segunda-feira, 23 de setembro de 2013

LENHA NA FOGUEIRA - 24.09.13

O carnaval de rua em Porto Velho no ano de 2014 pode ficar prejudicado caso a Lei 2.995 de 12 de março de 2013, seja aplicada na íntegra.

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Essa Lei assinada pelo governador Confúcio Moura diz em seus vários artigos que: Fica determinado que as entidades responsáveis pela organização de show, eventos, provas para concursos, vestibulares, seleção e similares no Estado de Rondônia, deverão fazer a CONTRATAÇÃO DE  AMBULÂNCIA para atendimento e ocorrência médicas dos participantes e envolvidos no evento.

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Esta Lei aplica aos eventos/provas que aglutinem número de pessoas iguais ou superior a 1.000 (um mil) pessoas.

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No inciso 5º do Artigo 1º consta: Ficará impossibilitada para eventos privados a utilização de ambulância da SAMU.

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Já não bastasse a Lei 190 que é municipal, que faz uma série de exigência para a realização de eventos de grande porte, agora tem mais a 2995 do governo estadual.
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Gostaria até de saber, se o Sated seccional de Rondônia foi informado sobre a inauguração do teatro estadual e de sua programação. Com a palavra o eterno presidente do Sated/RO Firmineto Mendes
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Voltando a 2995 – Já pensou, blocos tipo Banda do Vai Quem Quer. Galo da Meia Noite, Us Dy Phora, Furacão da Zona Sul, Até Que a Noite Vire Dia e Carna Leste que levam muito mais que mil pessoas em seus desfiles, quando não vão ter que investir na contratação de ambulâncias e paramédicos.

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Acho que essa Lei também proíbe a participação de Bombeiros Estaduais, tem que ser Bombeiro Civil o que vai custar outra grana preta. Por um lado, até que a Lei é boa, pois vai acabar com alguns blocos que só pensam em faturar algum, não se importando com a segurança dos foliões.

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Ainda bem a Lei isenta os desfiles das escolas de samba. Esse sim o verdadeiro carnaval cultural, as escolas de samba desfilam contando e cantando fatos da história do Brasil e do Mundo é totalmente cultural.

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Já os blocos de trio, como são chamados os blocos que desfilam utilizando trio elétrico para reproduzir o som de suas bandas, são considerados como “mercantilistas”, pois cobram dos foliões através da venda de abada.

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Tá certo que tem a “pipoca” que vai atrás do trio elétrico, esse folião deve ser cuidado pelo poder público, pois os foliões que vão dentro da corda de isolamento, estes sim, são da responsabilidade da entidade ou da direção do bloco e por isso, devem contar com ambulância e até médico para atender algum folião que venha passar mal durante o desfile.

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É a mesma coisa nos estádios onde acontecem jogos de futebol, se não tiver ambulância o jogo não começa

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No carnaval de 2014 o bloco que não contratar ambulância para seguir seu desfile, não vai poder nem sair da concentração. Aliás, não vai poder nem concentrar, pois a equipe médica com ambulância e tudo tem que estar no local da concentração, meia hora antes da festa começar.

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Quem está esperneando pra tudo quanto é lado, é o presidente do Galo e a presidente da BVQQ.

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Uma da turma da Secel na Conferência: Uma jovem viu aquele rapazinho bonitinho e botou pra cima dizendo pras colegas: Ele não me escapa, vou levá-lo pro meu chalé hoje a noite, custe o que custar. A Wélida não tendo o que fazer, foi contar pro “Zinho” e ele com medo de ser “abusado sexualmente” se recolheu aos aposentos do hotel antes da “coruja’ piar. Já pensou!

