terça-feira, 9 de abril de 2013

LENHA NA FOGUEIRA 10.04.13


Se a moda pega, a Secel está lascada!

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Acontece que toda vez que se realiza uma operação policial, na cata de corruptos no governo municipal passado, a pasta da Secretaria de Cultural ou o titular ou a titular da Secel é tirado de tempo, como se diz na gíria periférica de qualquer gueto que se preze!

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Ontem de madrugada fomos acordados com a notícia de que o ex-prefeito Roberto Sobrinho havia sido preso, juntamente com outros membros de sua administração.

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Até aí tudo bem! Porém ao chegarmos ao prédio do Relógio local onde trabalhamos na Coordenação dos Pontos de Cultura, uma turma de funcionários veio perguntar se era verdade que a secretária Mara Alves  estava sendo impedida de exercer a função de secretária da Selcel em virtude da "Operação Luminus.

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Sinceramente fiquei pasmo, pois havia acompanhado os noticiários e não havia visto e nem escutado nada a respeito do envolvimento da secretária,

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Até que já por volta das onze horas visitando alguns sites de Porto Velho encontrei a noticia dando conta do impedimento da Mara Alves para assumir ou permanecer assumindo cargo público.

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Quando a gente pensava que a cultura de Rondônia iria realmente começar a ser valorizada, veio a Operação Vòrtice e derrubou o Emanuel Nery da secretaria.

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Agora vem a Luminus e impede a Mara de continuar na pasta. A cultura em Rondônia, só pode estar cheia de “titica de arara baiana”.

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No inicio da manhã eram apenas especulações, mas, depois vimos a primeira nota no rondoniaovivo.com.br dizendo:

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Cleidimara Alves, titular da pasta da Secretaria dos Esportes, da Cultura e do Lazer (SECEL), também conhecida como “Mara”, está suspensa do exercício de função pública de acordo com a Procuradoria Geral de Justiça, do Ministério Público de Rondônia.

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Indicada pelo Partido dos Trabalhadores (PT) para o cargo, Mara é doutoranda, foi ex-secretária municipal de Esportes e Lazer de Porto Velho (SEMES) da administração do ex-prefeito Roberto Sobrinho, ela está na lista dos envolvido do escândalo da EMDUR que foi apresentada nesta amanhã (ontem) na coletiva ocorrida na sede do MP-RO, que deu detalhes sobre a "Operação Luminus".

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A confirmação do impedimento da Cleidimara foi publicada mais tarde pelo rondoiniagora.com.br da seguinte maneira:

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O Ministério Público de Rondônia confirmou a primeira versão apresentada sobre o envolvimento da secretária dos Esportes e do Lazer, Cleidimara Alves na Operação Luminus, que prendeu o ex-prefeito Roberto Sobrinho. Ela foi sim afastada do cargo por determinação judicial. Inicialmente havia confusão sobre se apenas havia o pedido, ou se existia o deferimento da medida, o que acabou sendo confirmado.

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Cleidimara Alves está impedida de exercer cargo público temporariamente, está com os bens indisponíveis e deve manter-se longe de prédio ligados ao Município de Porto Velho. 

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Cleidimara assessorava Roberto Sobrinho como secretária dos Esportes, indicada pela deputada Epifânia Barbosa, que também conseguiu acordo no Governo para que assumisse a pasta do Lazer estadual. Na época em que atuava na gestão de Sobrinho, era responsável por destinação de verbas para a Emdur.
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Pelço menos até o fechamento desta coluna, o governo não havia expedido nota exonerando Mara Alves.

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Culturalmente falando a coisa tá feia no estado de Rondônia!

