segunda-feira, 11 de maio de 2015

Diamante Negro escolhe itens para o Flor do Maracujá

Rafaela Rainara (2ª da dirita p/esq.) Nova Rainha da Marujada
A comunidade dos grupos folclóricos de Porto Velho se reuniu na noite do último domingo 10, no Cedel da COHAB, para prestigiar o concurso promovido pelo grupo Boi Bumbá Diamante Negro que elegeu os itens: Rainha da Batucada, Sinhazinha da Fazenda e Pajé que defenderão o bumbá na XXXIV Mostra de
A graciosa jovem Daiana é a nova Sinhazinha 
Quadrilhas e Bois Bumbás – Arraial Flor do Maracujá. O presidente do grupo pedagogo e folclorista Aluízio Guedes atou como mestre cerimônia e animador do evento, que contou com a apresentação da Marujada do mestre Hudson e da cunhã poranga Mirla Pinheiro.
Rafael venceu os demais e é o novo Pajé do Diamante

Chagas Peres, Berenica simão e Fernando Moquedace
Após apresentação do grupo de dança Aymeé o concurso propriamente dito começou. Primeiro com a disputa entre as candidatas a Rainha da Batucada Raine Carvalho, Ana Paula Macedo, Danielle, Rafaela Rainara e Steice. Em seguida foi a vez das candidatas a Sinhazinha da Fazenda Camila, Adriana e Jackeline Macedo. O último item em disputa Pajé contou com a participação dos candidatos Rafael, Matheus, Leandro e Magno.
A mesa de jurados foi composta pelo professor de dança de salão Chagas Peres, coreografa Berenice Simão e pelo Fernando Moquedace. A platéia que lotou as dependências da quadra onde o evento aconteceu, após mais de duas horas de show de dança de toada de Boi Bumbá, aplaudiu os vencedores: Rainha da Batucada Rafaela Rainara; Sinhazinha da Fazenda Adriana e Pajé Rafael.

O Boi Bumbá Diamante Negro vai se apresentar na XXXIV Mostra de Quadrilhas e Bois Bumbás – Arraial Flor do Maracujá no dia 27 de junho. 

sábado, 9 de maio de 2015

Sarau para o Porto Entrevisto e entrevistados


A noite de sexta feira 08 foi super especial para os apreciadores da história de Porto Velho. A Funcultural promoveu na biblioteca Francisco Meirelles o lançamento do livro “Porto Velho cidade centenária, Porto Entrevisto”, de autoria do jornalista escritor Renato Menghi.
Das doze pessoas cujas entrevistas compõem o livro, apenas duas não compareceram à solenidade, o poeta Antônio Cândido que mandou avisar que não estava se sentindo bem de saúde e o empresário Ismael Camurça que mandou sua filha Cristiane representá-lo.
O clima de sarau logo tomou corpo, pois os convidados eram recebidos por uma dupla de músicos cantores, interpretando ótimas canções, enquanto na parede transformada em telão, cenas da cidade de Porto Velho eram reproduzidas. “Fotos o tempo do inicio da cidade até os dias atuais nos fazia lembrar o tempo de infância e adolescência”.
O jornalista José Gadelha assumiu o púlpito como cerimonialista e convidou os co-autores (os entrevistados) do livro, a tomarem acento na mesa localizada no palco e assim foram sentando Dom Moacyr Grechi, Pastor Joel Holder, Euro Tourinho, Adaídes Batista – Dada, Abnael Machado de Lima, Yedda Borzacov, Ivaneide Bandeira, Dante Ribeiro da Fonseca, Silvio Santos – Zekatraca, Cristiane Camurça e Anísio Gorayeb – Anizinho.

Discursos

O autor do livro Renato Menghi foi o primeiro a usar a palavra e ao tempo que agradeceu os entrevistados, pediu que os mesmos não se alongassem muito em seus discursos. “Sinto-me privilegiado por ter tido a oportunidade de montar esse livro com a parceria dessas pessoas que são na realidade, a verdadeira história da nossa querida Porto Velho”, disse Menghi. Depois cada um passou a lembrar trechos da entrevista e de como ficou satisfeito com o convite do Renato para participar do livro do Centenário de Porto Velho. “Não vou falar muito porque todos aqui conhecem a minha trajetória de vida, porém tenho que dizer, que no meu tempo de juventude quase não tínhamos escritores em nossa cidade e hoje estou sentado ao lado de vários, alguns inclusive, membros da Academia Rondoniense de Letras isso é ótimo para todos nós”, disse Euro Tourinho. Dom Moacir lembrou de como veio para no Acre e depois Porto Velho. “Demorei a aceitar a designação do Papa para assumir como arcebispo de Porto Velho em virtude do meu envolvimento com o povo acriano, porém quando aceitei, tomei a decisão de me dedicar a Porto Velho e fiquei três anos sem retornar ao Acre”. Pastor Joel lembrou da localização da primeira igreja Assembléia de Deus construída em Porto Velho. “A igreja ficava onde hoje é o Shopping Cidadão e era um casarão de madeira”.

