quinta-feira, 9 de julho de 2020

Lenha na Fogueira - 10.07.2020


Vai começar a grande festa folclórica de Rondônia. Apesar da Pandemia provocada pelo novo coronavírus, a população de Rondônia do Brasil e do mundo, a partir das 19 horas desta sexta feira 10 de julho, será agraciada com apresentações de grupos de quadrilhas, boi bumbás e tribal.
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É que a Federon em parceria com a Unajup e a Conexão Norte realizam, de hoje até o dia 19, o Arraial Flor do Maracujá Virtual.
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Os grupos responsáveis pela abertura do evento, serão a junina Rosas de Ouro e o Bumbá Estrela de Fogo.
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Podemos dizer que os dois grupos, são considerados dos melhores entre os grupos folclóricos filiados à Federon.
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A junina Rosas de Ouro inclusive, já venceu por mais de uma vez o Arraial Flor do Maracujá e o bumbá Estrela de Fogo é considerado como um dos melhores grupos de dança de toada do Arraial.
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Nada mais justos que dois grupos de ponta, fossem os escalados para abrir o Flor do Maracujá Virtual. Tem mais um detalhe, que com certeza, vai deixar os integrantes dos dois grupos orgulhosos.
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Eles entram para a história como sendo os grupos que abriram o 1º Arraial Flor do Maracujá Virtual de Rondônia.
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No futuro, seus integrantes poderão dizer: “Nosso grupo foi o responsável pela abertura do 1º Arraial Flor do Maracujá Virtual que aconteceu em Porto Velho no ano de 2020”.
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Isso é fazer história, ou apenas, fazer parte da história cultural de uma cidade e estado.
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Amanhã, sábado dia 11, três grupos folclóricos estarão mostrando seus espetáculos no Flor do Maracujá Virtual e são três grupos considerados de ponta:
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No primeiro horário (19 horas), Quadrilha Mirim Rosa Divina; segundo horário as 20 horas, Junina adulta A Roça é Nossa e encerrando a noitada folclórica virtual, o campensíssimo Boi Bumbá Diamante Negro.
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Domingo quem vai se apresentar são os grupos: Rádio Farol Mirim; Junina Rosa Divina e junina Flor da Primavera.
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Quer dizer, ao contrário do Flor do Maracujá presencial, a Coordenação do Arraial Virtual (leia-se Rogério da Rádio Farol), colocou nos dois finais de semana do Arraial Virtual, grupos considerados de PONTA para se apresentar, ao em vez de seguir o que consta do Regulamento do Flor do Maracujá presencial, cujas apresentações obedecem a ordem de classificação no arraial passado.
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No próximo final de semana, a programação vai contar com os seguintes grupos: Sexta feira dia 17: Quadrilha Mocidade Junina; Junina Rádio Farol adulta e o Boi Bumbá Az de Ouro.
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Sábado dia 18 teremos no primeiro horário, a Junina Mirim A Roça é Nossa; seguida da junina Juabp e o encerramento estará a cargo do super campeão Boi Bumbá Corre Campo.
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Nem quando a Record News transmitiu o Flor do Maracujá para o mundo, a coordenação das apresentações, conseguiu colocar nos finais de semana, os melhores do Flor do Maracujá.
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Fato que vai acontecer este ano, durante as lives que serão apresentadas de hoje até o dia 19, pela Federon, Unajup e Conexão Norte.
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Isso não quer dizer, que os grupos que irão se apresentar entre segunda feira e quinta feira, não são bons, muito pelo contrário, serão ótimas apresentações, basta lembrar que teremos as juninas: Brotinho na Roça, Coração Dourado, Nova Estação, Nova Junina do Orgulho, Jucadiro, Matutos do Socialista.
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Nos mesmos dias, ou seja, entre segunda e quinta-feira: Bumbá Mirim Veludinho; Bumbá Manhoso; Bumbá Marronzinho.
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Quer apostar. O Flor do Maracujá Virtual será tão bom, quanto o Flor do Maracujá presencial.
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A única coisa que vou sentir saudade, é de não poder desafiar o Aluízio Guedes do Diamante.

