quarta-feira, 11 de março de 2020

Lenha na Fogueira - 12.03.2020


Ontem surgiu uma conversa via redes sociais, que até agora está provocando ‘discussão’ entre participantes dos grupos folclóricos, que se apresentam no Arraial Flor do Maracujá.


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Acontece que de repente alguém começou a questionar, a realização do Flor do Maracujá 2020, na Casa da Show Talismã 21.
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É bom registrar que nenhuma nota oficial, ou alguém da Sejucel postou qualquer coisa a respeito da realização do Flor do Maracujá na Talismã.
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A conversa fluiu no wattsapp sem que alguém assumisse a autoria. Apenas começaram a discutir sem mais nem menos.
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Talvez haja alguma verdade, já que o presidente da Federon Fernando Rocha foi dos primeiros a defender a realização do Arraial naquela casa de espetáculo.
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Aí foi que o assunto pegou de vez. Devo dizer que a maioria é contra a realização do Arraial na Talismã 21.
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A pergunta que não quer calar é a seguinte: Como é que o governo estadual (Leia-se Sejucel), não pode repassar subsídios aos grupos folclóricos, para se apresentarem no Flor do Maracujá.
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E com certeza para montar o Arraial na Talismã 21, que é uma Casa de Espetáculos que vive exclusivamente de aluguel dos seus espaços? Vai ter que desembolsar?
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Quanto o governo vai pagar para ver o Flor do Maracujá acontecer naquele local. Mais, ainda tem as despesas com sonorização, tendas, banheiros químicos, rede hidráulica, rede elétrica, rede de esgoto, decoração etc.
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Tudo isso será necessário, caso o Arraial seja montado em outro espaço que não a Talismã. Apenas com um detalhe:
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No estacionamento do Espaço Alternativo o governo não vai pagar ALUGUEL, vai apenas estruturar com os demais itens que postei acima.
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Isso já é feito todos os anos, mesmo no Parque dos Tanques. Essas despesas só deixarão de existir, quando a Cidade da Cultura for inaugurada e estiver funcionando a pleno vapor.
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Enquanto isso, os grupos folclóricos vão ficar a mercê das decisões que vêm de cima (digo da Sejucel), sem direito a dar pitaco e quando dão, ninguém do governo faz questão de ouvir.
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Aliás, fazem ouvido de ‘mercador’. O Flor do Maracujá do ano passado foi grande fracasso de público, nas apresentações dos grupos. O governo só investiu na parte da Área de Alimentação. Só quem teve apoio (inclusive financeiro – pois não tiveram que pagar), foram os ambulantes e donos de barracas/restaurante.  
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É como diz o presidente da junina Girassol o coreografo Bené: “Não adianta a gente ficar dizendo que acha, isso, acha aquilo, cada um com sua opinião...

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Se o secretário ou o governador achar que vai ser na Talismã, vai ser e pronto, é só lembrar o que eles fizeram no ano passado, a gente protestou de tudo quanto foi jeito e não fomos ouvidos.
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Eles fizeram o Flor do Maracujá do jeito que entenderam e nós fomos lá se apresentar.
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O assunto continua em discussão! 

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