quinta-feira, 12 de agosto de 2021

TURISMO - Setur planeja mais seis edições do “Famtour” para promover o turismo no Estado


 


O Famtour trouxe um impacto econômico muito positivo e percorre vários pontos turísticos selecionados pela Setur

No cenário turístico, Rondônia é uma região promissora. Com o objetivo de fomentar o setor no Estado, o Governo de Rondônia, por meio da Superintendência Estadual de Turismo (Setur), dará continuidade ao projeto de familiarização turística, o “Famtour”, e já planeja mais seis edições para este ano.

O projeto visa apresentar os atrativos de Rondônia por meio da integração de influenciadores digitais, que reforçam a divulgação dos pontos turísticos do Estado. Com o sucesso das primeiras edições, a Gestora de Promoção e Eventos da Setur, Gisele Louise, afirma que haverá mais investimentos nesse setor. “Iremos fazer as próximas edições para que haja uma visibilidade e um marketing em massa com os nossos atrativos. Rondônia já se tornou referência em outros estados pelas belezas locais”, diz.

De acordo com o coordenador de Ações Turísticas da Setur, William Souza, o projeto alcança vários outros setores, principalmente o comércio. “O Famtour trouxe um impacto econômico muito positivo. Nesse momento, em que há um retorno maior do turismo e o avanço da vacinação, percebemos que o turismo volta com tudo. O pós-pandemia aponta para o fortalecimento do turismo regional e o cenário é favorável para outros setores também”, afirma.

William Souza também confirma o planejamento de novas edições. “O objetivo é que sejam sete edições do Famtour pelas sete regiões turísticas do Estado. Já tivemos uma em 2021 e faremos mais seis. A próxima edição será na região do Vale do Jamari e envolve Ariquemes, Machadinho d’Oeste e Campo Novo”.

DAS EDIÇÕES

A primeira edição do “Famtour” aconteceu em 2020 e teve grande destaque entre a classe empresarial do segmento, como agências de viagem, restaurantes e hotéis. O roteiro passou por Nova União, Ouro Preto do Oeste e Cacoal. Além disso, os participantes também tiveram a oportunidade de conhecer um pouco mais da gastronomia da região e desfrutar das belezas naturais da região.

A segunda edição, Polo Madeira-Mamoré, aconteceu em julho de 2021. O roteiro foi em Candeias do Jamari e Porto Velho. (Fonte: SECOM – GOV. DE RONDÔNIA)

quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Lenha na Fogueira - 12.08.2021

 


A festa dos Bois Bumbás de Guajará Mirim, vai começar! É como diz a letra da toada famosa: Um, Dois, Três e Já!

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Na realidade, o que vai acontecer, é uma live que em outros tempos, jamais aconteceria. Sabem porque?

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Acontece que até a realização do último Festival Folclórico Duelo na Fronteira uma live no estilo da que vai acontecer no próximo sábado dia 14, seria impossível dada a rivalidade entre os grupos.

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Pois é, os Bois Malhadinho e Flor do Campo se uniram (e não é de hoje) e resolveram realizar a live: “Ritmo das Cores”, onde serão apresentadas, toadas dos dois antigos rivais. A Banda também será mista.

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A live “Ritmo das Cores” vai acontecer no próximo sábado 14, a partir das 18 horas, através do canal no You Tube Duelo na Fronteira Oficial. Vai lá e te inscreve no canal. O link é o seguinte.

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Link:https://youtube.com/channel/UCn- 9esRWPZgztR8IFJlEAbQ

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Por falar nisso, em Porto Velho o Boi Bumbá Estrela de Fogo também vai realizar sua live no próximo sábado 14. O Grupo do Alex e da Lúcia vai se reunir no Espaço Primavera Eventos.

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Vem aí o II Festival Nacional do Tambaqui. O vento vai acontecer no dia 19 de setembro.

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Veja o que a Setur está divulgando a respeito do peixe Tambaqui:

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Por que comer tambaqui?

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As proteínas de alto valor são proteínas que apresentam aminoácidos necessários à manutenção da vida e crescimento dos novos tecidos.

