sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Rondônia é ouro no Desafio Individual de Hidráulica

Depois da emoção da festa de abertura da Olimpíada do Conhecimento 2016, em Brasília, a torcida do Senai Rondônia teve ontem, 10, mais um motivo para comemorar. O aluno Wesley Monteiro da Silva, da escola de Vilhena conquistou medalha de ouro na prova do Desafio Individual de Hidráulica. Os competidores tiveram uma hora para realizar a montagem de uma tubulação hidráulica de água fria de um banheiro. E Wesley subiu no primeiro lugar do pódio ao vencer participantes do Rio Grande do Sul e Espirito Santo.
O aluno olímpico medalhista de ouro lembra que durante os treinos os procedimentos e as técnicas são repetidos muitas vezes para melhor aproveitamento e com o objetivo de alcançar os melhores resultados. Repetindo o velho chavão “a prática leva à perfeição”, Wesley atribui sua vitória a repetição do que foi ensinado em sala de aula, muita prática e conhecimento técnico.
Aluno da escola Senai de Vilhena, Rondônia, Wesley disse que veio participar com o intuito de dar cem por cento de si. “A conquista da medalha de ouro foi consequência de todos estes fatores. Sei que há muito para aprender e com o Senai, sei que estou no caminho certo. Participar da Olimpíada é uma forma de me qualificar ainda mais. Tenho certeza que esta competição vai me ajudar muito a crescer na carreira, pois sairei daqui mais qualificado para conquistar o mercado de trabalho e ter um futuro melhor ”, afirmou.

O presidente do Sistema Fiero e diretor do Conselho Regional do Senai Rondônia, Marcelo Thomé destaca que ao participar da Olimpíada do Conhecimento os jovens estão sendo preparados para tornar a indústria brasileira mais produtiva e mais competitiva. “Estes jovens alunos não estão apenas sendo qualificados no domínio de uma competência, mas também em um alto nível de planejamento, de processo de execução, de técnicas. Este é o nível de excelência de que a indústria precisa”, disse.

Para o diretor regional do Senai-RO, Valério Duarte, a conquista tem um importante significado para o Senai e para Rondônia. “A medalha de ouro do Wesley demonstra que nossos alunos estão altamente qualificados para vencer os desafios do mercado de trabalho e de fazer a diferença que a indústria brasileira precisa para se fortalecer ainda mais”, falou.
Na manhã de ontem, meu amigo compositor Erivaldo Melo conhecido no mundo artístico musical como BADO, ligou querendo saber sobre a história do samba em Porto Velho.
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Acontece que ele vai fazer uma série de palestras nos colégios municipais e estaduais sobre “A Música em Porto Velho”. Leia-se música autoral em seus vários segmentos.
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Pra quem não sabe, Bado é um estudioso da música inclusive é bacharel. A dúvida do professor era sobre o primeiro samba composto em Porto Velho.
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Expliquei que o primeiro samba composto por músico de Porto Velho é o famoso “Triângulo” que foi feito pelo músico João Henrique conhecido como Manga Rosa, lá no início da década de 1950.
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Vale lembrar que a primeira escola de samba a desfilar no carnaval de Porto Velho foi criada pelo Eliezer dos Santos o Bola 7, no ano de 1946. A história do carnaval de rua de Porto Velho tem registros inclusive com fotografias antes de 1920. Eram os chamados “Corsos”, quando os foliões desfilavam apenas em carros.
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A escola de Samba “Deixa Falar” fundada pelo Bola 7 e outros sambistas como Antônio Coxó, Severino Porteiro, Pelado e tantos outros, era composta apenas por foliões do sexo masculino. Todos seus integrantes faziam pate da “Batucada”, Bola 7 ia a frente como se fosse o Baliza portando uma Maromba (espécie de pedaço de pau no formato de um bastão de beisebol). Não cantavam e nem usavam instrumentos de sobro. Desfilava apenas batucando.
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A Escola de Samba “O Triângulo Não Morreu” surge também no início da década de 1950 o que levou muita gente a pensar que o samba “Triângulo” composto pelo Manga Rosa era o hino da escola.


