terça-feira, 24 de março de 2020

Lenha na Fogueira - 25.03.2020


Completando 8 dias de quarentena nesta quarta feira, dia 25 de março.
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Não estou como meu amigo e colega Anizinho que já sabe quantos passos leva da sala para a cozinha de sua casa.
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Não é fácil para quem se acostumou, a acordar todos os dias, desde quando se entende como gente, sabendo o que vai fazer e pra onde ir.
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Porém, como não podemos nos deixar levar pelo ostracismo, estamos aproveitando essa quarentena, por conta do coronavírus, para organizar um pouco as nossas coisas.
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Nesses oito dias, consegui recuperar algumas histórias minhas, que estavam esquecidas nos meios dos alfarrábios, esperando que um dia eu me lembrasse delas.
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E é o que estar acontecendo. Aliás, já estava decido, a organizar as coisas que fazem parte da minha história de vida, para mostrar numa exposição (que já está agenda), que será montada na Casa de Cultura Ivan Marrocos no mês de dezembro deste ano.
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Acontece que estou festejando neste ano de 2020, 60 anos da minha primeira composição musical, que foi uma Marchinha carnavalesca.
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Por isso, resolvi contar minha história musical e de vivencia, na referida exposição.
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Quando estive em férias no Rio de Janeiro no inicio deste ano, consegui achar e comprei, um gravador de MINI fita cassete, o que estava procurando fazia tempo.
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Agora na quarentena, passei a ouvir as fitas mine cassete (e são muitas), e já consegui recuperar algumas músicas que compus e gravei nessas fitinhas, que nem lembrava mais, inclusive a maioria permanece inédita, já que nunca as cantei em público.
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Encontrei samba enredo que compus para a escola de samba O Triângulo Não Morreu. Aquela dirigida pelo Armando Holanda – Periquito.
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Marchinhas que fiz para a Banda do Vai Quem Quer, algumas continuam inéditas, outras já não são mais executadas.
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Toadas de Boi Bumbá. Encontrei tudo nas fitinhas e ainda estou garimpando.
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Pois é, nem só de coronavírus vive a quarentena. Se você fizer como eu, procurando colocar em dia sua história de vida, com certeza será um grande ganho.
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O que ainda não me adaptei, foi com o acordar sem ter a preocupação de chegar ao trabalho, na hora certa e bater o ponto. Isso acontece há mais de 40 anos na minha vida.
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É como diz o dito popular: “Se não tem tu, vai tu mesmo”.
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Se não posso frequentar meu ambiente de trabalho fora de casa, estou aproveitando a oportunidade recuperando parte da minha história.
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Não esqueça, “É melhor prevenir; que remediar”
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Lave sempre as mãos com água e sabão e use álcool em gel.
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Que Deus nos proteja!