Platéia emocionada


A cada lembrança de parte da história de cada um, notava-se no semblante da platéia que parcialmente lotou o auditório da Francisco Meirelles sorrisos de felicidade. “Passaria a noite aqui ouvindo essas histórias”, disse o Gerente de Cultura da Funcultural Flávio. As histórias continuaram desta feita, com o professor Dante Ribeiro se dizendo bastante gratificado por ter sido selecionado pelo Renato Menghi para fazer parte do livro. “Acho que nesta mesa sou o mais jovem em se tratando de vivencia na história da cidade de Porto Velho, mesmo assim, espero agradar aos que lerem minha entrevista”. A professor Yedda Borzacov lembrou a relação do patrono da biblioteca, Francisco Meirelles com sua família assim como lembrou do seu pai Dr. Ary Tupinambá Pena Pinheiro. Abnael Machado de Lima é a história viva da nossa cidade, pois em sua entrevista conta que seu pai quando vinha do seringal para fazer negócios em Santo Antonio do Madeira parava na “choupana do Velho Pimentel”. A sorte foi que o Antônio Cândido não marcou presença, se não com certeza, a polemica sobre a existência do Velho Pimentel teria voltado à cena. Cristiane Camurça leu uma carta escrita pelo seu Pai Ismael agradecendo ao escritor e lembrando alguns momentos vividos com algumas das pessoas que ali estavam. Ivaneide Bandeira a mais ferrenha defensoras dos povos indígenas em Rondônia e talvez no Brasil e no mundo, disse que ficou surpresa quando o Renato chegou no escritório da Kanindé dizendo que ia entrevista-la. “Na realidade a surpresa foi porque poucas pessoas de Rondônia nos procuram, pois sou muito mais conhecida fora da minha cidade e até do Brasil” disse Neidinha que na entrevista postada no livro, prefere falar da sua história como atriz, pintora (artista plástica) e dos movimento culturais dos quais participou em décadas passadas.
Silvio Santos começou agradecendo a Deus por estar participando de uma mesa com tantos intelectuais. “Eu que tinha tudo para ser um marginal e que graças Deus consegui me livrar das armadilhas da vida”. Finalizando os discurso, o Jornalista Anizinho Gorayeb falou da sua luta pela divulgação da história de Rondônia em especial a de Porto Velho.
Depois de tudo isso, nada melhor do que degustar os maravilhosos salgadinhos e sucos naturais, servido pela Funcultural.

Se você quer uma exemplar do livro “Porto Velho cidade centenário, Porto Entrevisto” solicita ao Renato Menghi na assessoria de comunicação do gabinete do prefeito de Porto Velho no palácio Tancredo Neves. 

Lenha na Fogueira - 10.05.15


Salve o Dia das Mães. Salves todas as Mães! Salve a minha Mãe!

********
Vou aproveitar para destacar algumas mães que fazem parte da minha vida.
********
Primeiro a Mãe da minha esposa Ana Célia dona Nazaré Rodrigues.

********
A Mãe dos meus filhos Terezinha Menezes e as Mães dos meus netos e netas Aline e Daniele. A todas, Feliz Dia das Mães!
********
Porém quero utilizar este espaço para prestar homenagem especial, em nome dos meus irmãos Berenice e Francisco a pessoa que ajudou nossa Mãe a nos criar.

*********
A história é assim: Meu pai morreu em novembro de 1950 em Guajará Mirim quando eu, filho mais velho do casamento dele com minha mãe Inez Macedo do Santos, ainda ia fazer quatro anos, Berenice iria completar 2 anos e o Chico estava por nascer.
********
Meu pai morreu de repente, vítima de uma queda de bicicleta... Bom, como minha mãe estava prestes a “descansar”, minha tia Maria das Dores mais conhecida como Tia Flor, foi pra Guajará acompanhar a gravidez da mamãe e nesse ínterim meu pai morreu.

