sexta-feira, 5 de junho de 2020

Lenha na Fogueira - 06.06.2020


Por falta de leitos clínicos e de UTI’s, além de estrutura que atenda às necessidades provocadas pela Pandemia do Novo Coronavírus, principalmente na capital Porto Velho (RO)
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E também pela irresponsabilidade e falta de compreensão da maioria da população da capital Porto Velho, o governador Marcos Rocha resolveu anunciar na tarde de ontem sexta feira 05, que a partir deste sábado dia 06, começa a valer as regras do ISOLAMENTO RESTRITIVO, em Porto Velho, por conta do aumento vertiginoso dos casos de COVID-19 na cidade.
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A decisão foi anunciada durante entrevista coletiva, na tarde de ontem, na escadaria do Palácio Rio Madeira edifico Rio Pacaás Nova.
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Segundo o governador, não será um lockdown, será apenas um ISOLAMENTO RESTRITIVO.

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Esse isolamento começa neste sábado e vai até domingo dia 14. Segunda feira dia 8, acontecerá uma reunião com todos os segmentos empresariais e os poderes, para definir um plano de reabertura gradativo e com o devido controle, após o período restritivo

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O Procurador Geral do Estado, Juraci Jorge, disse que a medida foi necessária porque está faltando conscientização da população. “Na Zona Sul e Zona Leste, onde está a maioria dos infectados, as pessoas estão nas ruas como se nada estivesse acontecendo”, alertou.

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Somente os supermercados, farmácias, postos de combustíveis e serviços de delivery alimentício terão autorização para funcionar, podendo ser estendido também para as empresas que fornecem insumos e obras emergenciais voltadas para à saúde.
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Na realidade, esse Isolamento Restritivo ou como anuncia alguns meios de comunicação, é um Lokdown.

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Em minha opinião, para realmente ser Lokdown os Bancos e em especial a Caixa Econômica Federal deveria fechar suas agencias ou suspender o pagamento em suas agencias, do Auxilio Emergencial. Os supermercados também deveriam suspender o atendimento em massa do público.

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O único supermercado que cumpre as orientações das autoridades da saúde é o Nova Era. Ali a entrada do público é realmente controlada, não existe aglomeração no interior do estabelecimento. Os demais, mal colocam álcool em geral a disposição dos fregueses.

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O povo também não está nem aí, as ruas Jatuarana na Zona Sul, Amador dos Reis, União e outras, da Zona Leste estão de manhã e de tarde lotadas, mesmo com a maioria das lojas fechadas.


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As festas continuam acontecendo pelos quatro cantos da cidade.
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Então meus amigos, apesar do governo não ter se preparado a contento para enfrentar o coronavírus, a população também é responsável pelo assustador número de infectados com o vírus e também pelo grande número de óbitos.
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Por isso, vamos seguir as regras decretadas pelo governo no dia de ontem, em quanto é tempo, se não, será tarde demais e o cemitério de Santo Antônio pode já não ter espaço para receber os mortos.
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Não é nada bom essa medida do Isolamento restritivo, mas, é o único meio que se tem para conter o avanço desse mal arrasador.
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Lave as mãos com água e sabão, use máscara e se for possível, não saia de casa!