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Manga Rosa antes de morrer, me disse que seu samba não tinha nada a ver com a escola de samba. “Triângulo” foi feito para homenagear os boêmios que frequentavam a casa da dona Abgail esposa do sertanista Francisco Meirelles que ficava no pé do Morro do Triângulo. O nome dos boêmios consta da letra do samba. Black, Angail, Chico Moreira, Manga Rosa, Nego Mário, Aldenor e Waldemar.
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Na minha conversa com o Bado até comparei dona Abgail com a Tia Ciata negra que veio da Bahia para o Rio de Janeiro e em cuja casa, se reuniam os boêmios da época. Foi na casa da Tia Ciata que foi composto o primeiro samba gravado no Brasil “Pelo Telefone” em 1916.
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Depois do samba “Triângulo” de autoria do Manga Rosa, pelo que me consta, o segundo samba de autoria de um sambista de Porto Velho tem minha assinatura “Rondônia Futuro do Brasil” composto em parceria como o José Carlos Lobo em 1966 para o carnaval de 1967. Depois compus o samba enredo “Sinha Moça e a Abolição” para o desfile da escola de samba Pobres do Caiari no carnaval de 1970.
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Meu amigo e parceiro Bainha diz que muito antes da Caiari apresentar samba enredo, ele já compunha samba enredo para a Diplomatas. Só que minhas pesquisas dizem, que o primeiro samba enredo da escola de samba Os Diplomatas foi realmente composto pelo Bainha só que para o carnaval de 1971.
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Quem quiser saber realmente sobre essa história, tem que pesquisar no Jornal O Alto Madeira que para o ano completa 100 anos. Ali se você procurar nos anos antes de 1970, vai ver que não consta nenhum registro (noticia) de que uma escola de samba de Porto Velho desfilou cantando samba enredo da lavra de seus compositores. A gente desfilava cantando samba das escolas do Rio de Janeiro.
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A escola de samba “O Triângulo Não Morreu” que surgiu antes da Diplomatas, desfilava cantando o samba do Jackson do Pandeiro “Vou Gargalhar”: “Quem disse que a escola não sai, não tem cabeça pra pensar. A escola vai sair, e o povo da vila (eles diziam Morro) vai samba, vou gargalhar quá quá quá quá...”

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Lenha na Fogueira - 11.11.16


Ontem aconteceu um negócio muito bacana. Na realidade, pela primeira na história cultural de Porto Velho, um Procurador do estado (PGE), senta com dirigentes de grupos folclóricos para ouvir as necessidades das várias entidades dos segmentos quadrilha e boi bumbá.
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A reunião aconteceu no gabinete do superintendente da Sejucel e contou além da presença do Procurador Igor com a maioria dos dirigentes de grupos folclóricos e a direção da Federon e representante do Grupo Diz-Farsa, Superintendente Rodnei Paes, Bebel entre outros funcionários da superintendência.
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Foi uma reunião onde o Procurador tomou conhecimento do que estava acontecendo com a emenda parlamentar, que seria para a realização das apresentações dos grupos folclóricos no Flor do Maracujá e que até agora não foi liberada. Basta lembrar que essa emenda está tramitando pelos corredores burocráticos desde o mês de abril.
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Após mais de uma hora de esclarecimentos e explicações, a turma do folclore compreendeu, assim como o Procurador e foi formada uma comissão mista (funcionários da Sejucel e membros da diretoria da Federon) para trabalhar a formatação do Projeto que vai atender os grupos dentro da Lei.
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Esse tipo de reunião deveria acontecer sempre, não só entre Procuradores Estaduais e grupos culturais, mas, também com Conselheiros do Tribunal de Contas ou técnicos desse Tribunal. Com certeza, se os Conselheiros do TCE trabalhassem oficinas de orientação para prestação de contas de convênios e outros meios, não teríamos tantos promotores culturais enrolados. Alguns até condenados por terem realizados eventos que enalteceram o Estado de Rondônia mas, que por falta de conhecimento de como realizar a Prestação de Contas estão respondendo judicialmente a ações impostas pelo TCE.
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A mesma coisa aconteceu em 2014 quando o Procurador Heverton Aguiar do Ministério Público, expediu recomendatória à Secel para não realizar o Arraial Flor do Maracujá. Acontece que a Federon procurou o Dr. Heverton que após ouvir o que realmente estava acontecendo, resolveu colaborar com a realização do evento que a partir de então, passou a ser de responsabilidade da Federon saindo da alçada do governo estadual.
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Tudo é questão de conversar. “É conversar com quem sabe e beber com quem paga”, já dizia o cabo Ramos lá no bar do Casimiro
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Dessa vez foi o Procurador do Estado Dr. Igor quem procurou ouvir os Grupos Folclóricos para juntos, resolverem uma questão burocrática, que graças a Deus foi resolvida. Para isso os folcloristas contaram com a boa vontade do Procurador Igor e da equipe da Sejucel que tiveram a paciência de ouvir a lamentação dos dirigentes folclóricos.
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No final de reunião o procurador Igor já estava sendo disputado por alguns dirigentes de grupos de quadrilhas, querendo que ele aceitasse ser o “Padrinho” do grupo. O Procurador Igor com certeza passou a ser considerado como amigo dos grupos folclóricos de Rondônia e com certeza, terá seu nome gravado nos anaias da Federon.
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Com certeza, se o Promotor do MP de Guajará Mirim tivesse a boa vontade e a compreensão do Dr. Igor, a Associação dos Amigos de Guajará não teria passado o vexame que passou e está passando, ao ser proibida de entregar o material que foi adquirido com dinheiro público, para os Bois Malhadinho e Flor do Campo.
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A maioria dos técnicos que prestam serviços nos órgão fiscalizadores como MP. TCE, PGE, PGM, não estão nem aí! O negócio deles é procurar uma vírgula que esteja mal colocada, para ferrar os promotores culturais. Obrigado Dr. Igor!

