entanto, o Centro da Música da Funarte esclarece que o objetivo dos projetos participantes não precisa ser, necessariamente, realizar uma edição de um festival. “Pode ser a produção de uma série de debates, uma agenda de cursos, de shows… Ou o lançamento de vídeos e produtos relativos às edições anteriores, por exemplo. Não há uma rigidez em relação ao conteúdo da proposta” explica a coordenadora de música popular da instituição, Eulícia Esteves.

Condições para participação

O projeto deve ser inscrito pela pessoa jurídica responsável pelo festival de música relacionado ao projeto. Podem participar PJs de natureza cultural, com ou sem fins lucrativos. Não é permitida a inscrição por microempreendedor individual (MEI) e por pessoas físicas. Cada proponente poderá inscrever somente um projeto. No ato da inscrição deverá ser comprovada a realização de três edições anteriores do festival citado na proposta.

As condições para participação estão detalhadas no item 4 do edital.

Inscrições

As inscrições ficam abertas por um prazo de 45 dias corridos, de 25 de setembro a 9 de novembro de 2020. O procedimento de inscrição é realizado exclusivamente pela internet, mediante preenchimento e envio de formulário específico, disponível no link abaixo. Leia mais sobre inscrições no item 6 do edital.

Seleção

A seleção dos projetos será realizada em três etapas: Habilitação, Avaliação e Análise documental. A primeira, uma triagem eliminatória, tem o objetivo de verificar o correto preenchimento do formulário, anexos obrigatórios e cumprimento das exigências do edital. Já a Avaliação, classificatória, será realizada por uma comissão de seleção, composta por sete membros, sendo seis deles especialistas da sociedade civil; e presidida por um servidor do Centro da Música da Funarte.

Mais informações sobre esse processo seletivo estão nos itens 7, 8 e 9 do edital. Critérios de avaliação encontram-se detalhados no item 10.

Festivais impulsionam cadeia produtiva musical

Festivais e mostras são iniciativas de grande relevância para a cadeia produtiva da música. Funcionam como importantes “vitrines” para milhares de artistas, em diferentes estágios de suas carreiras, além de gerarem emprego e renda para prestadores dos mais diversos serviços, durante o ano inteiro. Além disso, contribuem para a qualificação e a profissionalização do setor musical, pois geralmente englobam oficinas, “master classes”, palestras e debates em suas programações.

Outro aspecto significativo é a contribuição desses eventos para a articulação do mercado musical e para o desenvolvimento da economia da música. Muitos dos festivais promovem feiras e rodadas e de negócios que aproximam contratantes e contratados em potencial.

Recursos

Do total de R$ 1 milhão empregado no edital, R$ 960 mil destinam-se às premiações e R$ 40 mil a custos administrativos.

Informações

Os interessados em participar do concurso devem ler com muita atenção todo o edital. Caberá ao responsável pela inscrição de cada festival acompanhar a atualização das informações sobre o edital no portal da Funarte (www.funarte.gov.br).

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Lenha na Fogueira - 02.10.2020


A festa pela criação do município de Porto Velho que completa 106 anos nesta sexta feira dia 2 de outubro, contará com uma série de shows, todos virtuais através de lives que serão produzidas pelo Sesc e pela Funcultural.

 

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Vamos aos detalhes: O Sesc realiza live com a trupe da escola de samba Asfaltão que apresentará o show “Um Canto para Porto Velho”, a partir das 20 horas via live na página da face book do Sesc.

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A Prefeitura de Porto Velho, através da Fundação Cultural de Porto Velho (Funcultural), está convidando a população para celebrar o aniversário do município que completará 106 anos de criação nesta sexta-feira (2).

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As comemorações que antes aconteciam no Mercado Cultural, em decorrência da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), acontecerá às 17 horas, de forma virtual, por meio de uma live.

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Durante a live, acontecerá o 5° encontro de bateristas de Porto Velho. O encontro será transmitido ao vivo através da página da Funcultural no Facebook (facebook.com/funcultural).

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Enquanto isso a partir das 17 horas no Buraco do Candiru Ernesto Melo o Poeta da Cidade, passar a fazer parte da Calçada das Estrela do Rio Madeira.

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 Ernesto providenciou um show especial para a ocasião. Seu irmão Dr. Edson o Edinho Melo veio de Manaus com seu grupo de choro para participa da homenagem ao Poeta.