quinta-feira, 4 de junho de 2020

Lenha na Fogueira - 05.06.2020


O Senado aprovou por unanimidade, na tarde/noite de ontem dia 04 de junho, a Lei da Emergência Cultural Aldir Blanc.
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Foram 76 Sim, contra nenhum Não. Agora vamos ficar na expectativa de que o presidente Jair Bolsonaro sancione do jeitinho que foi aprovada, ou seja, sem nenhum veto.
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Mais de 5 milhões de artistas serão beneficiados com a Lei Aldir Blanc. Para o artista poder usufruir dos benefícios é necessário estar cadastrado, pelo estado ou município com tal.
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Em Rondônia o Conselho Estadual de Cultura através do presidente Chicão Santos, saiu na frente e está MAPEANDO os profissionais que atuam nas várias áreas da cultural e das artes em nosso estado.
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Se você ainda não se cadastrou, procura se cadastrar o mais urgente possível. Entra na página do Conselho no face book e faz teu cadastro.
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Por falar em cadastro! O pau está quebrando entre os cientistas da Unir. Veja matéria distribuída na tarde de ontem, a respeito do assunto:
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Os cientistas das diversas áreas do conhecimento se uniram para manifestar discordância pela alteração abrupta no edital que visa ao financiamento dos projetos de pesquisa submetidos ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC).
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Os quase 100 grupos de pesquisa enviaram uma carta aberta à Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PROPESQ) contra o novo critério de análise, que praticamente exclui a possibilidade dos estudantes das ciências humanas serem contemplados com as bolsas.
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O ponto anterior prezava pela "Relevância do projeto para o alcance dos objetivos do Programa de Iniciação Científica".
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A redação atual diz que os projetos serão avaliados pelo "Grau de aderência a uma das Áreas Prioritárias do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (estabelecidas na Portaria MCTIC nº 1.122/2020)", de 19 de março de 2020.
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Para tentar conter o problema, outras universidades federais, como a de São Paulo e de Pelotas, fizeram reservas da cota interna da instituição para as humanidades, algo que a UNIR praticamente impossibilita ao alterar justamente o critério de julgamento.
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Os projetos de pesquisa destas áreas podem sequer atingir uma pontuação qualificada para isso, competindo com igualdade.
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A errata com as modificações foi publicada em 19 de maio de 2020, após o período de recurso ao edital finalizado dois meses antes, em 22 março de 2020, impossibilitando qualquer questionamento.
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As mudanças aconteceram sem consulta ao comitê científico, responsável pela aprovação do edital e da seleção. As ciências exatas e da vida, além do PIBIC, possuem bolsas praticamente exclusivas, em virtude da natureza do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI), destinado ao "desenvolvimento e transferência de novas tecnologias e inovação", segundo o próprio edital.
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"Fato que desconsidera ainda a trajetória dos Grupos de Pesquisas e dos projetos em andamento, os quais poderão ser interrompidos por tais restrições. (...) que além de impor limites à produção científica das humanidades, comprometendo a qualidade dos cursos de graduação e pós-graduação, muitos estudantes serão negativamente afetados com tal política", diz a carta assinada por quase 100 grupos de pesquisa da UNIR.
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A decisão da UNIR regride um século de avanço científico, com valorização apenas das ciências exatas e da saúde, quando as humanidades precisavam adequar até os seus métodos de produção do conhecimento. (Fonte: Grupos de Pesquisa da UNIR)


