quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

LENHA NA FOGUEIRA - 14.02.14

Rondônia entra eternamente para a história do Brasil, graças as aprontações do agora ex deputado federal Natan Donadon.


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Não é toda hora que uma pessoa entra para a história do seu país, não interessa se positiva ou negativamente falando.


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Já pensou! Ser o primeiro seja do que for, é um fato inesquecível, ainda mais quando se é primeiro numa conjuntura onde o que prevalece é a impunidade, a falcatrua.

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Os filhos dos filhos do meu filho e seus tataranetos, irão ficar sabendo quando estiverem estudando a história do Brasil, que:

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Um deputado Federal do Estado de Rondônia Natan Donadon, foi o primeiro a ser recolhido como preso numa penitenciária, no caso a “Papuda” do Distrito Federal, sem deixar de exercer seu mandato.

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Foi o primeiro deputado cumprindo pena na cadeia a ser absolvido do processo de cassação em seção da Câmara dos Deputados de onde saiu após a votação, algemado direto para sua cela na Papuda.

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Foi o primeiro a ver que a seção na qual foi absolvido da cassação, ser anulada pelo Superior Tribunal de Justiça

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Foi o causador da resolução que obriga o presidente da Câmara dos Deputados sempre que houver votação para cassar mandato de parlamentar, essa tem que ser aberta.

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Natan Donadon foi o primeiro Deputado Federal que teve o mandato cassado via votação aberta.

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Ele pode até ser esquecido pelos seus eleitores atuais. Pode ter levado a Justiça de Rondônia a optar por determinar que os nomes de seus familiares fossem tirados dos prédios públicos de Vilhena.

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Mas, entra para a história do Brasil para sempre e com ele o estado de Rondônia, que agora passa a ser eternamente lembrado negativamente, por quem estudar nossa história.

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Os desvios de verba pública, praticado na Assembléia Legislativa do Estado de Rondônia pelo clã Donadon para sempre serão lembrados.

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Isso é que é ser DESTEMIDO PIONEIRO!

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Antes que o Madeirão leve de água abaixo meu bom humor, vou brincar carnaval na noite de hoje "agarradim", com a Ana no baile o Boom da Banda a partir das 22h00, na Talismã 21.

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Com certeza vamos encontrar as MPs (Mulher Pequena) Yalle Dantas, Mara maravilha, Mara Regina, Siça e tantas outras que fazem parte do grupo da mulherada da Vai Quem Quer.

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Bom mesmo vai ser a apresentação das musas da Banda! O Pataka é o responsável pela seleção e a Ana Célia responsável pelo desfile.
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Já que estamos falando em carnaval de clube.
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Excelentíssimo Senhor Mauro Nazif Rasul - Prefeito do Município de Porto Velho e a Senhora Jória Baptista de Souza Lima Presidente da Fundação Cultural do Município.
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Têm a honra de convidar Vossa Senhoria para prestigiar o tradicional Baile de Carnaval do Município promovido pela Prefeitura Municipal de Porto Velho, através da Fundação Cultural do Município – FUNCULTURAL, evento este que é alusivo à comemoração do Centenário de Porto Velho e que contará com a presença do Prefeito, Mauro Nazif Rasul, e demais autoridades.
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 Salientamos que, em prol da campanha da Prefeitura de Porto Velho S.O.S. DESABRIGADOS, estaremos com um posto de coleta de doações no local do evento de roupas, cobertores, materiais de higiene e alimentos não perecíveis que serão repassados para a população do município atingida pela enchente.
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O Baile Municipal vai ser amanhã a partir das 20h00 na Talismã 21 e a entrada é um quilo de alimento.
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 Agora hoje dia 14 sexta feira, o negócio é o Boom da Banda do Vai Quem Quer!