********
O Chico nasceu no dia 8 de dezembro de 1950 no dia que completei quatro anos de idade e assim que acabou o resguardo da mamãe viemos para Porto Velho morar na casa das nossa tias Cotinha (Maria da Conceição) e Tia Flor.

********
Acontece que com a morte do papai ficamos praticamente sem nada e para nos manter, mamãe conseguiu autorização para colocar uma “Banca” de venda de comida na feira livre que funcionava em frente ao Mercado Municipal (hoje Mercado Cultural) e eu já metido a gente, com apenas quatro anos de idade a acompanhei na lida, ajudando no que podia e a idade permitia. Enquanto meus irmãos Bereca e Chico ficavam com as Tias. (Minha mãe morreu no dia 19 de setembro de 2003, aos 85 anos de idade).

********
Principalmente a Tia Flor que era solteira. Era ela que cuidava principalmente do Francisco por isso, até hoje, a família diz que ele (Francisco) teve Três Mães. Tia Flor, Tia Cota e a Mamãe.

********
Acontece que naquele tempo a feira só funcionava durante três dias Quinta, Sexta e Sábado até o meio dia. O restante da semana ficávamos todos em casa, porém o Chico ficava com a Tia Flor.

*******
Aliás, Tia Flor até hoje é super querida por todos da família Macedo na realidade ela é a ‘maizona’ de todos.

********
Das Tias irmãs da minha mãe, apenas duas estão vivas, Tia Nair que completou 99 anos de idade no dia 9 de abril e a Tia Flor que completou 90 anos no último dia 2 de maio.

********
Sempre meiga pronta para ouvir e aconselhar os sobrinhos/filhos nas horas difíceis, Tia Flor foi homenageada por todos da família Macedo numa grande festa onde seu neto e os sobrinhos/neto fizeram questão de tocar e cantar durante a festa do seu aniversário.

*********
Essa é uma das mães dos meus irmãos e até posso considerá-la como minha mãe também, pois ela sempre estava me abrigando com seus carinhos.

********
Então, em nome da Tia Flor presto minha homenagem a todas as mães do mundo pelo dia de hoje.

********
Em meu nome e em especial em nome dos meus irmãos Berenice e Francisco agradeço a Tia Flor por nos ter tratado como filho durante toda a vida.

********

Obrigado Tia Flor! 

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Lenha na Fogueira - 09.05.15


A cultura de Rondônia está sendo discutida em Ji Paraná, onde está acontecendo mais um encontro do Conselho Estadual de Cultura.
********

Na pauta a Política de Editais da Superintendência Estadual de Esporte, Cultura e Lazer/2015; Fórum de Patrimônio e Encontro Estadual das Artes; Regulamentação das Leis do Sistema Estadual de Cultura (2.745, 2.746 e 2.747); Alteração da Lei do Sistema Estadual de Cultura; Informes sobre o Plano Estadual Decenal de Cultura e Encontro de Gestores Municipais do Esporte e da Cultura; Apresentação de propostas das setoriais; Outros assuntos.

*********
Vamos ver se desse encontro sai realmente alguma coisa positiva. O comentário vem em virtude de o Conselho existir há mais de dois anos e até agora nada conseguiu realizar.

*******
As reuniões que os Conselheiros classificam como a mais positiva, foi a que aconteceu no inicio deste ano no Palácio das Artes Rondônia cuja pauta, era indicar através de listra tríplice, nomes que poderiam assumir a Superintendência da Secel. A dita reunião disseram, a época foi uma recomendação do governador.
********
Participei da reunião como ouvinte, pois não pertenço a nenhuma setorial de cultura do estado. (Sou do Conselho Municipal) e vi que noventa por cento dos Conselheiros que formam o Conselho de Cultura são do interior. Tanto que dos nomes indicados na tal lista tríplice, que não serviu pra nada, dois eram de Vilhena, e o terceiro foi o da Eluane que a época era a superintendente.

********
Procurei saber por que a capital não tem um maior número de integrantes no Conselho e me informaram que a época da formação das setoriais, o pessoal de Porto Velho pouco compareceu e como se sabe, são os membros das setoriais que escolhem seus representantes no Conselho.
********
Basta lembrar que no segmento cultura popular que envolve os Grupos Folclóricos e o Carnaval, não tem ninguém de Porto Velho como titular e olha que é na capital onde acontecem os maiores movimentos no segmento como é o caso do Arraial Flor do Maracujá e os Desfiles das Escolas de Samba.