Daniela Spielmann e Sheila Zagury revisitam a obra de Jacob do Bandolim em novo CD Amigas de longa data e parceiras musicais há 20 anos, a saxofonista Daniela Spielmann e a pianista Sheila Zagury debruçaram-se sobre a extensa obra de Jacob do Bandolim, juntas a um invejável time de músicos, imprimindo frescor e contemporaneidade. O disco “Entre mil..Você!” (gravadora Kuarup) chega em formato de CD físico e digital, com participações especiais de Almir Côrtes (bandolim),Soraya Ravenle (voz), Catherine Bent (violoncelo), Clarice Magalhães (pandeiro, caixa de fósforo), Roberta Valente (pandeiro), Rodrigo Villa (baixo acústico e elétrico) e Xande Figueiredo (bateria). Instrumentistas refinadas e experientes, a dupla aproxima a brejeirice, a virtuose e a dolência do choro com a liberdade criativa do jazz e a acuidade da música de câmara, além de prover uma delicada e sensível feminilidade que abraça por completo, inclusive, a própria trajetória do homenageado – lembrando que foi a mãe de Jacob do Bandolim, Raquel Pick, quem lhe deu o primeiro bandolim; sua esposa Adylia administrava seu arquivo e Elena, sua filha, foi a fundadora e 1ª presidente do Instituto que leva o seu nome, além do fato de, aos 18 anos, ter descoberto a maior cantora do Brasil, Elizete Cardoso, com quem gravou marcantes LP´s. Cavaquinista e diretor do Instituto Jacob do Bandolim, Sérgio Prata, que assina o texto primoroso do encarte do CD, resume com maestria o repértório: “Entre mil...Você!, choro que dá nome ao disco, recebe aqui um elegante arranjo com ares bossanovisticos. Receita de Samba e Ginga do Mané, esse dedicado a Mané Garrincha, ganham um frescor com o bandolim de Almir Cortes, desaguando o primeiro em um criativo arranjo e o segundo, em um delicioso ragtime. Quem achava que depois de gravados centenas de vezes, Vibrações, Migalhas de Amor e Doce de Coco não teriam mais o que revelar, precisa ouvir esse comovente encontro entre os sopros de Dani, as teclas de Sheila e as cordas de Catherine Bent. Enquanto Bole Bole vai “bolindo” com nossa alegria, o incansável O Vôo da Mosca dá asas ao virtuosismo dessa dupla genial, que ganha repouso nas lindas Modinha e Naquela Mesa, ambas de autoria de Sergio Bittencourt, filho de Jacob, aqui delicadamente apresentadas por Soraya Ravenle. Finalizando, a valsa Santa Morena surge em ambiente oriental, que vai transbordando em uma vibrante atmosfera flamenca, sem perder, porém, a sua característica original. De arrepiar”. Daniela Spielmann Saxofonista, flautista, compositora, arranjadora, pesquisadora e professora, tem como grandes trunfos a força interpretativa somada à criatividade de suas composições e arranjos. Em 2001, lançou seu primeiro CD solo - BRAZILIAN BREATH, indicado ao Grammy Latino em 2002. Fez parte da banda "Altas Horas" do programa homônimo, comandado pelo apresentador Serginho Groisman, do ano 2000 à 2014 na TV Globo elaborando arranjos semanais. Já lançou doze Cds de carreira em grupos como Rabo de Lagartixa, Mulheres em Pixinguinha e o último em 2018, “Afinidades", inteiramente autoral. Em 2019, foi convidada para tocar no primeiro Rio Montreux Festival. Frequentemente convidada para dar oficinas, workshops e seminários no Brasil e no mundo, Daniela Spielmann desenvolve uma intensa carreira nacional e internacional, já se apresentando com artistas de porte do cenário da MPB,como Sivuca, Zé Menezes, Zé da Velha e Silvério Pontes, Anat Cohen, Aurea Martins, Moyseis Marques, Zélia Duncan, dentre outros. Em 2008, concluiu a dissertação de mestrado, na UNI-RIO, sobre a performance de Paulo Moura, obtendo o título de mestre em Música. Concluiu seu doutorado em Musicologia em 2017, sobre as Gafieiras no Rio de Janeiro, recebendo menção de louvor. Atualmente, é professora de Música do Cefet-RJ Maracanã e participa de pesquisas na area da Musicologia. Recebeu moções honrosas da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro e São Paulo, prêmios e menções de destaque em diversas áreas em que atua. Sheila Zagury - Pianista de formação eclética, com passagem na música erudita e no jazz, já atuou com vários artistas e grupos de renome como Eduardo Dussek, Ângela Rorô, Rio Jazz Orchestra, UFRJazz, Neti Szpilman, Áurea Martins, Marianna Leporace e em numerosos espetáculos de teatro e shows em todo o Brasil e no exterior. Com a saxofonista Daniela Spielmann,lançou, em 2007, o CD intitulado “Brasileirinhas”. Mantém também um duo com José Staneck,há 20 anos, participando da gravação do CD do gaitista, “A Poética de uma Harmônica Brasileira”, Em 2010, o duo se juntou ao violoncelista Ricardo Santoro, formando o Harmonitango, trio dedicado à obra de Astor Piazzolla, apresentando-se em várias cidades pelo Brasil, lançando seu primeiro CD em 2017. Além de participações em outros discos - como o CD de Edu Kneip, “Da Boca prá Dentro” –a pianista é integrante de grupos como a Cyclophonica, Orquestra Lunar e Orquestra de Gafieira, esta exclusivamente composta por mulheres, cujo CD de estreia, de 2007, foi indicado ao Premio Tim de Música em 2008. É professora da Escola de Música da UFRJ. Ela também atua na área de pesquisa em música, participando de vários congressos de pesquisa em música no Brasil e no exterior, como a ANPPOM e a IASPM. Terminou em 2014 seu Doutorado em Música na UNICAMP, defendendo tese sobre choro nos anos 1990 no Rio de Janeiro. Serviço CD “Entre mil...Você!” (gravadora Kuarup) Daniela Spielmann e Sheila Zagury Preço médio: R$25,00 Ouvir o CD online nas plataformas digitais - https://orcd.co/j22movj