Flor do Maracujá Virtual começa nesta sexta feira com show de quadrilha e boi bumbá


Com as apresentações da junina Rosas de Ouro e do boi bumba Estrela de Fogo, começa na noite desta sexta-feira 10, o Arraial Flor do Maracujá Virtual, uma realização da Federação de Grupos de Quadrilhas e Bois Bumbás FEDERON, em parceria com a União das Juninas de Porto Velho – UNAJUP e da página Conexão Norte.
O Flor do Maracujá Virtual está marcado para começar as 19 horas, com os dirigentes das entidades promotoras proferindo falas a respeito de como o evento acontecerá, durante os dez dias de transmissão.
A transmissão no estilo live ao vivo, será de responsabilidade da FEDERON replicada pela UNAJUP e Conexão Norte em suas páginas no face book e youtube.
O Flor do Maracujá Virtual foi uma sugestão do folclorista Tuca que questionou o presidente da Federação Fernando Rocha, “Por que vocês não realizam um Flor do Maracujá Virtual? ”. Fernando acatou a sugestão e colocou em apreciação através de reunião remota no que obteve apoio de todos os dirigentes, em especial do Rogério que se propôs a editar os vídeos, enviados pelos grupos folclóricos. “Acontece que não dispomos de equipamento adequado para editarmos os vídeos e foi então que o vereador Valdemar Neto se propôs a colaborar, colando a disposição e equipe do seu gabinete para produzir o material enviado pelos grupos folclóricos”, disse Fernando Rocha.
Depois de alguns dias, o material ficou pronto graças a eficiência da equipe do vereador. “O Rogério como secretário da Federon organizou a ordem das apresentações dos grupos, durante os dez dias do Flor do Maracujá Virtual”, disse Fernando.
Abertura


O Flor do Maracujá Virtual começa na noite desta sexta-feira 10, com a seguinte programação: Às 19 horas, abertura com discursos dos presidentes da Federon e Unajup e representante da página Conexão Norte; às 19h30 a Junina Rosas de Ouro começa a exibição do seu vídeo e as 20h30 será a vez do boi bumbá Estrela de Fogo entrar na arena virtual para apresentar o seu espetáculo.
Arraial Solidário
O Flor do Maracujá Virtual terá caráter SOLIDÁRIO. “Aproveitamos para solicitar aos que assistirem nossas apresentações, que colaborem com nossos artesãos, doando valores através de uma conta que estará sendo divulgada através do QR Cold que vai estar disponível na tela das transmissões”, finaliza Fernando Rocha.

quarta-feira, 8 de julho de 2020

Lenha na Fogueira - 09.07.2020


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A Federon em parceria com a Unajup e a Conexão Norte aguardam apenas chegar as 21h30 horas, desta sexta feira dia 10, para abrirem oficialmente o Flor do Maracujá Virtual.
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Serão DEZ noites de danças folclóricas que reunirão, mais de 20 grupos de quadrilhas, tribais e bois bumbás.
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Treze quadrilhas juninas adultas, três mirins e oito bois-bumbás e duas danças tribais farão parte da programação do arraial virtual “Flor de Maracujá”.
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Como já dissemos, a festa virtual inicia nesta sexta-feira10, e encerra dia 19.
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A transmissão por meio das páginas do Facebook da Federon, do Conexão Norte e da Unajup.
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Cada grupo exibirá a sua melhor apresentação nos últimos anos do Flor do Maracujá.
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Cada noite terá três apresentações – incluindo bois-bumbás e quadrilhas. 
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Uma coisa podemos garantir, as apresentações serão de alta qualidade, pois, cada grupo pode escolher sua melhor apresentação no Arraial Flor do Maracujá nos últimos dez anos.
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Na realidade, vamos assistir apresentações, cujos grupos conquistaram o título de melhor no Arraial do ano escolhido.
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Cada noite serão apresentados três grupos, no domingo dia 19, encerramento do Arraial Virtual Federon, Unajup e Conexão Norte vão transmitir o duelo Tribal entre as tribos Aymê X Waitku Maiakã.
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A única diferença do Arraial presencial, é que no Virtual, não acontecerá julgamento, ou seja, não terá a Comissão de Jurados avaliando as apresentações de cada grupo.
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Porém, você pode muito bem eleger o grupo que você achar que se apresentou melhor, no Flor do Maracujá Virtual. É só manifestar sua opinião.
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Quem sabe, se a Federon resolve achar por bem, contabilizar as opiniões e transforma-las em voto e aquele grupo, cujos comentários forem em maior número a seu favor seja quadrilha, boi bumbá ou tribal, proclama-los como campeão em sua categoria, do Arraial Flor do Maracujá Virtual!
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Mudando de assunto: Ontem publiquei que deveríamos encabeçar um movimento perante os vereadores e demais autoridades municipais, para que o 4 de julho, seja reconhecido com o Dia do Surgimento da Cidade de Porto Velho.
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Rapaz, o bicho pegou e as opiniões contra e favor, tão viralizando nas redes sociais.
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A maioria dos que se dizem contra a comemoração, alegam apenas que:
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Seria ridículo, no entanto, a data de 4 de julho! Alguns dizem que não é legal o Nascimento de Porto Velho ficar simbolicamente atrelado ao Neocolonialismo do Tio Sam!
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Aí o negócio entra na seara do preconceito, contra os Estados Unidos o que não é legal.
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Porém, isso é um assunto que precisa ser discutido com maior profundidade. Os historiadores catedráticos e especializados na história de Rondônia, precisam ser ouvidos.
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Quem sabe trabalhar a realização de um Seminário para se discutir sobre o assunto.
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Em 2007 aconteceu um Encontro no auditório da Justiça Federal, porém, o que estava em discussão era origem do nome PORTO VELHO.
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O interessante, foi que o Seminário terminou e nada ficou esclarecido sobre a origem do nome Porto Velho.
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Agora estou propondo uma discussão, sobre a data do Surgimento da Cidade de Porto Velho.