Boom da Banda abre carnaval de clube hoje

O baile carnavalesco o “Boom da Banda”, vai acontecer nesta sexta feira 14 em Porto Velho, marcando a abertura da temporada dos bailes carnavalescos em ambiente fechado ou carnaval de clube como são conhecidos esse estilo de festa em Porto Velho.
O baile promovido pela diretoria da Banda do Vai Quem Quer parou de acontecer, no ano de 2004 e agora a presidente Siça Andrade resolveu promover o resgate da tradição, que por muitos anos, serviu de pré aquecimento para o desfile da Banda do Vai Quem Quer.
O evento está marcado para começar as 22h00 com o Grupo Fala Sério animando os presentes, logo depois, a trupe show da escola de samba Asfaltão faz apresentação especial, com a bateria Pura Raça e sua Rainha, além do casal de mestre sala e porta bandeira, mais as mulatas sambistas da escola.
A Banda da Banda inicia o baile de carnaval propriamente dito, com o lançamento da marchinha tema da BVQQ para o carnaval deste ano, que é de autoria do Silvio José Santos: “No País da Corrupção e da Impunidade - A Banda do Vai Quem Quer Tem Padrão FIFA de Qualidade” e do frevo de autoria do Toninho Tavernard as duas músicas oficiais da Banda para o carnaval de 2014.
Os ingressos ainda podem ser adquiridos na sede da Banda a rua Joaquim Nabuco, entre a D. Pedro II e a Carlos Gomes, nas Lojas Capri e no quiosque da Talismã 21 no terceiro piso do Porto Velho Shopping ao preço de R$ 20.
Segundo o diretor musical Silvinho, a Banda da Banda só vai tocar marchinhas, frevos, marcha rancho e sambas de enredo. “Essa é a tradição deixada pelo General Manelão”.
Siça Andrade declara que está muito feliz em poder resgatar uma das tradições do carnaval de Porto Velho. “Meu pai deixou de realizar esse baile em 2004 por falta de apoio, porém, depois de observar que o carnaval de Porto Velho anda carente de bailes em ambientes fechados, onde a família pode se divertir com toda segurança, resolvemos realizar a festa”.

As bilheterias da Talismã 21, estarão abertas a partir das 19h00 de hoje atendendo os foliões que quiserem brincar carnaval de verdade. “O Boom da Banda é o resgate do carnaval de clube em Porto Velho” disse Siça Andrade.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

LENHA NA FOGUEIRA - 13.02.14

Hoje o município de Candeias do Jamari esta completando 22 anos de emancipação.

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Lembro que em 2004, a escola de samba Acadêmicos do Armário Grande homenageou Candeias do Jamari contando sua história na avenida. A escola foi campeã cantando o samba de nossa autoria, cuja letra é a seguinte:
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No final do século XIX, nordestinos desembarcam no Vale do Jamari.
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E com o advento da borracha, Samuel é transformado no maior vilarejo regional – E assim...
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Assim, começa a história fascinante, de um município hoje pujante, cujo nome trás a luz.

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Candeias, Candeias, cidade que nos seduz.
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Vou me banhar no Rio Preto ou no Caju com Mel, o Salsalito é pra veranear, carnaval no “Arrastão do Puraque”. No Arraial tem quadrilha e boi bumbá...

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Essa é nossa homenagem de parabéns pelos 22 anos de emancipação do município de Candeias do Jamari.

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Enquanto isso, o Madeirão (rio), não ta nem aí pra quem mora em sua margem e continua enchendo.
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Ontem escrevi que a maior enchente aconteceu em 1957 e depois em 1997, logo depois alguém postou um vídeo de 1992 de um Globo Repórter mostrando aí sim, aquela que acho foi realmente a maior enchente já sofrida pelos moradores de Porto Velho e Guajará Mirim. O vídeo ta postado no face do Allan Dantas.
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Voltando para o carnaval dos blocos de trio elétrico. A Coordenação de Eventos de Grande Porte da Prefeitura de Porto Velho está insistindo, que os dirigentes dos blocos assinem a carteira de trabalho do pessoal que vai atuar na segurança de cada bloco.
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Achamos essa exigência um absurdo, uma vez que os blocos não contratam segurança individual. Contratam uma empresa de segurança.
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Assim sendo, quem deve assinar a carteira de trabalho desses profissionais, é a empresa de segurança e não os blocos carnavalescos.