Amigas de longa data e parceiras musicais há 20 anos, a saxofonista Daniela Spielmann e a pianista Sheila Zagury debruçaram-se sobre a extensa obra de Jacob do Bandolim, juntas a um invejável time de músicos, imprimindo frescor e contemporaneidade. O disco “Entre mil..Você!” (gravadora Kuarup) chega em formato de CD físico e digital, com participações especiais de Almir Côrtes (bandolim),Soraya Ravenle (voz), Catherine Bent (violoncelo), Clarice Magalhães (pandeiro, caixa de fósforo), Roberta Valente (pandeiro), Rodrigo Villa (baixo acústico e elétrico) e Xande Figueiredo (bateria).
Instrumentistas refinadas e experientes,  a dupla aproxima a brejeirice, a virtuose e a dolência do choro com a liberdade criativa do jazz e a acuidade da música de câmara, além de prover uma delicada e sensível feminilidade que abraça por completo, inclusive, a própria trajetória do homenageado – lembrando que foi a mãe de Jacob do Bandolim, Raquel Pick, quem lhe deu o primeiro bandolim; sua esposa Adylia administrava seu arquivo e Elena, sua filha, foi a fundadora e 1ª presidente do Instituto que leva o seu nome, além do fato de, aos 18 anos, ter descoberto a maior cantora do Brasil, Elizete Cardoso, com quem gravou marcantes LP´s.
Cavaquinista e diretor do Instituto Jacob do Bandolim, Sérgio Prata, que assina o texto primoroso do encarte do CD, resume com maestria o repértório: “Entre mil...Você!, choro que dá nome ao disco, recebe aqui um elegante arranjo com ares bossanovisticos. Receita de Samba e Ginga do Mané, esse dedicado a Mané Garrincha, ganham um frescor com o bandolim de Almir Cortes, desaguando o primeiro em um criativo arranjo e o segundo, em um delicioso ragtime.
Quem achava que depois de gravados centenas de vezes, VibraçõesMigalhas de Amor e Doce de Coco não teriam mais o que revelar, precisa ouvir esse comovente encontro entre os sopros de Dani, as teclas de Sheila e as cordas de Catherine Bent. Enquanto Bole Bole vai “bolindo” com nossa alegria, o incansável O Vôo da Mosca dá asas ao virtuosismo dessa dupla genial, que ganha repouso nas lindas Modinha e Naquela Mesa, ambas de autoria de Sergio Bittencourt, filho de Jacob, aqui delicadamente apresentadas por Soraya Ravenle.
Finalizando, a valsa Santa Morena surge em ambiente oriental, que vai transbordando em uma vibrante atmosfera flamenca, sem perder, porém, a sua característica original. De arrepiar”.
Daniela Spielmann

Saxofonista, flautista, compositora, arranjadora, pesquisadora e professora, tem como grandes trunfos a força interpretativa somada à criatividade de suas composições e arranjos.
Em 2001, lançou seu primeiro CD solo - BRAZILIAN BREATH, indicado ao Grammy Latino em 2002. Fez parte da banda "Altas Horas" do programa homônimo, comandado pelo apresentador Serginho Groisman, do ano 2000 à 2014 na TV Globo elaborando arranjos semanais. Já lançou doze Cds de carreira em grupos como Rabo de Lagartixa, Mulheres em Pixinguinha e o último em 2018, “Afinidades", inteiramente autoral. Em 2019,  foi convidada para tocar no primeiro Rio Montreux Festival.
Frequentemente convidada para dar oficinas, workshops e seminários no Brasil e no mundo, Daniela Spielmann desenvolve uma intensa carreira nacional e internacional, já se apresentando com artistas de porte do cenário da MPB,como Sivuca, Zé Menezes, Zé da Velha e Silvério Pontes, Anat Cohen, Aurea Martins, Moyseis Marques, Zélia Duncan, dentre outros. Em 2008, concluiu a dissertação de mestrado, na UNI-RIO, sobre a performance de Paulo Moura, obtendo o título de mestre em Música. Concluiu seu doutorado em Musicologia em 2017, sobre as Gafieiras no Rio de Janeiro, recebendo menção de louvor. Atualmente, é professora de Música do Cefet-RJ Maracanã e participa de pesquisas na area da Musicologia. Recebeu moções honrosas da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro e São Paulo, prêmios e menções de destaque em diversas áreas em que atua.