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E tem aquela da turma que foi pro centro da cidade e perdeu a noção do tempo. Essa você fica sabendo só amanhã!

sábado, 21 de setembro de 2013

HISTÓRIA DA RADIO CAIARI - ELVESTRE JOHNSON

Elvestre Johnson – Tábua de Balanço


Voltamos a enfocar o surgimento da Rádio Caiari, desta feita contando a história do locutor apresentador Elvestre Johnson o idealizador do programa “Tábua de Balanço”, o maior sucesso da emissora e do rádio portovelhense, entre os anos de 1964 a 1969. “Ia passando em frente a rádio Caiari e vi uma fila enorme, perguntei do que se tratava e me disseram que era concurso para locutor, por curiosidade me inscrevi e terminei sendo selecionado”.
Essa e outras histórias sobre a vida do hoje aposentado, jornalista Elvestre Johnson você vai ficar sabendo através da entrevista que segue:

ENTREVISTA

 Zk – Primeiro queremos saber da sua vida, onde nasceu e quando?
Elvestre –Nasci no Alto do Bode um morro que ficava entre a Baixa da União e o Triângulo. O nome foi porque ali moravam os estrangeiros que vieram trabalhar na construção da Estrada de Ferro. Eram Barbadianos, Antilhanos que falavam a língua inglesa e os brasileiros não entendiam nada e diziam que era bode bodejando. Quando perguntavam sobre o nome do local diziam: “É Alto do Bode”. Nasci ali em 1939. Somos uma família de 16 irmãos, Deus já levou três.

Zk – Filho de?
Elvestre – Papai Norman Johnson era do Caribe, minha avó era barbadiana, e minha mãe dona Elvira Berenice Johnson nasceu no Brasil, agora minha avó que era a grande baluarte da família chamava-se Elisa Wills.
Zk – Como foi que você começou a se interessar pelo rádio, como apresentador de programa de rádio?
Elvestre – Comecei na rádio Caiari por um acaso. Eu lecionava no Senai e naquela época todo mundo andava a pé ou de bicicleta.

Zk – Vamos dar um tempo na história do radialista para falar sobre o Senai. Quem o levou para trabalhar lá?
Elvestre – Quando o Senai foi instalado aqui em 1960 o diretor era o professor Eirado depois ele se afastou e entrou o professor Chico Otero que já era do quadro e ao assumir, precisou contratar um professor de português, então foi lá na Escola Normal entrevistou um, entrevistou outro e terminou por me escolher e então passei a lecionar no inicio de 1961. Acontece que a primeira turma do Senai começou fazendo o Curso Preparatório a partir do meio do ano de 1960, porém, oficialmente, só passou a contar como curso mesmo, a partir do ano de 1961 quando realmente comecei a lecionar, quer dizer, fui um dos primeiros professores do Senai em Rondônia.

Zk – Como funcionava o Senai?
Elvestre – O Senai naquela época era uma coisa fantástica. Era muita disciplina tal qual o exército, uma coisa muito organizada. Naquele tempo o Senai daqui era subordinado a 6ª Região cuja sede era em Bauru (SP). Depois passou para a 19ª Região. Tive a felicidade de trabalhar com o professor Chico Otero que era um cara muito organizado, muito rígido e muito correto. Os alunos vinham da Bolívia, Guajará Mirim e Acre e aqui se juntavam aos de Porto Velho era a verdadeira integração.

Zk – E antes de se formar professor, você fazia o que?
Elvestre – Fui vendedor de bolo e sorvete pela rua. Mamãe enchia o tabuleiro e eu saia vendendo. Atuei como menino de recado para as prostitutas da Maria Eunice, Anita, Tartaruga e outras, tudo para ajudar no orçamento de casa porque nossa família era grande.

Zk- E a rádio Caiari como foi?
Elvestre – Teve um concurso na época. Eu vinha com uns alunos do Senai e vi aquela fila enorme em frente à rádio Caiari e perguntei o que era aquilo e me disseram, é concurso para locutor, levado pela curiosidade me inscrevi. Éramos 23 candidatos e só passaram dois, Eu e a Maria do Carmo filha da dona Maturina. Isso foi em 1964.

Zk – Qual programa você passou a apresentar?
Elvestre – Quando fui contratado, o padre Vitor Hugo disse que queria um programa e então comecei a esboçar e levei ao ar o “Canta Passarinho”, era assim: No meio da música que estivesse rodando, o sonoplasta acionava um botão e surgia um passarinho cantando, o ouvinte tinha que dizer através de carta, qual música o pássaro cantou, se acertasse ganharia o prêmio. Depois achei o Canta Passarinho um tanto quanto pobre e aí troquei o nome para “Onda de Prêmios”, mas, não gostei e resolvi mudar.