O Homem de Nazaré será encenada em dezembro


O grupo teatral Êxodo promove na próxima quinta feira dia 17, no teatro Banzeiros em Porto Velho, o lançamento da peça “O Homem de Nazaré”.
O espetáculo está marcado para acontecer nos dias 1°, 2 e 3 de dezembro (quinta, sexta e sábado) na cidade cenográfica, Jerusalém da Amazônia que fica à Margem do Rio das Graças com entrada no KM 13 da BR 364 sentido Candeias do Jamari. “Assim que assumimos a direção do grupo ha mais de um ano atrás, priorizamos o que denominamos de arrumação da casa, ou seja, colocando toda documentação em dia. Agora com a parte burocrática praticamente arrumada, partimos para a revitalização dos cenários da Jerusalém e para isso, contamos com o apoio do governo estadual através da Sejucel, que providenciou a mão de obra dos reeducandos junto a Sesdec e além de limpar toda cidade cenográfica, revitalizaram os cenários que estavam danificados pelo tempo”, disse o presidente do Êxodo José Monteiro.

No dia 17 a noite, a direção do Grupo Êxodo vai apresentar no Teatro Banzeiros o trailer da peça e servir coquetel a imprensa e convidados especiais. “Lembro que a prefeitura de Porto Velho também está colaborando para que a encenação aconteça nos primeiros dias do mês de dezembro e o público de Porto Velho volte a apreciar a peça O Homem de Nazaré na cidade cenográfica Jerusalém da Amazônia”, finalizou Monteiro.

Senador anuncia liberação de recursos culturais


O senador Valdir Raupp anunciou que o Ministério do Turismo depositou na conta do governo do estado mais uma parcela no valor de R$ 213 mil e 840 para a construção de dois centros culturais destinados aos grupos folclóricos Malhadinho e Flor do Campo que promovem o Duelo da Fronteira, na cidade de Guajará-Mirim.
Os recursos fazem parte do convênio firmado entre o governo do estado e o Ministério do Turismo no valor de 2 milhões e 120 mil, recursos que foram alocados no Orçamento da União graça a ação política do senador Valdir Raupp e da deputada federal Marinha Raupp.
Segundo o senador, o Festival Duelo da Fronteira é uma das maiores manifestações culturais do estado e há muito tempo os dois grupos folclóricos precisavam desses centros culturais para fomentar turismo, em Guajará-Mirim, que tem um grande acervo histórico com destaque para a Estrada de Ferro Madeira/Mamoré, além das belezas naturais, na fronteira com a Bolívia.

Em Brasília já tivemos a garantia de que o Ministério do Turismo vai liberar os recursos totais para a construção dos dois centros culturais, disse o senador Valdir Raupp. Além de Guajará outras cidades rondonienses têm recebidos recursos federais para a infraestrutura turística que são colocados no Orçamento da União por mim e pela deputada Marinha Raupp, afirmou o senador.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Lenha na Fogueira - 10.11.16


Ao contrário do Brasil, onde o vermelho do PT foi fragosamente derrotado nas últimas eleições pelo azul do PSDB, nos Estados Unidos da América, Donald Trump recuperou a cor que ha alguns anos serviu apenas como pano de fundo.
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A única diferença é que o “Vermelho” do partido brasileiro, tem como bandeira o socialismo, enquanto o americano o radicalismo, a discriminação racial e étnica.
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Donald Trump venceu prometendo “devolver os Estados Unidos aos Americanos, colocando os latinos em seus devidos lugares. Em determinado comício chamou os latinos de latrinos”. Ao fingir que não é homofóbico, exibiu uma bandeira do Movimento LGBT de cabeça pra baixo.


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Agora não tem mais jeito, ele está eleito e assume no dia 20 de janeiro do próximo ano como 45° presidente americano. Valei-me São Sebastião!


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A onda azul tão propalada e “cantada’' pelo mestre Carlão Sperança não deu certo nos Estados Unidos.
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Porém, uma coisa podemos comparar, assim como cá, lá também o vencedor não é politico de carreira, igualzinho o prefeito eleito de São Paulo João Dória e o prefeito eleito de Porto Velho Hildon Chaves.
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Assim como cá, lá também o povo mostrou que está cansado dos políticos de carreira e olha que lá, não está acontecendo nenhuma “Lava Jato”. Donald Trump é empresário bem sucedido, assim como os dois brasileiros citados acima.