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Pelo bastidores existe uma conversa, de que a tal exigência, é para pressionar os blocos a firmar contrato com uma determinada empresa de segurança cujo proprietário, é uma pessoa influente.

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O problema é que essa pessoa fica chantageando alguns diretores de bloco, psicologicamente quando diz: “Se eu pegar um segurança sem carteira assinada embargo a saída do bloco”.
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O prefeito Mauro Nazif deveria convocar uma reunião com a Uniblocos e os dirigentes dos blocos de trio elétrico para saber o que realmente está acontecendo por “debaixo dos panos”.

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Pelo que me foi passado, parece que algumas autoridades da segurança não são a favor dos desfiles dos blocos de trio elétrico. Já chegaram a dizer: “Esses blocos nos dão muito trabalho...”

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Teve gente ameaçando diretor de bloco, dizendo: “Se eu encontrar uma latinha de cerveja em cima do trio, não libero a saída do bloco”. Isso é pura retaliação para com os blocos de trio elétrico.

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A Uniblocos deve acionar seu departamento jurídico para averiguar se essas denuncias, são verdadeiras e se for, deve tomar providencias.
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O que não se pode é ficar a mercê das ameaças de quem não gosta de carnaval, porque sua religião diz que se trata de uma festa profana e coisa e tal.
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A Lei 190 que foi discutida e rediscutida com representantes de todos os segmentos culturais, até agora não teve o que ficou acordado, ou seja, as adequações para a realidade de Porto Velho liberadas. Alguém tem que tirar a 190 da gaveta para acabar com esses absurdos.

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Daqui a pouco os blocos de trio, vão ter que se apresentar, no estilo programa da XUXA! É só Ylariê.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

LENHA NA FOGUEIRA 12.02.14

A cidade está em polvorosa com a enchente do rio Madeira. Aliás, o Madeirão não está pra peixe não!

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Nasci nas barrancas do rio Madeira, lá em São Carlos e me criei em Porto Velho justamente na avenida Farquar, numa casa que ficava bem em frente ao hoje Mercado Central.

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Portanto, acompanhei várias enchentes. A pior entre todas foi uma que se não me engano, aconteceu no ano de 1957 (eu ainda era “quase um bebê”), quando a água chegou onde hoje existe uma escada,         na entrada do complexo da praça Madeira Mamoré pela 7 de Setembro. Isso quer dizer que invadiu a estação de passageiros, os armazéns e naquele tempo existia um galpão onde funcionava a Cooperativa dos Ferroviário da Madeira Mamoré.

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Depois daquela enchente, algumas chegaram apenas até os galpões e não afetaram sequer a estação de passageiros, como foi o caso da enchente de 1997.

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Vale salientar que não existia o Cai N’água do jeito que é hoje. O que existia ali era uma serraria que a gente chamava de “Serraria do Território” e a Baixa da União que independente de cheia maior ou menor, sempre ficou alagada nessa época.

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Nos tempos modernos, a cheia deste ano está superando tudo. Ninguém sabe se apenas pela força dos fenômenos da natureza, ou por outros motivos que todo mundo sabe, mas, tem medo ou receio de apontar. Até porque corre muita lenda pelo fundo do rio Madeira.
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E tem uma curiosidade, o mês considerado como mais chuvoso na região do Rio Madeira é o mês de março. Assim sendo muita água ainda vai rolar pelas “valas” de Porto Velho.
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Uns dizem que é praga do “cascão” pra cima do atual prefeito, que diante de tanta água, fica que nem canoa sem quilha, sem saber que rumo tomar.
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Na realidade a cheia no local onde hoje está a Feira do produtor e o Shopping Popular onde existia a Baixa da União sempre existiu como já escrevi acima, independente do volume de chuva.
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Aí o prefeito que começou a construção da Feira do Produtor, que conheceu a Baixa da União porque praticamente se criou em Porto Velho, aterrou o local e construiu o prédio da Feira sem se preocupar com a altura do seu piso, resultado, todo ano os agricultores ficam com o local isolado pela enchente do rio.
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Na gestão passada do município, andaram fazendo um estudo para canalizar os canais ou igarapés de Santa Bárbara e igarapé Grande, inclusive conseguiram recursos para construir apartamentos, que seriam doados aos moradores dessas áreas. (São aqueles apartamento do bairro Mato Grosso cuja construção está parada).