Zk – Para Tábua de Balanço?
Elvestre – A idéia era colocar no ar, um programa que balançasse os ouvintes, o pessoal me ajudou a raciocinar: “Coisa que balança é trampolim” daí o nome do programa “Tábua de Balanço – O Trampolim do Sucesso”. Tocávamos do baião ao rock e até música romântica e principalmente a Jovem Guarda Iê, iê iê que estava no auge.

Zk – Você apresentava outros programas?
Elvestre – Fazia o jornal da Noite que ia ao ar entre onze e meia noite, era Eu o Joel Silva e o Inácio Castro (os dois já faleceram). Também abria a rádio as 6h00 apresentando o RC Noticias (Rádio Caiari Noticias), foi uma época fantástica.

Zk – Voltando ao concurso para locutor. Quem foi o examinador?
Elvestre – Foi o Emil Gorayeb um cidadão muito forte que tinha uma voz muito potente.O analista de português foi o maior e melhor professor de português que já existiu por aqui, Enos Eduardo Lins.

Zk – Você ficou na rádio Caiari até quando?
Elvestre – Até 1970 quando o Brasil foi pro México. Surgiu a rádio Eldorado, fui convidado e aceitei trabalhar lá, depois voltei para a Caiari e passei a fazer apenas esporte.

Zk– Fala sobre como eram feitas as transmissões dos jogos de futebol?
Elvestre – Naquela época ainda não tinha Internet era apenas a Embratel e também, não existia o sistema de link, então o repórter de pista, gravava as entrevista e corria para a cabina onde ficava o narrador e colocava o gravador encostado no microfone e reproduzia a entrevista.

Zk –Como comentarista de futebol qual o grande lance, aquele que marcou a tua vida como radialista?
Elvestre – Quando o Brasil estava se preparando para ir pro México veio fazer um jogo em Manaus e nós fomos pra lá, Eu e o Ribamar. Atuei como repórter de pista e enquanto o Ribamar ficou na cabina fui pra beira do gramado, nesse dia jogaram a seleção “B” do Brasil contra a seleção “B” de Manaus e depois a seleção “A” do Brasil contra a seleção “A” de Manaus. Quando a seleção brasileira saiu do túnel do Vivaldão veio o Pelé a maior estrela do Brasil e ao seu redor um monte de repórter, nunca vi tanta gente na minha vida ao redor de uma mesma pessoa e eu fiquei afastado com o meu microfone que tinha aproximadamente uns dois palmos de comprimento e o Pelé dizia: “calma gente, calma, vou atender um por um”.Olhou no meu rumo que estava um pouco afasto e disse, vou começar por aquele moreno ali que era Eu. A primeira pergunta da coletiva quem fez foi Eu: Pelé, como você se sente aqui no Vivaldão? Sai correndo para a cabina para transmitir a entrevista e dei de cara com o Paulo Cezar Caju que virou pra mim e disse: Oi da Cor! Aquilo pra mim foi fantástico!

Zk – Quem fazia parte da equipe esportiva da rádio Caiari?
Elvestre – O Abemor era o faz tudo, ele era o técnico, carregador de cabos e orientador. Nas viagens para economizar, ia o sonoplasta que atuava como técnico, o locutor narrador e o comentarista. Tinha o Clodomiro Santos e o Jorge Santos que eram os sonoplastas e como já disse o Abemor como técnico.

Zk – Existe uma brincadeira que envolve o narrador Tarugo. Conta o que gerou a gozação?
Elvestre – Tarugo era um “caboquinho” que atuava como narrador de futebol na Caiari e em determinado jogo, entre o Ferroviário e outro time, onde estava atuando como zagueiro, o Dodó que tem quase dois metros de altura. Tarugo narra: “Lá vem o ataque pra cima do Ferroviário, confusão na intermediária, escapou o jogador fulano, se prepara e chuta rasteirinho, rasteirinho – Corte Dodó de cabeça”.Já pensou o Dodó daquele tamanho, cortando uma bola de cabeça rés a grama. Daí a gozação!