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A carne do tambaqui é rica, principalmente em proteínas de alto valor biológico como, vitaminas do complexo B, que são importantes para a saúde mental, pele, cabelos, melhora a digestão e absorção de nutrientes, como o fósforo que é um dos principais componentes dos ossos e dentes.

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A carne do tambaqui apresenta efeito cardioprotetor, pois contribuí para diminuição dos níveis de colesterol no organismo.

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Peixe faz bem, coma também!! Participe do II Festival Nacional do Tambaqui dia 19 de setembro.

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Esse é o nosso tambaqui, o peixe mais consumido no estado de Rondônia.

terça-feira, 10 de agosto de 2021

Lenha na Fogueira - 11.08.2021

 


 Banda do Vai Quem Quer pode desfilar em 2022!

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O presidente da Fundação Cultural de Porto Velho – FUNCULTURAL Marcio Miranda, convidou a presidente da Banda do Vai Quem Quer Siça Andrade para um bate papo quase que informal.

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Na realidade, só não foi informal porque a cena aconteceu no gabinete do presidente da Funcultural o que torna o encontro oficial!

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O objetivo do convite (bate papo), foi saber se a Banda do Vai Quem Quer vai desfilar no carnaval de 2022. Marcio Miranda garantiu que a consulta tem a ver com a verba que será colocada no orçamento para o carnaval de 2022.

 

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Acontece que o orçamento da Funcultural para o carnaval tem dois parâmetros: Com o desfile da BVQQ e sem o desfile da BVQQ.

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Quer mais detalhes: Com a Banda desfilando o orçamento precisa ser maior, uma vez que as despesas com a segurança (oficial), entre outras, são maiores e tem mais, a deputada Mariana Carvalho vai disponibilizar através de emenda parlamentar, uma boa grana para a Funcultural realizar o carnaval de 2022.

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Nesse ponto observo alguma coisa boa para a Federação das Escolas de Samba de Porto Velho. Não sei se a direção da FESEC já foi convidada para também conversar sobre os desfiles carnavalescos das nossas escolas de samba em 2022.

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Porém, minhas fontes confirmam, caso a Pandemia provocada pela COVID 19, esteja controlada até dezembro deste ano ou no mais tardar até janeiro de 2022, a prefeitura de Porto Velho através da Funcultural pretende realizar um dos maiores carnavais de Porto Velho.

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Apesar de não ser do nosso tempo, mas, pelo que tomamos conhecimento através de publicações antigas; um dos maiores carnavais já realizado no Brasil, foi justamente o que aconteceu após a pandemia da Gripe Espanhola que começou em 1918.

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Na realidade, estamos falando do Carnaval de 1919: “carnaval que sucedeu a chegada da gripe espanhola é considerado por alguns, como o maior da história, acreditam que ele somente poderá ser superado pelo carnaval pós covid 19.

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Pelo menos o presidente da Funcultural Marcio Miranda já está trabalhando para que isso aconteça.

 

Por falar em carnaval: Hoje o REI DO CARNAVAL portovelhense, WALDEMIR PINHEIRO DA SILVA – nosso querido amigo e parceiro de composição BAINHA está completando 83 anos de idade.

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Nosso grande compositor/sambista, nasceu no Real Forte do Príncipe da Beira em Costa Marques e foi criado em Porto Velho, justamente no KM-1.

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Na realidade, hoje é o aniversário do SAMBA de Porto Velho. BAINHA meu amigo, Parabéns por mais um ano de vida.

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E viva o SAMBA!

Dia de Feira – Um documentário sobre o amor de uma família pelas suas origens


 Ontem (10) à tardinha, atendendo convite da historiadora, servidora do Tribunal de Justiça Cecileide uma amante da nossa história, participei de uma conversa descontraída, que contou com a participação da Ana Célia minha esposa, da Sabrynne Senna – Maestrina da Cantadô Produções e do cinegrafista Saul Ribeiro no espaço Calçadão Manelão no Mercado Cultural. Durante nossa conversa fui convidado a gravar depoimento, falando sobre meu conhecimento sobre as Feiras e Mercados que existiram e existem em Porto Velho.