TARDE DO BOI


Ação cultural do Az de Ouro



Az de Ouro o bumbá campeão da Mostra de Quadrilhas e Bois Bumbás - Arraial Flor do Maracujá 2012. Colocou em prática no último final de semana O Projeto Tarde do Boi. Segundo o presidente Silfarney Silva “O objetivo do Projeto é divulgar a brincadeira nos bairros periféricos de Porto Velho além de incentivar os jovens dessas comunidades a aderirem as diversas tribos e barreiras do nosso Az de Ouro” disse o presidente.
A largada foi dada no último sábado 06, na praça Aluízio Ferreira durante a realização da Feira do Porto, com os coreógrafos Ilka Cecilia e André Uchoa colocando as tribos integradas pelos dançarinos dos grupos, Yaporanga e Parceiros do Ritmo Quente, mostrando aos presentes, as novas coreografias que passarão a fazer parte das apresentações do bumbá do bairro Nova Floresta. Além das apresentações das tribos masculina e feminina dos grupos citados acima, aconteceu a apresentação especial da Sinhazinha da Fazenda Madeleine Novaes que foi bastante aplaudida.
Cumprindo os objetivos da Ação Cultural – Tarde do Boi, domingo 07, o encontro aconteceu na quadra do Colégio Daniel Nery situada na Zona Leste e além de reunir as tribos para ensaiar a nova coreografia, a direção do bumbá promoveu a escolha da Rainha do Folclore que vai substituir Glenda Taina no item. Sete candidatas se inscreveram para participar do concurso: Anny Karoline, Auricelia Rodrigues, Érica Costa, Jessica Leite. Audine de Souza, Nazaré Cristina e Andressa de Lurdes. Após as apresentações, os jurados optaram pela candidata Anny Karoline que recebeu 351,5 Pontos tronando-se a nova Rainha do Folclore do Boi Bumbá Az de Ouro.
O projeto volta ser apresentado na praça Aluízio Ferreira  sábado dia 13 a partir das 19h00.
Confira os itens do bumbá campeão do Flor do Maracujá 2012:  Pajé Adson Mourão, Cunhã Poranga Aga Maria, Porta Estandarte Alba Maria, Rainha do Folclore Anny Karoline, Apresentador  Allan Veeck, Levantador de Toada-Hudson Mamedes, Sinhazinha Madeleine Novaes, Amo do Boi Thiago Henrique Paiva, Tripa do Boi Carlos Eduardo
Catirina Darlison Quinto, Diretora de Barreira Maria das Dores Guedes, Diretor geral da Banda  Walci Nonato Marães, Rainha da Marujada Rosália Soares Morena Bela- Fatima Gonçalves Coreógrafos: Ilka Cecilia de Deus e  André Uchoa. Parcerias: Flor do Mangaba, Grupo Yaporanga e Parceiros do Ritmo Quente Presidente Silfarney  Silva.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

BOI AZ DE OURO APRESENTA



Tarde do Boi
A direção do bumbá Az de Ouro colocou em prática , o Projeto Tarde do Boi . O objetivo é levar a brincadeira para as comunidades da periferia de Porto Velho com  sentido de incentivar os jovens a participar da brincadeira  Domingo passado foi eleita a Rainha do Folclore numa disputa que aconteceu na quadra do Colégio Dniel Nery - Zona Leste da capital. "Estamos levando nosso grupo de encontro às comunidades com a intensão de preservar  a brincadeira  disse   Silfarney Silva. A Nova Rainha do Folclore do Boi Az de Ouro é a jovem  Anny  Carolne. As fotos dessa matéria são da Ana Célia.    





















Madelaine - Sinhazinha da Fazenda









Anny Caroline - Rainha do Folclore



FOTOS DE ANA CÉLIA SANTOS

sábado, 6 de abril de 2013

SÁVIO ROBERTO E A HISTÓRIA DO IATA



Iata, a Colônia que abastecia Porto Velho 

Sávio Roberto de Aguiar Araujo nasceu num acampamento da Estrada de Ferro Madeira Mamoré em terras do distrito do Iata no município de Guajará Mirim em 1955. Sempre que vem a Porto Velho costuma nos procurar para um papo sobre a historia de Rondônia e em especial, a de Porto Velho Guajará Mirim e da sua terra natal, o Iata. “Tô te esperando para uma caldeirada de tambaqui a beira do rio Iata faz tempo”. Dessa vez nos encontramos na sede da Secel e como Guajará vai completar 84 anos de emancipação política no próximo dia 10 (terça feira), instiguei o Sávio a falar sobre a historio do Núcleo do Iata a Colônia que abasteceu de produtos agrícolas Porto Velho e Guajará até a desativação da Estrada de Ferro Madeira Mamoré em 1972. Siga nossa conversa:

ENTREVISTA

Zk - O senhor é rondoniense de onde?
Sávio - Nasci numa região formada pelo rio Iata que vem da Bolívia. Assim sendo nasci no acampamento que ficava no quilometro 337 da Estrada de Ferro Madeira Mamoré no Distrito do Iata, município de Guajará Mirim. Meu avô era feitor daquele acampamento, minha mãe professora da Escola Rural Benjamin Constant, meu pai e meus tios eram Cassacos da Estrada de Ferro. Isso em 1955.
Zk - Essa sua aparência de cearense vem de qual descendência?
Sávio - Minha origem é assim: Meu avô pai da minha mãe seu Joaquim de Araujo Lima era cearense; meu pai é cearense também só que a minha avó mãe da minha mãe era peruana e eu nasci com essa cara assim, que jeito!
Zk - Como surgiu o núcleo do Iata?
Sávio - Depois que meu pai deixou de ser cassaco foi estudar e se transformou em topógrafo. Após a 2ª Guerra Mundial o engenheiro Dr. Nina Ribeiro idealizou a Colônia do Iata e meu pai foi quem traçou as linhas como topógrafo. Era o tempo do Presidente da República Getúlio Vargas, Acontece que Porto Velho cresceu assim como Guajará Mirim, então tinha que ter um lugar para produzir comida para esse povo comer, o governo fez a pesquisa e as terras da região do Iata foram consideradas muito boas para o cultivo da lavoura de mandioca, arroz, milho entre outros.
Zk - Como ficou a topografia da Colônia?
Sávio - Como já disse, meu pai foi o responsável pela abertura das linhas do Iata. A Linha Aluizio Ferreira é a linha alimentadora de onde partem as transversais que são as chamadas vicinais. São dez linhas e no fundo fica a reserva indígena Sete de Setembro com aproximadamente 75 Mil hectares

Zk - O que o Iata produzia?

Sávio - Produzia de tudo, por exemplo: Essa farinha que hoje ta no Acre era do Iata. Lá se plantava Banana, Macaxeira, Arroz, Milho, Feijão enfim tudo que era grão o Iata produzia. Quarta feira saia o trem do Iata trazendo a feira para Porto Velho e Guajará Mirim. O Iata era o celeiro do Território Federal de Rondônia.

Zk - Vocês colhiam castanha lá no Iata?

Sávio - Não, Os castanhais eram na Bolívia e na região do Vale do Guaporé, do lado de cá não tinha castanha, pelo menos na região do Iata. O Iata foi o centro produtor que plantava pra colher, já Guajará Mirim foi diferente, lá o que funcionava era o extrativismo, poalha, castanha, borracha, madeira. No Iata o agricultor plantava pra colher depois.

Zk - E o setor de Hortifrutigranjeiro?

Sávio - Era mais agricultura, hortifrutigrajeiro era uma horta no fundo do quintal, algumas fruteiras só para consumo familiar, o negócio mesmo era a agricultura, a produção de grãos.
Zk - Naquele tempo tinha fazenda de gado no núcleo?
Sávio - Tinha, sempre teve. Na parte já chegando para o Bom Sossego da Sétima Linha pra Oitava os lotes são maiores.
Zk - Por falar nisso, quanto mede um lote de terra pertencente ao núcleo do Iata?
Sávio - Os moldes no Iata tem a média de 25 hectares que são 250 metros de frente por 1000 de fundo, por isso que as linhas alimentadoras no Iata são de dois em dois quilômetros.
Zk - É verdade  que o Capitão Silvio quando foi abrir o PIC Ouro Preto se baseou na divisão dos moldes da Colônia do Iata?