*******
Nas cidades do interior poucos são os movimentos ou grupos que se preocupam em divulgar a cultura popular de seus municípios. Muitas vezes nem existe grupo que pode ser considerado como de cultura popular.

********
Já sei que alguém já se apressou e está me criticando por querer dizer que cultura popular é só dança de quadrilha e boi bumba e desfile de escola de samba. Pois podem tirar o “cavalinho da chuva” que sei muito bem que não é só isso.

********
O folclore gaúcho que no estado é praticado em todas as cidade, a Festa do Divino Espírito Sano do Vale do Guaporé, as escolas de samba de Rolim de Moura e Costa Marques, o carnaval de Santa Luzia e até as festas de peão de boiadeiro que não acontecem em Porto Velho. Tudo isso é cultura popular.

*******
Agora se você for a uma reunião da Setorial de Cultura Popular, não vai encontrar nenhum peão, nenhum integrante da irmandade do Divino, nenhum representante de CTG e nenhum representante de grupos de dança de quadrilha e boi bumbá. Tem de carnaval que é meu amigo Pachequinho da escola de samba de Rolim de Moura.

********
De Porto Velho o único segmento que é bem representando, é o do audiovisual que tem o Levy como Conselheiro. Vi a relação dos Conselheiros e o que encontrei com relação ao pessoal de Porto Velho foi que os que estão na lista, são apenas suplentes. Como suplente não vota. Porto Velho está lascada!

*******
Esperamos que na próxima seleção que deve acontecer para o ano (2016) a turma da capital fique mais esperta e participe em maior número.

Boi Flor do Campo festeja dia das mães



A Associação Cultural Boi-Bumbá Flor do Campo estará realizando neste sábado 9 de maio, a partir do meio dia, na sede o Rotary Club de Guajará-Mirim, localizado na Av. Dr. Lewerger, nº 2386, bairro Serraria, feijoada em homenagem ao Dia das Mães, ao preço de vinte reais o ingresso individual, que também poderá ser adquirido no momento do evento.
Segundo o Presidente da Nação Vermelha e Branca, Médico Wenceslau Ruiz, durante a realização do evento haverá o sorteio de brindes entre as mães presentes, além de outras homenagens a serem prestadas, merecidamente, a todas as mães guajaramirenses.
O evento será animado pela Banda Flor do Campo, comandada pelos irmãos Sandro e Márcio Menacho, com participação especial da batucada, que irão executar farto repertório de toados, pontuado antigos sucessos do Boi-Bumbá Flor do Campo e que até hoje embalaram a galera vermelha, além de sucessos dos bois de Parintins.
Os coreógrafos Joilson Costa e Thamara Brito Rebouças são os responsáveis pelas criações coreográficas que o corpo de baile da nação vermelha e branca irá apresentar durante o evento. Também farão apresentações especiais em celebração ao dia das mães, os itens do bumbá do bairro Tamandaré, com destacada apresentação para alegoria do boi do povo.
Os recursos arrecadados no evento serão utilizados para cobrir despesas do escritório da agremiação, estrutura, pagamento de pessoal e, se possível, pagar os autores que assinam as toadas criadas por artistas de Parintins, para o festival deste ano, segundo informou Rosa Solani, Diretora de Arena e coordenadora do evento.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Lenha na Fogueira - 08.05.15

Com tantas loas ao patrono do nosso estado Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, não poderíamos deixar de chamar a atenção dos nossos leitores, para o desabafo do professor Marco Antônio Domingues Teixeira considerado um dos maiores estudiosos da história de Rondônia, postado nas redes sociais.

********

Bem que poderia apenas compartilhar o artigo do professor Marco Teixeira, porém esse compartilhamento chegaria apenas às pessoas que me tem como amiga em suas redes. Por isso, resolvi mesmo sem a autorização do professor, publicar seu artigo nesta coluna, assim muitos ficarão sabendo que nem só de festa vive a figura de Rondon. Acompanhe na integra o que o HISTORIADOR Marco Antônio Domingues Teixeira escreveu sobre nosso patrimônio histórico:

********

TOTAL ABANDONO

*******
Estive hoje na Praça Marechal Rondon, a mais antiga das praças urbanas de Porto Velho/RO, datada de 1939. Como no restante da cidade o que vi causa perplexidade e revolta. A praça está um lixo só. Suja, sem iluminação, emporcalhada com pichações e vandalismos à única imagem que homenageia o Marechal Rondon (que deve sentir-se aviltado diante de tanto descaso) em nossa cidade. 