Sheila Zagury - Pianista de formação eclética, com passagem na música erudita e no jazz, já atuou com vários artistas e grupos de renome como Eduardo Dussek, Ângela Rorô, Rio Jazz Orchestra, UFRJazz, Neti Szpilman, Áurea Martins, Marianna Leporace e em numerosos espetáculos de teatro e shows em todo o Brasil e no exterior. Com a saxofonista Daniela Spielmann,lançou, em 2007, o CD intitulado “Brasileirinhas”. Mantém também um duo com José Staneck,há 20 anos, participando da gravação do CD do gaitista, “A Poética de uma Harmônica Brasileira”, Em 2010, o duo se juntou ao violoncelista Ricardo Santoro, formando o Harmonitango, trio dedicado à obra de Astor Piazzolla, apresentando-se em várias cidades pelo Brasil, lançando seu primeiro CD em 2017. Além de participações em outros discos -  como o CD de Edu Kneip, “Da Boca prá Dentro” –a pianista é integrante de grupos como a Cyclophonica, Orquestra Lunar e Orquestra de Gafieira, esta exclusivamente composta por mulheres, cujo CD de estreia, de 2007, foi indicado ao Premio Tim de Música em 2008.
É professora da Escola de Música da UFRJ. Ela também atua na área de pesquisa em música, participando de vários congressos de pesquisa em música no Brasil e no exterior, como a ANPPOM e a IASPM. Terminou em 2014 seu Doutorado em Música na UNICAMP, defendendo tese sobre choro nos anos 1990 no Rio de Janeiro.
Serviço

CD “Entre mil...Você!” (gravadora Kuarup) 
Daniela Spielmann e Sheila Zagury
Preço médio: R$25,00
Ouvir o CD online nas plataformas digitais - ttps://orcd.co/j22movj

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Lenha na Fogueira - 04.06.2020


Ontem por um erro de digitação, postei que o governo de Rondônia havia comprado 1.000 mil testes rápido de coronavírus
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O correto é 100.000 testes rápidos para detecção do novo coronavírus. Esses testes foram distribuídos entre os 52 municípios de Rondônia.
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Em Porto Velho - De acordo com a prefeitura os testes serão feitos em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS's), Centro de Especialidades Médicas e Unidades de Pronto Atendimento (UPA's).


Síndrome Gripal - O teste é exclusivo para pessoas com os seguintes sintomas há mais de sete dias: febre alta, tosse, dor de cabeça, diarreia, dor de garganta, falta de ar e cansaço, falta de paladar e olfato.
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Segundo dados da Secretaria de Saúde de Rondônia em Porto Velho serão realizados na 1ª fase 8.473 testes.
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 Para a primeira fase, serão testados 1,6% do total de moradores da cidade.
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Na segunda fase, o cálculo é feito para que 2,6% dos habitantes façam o exame.
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Segundo especialistas no assunto dos testes feitos pelo menos 60% devem acusa positivo para o covid 19.
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O que quer dizer que a curva ainda vai demorar um pouco para chegar ao ideal. Só nos resta ficar na torcida para tudo isso passe, o alento é que esses mesmos especialistas dizem que quanto mais testes positivos, mais o vírus fica fraco o que evita os óbitos. Tomaram que estejam certos.
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O problema é que o teste só será feito para quem estiver com os sintomas a pelo menos sete dias é aí que pode ser tarde. De qualquer maneira vamos ficar na torcida para que tudo dê certo.
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Pois ainda estamos sem leitos suficientes para atender a demanda de infectados com a covid 19.
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Agora vamos para nossa praia. O Arraial Flor do Maracujá virtual pode ter certeza vai acontecer. A maioria dos grupos já informaram a Federon qual o ano da apresentação que querem que seja reprisado no Flor do Maracujá Virtual.
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Agora, algumas pessoas mal informadas, andam postando nas redes sociais que o dinheiro investido “Nesse Arraial deveria ir para a Saúde”. É muita falta de leitura. Os caras não leem as notícias direito e ficam falando asneiras.
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A Federon/Unajup não solicitou e nem pensou em solicitar recursos do governo para a produção dos clipes. Será tudo na base da cooperação.
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O mais legal foi que mais de um Grupo de Comunicação, entre Redes de TV e Sites, já manifestaram o desejo de também transmitir o Flor do Maracujá Virtual.
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Assim que a Federon/Unajup acertar de que maneira as transmissões serão feitas, divulgaremos o nome das empresas.
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Hoje convido todos, a assistirem a live da página Cultura Rondônia as 20 horas, dentro do Projeto Conexão Rondônia.
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Na transmissão teremos a presença do jornalista e artista da cultura popular rondoniense, Silvio Santos conhecido também por Zekatraca e da artista de teatro Valdete Sousa. Que de suas casas, irão falar de suas trajetórias na cultura Rondoniense.