CORONAVÍRUS - Quem deve usar máscara? Pode ser de tecido? Tire dúvidas


A expectativa do que está por vir com o aumento nos casos positivos do novo coronavírus no Brasil tornou comum encontrarmos pessoas utilizando máscaras cirúrgicas ao andar na rua (os que se arriscam, já que a recomendação é ficar em casa e sair apenas quando realmente necessário) —um costume que antes era observado com mais frequência apenas nos países asiáticos, onde muito usavam o acessório para se proteger da poluição. Mas a prática não é recomendada nem pela OMS (Organização Mundial da Saúde) nem pelo Ministério da Saúde se você está saudável.
Quem deve usar máscara? E por quê?
"O uso da máscara só é justificado se você estiver com algum sintoma respiratório, pois aí evita que as gotículas que venham de tosse ou do espirro sejam espalhadas no ambiente", explica o infectologista Ivan Marinho, do Hospital Leforte, em São Paulo. Fora esse caso, ele diz, o uso não deve ser feito simplesmente porque não vai servir para nada — pode até facilitar a contaminação, já que muitas pessoas colocam mais a mão no rosto na tentativa de ajustar o acessório. "A máscara não vai proteger contra a contaminação e a pessoa ainda vai reduzir o volume do produto no mercado para quem realmente precisa, como os agentes de saúde", avalia o profissional.
Que tipo de máscara é mais recomendado para casos de coronavírus?
Desde que a pandemia chegou ao país, duas máscaras estão sendo bastante procuradas: a cirúrgica descartável, feita de um material chamado não-tecido e que é mais popularmente encontrada nas farmácias e deve ser usada por quem apresenta sintomas como febre e tosse, ou por quem está cuidando de pessoas doentes. E o modelo N-95, elaborada para profissionais de saúde, pois impede a passagem de partículas pequenas contaminantes, como os aerossóis (expelidos geralmente durante o processo de intubar ou aspirar o paciente.
Máscaras feitas de sacola plástica ou garrafa pet são permitidas?
Assim como aconteceu na China no auge da epidemia, o brasileiro resolveu improvisar criando máscaras com sacola plástica e até garrafa pet. No entanto, o uso de outros materiais para a confecção de máscaras não tem comprovação científica. Pior: sacolas plásticas, por exemplo, podem provocar sufocamento no usuário e, por isso, não são recomendadas. "O risco também existe em quem usa essas máscaras improvisadas", afirma o infectologista João Prats, da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo. "Não sabemos como fica a qualidade do ar e o nível de umidade próximo ao rosto durante o uso, o que pode facilitar o aparecimento de outras doenças.
Máscara de tecido comum é segura?
Nas redes sociais, há diversos vídeos ensinando a fazer máscaras de tecido comum (como tricoline) — uma ação supostamente apoiada após uma fala do ministro da Saúde, Luiz Mandetta, em que ele diz para usar a versão caseira ao sair de casa e poupar o estoque para os profissionais de saúde. Mas esse modelo não é seguro. O mesmo vale para colocar um lenço ou echarpe no rosto. Além de não estarem dentro dos padrões vigentes da Anvisa, o tecido não tem a trama fechada o suficiente para impedir a transmissão do vírus para o ambiente. "Além disso, a modelagem feita sem medidas específicas contribui para que o ajuste no rosto seja ruim, deixando a pessoa deixando a pessoa em risco de qualquer maneira", avalia o infectologista Leonardo Weissmann, conselheiro da SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia).
Pode lavar a máscara e usá-la de novo?
Não. A matéria-prima utilizada nas máscaras acaba se modificando quando é lavada, fazendo com que ela perca suas funções de proteção. A recomendação dos órgãos oficiais é utilizar o acessório por até duas horas, no máximo.
No caso dos profissionais da saúde, no entanto, a situação é mais delicada. Recentemente, temendo a escassez do produto, a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia recomendou aos profissionais que, se necessário, reutilizassem as máscaras N-95 utilizando uma máscara cirúrgica comum por cima.
Em nota técnica posterior, a Anvisa não recomenda a prática, "pois além de não garantir proteção de filtração ou de contaminação, também pode levar ao desperdício de mais um EPI [equipamento de proteção individual], o que pode ser muito prejudicial em um cenário de escassez", diz o documento. No entanto, o próprio órgão afirma que, excepcionalmente, "em situações de carência de insumos e para atender a demanda da epidemia da covid-19, a máscara N-95 ou equivalente poderá ser reutilizada pelo mesmo profissional", desde que ela tenha sido retirada de forma a minimizar a contaminação.
Como deve ser feito o descarte da máscara?
Idealmente, como é um material com potencial de contaminação, a máscara se encaixa na categoria de lixo hospitalar e deveria ser destinada ao descarte específico. "Mas isso não é realista", afirma o pneumologista Elie Fiss, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Segundo ele, o correto é retirar a máscara evitando contato com a parte da frente e colocá-la em um saco plástico. Jogue em uma lixeira fechada e lave as mãos com água e sabão imediatamente após o descarte, evitando tocar em qualquer superfície.
Eu não tenho máscara. E agora?
Se você está saudável, o acessório não é necessário para manter você protegido. O mais importante é seguir as recomendações do Ministério da Saúde, como lavar as mãos com água e sabão, utilizar álcool em gel quando não for possível e permanecer em casa, saindo apenas quando realmente necessário. Mas se você estiver com sintomas de doença respiratória, o indicado é permanecer em casa em isolamento, sempre com pelo menos um metro de distância de outras pessoas. Se for tossir ou espirrar, usar a dobra do braço no rosto e nunca as mãos. (Fonte: UOL).