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Na época disseram que os igarapés seriam canalizados. Digo isso, porque morava e moro no Santa Bárbara e meu nome foi relacionado para receber um apartamento daqueles. Não sei se os recursos para a canalização dos igarapés chegou, só sei que nada foi feito e o resultado é o que estamos vendo, com a água do madeirão chegando até o Mocambo via canal Santa Bárbara.
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Tenho quase certeza que se já tivessem canalizados os igarapés que cortam a cidade de Porto Velho, os habitantes do Triângulo, Baixa da União e Cai N’água e alguns do Mocambo não sofreriam mais com a enchente do rio Madeira. A não ser se o rio subisse pelo menos cinco metros.

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O que as autoridades podem fazer? Apenas acionar a defesa civil e ajudar as vítimas das enchentes!

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E se abrirem as comportas das usinas como tão dizendo? Aí é melhor pegar uma TORA DE ASSACÚ “montar” nela e ficar de bubuia ou bubulha, esperando o rio baixar! 

COMANDANTE DA PM RECEBE SIÇA ANDRADE

A presidente da Banda do Vai Quem Quer, Siça Andrade, participou na semana passada, de uma reunião no Comando Geral da Polícia Militar, com o Comandante Geral da Instituição, coronel PM Paulo Cesar de Figueiredo, onde tratou de detalhes sobre a Segurança Pública no dia do desfile da Banda, que este ano acontece no dia 1° de março, sábado de Carnaval.
Siça Andrade foi recebida pelo comandante geral da Polícia Militar, em seu Gabinete no Quartel do Comando Geral em Porto Velho. Na oportunidade o comandante destacou algumas metas do trabalho da Polícia Militar durante o Carnaval.
Segundo o Comandante, ainda esta semana representantes das polícias Militar e Civil vão estar reunidos com o secretário de  Segurança Pública Marcelo Bessa (Essa reunião aconteceu ontem dia 11, veja matéria abaixo), quando vão traçar as metas do policiamento no Carnaval 2014. “Mas já estamos preparados para trabalhar ostensivamente nas ruas para tranquilizar a população”, destacou.
A coordenadora da Banda do Vai Quem Quer além de pedir o apoio da Polícia Militar agradeceu toda a atenção que a PM vem prestando no decorrer dos 34 anos de realização da BVQQ. “A  Polícia Militar, assim como o Corpo de Bombeiro e Polícia Civil sempre tem nos apoiado. E este ano certamente contaremos mais uma vez com este apoio”, ressaltou.


Já o comandante da PM, Paulo César de Figueiredo, agradeceu a presença antecipada da presidente da Banda e destacou que sempre trabalhou na segurança da Banda, desde a época do saudoso “General” Manelão. “Na época em que atuava no 1º Batalhão sempre trabalhava no efetivo da organização do Carnaval, incluindo a BVQQ. Este ano não vai ser diferente”, finalizou.


Segurança diferenciada no carnaval                          


Com a proximidade do carnaval (2 de março), o secretário de Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), Marcelo Bessa, apontou na manhã de ontem, as medidas adotadas para manter a segurança da população portovelhense, durante o período de folia. 

De acordo com o secretário, a segurança será reforçada e diferenciada durante o carnaval. “Fizemos uma reunião no gabinete de gestão integrada com vários órgãos de fiscalização no âmbito municipal, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e Polícia Militar  e também com os organizadores do blocos para que juntos possamos trabalhar de maneira segura e com ações preventivas, evitando assim maiores problemas. A segurança do carnaval não se restringe aos locais onde ocorre os desfile dos blocos. Estaremos trabalhando também na segurança das ruas e dos bairros”, diz.