A gravação fará parte do documentário que está sendo produzido pela Cecileide que deve ser exibido no próximo dia 7 de setembro, no “Mercado do Peixe” (Cai N’agua).

A respeito do documentário Cecileide fez o seguinte comentário:

“Dia de Feira é um documentário que surgiu do amor de uma família pelas suas origens. Da vida no sertão do Ceará às portas que se abriram na Amazônia, conheceremos as trajetórias de dona Maria de Lourdes da Silva e seu Cícero Correia da Silva, um dos fundadores da famosa Feira do Cai n’Àgua.  Nessa viagem ao passado, poderemos visitar a história da nossa terra pela perspectiva de uma das muitas famílias que aqui encontraram seu caminho e contribuíram para o crescimento de Porto Velho/RO. Vem com a gente visitar essas memórias”.

segunda-feira, 9 de agosto de 2021

Lenha na Fogueira - 10.08;2021

 


 

Couvert artístico é ou não é obrigatório?

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Essa é a pergunta que está deixando, tanto o Presidente da Fundação Cultural de Porto Velho – FUNCULTURAL, como o PERMISSIONÁRIO do Mercado Cultural e é claro, os ARTISTAS que ali se apresentam, sem dormir

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Segundo nossas fontes, a polêmica foi levantada por uma pessoa que se apresenta como jornalista e essa pessoa, resolveu questionar nas redes sociais, sobre a cobrança do couvert artístico no Mercado Cultural.

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Diante disso, o Presidente da FUNCULTURAL convocou as partes envolvidas, para discutir o que fazer, para que os shows artísticos continuem acontecendo.

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O que pode acontecer, é a Funcultural assumir o pagamento do cachê dos artistas e é aí que mora o problema. A Grana existe, mas, não suporta pagar todo mundo. Alguns shows terão que deixar de acontecer o que com certeza, vai deixar muito músico sem uma renda ou seja, desempregado.

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E isso não é legal. Tem um detalhe que esqueceram de colocar na mesa de negociação ou discussão.

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É que o couvert artístico não é uma taxa obrigatória, o cliente paga se quiser. Porém, no caso do Mercado Cultural, como é que o Permissionário vai fazer para pagar o cachê dos artistas, caso deixe de cobrar couvert?

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Só acho que nada disso deveria estar acontecendo, já que o pagamento do couvert artístico não é obrigatório, apesar da Lei dizer que:

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“O couvert artístico é uma taxa preestabelecida em que o cliente paga pela música, show ou apresentações ao vivo de qualquer natureza cultural e artística. Não se incluem músicas ambiente, playback e exibição de jogos esportivos, lutas e shows em telas”.

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Voltando ao “jornalista” que está deixando a Funcultural e os Permissionários do Mercado Cultural apreensivos, sabe de quem se trata?

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É a mesma pessoa que, por diversas vezes, almoçou, bebeu e curtiu as apresentações dos artistas no Mercado Cultural e saiu sem pagar.

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Quer dizer: Saiu de fininho com o rabo entre as pernas e como diz o dito popular: “Deu o Trambique”. Descoberto, foi impedido de se servir no buffet. Saiu de lá e fez a denúncia via redes sociais.

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Uma coisa é certa: O SHOW TEM QUE CONTINUAR!

Nova edição do “Café no Museu” aborda a representatividade afro feminina em Rondônia


Iniciativa do Governo de Rondônia, por meio da Fundação Cultural do Estado (Funcer) e do Museu da Memória Rondoniense, o “Café no Museu” tem ajudado a despertar o interesse pela história e pela cultura do Estado. No final da tarde de sexta-feira (6), o evento on-line chegou à 6ª edição debatendo “A representatividade afro feminina na sociedade”.

Conduzido pelo chefe de equipe do Museu e educador patrimonial, João Pedro Rabello, o 6º “Café no Museu” contou com a participação da doutora em educação Cledenice Blackman, autora do livro “Do mar do Caribe à beira do Madeira”, e da fotógrafa Marcela Bonfim.