Sávio - É isso mesmo. O Capitão Silvio o grande idealizador do PIC Ouro Preto de Rondônia pegou o modelo do Iata. Só que no PIC Ouro Preto as linhas alimentadoras são de quatro em quatro quilômetros. 500 de frente por 2000 de fundo.

Zk - E a sua família no Iata fazia o que?

Sávio - Minha mãe foi professora por 37 anos. Meu pai foi o topógrafo que cortou as linhas e depois foi administrador da Colônia e meu avo foi Feitor da EFMM.

Zk - O que o senhor fazia lá no Iata?

Sávio - Eu estudava, fui pra Porto Velho, montei comercio e depois fui pra Cacoal em 1978/79, participei de todo aquele desenvolvimento da BR 364, quando o Coronel Teixeira já era o nosso governador. Na região de Cacoal chegava 50 caminhão de Pau de Arara por dia lotado de peão em busca de trabalho e terra. Morei em Cacoal por 17 anos.

 

Zk - E o retorno pro Iata?

Sávio - Voltei pro Iata em dezembro de 1996, porque minha mãe já estava velha e exigiu minha presença, queria ver os netos e fiquei por lá até ela falecer. Inclusive você contou a história da professora Chiquinha na sua página. Guardo até hoje o jornal. Hoje moro em Guajará Mirim porque meus filhos fazem faculdade e o Iata não oferece nada disso.

Zk - Em sua opinião, por que o Iata parou, deixou ser o celeiro se não de Rondônia, mas, de Porto Velho e Guajará?

Sávio - Porque mudou o fluxo e então o centro produtor foi pra BR 364. Outra, quando a Estrada de Ferro parou e quem fez o traçado da BR 425 traçou mal. A 425 era para ter passado na primeira Linha do Iata, se assim fosse feito, a Colônia teria ido pra frente, mas, a BR passou a 6 quilômetros de lá e o povoado ficou à sua própria sorte. As políticas públicas para desenvolvimento da agricultura mudou pra BR 364 que foi o grande assentamento do PIC Ouro Preto e o Iata ficou lá jogado a própria sorte, porque os marreteiros deixaram de comprar a produção dos agricultores.

 

Zk - O que é marreteiro?

Sávio - Marreteiro era a pessoa que comprava o produto dos agricultores e levava pra cidade, hoje chamam de atravessador. Os grandes marreteiros do Iata foram o Nabor, Vicente Lucas, Sebastião Pinto, Seu Adércio os condutores dos trens da Madeira Mamoré também atuavam como marreteiro, principalmente o Valdemar Rodinha e o Periquito.

 

Zk - Em sua opinião foi correto desativar a Madeira Mamoré?

Sávio - Infelizmente o brasileiro é assim, ele não sabe, por exemplo, fazer uma coisa sem acabar com a outra. Ele tem que acabar com o Zé pra poder dar a vida pro Chico. Faz três anos que fui ao Acre e pensei: Já pensou se o Acre tivesse a Estrada de Ferro Madeira Mamoré o que não seria aquele estado. O Acre se desenvolveu de uns tempo pra cá, só com a história dos seringais que estão lá nos cafundós  e nós aqui, temos o maior patrimônio histórico, que é a Estrada Ferro e não aproveitamos nada, porque é tudo jogado, abandonado, sucateado.

Zk - Tão dizendo que a Ferrovia vai ser reativada no trecho entre Guajará e o Iata. O que o senhor acha disso?

Sávio - Discordo dessa idéia, sabe por que. O município de Guajará Mirim acaba na localidade chamada de Lajes, por isso acho que o trecho a ser revitalizado tem que ir até Lajes, são apenas 38 km, inclusive tem a famosa Pedra Gorda que o trem passava bem devagar e a gente esticava o braço pela janela do vagão pra pegar nela. Tudo isso é atração turística que não estão levando em conta.

Zk - Para encerrar. Guajará completa terça feira dia 10, 84 anos de emancipação. O que o senhor tem a dizer aos guajaramirenses?