Conexão Rondônia realiza live com Valdete Souza e Silvio Santos - Zekatraca




Nesta quinta-feira dia 04 de junho, a página CULTURA RONDÔNIA realiza às 20h (Rondônia), a segunda edição do projeto CONEXÃO RONDÔNIA que é uma série de transmissões pela internet, com artistas rondonienses que agora, em tempos de isolamento social por conta da pandemia, terão a experiência de levar suas obras para quem está em casa.
Todas as semanas serão convidados dois artistas, sendo sempre um músico que fará um show LIVE, e um outro de linguagens artísticas diversificadas que falará de sua trajetória na arte e na cultura.
Na transmissão teremos a presença do jornalista e artista da cultura popular rondoniense, Silvio Santos conhecido também por Zekatraca e da artista de teatro Valdete Sousa. Que de suas casas, irão falar de suas trajetórias na cultura Rondoniense.
A live terá a duração de uma hora, entre bate papo com Fabiano Barros e os artistas, finalizando com a apresentação de um show musical feito da casa do artista.
A ação tem a parceria de sites e instituições como o SESC Rondônia, Gente de opinião, News Rondônia, Agenda Porto Velho e Rondoniaovivo.
Neste momento em que as atividades culturais foram interrompidas, esta ação visa a aproximação do público com o trabalho dos artistas rondonienses, além de proporcionar um espaço para que pessoas possam contribuir com ações solidárias como o Mesa Brasil que arrecada alimentos e distribuem para instituições sociais.
Sobre os artistas
Valdete Sousa é Pós-graduada em Arte Educação, Graduada em Letras, língua portuguesa e literaturas pela Universidade Federal de Rondônia. É Atriz, diretora, produtora e dramaturga. Atuou no Grupo de Teatro Arterial em Ji-Paraná (1998 a 2002). Fundadora da ATEW- Associação de Teatro e Educação Wankabuki que esteve à frente como presidente de 2004 a 2019. Participou e ofereceu diversas ações formativas na área cultural.  Coordena o Festival Amazônico de Monólogos e Breves Cenas (2015-2016-2018).
Sílvio Santos Nascido no Distrito de São Carlos do Madeira (RO), na localidade Santa Terezinha, no dia 8 de dezembro de 1946, é jornalista e durante 25 anos (de junho de 1994 a setembro de 2019), publicou a página do “Zekatraca” no jornal Diário da Amazônia com a coluna Lenha na Fogueira. Além de ser compositor de samba enredo e outros ritmos; Amo do Boi Bumbá Corre Campo com mais de 100 toadas apresentadas ao longo dos anos no Arraial Flor do Maracujá. Sílvio é um dos fundadores das escolas de samba Os Pobres do Caiari (1964), Mocidade Independente do KM-1 (1975), Banda do Vai Quem Quer (1981), Escola de Samba Unidos da Nova Porto Velho (1983), Acadêmicos do São João Batista (2002).
Serviço
Dia: 04/06/2020
Hora: 20h – hora de Rondônia
Link: https://www.facebook.com/culturarondonia/
WhatsApp 69 – 99388 – 0709.