********
O busto de Rondon encontra-se pichado, com um dos olhos tapados com goma de mascar e outras substâncias, com uma peça de ferro em sua cabeça, como se fosse os braços de uma balança. A sujeira não tem fim, o vandalismo também não. Mas ressalte-se: Essa escala de descaso, pichação e abandono começam e têm seu maior agente nos gestores públicos que não dão a mínima para nada nessa capital.

*********
A praça está totalmente tomada por barracas improvisadas de comerciantes camelôs, que precisam de um espaço digno, central e salubre, deixando a praça a seu destino original: ser um espaço público de lazer, encontros e convivência social.

******** 
É de se admirar que, em frente ao TJ do Estado de Rondônia e na praça mais antiga de nossa cidade, sempre mal tratada, mas nunca tão desleixada como agora, não se possa nem andar com segurança.

********
O crime é praticado de dia e de noite nesse ambiente: assaltos, drogas usadas de forma indiscriminada, pichações, pessoas usando o espelho como latrina ou, pior ainda, para banho. 

********
Cabe, como sempre, uma severa crítica à (INDI)gestão do atual prefeito, que parece não conseguir manter nem limpeza, nem segurança e nem preservação do patrimônio público seja ele histórico, ambiental, natural ou de convivência social ou o que for.

*********
A cidade parece, cada vez mais. o equivalente a uma grande lixeira com sua ratazana mor (des)adiministrando tudo ao redor. 

********
Ademais vemos o velho cine Resky com sua NOVA fachada eclesiástica, "combinando" com tudo ao redor. 

*********
Salvem a praça desse monstruoso abandono. (Escreveu Marco Antônio Domingues Teixeira).

*********
O professor está mais que certo, pois, os entes governamentais se esforçaram para montar uma das mais belas exposições sobre o nosso Bandeirante Marechal Rondon e esqueceram-se de lhe prestar a verdadeira homenagem que era anunciar uma ação, referente à revitalização da Praça Marechal Rondon que hoje como diz o professor Teixeira está entregue às baratas.
********
Já era tempo da Semdestur ter arrumado outro local para colocar os camelôs que está amontoados na Praça Marechal Rondon desde o ano passado.
********

É lamentável o descaso das nossas autoridades para com nossos patrimônios. Assim como a Praça Rondon a Jonathas Pedrosa ta do mesmo jeito, a Madeira Mamoré também e por aí vai o descaso. 

Funcultural apresenta o livro Porto Entrevisto

Ainda dentro da programação do centenário do município de Porto Velho, que começou em 2014 e vai até o mês de outubro vindouro, a prefeitura através da Funcultural, promove a partir das 19h30 desta sexta feira dia 8, na biblioteca Francisco Meirelles o lançamento do livro “Porto Velho cidade centenária, Porto Entrevisto”, do escritor Renato Menghi.
A obra se compõe de doze entrevistas, coletadas entre os meses de julho de 2014 a fevereiro de 2015, que apresentam narrativas autobiográficas, exposições e conjecturas sobre a história da cidade, opiniões sobre seu desenvolvimento social, cultural, político e econômico, além de outros elementos. “Acredito haver muitos apreciadores de livros de entrevistas, tal como eu sou”, escreve Renato Menghi.
Entre os entrevistados destacamos Abnael Machado de Lima, Dante Ribeiro da Fonseca, Yêdda Borzacov, Silvio Macedo dos Santos – Zekatraca, Euro Tourinho, Ismael Camurça e o poeta Antônio Cândido. Do ponto de vista religioso o autor enfoca a Igreja Católica e a Assembléia de Deus que figuram como algumas das mais antigas e difundidas na sociedade portovelhense. “A autoridade desses entrevistados, é importante destacar, ressalta-se na figura de Dom Moacyr Grechi que é nome conhecido e respeitado em todo o país e o pastor Joel Holder, presidente da Assembléia de Deus que figura entre os mais tradicionais evangélicos do município”, ressalta Menghi.
Outra entrevista que chama atenção é a da ambientalista Ivaneide Bandeira fundadora da ONG Kanindé uma destacada debatedora de assuntos referentes à Amazônia do Brasil e em muitos países. Completa o livro as entrevistas com o Anizinho Gorayeb e o jornalista e poeta Adaídes Batista – Dada.

Serviço
Cerimônia de lançamento do livro “Porto Velho: cidade centenária, porto entrevisto”
Local – Auditório da Biblioteca Francisco Meirelles

Hora – 19h30.