Zk – Como foi teu relacionamento com o Padre Vitor Hugo?
Elvestre – Foi a melhor possível. Ele era uma pessoa muito aberta, principalmente quando se tratava de religião, por exemplo, eu professava a religião Protestante, Crente e ele apesar de ser padre católico não se incomodava, tanto que nomeou o Osmar Vilhena que também era evangélico diretor da rádio. Eu me relacionava muito bem com ele. Descobri no Vitor Hugo uma mentalidade muito moderna praquela época.

Zk – Para encerrar. Família?

Elvestre – Casei em 1963 com a Maria José Souza e convivemos durante 50 anos, ela morreu recentemente. Tivemos cinco filhos. Hoje tenho netos e bisnetos. Sinto-me um homem muito feliz. Ela me fez muito feliz e os meus filhos continuam me fazendo muito feliz! Meus amigos são muito importantes na minha vida.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

LENHA NA FOGUEIRA - 21.09.13


Hoje é o dia do Bem em Porto Velho. Esse evento tem a coordenação do CGC através da RedeTV em parceria com a Rádio Globo/RO e Diário da Amazônia. Se você quer participar, traga sua doação de alimento, ao pátio que fica na rua Rafael Vaz e Silva esquina com a Calama no bairro Liberdade. Vem para o Dia do Bem, você também!

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Tudo em Porto Velho é deferente, aqui prostituta se apaixona, traficante é viciado, político é “honesto”’’ e festa de escola de samba não tem bebida alcoólica.

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O quêêêêêêêêêêêêê?

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Pois é! A direção da escola de samba Asfaltão talvez até para se solidarizar com o Detran já que estamos em plena “Semana do Trânsito”, promoveu o lançamento do tema enredo para o carnaval de 2014 na Casa da Cultura.

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E o que foi mais “intrigante” para os sambistas, serviu como bebida apenas Suco de Cupuaçu e refresco de Maracujá. Não teve uma cervejinha para enganar o “bispo”.

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A Lei Seca funcionou em sua plenitude na festa do samba da escola de samba Asfaltão. Lembramos que estamos em Porto Velho, terra onde tudo pode acontecer, inclusive nada!


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Se fossemos olhar o evento da escola, que tem como símbolo o Tigre, pelo lado valorização do sambista, teríamos de concordar com a falta de bebida alcoólica, afinal de contas, uma solenidade de lançamento de sinopse, precisa ser tratada como especial e até para que o público presente, prestasse melhor atenção na encenação teatral, que descrevia o tema, a direção da escola acertou em não servir cerveja ou outra bebida alcoólica.

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Agora, se levarmos pelo lado da tradição sambista, faltou a cerva gelada e o repique dos tamborins.

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Por que não promoveram o lançamento do tema na Tenda do Tigre? Seria bem mais adequado, pois ali com certeza, contaríamos com show da “Pura Raça” e outros sambistas.

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Bom mesmo, foi a provocação entre as parcerias que estarão concorrendo no concurso, que vai escolher o samba enredo que vai ser cantado na avenida no carnaval de 2014.

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Segundo o Altair Lopes – Tatá o Trio de Ouro (Oscar, Zé Baixinho e Bainha) pode se transformar em dupla, pois um dos integrantes não atende telefonema de seus parceiros e até andam falando, que ele não sai da casa do Cabeleira dando a entender que vai fazer o samba enredo da escola Acadêmicos do Armário Grande em parceria com um parceiro antigo.

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Já o Toninho Tavernard chegou perto desse colunista e exigiu que colocássemos na coluna seu alerta; “Bota na coluna que a direção do Asfaltão precisa colocar uma comissão julgadora de vergonha”. O Carlinhos Maracanã que estava ao meu lado ouviu a preocupação do compositor Tavernard.

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Enquanto isso, a parceria Mávilo Melo & Valdison Pinheiro para deixar os concorrentes mais nervosos, perguntou à direção da escola, se já poderiam entregar o samba. Já está pronto? Indagou a pastora Silvia!