Formada em economia, Marcela chegou ao estado de Rondônia em busca de trabalho há mais de 10 anos. Mas, por aqui, achou o seu lugar no mundo da fotografia. “Cheguei em Rondônia com 27 anos e a fotografia me levou a este lugar: um corpo negro e autônomo. Quando eu era pequena, eu achava que eu não tinha conteúdo e eu buscava conteúdo na branquitude. Por isso eu falo que Rondônia foi uma academia.

Sobre a missão na fotografia, Marcela é enfática. “Hoje a gente está num processo de requalificar a nossa história e eu luto até o último corpo preto ser dignificado no Brasil. Hoje, trata-se de um corpo em processo de dignificação, esse é o corpo negro no Brasil. É preciso pensar a imagem de forma consciente. Reconstruir, da forma mais digna, a minha própria imagem. A imagem vital! De quem tem o direito de poder se expressar, dizer por si”.

Até o dia 21 de agosto, por meio de uma mostra fotográfica intitulada “Afro-Antilhanas do Madeira: Pioneiras na Arte de Educar”, Marcela Bonfim expõe, no Mercado Cultural, registros de 17 personagens que ajudaram a construir a história e a educação em Porto Velho.

Descendente de barbadianos/antilhanos  que vieram a Rondônia trabalhar na construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, a doutora Cledenice Blackman aproveitou a 6ª edição do “Café no Museu” para fazer um verdadeiro resgate da importância e do papel da mulher negra na história de Porto Velho e de Rondônia. Após anos de pesquisas, o trabalho de Cleide, como é mais conhecida, se tornou essencial para a preservação de valores culturais e históricos da capital rondoniense.

“É preciso compreender o que a gente tem enquanto patrimônio histórico, de memória, e também para contribuir na questão que as pessoas vivem falando, de que a gente não tem um sentimento de pertencer. A gente precisa acessar ambientes de cultura, como o museu, a biblioteca, o arquivo, os centros de documentação”, ressalta.

Nesse sentido, Cleide elogia a iniciativa da Fundação Cultural do Estado de Rondônia ao promover um evento online como o “Café no Museu”. “É uma forma, uma tentativa protagonista, de criar esse sentimento de pertencimento na nossa comunidade rondoniense. É algo que vai para o mundo, através das redes sociais“.

 

Fonte

Texto: Giliane Perin

Fotos: Giliane Perin

Secom - Governo de Rondônia

sábado, 7 de agosto de 2021

Lenha na Fogueira - 08.08.2021


 
A Terceira geração do samba nas tardes de sábado no Calixto.

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Com o avanço da vacinação contra a Covid-19, (ontem Porto Velho começou a vacinar pessoas na faixa etária de 20 anos), eventos com a presença de plateia começaram a voltar a ser realizados em Porto Velho.

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Entre os espaços que estão funcionando com a presença do público, citamos o Mercado Cultural e em especial a Roda de Samba do Calixto onde se encontra em especial, a família da Escola de Samba Asfaltão.

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O mais interessante nessa Roda de Samba, são os integrantes da Banda. O Grupo (Fina Batucada), é formado em sua maioria, pela Terceira Geração de Sambistas formados pela escolinha do Asfaltão e o mais interessante ainda, é que os meninos executam a harmonia, para os sambistas chamados de Primeira Geração do Samba de Porto Velho, se apresentarem.

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Entre os integrantes do Grupo de percussionistas e hamonia, encontramos netos e até bisnetos de alguns daqueles que estão cantando, o mais importante de tudo isso, é que os meninos são realmente bons de samba.

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Não citarei o nome dos integrantes do “Grupo Fina Batucada”, (até o nome do grupo é cumplice), para não cometer injustiças, porém, devo confessar que todos são finos na batucada.


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E mais, não são apenas ritmistas, existe cavaquinho e violão e muito bem executados.

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O que quero deixar registrado com tudo isso, é que o samba de Porto Velho está com o futuro garantido.

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Ontem fui eu que me encantei com a performance dos meninos. Tenho certeza que no sábado dia 31 de julho passado, o nosso Mestre dos Mestres Waldemir Pinheiro – BAINHA também ficou encantado com os meninos da “FINA BATUCADA”.

(Fotos de Ana Célia Santos)