segunda-feira, 23 de março de 2020

Lenha na Fogueira - 24.03.2020


Rondônia Rural Show de 26 a 30 de maio,
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Até a presente data, o governo de Rondônia mantém a realização da Rondônia Rural Show, marcada para acontecer entre os dias 26 a 30  de maio no município de Ji |Paraná.
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Quem ficou animado com a não suspensão até o momento da Rondônia Rural Show, foi a turma ligada aos grupos folclóricos.
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Acontece, que se o evento de Ji Paraná acontecer, toda programação junina, inclusive o Circuito, que está marcado para começar no dia 29 de maio, está garantido.
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Tá todo mundo eufórico, pois, o sonho de todo folclorista brincador de Quadrilha e Boi Bumbá é se apresentar no Arraial Flor do Maracujá.
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Já o Clodoaldo – Negaça coordenador do  Flor de Cacto, também ficou esperançoso com a notícia.
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Quem ainda não se manifestou a respeito do assunto, foi a direção da Funcultural, responsável pela coordenação do Circuito Junino.
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Já era tempo de a Funcultural ter divulgado o Calendário de realização do Circuito Junino e até gora nada!
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 Está Quem que não se cabe de felicidade é a Ednair Nascimento coordenadora do MERO.
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Dois pesquisadores doutorandos em Ciências Naturais, Thais Matos Pereira Ferreira (UFRS) e Thomaz Pinotti (UFMG) conheceram em Porto Velho o crânio de um tatu gigante com idade avaliada em presumíveis 40 mil anos, o primeiro catalogado pelo Museu da Memória Rondoniense (Mero).
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“Foi o primeiro fóssil, o especial Mero 001, único exemplar da espécie, designado por Holmesina rondoniensis”, disse na quarta-feira (18) a diretora da instituição, paleontóloga Ednair Nascimento.
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O fóssil do tatu permitiu estudá-lo com detalhes: ele tinha aproximadamente três metros de comprimento.
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A doutoranda da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e pesquisadora do Museu de Ciências Naturais de Porto Alegre, Thaís Ferreira, viajou a Rondônia para prosseguir seus estudos a respeito de tatus primitivos de várias regiões do Brasil.
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“Pretendo melhor elucidar estes estudos, e considero importante a idade dos fósseis”, ela disse.
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A coleção do Mero atualmente está avaliada entre 40 mil e 45 mil anos, raridades na Amazônia Ocidental Brasileira.
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Programado para cantar em Porto Velho (se coronavírus deixar), Fábio Júnior está internado no Hospital Albert Eintein, em São Paulo, desde domingo (22).
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Ele estava em casa quando passou mal e ligou para seu médico de confiança, o infectologista David Uip.
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O médico achou melhor que Fábio fosse levado ao hospital. A coluna procurou a assessoria de imprensa do cantor, que disse que ele fez ressonância, teste do coronavírus e exame de sangue. O teste deu negativo para a Covid-19 (ainda bem). Ainda não há previsão de alta.
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Não esqueça que prevenir, é melhor que remediar.
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Lave as mãos com água e sabão e utiliza também álcool em gel.
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O coronavírua é uma ameaça real, por isso, vamos cumprir a quarentena.

sábado, 21 de março de 2020

Lenha na Fogueira - 22;03;2020


Regina Duarte anuncia medidas para socorrer Cultura.
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Comandante da Secretaria de Cultura do governo de Jair Bolsonaro, Regina Duarte prometeu tomar medidas para socorrer a área em meio à pandemia de coronavírus, que afeta também a economia global.
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Em um vídeo publicado no Instagram, ela afirmou que recebeu centenas de mensagens de secretarias de cultura, produtores, atores e demais profissionais, preocupados com o impacto que a doença já vem causando.
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"Sensibilizada, venho me reunindo com minha equipe e construímos uma instrução normativa que se sustenta em três eixos: permite que o proponente possa movimentar recursos abaixo do limite previsto de 20% da captação prevista; permite que o projeto cultural possa ser alterado na fase de execução a qualquer tempo e ainda um formato de avaliação mais flexível na prestação de contas do proponente", anunciou ela....
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O negócio não está fácil para os produtores culturais. O Coronavírus tá botando pra acabar todo mundo. O Segmento cultural é um dos mais prejudicados, pois, os artistas vivem basicamente de cachês por suas apresentações e como está tudo parado, eles também não estão faturando nada.
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 O Ministério do Turismo apresentou uma Medida Provisória para apreciação do presidente Bolsonaro e o Ministro da Economia solicitando facilidades em linhas créditos aos produtores culturais e para o trade turístico.
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Vamos ficar torcendo para o governo concordar. Se acontecer vai aliviar em parte, os problemas dos produtores culturais.
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Acontece que os artistas em sua maioria, atuam individualmente, não são vinculados a nenhuma empresa e nem são registrados como MEI.
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O que dificulta a liberação de empréstimos pelos órgãos financeiros do Brasil.
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Uma das categorias mais prejudicadas com o cancelamento de shows em virtude do coronavírus, é a dos MÚSICOS que tocam na noite.
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Não vai ser fácil, pois segundo o Ministro da Saúde o Brasil só vai começar a se livrar da Pandemia, no mês de setembro.
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Por isso, acredito que no caso de Porto Velho, o Circuito Junino pode ser cancelado, já que dificilmente será realizado após o mês de setembro;
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O circuito junino, é um evento coordenado pela prefeitura de Porto Velho através Funcultura e da Semdestur, que está programado para começar, no final do mês de maio com a realização do Arraial Flor de Cacto.
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Inclusive, todos os grupos de quadrilha junina já suspenderam seus ensaios o que quer dizer, que caso a prefeitura resolva realizar o evento, vai ficar difícil, pois as coreografias dos grupos não estarão ensaiadas.
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Tudo depende de todos nós. Temos de ficar em casa, para evitar a proliferação do Covid-19.
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A recomendação, é lavar as mãos com água e sabão e usar álcool em gel.
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Só saia de casa em caso muito especial e se você for idoso, peça para alguém da família fazer as compras por você.
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O coronavírus não gosta de conversa fiada não!