Série sobre quarentena bate mais de 1 milhão de visualizações


A instasérie conta a história de seis amigos que moram no mesmo prédio, mas decidem não se ver durante a quarentena, e se encontram todos os dias virtualmente, como um ritual.
No primeiro episódio, que bateu mais de 1 milhão de visualizações em menos de 24 horas, acompanhamos como a ideia de fazer uma festa de aniversário virtual pode, na prática, ser muito mais trabalhosa de que se imagina.
Com o total de 6 episódios, a série será exibida todos os domingos, as 18h, em 7 IGTV’s diferentes (perfis do elenco e oficial da série @querentenadostv), assim atingindo o maior número de pessoas possíveis.
“As filmagens são todas feitas de forma remota, nem todo o elenco se conhece pessoalmente, é um processo inovador. Outro ponto curioso é formato exclusivo para o Instagram, geralmente fazem para YouTube, filmado na horizontal, o nosso é um formato completamente vertical” - explica Gabi Lopes.
No elenco: Fábio Rabin (Matheus) Isabella Santoni (Sofia), Gabi Lopes (Alice), Thalita Meneghin (Júlia), Maicon Rodrigues (André) e Laddy Nada (Fernando).
O projeto, que está em andamento há 2 meses, é uma forma de entretenimento para retratar esse momento delicado de maneira mais leve.
“É muito legal fazer parte desse projeto cheio de gente talentosa. É um privilégio voltar a atuar e principalmente por viver outro conflito e fugir dos meus em meio a esta pandemia rs” – conta Fábio Rabin.
“Quarentenados”, que foi produzida pela Young Republic Films, produtora audiovisual de Gabi Lopes e Daniel Tupinambá, que também é diretor da série, vai ao ar até 26 de julho.