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Pedimos as pessoas que não compareçam. A solenidade será apenas para convidados, a direção do Buraco do Candiru está atendendo as normas da Secretaria da Saúde em virtude da Pandemia do Coronavírus – Covid 19.

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Bom! Potira do grupo de wattsapp Amigos do Folclore pelo que vi, ninguém acho o erro que você questionou e estava certíssima.

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O Erro foi na coluna de ontem, logo no primeiro parágrafo: O governo do estado de Rondônia, acaba de perder R$ 163.950,75 (NOVECENTOS E SESSENTA E TRÊS MIL, NOVECENTOS E CINQUENTA REAIS E SETENTA E CINCO CENTAVOS), da Lei Aldir Blanc.

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O correto é: (CENTO E SESSENTA E TRÊS MIL, NOVECENTOS E CINQUENTA REAIS E SETENTA E CINCO CENTAVOS.

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Por falar nisso a divulgação da minuta dos EDITAIS da Sejucel, deixou muita gente preocupada. Uma delas é a advogada Jória Lima que inclusive já foi Secretária Municipal de Cultura que postou em sua página no face o seguinte:

 

VERGONHA! Sinceramente SEJUCEL!!!! Todo esse tempo pra apresentar um resultado desse?? Que só beneficia quem idealizou os editais?? Quantos artistas vão apresentar projeto de curadoria por exemplo? Festivais?

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Ah sim, um certo funcionário né? E seus asseclas! Isso merece uma audiência pública!! Como se não bastasse ter a cara de pau, sem vergonhice de colocar como sede do seu CNPJ a Praça das 3 Caixas D'água!

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Sinceramente! É bom ficarem espertos e se corrigirem porque vai rolar denúncia! E quem participou da criação dos Editais tem que ser proibido de concorrer pelo simples fato de que não pode se beneficiar de informação privilegiada que lhes dá vantagem de tempo sobre outros concorrentes. Pois só serão 20 dias para apresentação após a publicação!

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Jobson essa denúncia é muito grave e pode gerar problemas para tua administração. Você deve verificar se isso realmente é verdade.

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Ontem perdi uma grande amiga Joanilce a nossa Joá. Quando a família da Joá era arrendatária do Porto Velho Hotel criou a boate Ambikatu para a Joá receber seus amigos para se divertir. Foi justamente na inauguração da Ambikatu que dancei pela primeira vez “Agarradinho” e a Joá foi quem comandou essa minha estreia com a parceria da Marlene Capeta.

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Que Deus te receba com suas bênçãos querida amiga. Minhas condolências à família.

Ernesto Melo na Calçada das Estrelas uma homenagem da Confraria Buraco do Candiru


Nos 106 anos de criação do município de Porto Velho, a Confraria Buraco do Candiru presta homenagem ao cantor e compositor Ernesto Melo o Poeta da Cidade, com uma Placa na famosa “Calçada das Estrelas do Rio Madeira”.

A Confraria Buraco do Candiru aproveita a data e a solenidade da homenagem ao Ernesto para oficializar, a existência da Alameda Jornalista Euro Tourinho. A festa começa às 17 horas e obedecerá as normas das autoridades da saúde, no que diz respeito ao distanciamento entre as pessoas. “Na realidade serão poucos aos convidados, além disso, o espaço em frente ao Buraco do Candiru será isolado com a colocação de grades em metade da pista da Alameda”, disse Marcos Danim.

Por outro lado, Ernesto Melo programou um show musical com um repertório dedicado à data. “De Manaus meu irmão Edson veio com um grupo de Chorinho que fará um show especial. O grupo do Edson é formado por: Onércio 7 Cordas, Deco do Surdo, Edinho Melo, Paulinho da Flauta, Di Menor e Ceará o famoso Jacaré” Disse o Poeta da Cidade.

Outra medida de segurança providenciada pela Confraria Buraco do Candiru será o distanciamento entre as poucas mesas que serão colocadas à disposição dos convidados. “Vamos colocar apenas 6 mesas na calçada do Bar, cada uma, dois metros da outra” disse Danim.

O jornalista Silvio Zekatraca Santos será o responsável pala apresentação do cerimonial. “Providenciamos uma breve biografia do Ernesto Melo” finalizou o colunista cultural.