Ministro do Turismo apresenta ações da pasta para o setor de shows e eventos


                                                                Ministro Marcelo Álvaro em reunião com representantes 
                                                                             dos promotores de eventos e shows. 

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, se reuniu nesta sexta-feira (20), com representantes dos promotores de eventos e shows, liderado pelo apresentador e locutor de rodeios, Cuiabano Lima. Entre os assuntos tratados no encontro estavam a liberação de créditos, remarcação e cancelamentos de ingressos e situação de contratos trabalhistas. O segmento também sofreu grandes impactos referentes à pandemia de coronavírus.
Em conversa com os produtores, o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, apresentou todas as ações que vêm sendo trabalhadas pela Pasta e que impactará em toda a cadeia turística. “Tenham a certeza que estamos aqui trabalhando juntos para minimizar esses impactos, incluindo o setor de vocês. Já conseguimos créditos com os bancos públicos, nota de orientação com o Ministério da Justiça e entregamos ao ministro Paulo Guedes, na presença do presidente, uma Medida Provisória que contempla a questão das remarcações de ingresso”, concluiu.
Nesta quinta-feira (19), Álvaro Antônio entregou proposta de Medida Provisória que estabelece um conjunto de ações para auxiliar o setor a reduzir suas perdas durante o período de pandemia.
Entre as medidas está a autorização da suspensão dos contratos de trabalho firmados pelos prestadores de serviços turísticos, cadastrados no Cadastur, e a não obrigatoriedade de reembolso de valores de artistas já contratados que forem impactados pelo cancelamento de eventos em geral - como shows, festivais, rodeios e espetáculos musicais e de artes cênicas, desde que remarcada sua participação em até 12 meses após o fim deste período.
Para o apresentador e locutor de rodeios Cuiabano Lima, as ações que o Ministério do Turismo vem realizando já dão um otimismo para o setor. “Essa entrega da MP é um feito de alto valor e importância para o segmento neste momento. Isso já garante um pouco nosso pleito”, celebrou. (Texto -Por Victor Maciel - Edição: Cecília Melo – Foto:  Dênio Simões/MTur)

sexta-feira, 20 de março de 2020

Lenha na Fogueira - 21.03.2020


Show do Fábio Júnior em Porto Velho pode ser suspenso.
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O Show de Fábio Júnior marcado para acontecer no dia 16 de maio, no Teatro Palácio das Artes em Porto Velho. Pode ser suspenso;