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Aliás, as Pastoras saíram preocupadas, pois o cantor que até o carnaval passado defendeu o samba delas, pegou sinopse dando a entender que vai concorrer com samba próprio.

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Outro que deixou a turma de orelha em pé foi o compositor Silvio Cara de Paca Zekatraca Santos ao solicitar a sinopse. Uma das pastores o indagou, vais concorrer e o “velho” carnavalesco apenas respondeu, que ia estudar a sinopse, aí o tititi tomou contra da Ivan Marrocos.

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O certo foi que, com cerveja ou sem cerveja o Asfaltão colocou o bloco na rua. Habilitem-se compositores, afinal, Porto Velho é o tema do carnaval em 2014!

ASFALTÃO APRESENTA TEMA PARA O CARNAVAL 2014


Valor cultural do carnaval é tema do Asfaltão



Na noite da última quinta feira 19, em solenidade na Casa da Cultura Ivan Marrocos, a escola de samba Asfaltão apresentou o tema que irá desenvolver nos desfiles carnavalescos em 2014. A mestra de cerimônia Silvia Pinheiro abriu a noitada anunciando a palavra do presidente Reginaldo Macumba que agradeceu os presentes em especial ao presidente da Federação das Escolas de Samba Rogério Nunes e lamentou a ausência de diretores das co-irmãs. “De qualquer maneira alerto que precisamos nos unir se quisermos ver o carnaval das escolas de samba coberto de sucesso”. O passo seguinte, foi a leitura pela Silvia da sinopse do enredo: “Porto Velho, Teu Valor Cultural, é a Riqueza e o Brilho do meu Carnaval” pesquisa da própria Silvia Pinheiro uma das integrantes do grupo “As Pastoras do Asfaltão”, campeão do concurso de samba enredo da escola nos últimos dois anos.

A atriz Téo Nascimento apresentou o tema, através de leitura teatral que encantou os presentes: “Tudo tem seu inicio com um povoado que vivia basicamente de acordo com os costumes indígenas, com a chegada da Missão Rondon e com o início da construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré. Sem apegos materiais os nativos forjam lendas, os costumes e hábitos do local, se misturou a outros costumes oriundos da cultura de outros países e de outras regiões di Brasil”. Assim Téo Nascimento foi descrevendo como será o desfile da escola de samba Asfaltão em 2014.

Logo após o cantor Taiguara e a cantora Tailene se apresentaram enquanto os convidados degustavam salgadinhos com vinho de cupuaçu e suco de maracujá, os compositores presentes, saíram da Casa da Cultura se achando em condições de emplacarem o samba de suas parcerias, no desfile 2014, quando Porto Velho completa cem anos como município, cantando o refrão: “Porto Velho, Teu Valor Cultural é a Riqueza e o Brilho do meu Carnaval”

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

LENHA NA FOGUEIRA - 20.09.13


A respeito da derrota sofrida pelos Delegados de Porto Velho na 3ª Conferência Estadual de Cultura, o fotógrafo Ronaldo Nina está sendo convidado a participar de um evento no Rio de Janeiro.
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Convocamos Vossa Senhoria, membro titular, para participar da Reunião do Colegiado Setorial de Artes Visuais, a realizar-se nos dias 25 e 26 de setembro de 2013, das 9h30 às 18h, no Palácio Gustavo Capanema, Rua da Imprensa nº 16, Auditório Deolindo Couto, no 5º andar, Rio de Janeiro-RJ. Atenciosamente, Bernardo Novais da Mata Machado -Secretário-Geral do Conselho Nacional de Política Cultural – CNPC.

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Quem ficou decepcionado com a inexpressiva votação dos delegados do município de Porto Velho, foi o Controlador da Secel Ananias. “Pô Zekatraca vocês não conseguiram nada para capital!”.

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Muito pelo contrário amigo Ananias, conseguimos e muito, veja só, a Secel ficou sabendo que a secretaria é de estado e não municipal e que por isso precisa se preocupar mais com os eventos culturais que acontecem nas cidades do interior de Rondônia.