terça-feira, 2 de junho de 2020

Lenha na Fogueira - 03.06.2020


Dirigentes de grupos folclóricos, garantem que o Arraial Flor do Maracujá vai acontecer neste ano de 2020, apesar da pandemia do coronavírus.
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Aliás, na coluna de ontem, divulguei em primeiríssima mão, a decisão que foi anunciada durante reunião virtual, que aconteceu na noite de segunda feira o Presidente do Conselho Estadual de Cultura Chicão Santos.
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Só sei que o anuncio feito pelo presidente da Federon Fernando Rocha deixou os dirigentes dos grupos eufóricos, principalmente quando tomaram conhecimento da ideia.
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A sugestão apresentada é que para participar o grupo folclórico, seja de Quadrilha ou Boi Bumbá terá que escolher entre suas apresentações no Arraial Flor do Maracujá e disponibilizar na plataforma, que será disponibilizada pela Federon com o apoio técnico do Rogério da Rádio Farol que é para que o clipe seja editado.
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As apresentações acontecerão durante dez noites, como se fosse no Arraial Flor do Maracujá e em cada noite será apresentado o clipe de três ou quatro grupos, de acordo com a classificação no Arraial de 2019.
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Alguns grupos já informaram o ano da apresentação que querem mostrar no Arraial Virtual.
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Agora só está faltando divulgar a data do Flor do Maracujá Virtual. A ideia é começar no dia 26 de junho e terminar as apresentações no dia 5 de julho. Exatamente como seria o Flor do Maracujá 2020 presencial.
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Outra coisa que está em estudo pela Comissão encarregada da Correção do Arraial Virtual, é se vai haver ou não classificação, ou seja, julgamento das apresentações virtuais, por uma Comissão de Jurados.
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Uma coisa é certa, o Flor do Maracujá virtual vai acontecer, só falta a Federon e a Unajup bater o martelo quanto a data.
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Se por acaso, decidirem pela realização do concurso, não vai ser fácil para os jurados, escolherem os melhores, pois, como cada grupo tem a oportunidade de escolher para apresentar, sua melhor apresentação entre as apresentações no Flor do Maracujá o bicho vai pegar.
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Com certeza, a Comissão de Jurados será presidida pelo doutor, professor Antônio Marco Teixeira o que é garantia de lisura no resultado final.
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O que ainda está faltando para o martelo ser batido de vez, é quanto as apresentações dos grupos de Quadrilha e Boi Bumbá Mirim.

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Essa decisão da Federon/Unajup está deixando os folcloristas eufóricos com a possibilidade de conquistarem mais um título de melhor do Flor do Maracujá e desta vez de uma maneira inédita.
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Agora vamos nos reportar a Pandemia do coronavírus que a cada dia, aumenta a estatística de novos casos positivos e óbitos.
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O aumento assustador de casos positivos e óbitos pegou o rondoniense, em especial o morador de Porto Velho desprevenido.
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Na realidade, o estado não se preparou condignamente para a Pandemia de coronavírus
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O que vimos foi no início da quarentena, alguns colegas da imprensa, divulgando em seus blogs, sites e redes sociais, era que a Secretaria de Saúde do Estado de Rondônia tinha saído na frente por ter adquirido muito antes do anuncio da situação de emergência no estado e no Brasil, EQUIPAMENTO DE RESPÍRAÇÃO para UTI’s.
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Só nunca providenciaram a montagem de um Hospital de Emergência para atender os pacientes com o Covid 19, foram empurrando com a barrigada e dando entrevista que o Covid 19 em Rondônia está sendo monitorado a contento. Tudo Fake.
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Agora os casos positivos estão aumentando a cada dia e a Secretaria de Saúde se viu de mãos atadas, por não ter realmente tratado o coronavírus como deveria, ficou apenas na demagogia.
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Agora está no mato sem cachorro. Tem gente morrendo nas enfermarias, ou leitos clínicos, por falta de UTI. Quer dizer, tem gente morrendo por falta de atendimento adequado, o que é muito triste e preocupante.
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Agora estão se gabando por ter adquirido MIL TESTES RÁPIDO que serão distribuídos entre os municípios do estado. Estado que tem uma população de quase Dois Milhões. Só em Porto Velho são mais de 500 Mil habitantes.
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Agora, não adianta ficar ou não em casa, pois o Vírus está no ar, ou seja, no meio da comunidade.
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Encerramos registrando o óbito do pai da colega jornalista Daiana Costa vítima de Covid 19, ontem 02, na UPA da Zona Sul em Porto Velho. A amiga DAI nossas condolências.

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Lenha na Fogueira - 02.06.2020


                           
Dois eventos importantes foram comemorados no dia de ontem, 1º de junho.