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A produção do espetáculo, anunciou no dia de ontem 20, que os ingressos já podem ser adquiridos numa loja do Porto Velho Shopping.
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Procuramos a Funcer responsável pela administração do Palácio das Artes Rondônia, com o intuito de confirmar se realmente o show do Fábio Júnior estava confirmado e pasmem!
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A responsável pela agenda do Teatro nos informou, que a presidência da Funcer vai informar o produtor do show do Fábio na próxima segunda feira 23, que não pode confirmar ou garantir a liberação do Teatro, já que o governo estadual, publicou Decreto recomendando a suspensão de eventos que reúnam mais de 100 pessoas.
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O Decreto tem validade de 180 dias, porém, de inicio diz que a confirmação se vai ou não ser prorrogado, após os primeiros 15 dias.
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Caso tudo continue como está, ou seja, a proliferação do coronavírus continue, o prazo será dilatado até que tudo volte ao normal.
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Como sabemos, o Palácio das Artes Rondônia é administrado pelo governo estadual e por isso, a Funcer não pode liberar qualquer apresentação em suas dependências.
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Portanto, a recomendação da coordenação de pauta do teatro, é de que os fãs do cantor Fábio Júnior aguarde mais um pouco para comprar ingressos.
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É mais um evento que sofre com a Pandemia causada pelo novo Coronavírus
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Outra do coronavírus:
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MPF recomenda zero contato com índios isolados e pede revogação de portaria da Funai sobre coronavírus.
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O Ministério Público Federal (MPF) recomendou à Fundação Nacional do Índio (Funai) que não promova qualquer ação “laica ou religiosa” em territórios onde se encontram grupos indígenas isolados brasileiros.
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"Abstenham-se de promover ações e/ou atividades, laicas ou religiosas, terrestres, fluviais e/ou aéreas nas imediações dos povos isolados e, em caso excepcional, que seja fundamentada e coordenada pela Coordenação Geral de Índios Isolados e de Recente Contatados conforme determina o regimento interno da Funai", diz o MPF.
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Os procuradores também pediram à Funai a revogação da portaria publicada nesta semana que estabeleceu medidas de combate ao novo coronavírus.
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A portaria permitiu o contato com índios isolados, mesmo com a política da própria Funai de respeitar, desde a década de 80, o isolamento desses grupos indígenas.
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A fundação considera isolados os "grupos indígenas que não estabeleceram contato permanente com a população nacional, diferenciando-se dos povos indígenas que mantêm contato antigo e intenso com os não-índios".
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Como revelou o blog, a portaria publicada pela Fundação mostrou o desconhecimento sobre o próprio regimento do órgão ao tirar da Coordenação-Geral de Índios Isolados a atribuição de contatar essas tribos.
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Por ser extremamente sensível, esse setor tem o conhecimento técnico para essas raríssimas expedições de contato.
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O texto da portaria abriu brecha para as 39 coordenadorias regionais da Funai atuarem, caso haja uma necessidade de aproximação com esses povos. Brecha esta que a Funai reiterou ao comentar, nesta quinta (19), a repercussão negativa entre indigenistas e especialistas sobre a portaria.
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Além do MPF, o Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH), vinculado ao Ministério dos Direitos Humanos do governo federal, também pediu a revogação da decisão.
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A Câmara dos Deputados pediu explicações à Funai sobre o texto.

Livro traz temática social Com o poder das palavras


Por meio da poesia, o livro “A negra cor das palavras” traz versos que destacam a temática social, procurando revelar, através da negritude, a potência da língua e da voz de uma raça que foi tão oprimida. Publicada pela editora Penalux, a obra da escritora Alexandra Vieira de Almeida busca fazer uma leitura sobre os símbolos que permeiam as cores negra e branca, revelando que uma complementa a outra, nas suas simbioses e, ao mesmo tempo, diferenças.



Segundo a autora, o livro traz uma reflexão sobre a negritude de um povo, discutindo questões de uma classe marginalizada e de vida sofrida. Os versos procuram também falar sobre como brancos e negros se completam, numa analogia feita pela própria autora. A escritora ainda brinca utilizando a tinta preta e o papel branco para contextualizar as diferenças e semelhanças de cada um.

Para o professor emérito da UFRJ e membro da Academia Brasileira de Letras Antonio Carlos Secchin, que assina a quarta capa, a escritora evita o “panfletarismo”. Para Secchin, se o discurso soa vincado pela demanda social, é num outro plano, de intensa subjetividade, que melhor se realiza. “Por meio de imagens fortes, no manejo exclusivo do verso livre, o negror atravessa toda a obra, presente em 10 títulos de poemas e numerosas incidências ao longo dos versos”.

Segundo o poeta, arquiteto e historiador da arte Nuno Rau, responsável pelo posfácio, a obra apresenta a cor negra também como símbolo da melancolia, estando presente através da bile negra, citada em um dos versos. Para ele, a autora constrói o livro a partir de uma paisagem de significados, extraindo da noite a força motriz para sua poesia, “que emana de sólidos negros sob uma luz que nos encena uma luminosa dor da escrita”.

Sobre a autora
Nascida e criada no Rio de Janeiro, Alexandra Vieira de Almeida é professora, poeta, contista, cronista, resenhista e ensaísta, além de ser Doutora em Literatura Comparada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Publicou seis livros de poesia adulta, sendo o primeiro “40 poemas” e o mais recente “A negra cor das palavras”. Também tem um livro ensaístico, “Literatura, mito e identidade nacional” (2008), e um infantil, para crianças de 6 a 10 anos, “Xandrinha em: o jardim aberto” (Penalux, 2017).

 Ficha técnica:
Livro: A negra cor das palavras
Poesia
Editora: Penalux
Tamanho: 14x21 cm
Páginas: 102
Preço: R$ 38,00