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Me diz aí! Qual foi o evento cultural que aconteceu, que está acontecendo ou que vai acontecer nas cidades do interior de Rondônia, que contou com o apoio pelo menos logístico da Secel? Nenhum!

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A reposta dos segmentos culturais dessas cidades e municípios veio com a não aprovação de nenhum delegado de Porto Velho para a Conferencia Nacional de Cultura que vai acontecer em novembro na capital federal.

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Me diz aí! Qual foi o evento cultural que aconteceu nas cidades do interior este ano, que contou com a presença da equipe da Secel, mesmo que fosse apenas como observadora? Nenhum!

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Se a Secel não se fez presente em nenhum evento (a não ser na organização das Conferencias municipais), como é que os delegados de Porto Velho poderiam receber voto do povo do interior? Nunca!

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A delegação de Porto Velho, tô falando de Delegados e Membros das Setoriais, deve colocar a mão pro céu por terem sido aceitos e muito bem recebidos, pelos segmentos culturais do interior.

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Nessa parte de intercâmbio cultural, a Conferência foi superpositiva, aconteceu a interação entre os artistas do interior com os da capital, houve troca de experiência e de contatos. Com certeza, a partir da 3ª Conferencia a relação artistas do interior/capital ficará bem melhor.
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Quem participou ou assistiu o Sarau que aconteceu na noite de sábado, pode constatar essa integração, pois a harmonia foi total.

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Por falar nisso, um cidadão se dizendo Delegado representante do poder público mais especificamente segundo ele, como Delegado da Seplan deixou muito gente de orelha em pé.

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Segundo os comentários dos bastidores, ele estava mesmo era espionando para ver quem falava mal do governo Confúcio Moura. Quem era do contra. Tanto que ao desembarcar do Selva Park foi logo querendo saber quem era Ângela, Pedrinho e outros CDS indicados pela deputada Epifânia. Ficou decepcionado porque a deputado também marcou presença no evento e então ele teve que disfarçar, mas que pegou mal pegou!
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O negócio ficou tão evidente que ao ser solicitado pelos conferencistas a esclarecer sobre a transformação da Secel em superintendência, ele disse que não estava autorizado a falar sobre o assunto, apesar de ter conhecimento da mensagem do governador.

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Quer dizer: Te cuida secretária que a superintendência pode ter outro superintendente!

RODA DE SAMBA - BETO CEZAR RECEBE SILVIO JOSÉ


O sambista, cantor e compositor Beto Cezar recebe neste sábado dia 21, em sua Roda de Samba no Marcado Cultural o também compositor e cantor Silvio José Santos – Silvinho.
Há alguns meses Beto Cezar vem recebendo em seu projeto, no Mercado Cultural, artistas conhecidos no meio do samba em Porto Velho, assim aconteceu com Toninho Tavernard, Neguinho do Pagode, Coimbra e tantos outros bambas, que mostram seus trabalhos.
Na tarde/noite (a partir das 18h00) deste sábado 21, o convidado especial, é o Silvio José Santos. Silvinho compôs seu primeiro samba aos seis anos de idade, uma letra que retrata a chegada em casa de seu pai, ao retornar da boemia ao amanhecer do dia. Já na adolescência estudou violão com o mestre Genésio e na Escola de Música Jorge Andrade de onde saiu para os festivais do Sesc, tendo conseguido se sobressair ao interpretar composições suas e de seu pai. No primeiro festival nacional do SESI que aconteceu em Brasília, Silvinho foi eleito o melhor interprete pelo júri que entre tantas celebridades contou com o Francis Rime, Tetê Spindola e Niko Resende.
Na noite de amanhã (sábado dia 21), Silvinho vai apresentar um repertório em sua maioria, com sambas de autoria do João Bosco. “Sempre quis apresentar esse repertório, com o convite do Beto vou realizar esse sonho”, disse o cantor.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