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O Dia Nacional da Imprensa e o Dia Nacional e o Dia Nacional do Quadrilheiro (dançarino de quadrilha junina)
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O Dia Nacional da Imprensa em tempo de Covid 19, ficou difícil de se comemorar, pois atualmente a imprensa brasileira vem sendo vítima de todo tipo de desrespeito em especial, por parte de algumas autoridades constituídas, que já chegaram a taxar nossa imprensa com termos do tipo: “Imprensa de Merda” entre tantas outras baixarias.

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Jamais a imprensa brasileira foi tão desconsiderada como nos dias atuais, nem mesmo no tempo da ‘Ditadura’ a imprensa foi tão vilipendiada como tem sido nos dias de hoje.
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Naquele tempo censuravam, prendiam jornalistas, empastelavam os jornais e até executavam (Vladimir Herzog), mas, não chamavam a imprensa de “Imprensa de Merda”.
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Pior de hoje é quando os ataques descem ao nível pessoal, como mostram dados coletados pela Abraji.
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Em 2019, houve no Brasil 59 registros de discurso estigmatizante, feitos por agentes políticos e públicos contra jornalistas; em 2020, foram 39 até agora. Os casos de assédio virtual foram 30 em 2019 e chegam a 20 este ano.
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Desde a chegada da pandemia ao Brasil, a Abraji registrou 24 violações à liberdade de imprensa entre 1.º de março e 21 de abril, sendo 13 agressões e ataques a repórteres, nove casos de discurso estigmatizante e dois assédios virtuais.
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Há ainda um segundo aspecto negativo, que se contrapõe ao reconhecimento conquistado desde o início da crise sanitária mundial. É o processo de deslegitimar a imprensa, o jornalismo e os jornalistas.
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Quando autoridades públicas, como o presidente da República, militantes políticos radicais investem contra a mídia, desqualificando o seu trabalho de informar a sociedade, não fazem mais do que atacar o mensageiro.
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Mas toda ação gera uma reação – ou pelo menos deveria. Cansados de ver seus profissionais agredidos verbalmente no cercadinho diante do Palácio do Alvorada por Bolsonaro e apoiadores.
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Veículos tradicionais, como Folha de S. Paulo, Grupo Globo e Correio Braziliense, tomaram uma decisão importante, no último dia 25 de maio: retiraram os profissionais do local até que seja garantida a sua segurança.
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“Apesar do cenário desalentador, o jornalismo vive e sobreviverá à pandemia. Seu papel de fiscalizar o Estado e os poderes seguirá, pois é vital a toda democracia. Ideal seria que a imprensa e seus profissionais fossem respeitados e tivessem um ambiente seguro para trabalhar, garantido pelo Estado. Aí, sim, se poderia comemorar o Dia da Imprensa em sua plenitude” disse Cristina Zahar que é secretária executiva da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji).
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O outro evento registrado em 1º de junho, foi o dia do “Quadrilheiro” (dançarino de quadrilha junina).
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Que este ano em virtude da Pandemia do Coronavírus, não vai poder se apresentar durante as festas juninas.
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Aqui em Porto Velho as festas juninas começariam no dia 29 passado, com a abertura do Circuito Junino no Arraial Flor de Cacto na Zona Sul.
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Agora só teremos festa junina presencial em 2021, inclusive o Arraial Flor do Maracujá.
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Durante reunião virtual na noite de ontem, os dirigentes de grupos folclóricos representados pela Federon e pela Unajup anunciaram que vão realizar um ARRAIAL VIRTUAL na data que seria o Flor do Maracujá.
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Serão dez dias ou noites de Arraial Virtual com a melhor apresentação de cada grupo de Quadrilha ou Boi Bumbá como se fosse o Arraial Flor do Maracujá.
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Como vai ser possível? Cada grupo escolhe a apresentação que achar que foi sua melhor performance no Flor do Maracujá e comunica a direção da Federon que editará o show.
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Vale salientar que a Federon tem um acervo com as apresentações dos grupos folclóricos nos últimos 15 anos do Arraial Flor do Maracujá.
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Vamos ficar na torcida para que tudo dê certo e o Flor do Maracujá virtual realmente aconteça. É como diz o ditado.
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Quem não tem cão, caça com gato ou com ATO!