terça-feira, 7 de julho de 2020

Lenha na Fogueira - 08.07.2020


Porto Velho a cidade que nasceu de costas para o Rio Madeira, completou 113 anos de surgimento, no último sábado dia 4.
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A cidade de Porto Velho, hoje capital do estado de Rondônia, foi oficializada como sede da construtora May & Jeckill no dia 4 de julho de 1907.
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Segundo o historiador Francisco Matias, nesse dia os Estado Unidos se libertaram da Inglaterra, é o Independence Day.
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Lembra o historiador que: “Em todas as representações dos EUA, mundo afora, ocorre esta comemoração.
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No ano de 1907, em pleno coração da Amazônia, às margens do rio Madeira, no porto de abarrancamento conhecido como Porto Velho, em terras do município de Humaitá, técnicos e operários norte-americanos do consórcio May & Jeckill, contratado para construir a estrada de ferro Madeira-Mamoré, aguardavam com ansiedade aquele 4 de julho para comemorar de forma bem patriótica sua independência”.
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“Afinal, eles estavam ali, sob o calor tropical da floresta, a mercê das febres palustres, longe de suas casas, mas em uma das possessões norte-americana para realizar uma das mais grandiosas obras ferroviárias do mundo, tão americana como se estivesse em solo dos EUA”, explicou.
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Matias disse ainda que eram costumes das empreiteiras ferroviárias norte-americana, bater simbolicamente um PREGO DE PRATA no primeiro dormente, e, ao terminar as obras, bater um prego de ouro no último dormente.
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Assim, a cerimônia de um ou de outro momento era muito prestigiada. Foi da mesma maneira no antigo porto amazonense, local escolhido para ser construída a estação inicial Madeira, da Madeira-Mamoré.
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“A partir desta data, disse o historiador, o acampamento da May & Jeckill daria lugar ao povoado denominado Porto Velho do Rio Madeira, ou, Porto Velho de Santo Antônio ou, simplesmente, Porto Velho.
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Seja como for, o povoado nasceu com as feições norte-americanas, com placas indicativas em inglês, onde se falavam vários idiomas, mas sobressaia-se o inglês como língua oficial”.
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Então meus amigos, a nossa querida Porto Velho, faz aniversário de surgimento, exatamente no dia 4 de julho.
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Infelizmente nós os portovelhenses de nascimento ou por adoção, desprezamos a data do surgimento da nossa cidade, para considerarmos apenas a data da criação do município de Porto Velho que é 2 de outubro que foi criado 7 anos após o surgimento da cidade de Porto Velho.
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Deveríamos fazer uma campanha perante nossos vereadores, para que o dia 4 de julho, seja oficialmente reconhecido como o dia do surgimento da cidade de Porto Velho.
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Lembro que em 2007, o então secretário de cultura do estado, Jucélis Freitas, mesmo sendo titular de uma secretaria estadual, nomeou uma Comissão com a missão de organizar a festa do Centenário da Cidade de Porto Velho.
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Fiz parte dessa Comissão e lembro, que durante uma reunião que estava acontecendo no gabinete do secretário no prédio do relógio, de repente, entra sala de ‘supetão’, um historiador que foi dizendo:
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Vocês não devem dar prosseguimento nessa comemoração, porque Porto Velho não surgiu em 1907 e sim, em janeiro de 1908.
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Argumentou o historiador que o governo federal, só liberou a licença para Farquar transferir o início da Ferrovia, de Santo Antônio para o local conhecido como Porto do Velho Lenhador, em janeiro de 1908.
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Jucélis receoso com a repercussão negativa, caso insistisse em comemorar a data de 4 de julho e com isso expor a figura do governador da época que era Ivo Cassol, cancelou a festa em comemoração ao Centenário do Surgimento de Porto Velho.
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Daí pra frente, ninguém mais se importou com a data. O que lamentamos!
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Porto Velho não é apenas a cidade que nasceu de costas para o Rio Madeira, é também a cidade que não tem uma DATA de NASCIMENTO para COMEMORAR!

Negócio fechado: novela “Pantanal” será produzida pela TV Globo


Pode até faltar alguma coisinha de ordem burocrática, mas fato é que Benedito Ruy Barbosa e a família dele já negociaram com a TV Globo os diretos de “Pantanal”.
E o desejo, vale deixar claro, desde o começo da conversa foi o de fazer uma nova novela. A proposta de série, também convém deixar esclarecido, nunca passou pela cabeça de ninguém.
Agora cabe à dramaturgia da Globo, organizar tudo que será necessário para a sua realização: definir cronograma de produção, estabelecer datas e já começar pensar em outras particularidades.
Entre elas, a escolha de um autor para os ajustes ou adaptações no texto original, como outro trabalho que será indispensável.
São detalhes que só agora, com o negócio sacramentado, poderão ser conversados e ajustados.
“Pantanal”, vale recordar, produzida pela TV Manchete em 1990, foi um grande sucesso na ocasião.
Detalhe
Apenas como curiosidade, o Benedito, num desses encontros, sugeriu que a direção do remake fosse entregue ao Ricardo Waddington, que hoje comanda toda a área de produção da Globo. 
Um pedido, nesta altura, um pouco complicado de ser atendido, mas que deve ter deixado o Waddington honrado e agradecido. (fonte: Coluna do Flavio Ricco – do R7)