LENHA NA FOGUEIRA - 19.09.13



Durante os três dias da Conferencia Estadual de Cultura que aconteceu no final de semana (13, 14 e 15) em Cacoal,  a artesã e pintora Luza do distrito de Porto Rolim, foi uma das pessoas mais solicitadas. Acontece que ela é especialista em pintura com motivos indígenas e em conseqüência desta sua habilidade, os participantes da Conferencia não a deixavam em paz, solicitando que a artista pintasse os símbolos indígenas em seus corpos.
A fotógrafa Golda registrou o momento em que o Zekatraca estava sendo tatuada pela artista Luza. Ficou legal

Lenha na Fogueira

Olá prezado amigo Silvio Santos! Parabéns pela excelente matéria sobre o 13 de setembro. Saudade de minha Porto Velho. Oxente! Olhando o meu registro de nascimento nasci no Território Federal do Guaporé. Eu sou GUAPORENSE   e não RONDONIENSE (Leonildo Bezerra – Recife /PE.


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Ainda me reportando sobre a III Conferencia Estadual de Cultura na noite de sábado dia 14, após as palestras e discussões nos grupos de trabalho, nos reunimos na lanchonete do Cacoal Selva Park num sarau improvisado.

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Foi aí que ficamos conhecendo e confirmando o quanto o estado de Rondônia é rico em talentos artísticos. Infelizmente não estava com minha câmera fotográfica para resgistrar os inúmeros espetáculos, proporcionados pelos artistas do interior.

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Assim que terminaram os eventos no local das palestras, convencemos a coordenação a autorizar o deslocamento da aparelhagem de som para a lanchonete que fica nas proximidades da piscina térmica.

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O tempo foi passando, até que o Carlinhos Maracanã foi escalado para atuar como apresentador da noitada cultural. O da boina providenciou as inscrições e passou a comandar as apresentações.

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E veio o John de Ariquemes com um show stand up fazendo todo mundo rir. O cara é melhor que muitos desses que se apresentam nos programas de TV nacional. Música era com o Pachequinho de Rolim de Moura e com o Silvio Santos de Porto Velho, que foram acompanhados pela percussão do pessoal da capoeira do Vale do Jamari.

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O Elizeu Braga de Porto Velho juntamente com o Firmineto de Ji Paraná pelas declamações de poemas. Os dois foram show. O Firmineto Mendes completou sua atuação com performances teatrais as mais diversas, “Lindinho”!

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Como não lembro o que cada um apresentou, vou apenas divulgar os nomes e os municípios de cada um: Marmota um espetáculo de humor muito bom ele é de Ouro Preto aí vieram: Olegário de Pimenta Bueno; Nina Menina de Jaru; Arlete de Porto Velho; Aloísio de Alta Floresta; Jersinho, Laudaci e Ronei de Ouro Preto D’Oeste; Jovino de Vilhena; Thiago Rocha de Ariquemes e a dupla Dinho e Bode de Porto Velho.

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Vale salientar que as apresentações começaram as 21h00, e só terminaram as 4h00 da madrugada. Assim mesmo, muitos resolveram amanhecer tomando banho na piscina de água quente, como foi o caso da presidente da Funcultural. Foi realmente uma noite cultural maravilhosa.

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Como os chalés abrigavam em média seis participantes da Conferencia, muitos tiveram que ficar acordado porque os que foram dormir, traçaram as portas.

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Teve quem achasse que não foi correto realizar a conferencia num hotel fora da cidade, O Cacoal selva Park fica longe do centro de Cacoal. Porém para a maioria foi o local ideal, justamente por ficar longe do centro da cidade o que “obrigava” maior freqüência durante os debates.

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Que saber de uma coisa, na minha opinião a coordenação acertou em cheio ao escolher o Cacoal Selva Park para realizar a conferencia.


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Quem deu show de performance foi a Bailarina da Praça, tanto dançando quanto reivindicando., Ela sabe das coisas e foi bastante aplaudida em sua intervenções.


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A artista plástica, figurinista, arquiteta e Maria da Chaves Lu Silva aproveitou o evento para criar um bocado de Carrancas inclusive a do Zekatraca da Golda e outras, em breve vamos ver essas carrancas expostas no Mercado Cultura em Porto Velho.

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Falta dizer da turma da Secel. Me aguardem! Wélida e Cia.