Ainda segundo Marcelo Bessa, o número de policiais nas ruas será aumentado nos dias de folia. “Estamos abrindo o efetivo das corporações, a sede administrativa da Sesdec cederá todos os seus policiais e bombeiros, a Casa Militar, o Ministério Público, ou seja, todos os policiais que estão foram da secretaria também serão agregados para que possamos ter condições de segurança necessária para um carnaval tranquilo”, expõe.

Zona sul

No último sábado, o bloco Tô na Sul da zona sul da capital, desfilou na Avenida Jatuarana, arrastando centenas de pessoas por onde passava. Segundo moradores da região, o número de confrontos entre os foliões foi grande. De acordo com o secretário de segurança, os fatos registrados na apresentação do bloco na Zona Sul, foram fatos isolados e prontamente reprimidos pela polícia. “Esses acontecimentos não representam o comportamento dos foliões portovelheses. Estamos trabalhando para que casos semelhantes não se repitam, nos próximos dias de carnaval”, finaliza Bessa. (Laila Moraes).

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Lenha na Fogueira 11.02.14

Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa!

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Calma! O que queremos dizer, tem a ver com os acontecimentos de sábado, na rua Jatuarana
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Uma coisa foi o desfile do bloco “Tô na Sul” que podemos considerar como sucesso, apesar do atraso (compreensível).
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A Banda muito boa, melhor ainda, foram as atrações que animaram a festa dos foliões do bloco da Zona Sul.
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Temos que admitir que folião do bloco “Tô na Sul” era aquele que estava vestido com a camiseta do bloco e brincando dentro da corda de isolamento. A direção do bloco é responsável por esses foliões. Os demais, aqueles que acompanham o cortejo, são os chamados “pipoca”.
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Não quero dizer que a direção do bloco não tem responsabilidade com a segurança dos “pipocas”, tem sim, mas fica mais difícil saber quem esta com intenção de agir com violência, pois não estão vestindo o abada do bloco.

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Outra coisa é dar guarida aos que se aproveitam da brincadeira de carnaval, para provocar vandalismo, sair quebrando tudo que encontra pela frente, só porque acha que é bonito.
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Essa turma de vândalos tem mesmo é que responder judicialmente pelos atos praticados.

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A outra coisa, é a polícia saber agir nesses momentos, não utilizar de meios violentos para abordar os vândalos. Isso a gente diz quando não está no meio do problema.

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Quando estamos sendo os prejudicados, torcemos para a  polícia pegar e pegar de verdade os marginais e até aplaudimos por cada “tacada”, que a policia acerta nos vândalos.

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A coisa muda de figura quando o vândalo faz parte da nossa família ou é nosso amigo. Aí quem é criticada é a policia e o policial por ter agido com violência. A turma dos direitos humanos é a primeira a criticar a segurança.

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É complexa a situação numa hora dessas. Há os que aplaudem a polícia e os que reprovam.
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Assim como ocorreu no Rio de Janeiro, onde o cinegrafista da Bandeirante foi atingido por um rojão acionado por vândalos conhecidos como Black Blocs e morreu ontem.

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Esse caso só teve repercussão porque a vítima era funcionário de uma empresa de comunicação considerada de elite. Ainda teve quem quisesse que o artefato fosse atirado pela Polícia. Ainda bem que o caso foi esclarecido logo e provou que a policia não tinha nada a ver.
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Até quando a sociedade vai ter que aturar esses vândalos quebrando o que encontram pela frente, depredando monumentos históricos, prédios públicos e particulares!
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Qualquer coisa que aconteça, os vândalos tocam fogo em ônibus, destroem caixas eletrônicos, põem abaixo sinalizações de trânsito e matam as pessoas com seus rojões.

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São covardes que se escondem atrás de uma máscara “ninja”. Tem deles que praticam os crimes tiram a mascara e vai pra cena criticar o crime que cometeu! É muita covardia.
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Em Porto Velho voltando ao carnaval da Zona Sul que aconteceu no final de semana, um policial foi ferido ninguém sabe explicar o motivo, pelo menos até o fechamento dessa coluna. Ainda bem que a pessoa que praticou o crime foi presa.