segunda-feira, 6 de julho de 2020

Lenha na Fogueira - 07.07.2020


Em meio ao fogo cruzado, provocado por autoridades constituídas do estado de Rondônia, que envolve senador, governador e prefeito.
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O povo vai escapando, graças a vontade de Deus, ao burlar a “Quarentena Restritiva” forçada a entrar em vigor, mas, que está longe de ser cumprida.
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Basta dar uma passada pelas ruas da Zona Sul e Zona Leste, tipo Jatuarana e Amador dos Reis para ver, que o povo não estar nem a aí para a Covid 19. Dá a impressão que Porto Velho não tem nenhum caso de coronavírus.
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Ora meus amigos, se aqueles que deveriam dar o exemplo, abraçando a causa com responsabilidade, passaram a disputar descaradamente os benefícios políticos que a Pandemia pode lhes causar.
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Aí fica o dito pelo não dito. Tá igualzinho a letra do samba que diz: “Você finge que me ama e eu finjo que acredito”. Quer dizer, estamos no mato sem cachorro.
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Mesmo assim, alguma coisa boa está acontecendo, exemplo: A equipe da Setur comandada pelo superintendente Gilvan Pereira não para um segundo de trabalhar em prol do turismo em Rondônia.
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Semana passada entregaram a ordem de serviço que autoriza a recuperação da Casa de Rondon em Vilhena.
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Agora, após alguns adiamentos, em virtude do mal tempo, conseguiram trasladar a Locomotiva nº 6 do pátio do Complexo da Madeira Mamoré, para o Complexo Turístico Memorial Rondon na antiga Vila de Santo Antônio.
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Agora a Setur vai trabalhar na restauração da relíquia histórica.
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Vi em alguma matéria jornalística, que a Locomotiva nº 6 chegou a Porto Velho em 1907 e trafegou apenas até o ano 1909 e jamais passou de Jaci Paraná.
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Outro dado que tenho cá minhas dúvidas se é verdadeiro: Diz a matéria que a Máquina 6 queimava carvão e não lenha. Não lembro de nenhuma locomotiva da Madeira Mamoré que funcionasse a base de carvão. Gostaria que os historiadores de plantão me corrigisse, se eu estiver errado.
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O certo é que a antiga sucata, está num pedestal construído exclusivamente para ela, ao lado do Memorial Rondon e assim que a Pandemia acabar, será mais uma atração turística do complexo. Valeu gente boa da SETUR!
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Outro fato que aconteceu domingo passado e posso colocar no rol das coisas positivas. Foi a conferência sobre o Arraial Flor do Maracujá, coordenado pela equipe do Conexão Rondônia que tem a frente o Fabiano Barros.
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A conferencia contou com a participação da professora Nazaré Silva a criadora do Arraial Flor do Maracujá; a queridíssima Bebel pós-graduada em Direito Cultural; Welida Sodré a mulher que comanda o Artesanato no estado de Rondônia; Professor doutor Marco Antônio Teixeira; O presidente da Federon Fernando Rocha; o ex secretário de Cultura Rodinei Paz (futuro prefeito de Rolim de Moura), vereador Valdemar Neto e enchendo o saco, este colunista.
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Na realidade, o que muita gente pensava que seria uma discussão ferrenha, entre os participantes, não passou de uma aula de cultura, sobre o Flor do Maracujá e sobre o Artesanato em Rondônia.
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Muitos que pensavam que os participantes iriam se ater sobre a discussão de recursos para os grupos folclóricos, quebraram a cara. Nenhum dos integrantes individualizou o assunto. Tudo que foi colocada na mesa, tinha como objetivo, chamar a atenção para o futuro do evento e em consequência, com certeza, beneficiará financeiramente os grupos folclóricos do nosso estado.
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É como se diz nos dias atuais, foi uma discussão ‘CABEÇA’.
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Em nome dos colegas folcloristas, agradeço ao Fabiano Barros pela iniciativa.