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O mundo dos negócios está em polvorosa. Ninguém sabe o que vem pela frente, Trump é afoito, é metido a ser o dono da verdade e quando isso acontece quem sofre é o povo.


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Esperamos que ele deixe o ranço de lado e faço um governo republicano de verdade! Queiramos ou não, a politica americana afeta praticamente todos os países. Não é atoa que as bolsas do mundo todo amanheceram a quarta-feira em queda livre.
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Hillary Clinton após derrota para Trump disse em seu discurso: "Eu sei o quão desapontados vocês se sentem. É doloroso e vai ser por muito tempo. Nós vimos que a nossa nação está mais dividida do que pensávamos. Lutei pelo que acreditava ser certo", disse ela.


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O ano de 2017 traz novo ciclo de políticos e da política. Parece que estamos de volta ao tempo em que um fio de bigode, valia mais que qualquer assinatura. Estamos de volta ao tempo que a palavra valia muito.


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Parece que o povo está mais para acreditar nas pessoas e não nos programas dos partidos políticos. Ninguém quer mais viver de promessa ou do será que vai dar certo. O negócio agora é pagar pra ver, ou votar pra ver no que vai dar.


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Inclusive essa política está chegando ao futebol brasileiro e em especial ao meu Vasco da Gama.
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A situação do Vasco na Segundona fica a cada rodada mais dramática. Após o decepcionante empate desta terça-feira contra o modesto Luverdense, em São Januário, o clube caiu para a terceira posição na competição. O Gigante da Colina está ameaçado de não subir para a Série A em 2017 e passar por um dos maiores vexames de sua gloriosa história.
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Ainda acredito, eu e o Analto Alves que é mais conhecido como Da Silva. Nosso Vasco vai dar a volta por cima nos próximos jogos.
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Ainda mais que vem aí a “Semanada da Consciência Negra”. A programação sob a coordenação do IFRO começa segunda feira dia 14 e vai até o dia 18, sempre lembrando que o dia da Consciência Negra é o 20 de novembro.


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Porém, na Casa da Cultura está acontecendo a exposição do artista plástico Luciano Pinheiro. Tudo para não ficarmos apenas na política americana.


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Vem cá, pergunta o colunista da ALE, essa coluna não é sobre cultura? É! Mas, toda regra tem exceção.


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É como dizia o filósofo “Tiririca”: Pior não Fica. Ficou!

Exposição memórias do rio no Palácio da Memória


A exposição “Memórias do Rio, paisagens no Madeira” tem o objetivo de mostrar a sociedade não apenas o estudo científico no campo da arqueologia e comunidades tradicionais, mas trazer um pouco das experiências de vida dessas pessoas com o rio e suas histórias.
A cidade de Porto Velho carece compreender mais sobre essas relações que constituem a nossa gênese, mas que por ora está distante de nossa existência, por vários motivos, como a correria da vida cotidiana e a luta pela sobrevivência. Buscar compreender essa mística que se construiu por séculos ao longo do Rio Madeira e que vem sendo destruída com a modernidade e a expropriação econômica tem sido o grande desafio dos remanescentes dessas comunidades. Por isso, que o projeto de Extensão coordenado pela professora Dra Silvana Zuse e conceituado em uma exposição pela Museóloga Evânia Barros trazem a tona não apenas a longa permanência de populações de pelo menos 6 mil anos ao longo do Rio Madeira, mas a tônica e o desafio em permanecer em seus espaços naturais mesmo com tantas transformações recentes não apenas da paisagens, mas dos modos de vida, decorrentes da construção de grandes empreendimentos hidrelétricos. Gerando o risco e extermínio do bem viver e do simbólico no qual essas comunidades viviam emersas.
Neste sentido construir e discutir uma pauta com toda a sociedade de Porto Velho sobre as memórias do Rio Madeira e suas paisagens passar a ser um ponto urgente. Assim a exposição acontecerá entre os dias 07 de novembro a 15 de dezembro no Museu Palácio da Memória Rondoniense (antigo Palácio do Governo), estando aberto ao publico geral de segunda a sexta.

A proposta apresentará visitas guiadas a estudantes e demais grupos, visita ao laboratório de arqueologia do museu, em que será mostrado o processo de análise arqueológica, e em alguns dias na semana também haverá apresentação de documentários no auditório. Serão expostos materiais e narrativas arqueológicas, provenientes das pesquisas de campo do Departamento de Arqueologia da UNIR, nos sítios arqueológicos Santa Paula e Donza, ambos na margem esquerda do rio Madeira, bem como de relatos, fotografias e vídeos das comunidades próximas aos sítios arqueológicos. Aguardamos sua visita e participação. (Texto: Ednair Rodrigues do Nascimento)