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Também não se sabe explicar o motivo da confusão que se desenrolou na avenida Jatuarana após o  desfile do bloco e que culminou inclusive, com a agressão de um policial contra um repórter dessa vez do SBT (TV Allamanda)
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Tá certo que a confusão foi bem depois do desfile do bloco, mas, e se não tivesse acontecido o desfile!

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É por isso que digo: Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa! Não tem nada a ver o ‘friosco’ com as calças

sábado, 8 de fevereiro de 2014

LENHA NA FOGUEIRA - 09.02.14

Em conversa com o carnavalesco e compositor de samba de enredo, Oscar Knightz durante a apresentação do Beto Cezar na escola de samba Asfaltão, na noite de sexta feira passada.

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Anotamos algumas sugestão que deverão ser aproveitadas no Concurso do Melhor Samba de Enredo no carnaval de 2015.
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Oscar assim como nos, notou que o sistema adotado este ano, quando o júri foi formado pelos compositores dos sambas de cada escola de samba concorrente, não deu muito certo, pois alguns colegas, observou Oscar, levaram o negócio para o lado pessoal.

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Analisando a observação do mestre compositor, vimos que realmente alguns penalizaram com notas baixíssimas, sambas de outra escola porque não gostam ou tem alguma rixa inclusive com dirigentes da escola de samba.

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 Isso não poderia ter acontecido. Isso não coaduna com a nossa pretensão, que era de fazer com o que, cada parceria elegesse o seu samba preferido entre os sambas das escolas concorrentes.

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Na realidade, a observação do Oscar tinha a ver com as notas dadas ao samba da escola de samba Acadêmicos do Armário Grande que é de autoria do Bainha e do próprio Oscar mais o Thobá. Um samba que realmente fala sobre a história de Porto Velho e só conseguiu ficar em 5° lugar

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Presente na conversa o Altair Lopes – Tatá que atuou como jurado convidado pelo Diário da Amazônia, concordou com as ponderações do Oscar e se propôs a somar com a gente na realização do concurso em 2015.

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Devo esclarecer aos “amigos” que postaram críticas a esse colunista, pelo resultado obtido pela sua escola, que, não atuamos como jurado e nem interferimos na decisão dos jurados cuja maioria, foi indicada pelas escolas de samba.

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Como por exemplo: O Carlinhos Maracanã representou a Diplomatas do Samba; Rogério Nunes a São João Batista; Silfarney Silva a Rádio Farol; Toninho Tavernard a escola Asfaltão e o Oscar Knightz a Acadêmicos do Armário Grande.

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As escolas de samba Acadêmicos da Zona Leste e Império do Samba não quiseram indicar representante e por isso não tiveram direito a voto, mas, foram votadas.

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O interessante foi que mesmo não tendo indicado representante, as duas escolas tiveram seus sambas melhores classificados. A Zona Leste ficou em 1° Lugar e a Império do Samba em 3°.
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A “baixaria’ aconteceu mesmo, entre as escolas do grupo Especial, com cada um querendo derrubar o samba da escola concorrente. Não houve imparcialidade por parte dos representantes das escolas de samba que atuaram como jurado. É lamentável!.

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Diante dessas observações, resolvemos mudar o sistema de votação para o próximo ano.

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A festa será especifica para a escolha do melhor samba de enredo. O troféu Sebastião Araújo da Silva – Baba será melhor organizado.
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Acho até, que a pessoa que postou impropérios sobre este colunista porque o samba da sua escola ficou mal na classificação, agiu pelo lado pessoal, quer dizer, é “invocada” comigo não pela realização do concurso, mas pela minha carreira como compositor de samba enredo.
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Isso existe mesmo. Certa vez tive um samba desclassificado num concurso de samba de enredo de uma determinada escola, porque eu era da Pobres do Caiari. E olha que os sambistas presentes no local onde aconteceu o concurso, davam como certa a vitória do nosso samba. Resultado, pela despeita, não ficou nem entre os classificados para a semifinal.

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Ainda bem que a Jória não me deixou ser o presidente da Comissão de Jurados das Escolas de Samba! Obrigado Jória!