Sávio - Que não desanimem, que lutem pelo seus direitos e que nossos governantes, estaduais e federais olhem com carinho para o município, que cuidem principalmente da BR 425 e que procurem fomentar a geração de emprego para os jovens guajaramirenses. Parabéns meu município querido!

sexta-feira, 5 de abril de 2013

RODA DE SAMBA


Beto Cezar canta Carlos Colla


O compositor e cantor Beto Cezar está convidando os cantores e músicos de Porto Velho, para participar da Roda de Samba deste sábado no Mercado Cultural. “Estamos apenas solicitando aos nossos convidados, que cantem composições do Carlos Colla”. O compositor que tem vários sucessos gravados pelo Rei Roberto Carlos é parceiros do Beto Cezar em várias músicas que fazem parte do CD Vida Linda, lançado pelo cantor rondoniense. Recentemente Beto Cezar se apresentou no Bar Brahma Aeroporto em São Paulo onde foi bastante aplaudido e até recebeu a visita do também cantor e parceiro Royce do Cavaco. “As portas começaram a se abrir, após a apresentação no Bar Brahma recebemos convite para cantar numa casa famosa de Belém (PA) e Manaus no mês de maio próximo, os convites estão pingando”, disse Beto Cezar. Quanto ao CD cujas vendas já chegaram a aproximadamente mil cópias vendidas em apenas dois meses, podem ser adquirido na tarde de hoje durante a Roda de Samba ao preço de R$ 20.
Entre os artistas que já confirmaram presença na tarde de hoje na Roda de Samba do Beto Cezar, citamos o Orismilde Cabeça, Joãozinho do Correio, Bubu Johnson, Neguinho Fumaça, Waldemir Pinheiro (Bainha), Silvio Santos e Karatê entre outros. A festa em homenagem ao Carlos Colla no Mercado Cultural está marcada para começar as 17h00 deste sábado. A banda que vai acompanhar Beto e seus convidados, é formada pelos músicos: Karatê (tan tan), Bola (surdo), Chiquinho (pandeiro), Eduardo Tavernard (violão) Beto (cavaco) e Norman Júnior (violão). A entrada é franca!

LENHA NA FOGUEIRA - 06.04.13


Zé quando os músicos do Malhadinho se recusaram a tocar no festival Duelo na Fronteira do ano passado, muitos ficaram indignados e aí deram um jeitinho brasileiro, e, o Malhadinho pode se apresentar. Os grupos de boi bumbá estão até hoje sem receber os subsídios do Governo. Sempre venho insistindo que os organismos  e/ou segmentos culturais devem realizar projetos e entregar ao MinC, ALE e ao Governo, isso com antecedência mínima de 1 ano. (Macedo dos Correios)

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Em parte, o amigo Macedo dos Correios está certo, porém, no que diz respeito a enviar Projetos ao MinC tem um problema muito grave.

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Inclusive os representantes do Ministério da Cultura sempre que vêm a Porto Velho fazer palestra, cobram de nossas entidades e grupos culturais, a falta de Projetos de Rondônia solicitando inscrição nos Editais publicados.

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De certo tempo para cá, em virtude da preocupação do MinC em fomentar a cultura na Amazônia, enviar seus técnicos para nos ensinar a desenvolver Projetos Culturais para concorrer aos Editais e até ser aprovado pela Lei Rouanet, o pessoal daqui tem conseguido alguma coisa. Apenas através dos Prêmios dos Editais.

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Geralmente esses prêmios não passam de 200 Mil Reais.
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Levando-se em consideração que um evento do porte do Arraial Flor do Maracujá e do Festival Folclórico de Guajará Mirim não se faz com menos de Hum Milhão
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Não têm como participar dos Editais. Então o destino é tentar aprovar o Projeto junto a Lei Rouanet o que já aconteceu tanto com O Flor do Maracujá, Duelo na Fronteira e Carnaval das Escolas de Samba.

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Todos foram autorizados a captar mais de Hum Milhão de Reais e nenhum conseguiu um tostão.

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Sabem por que não conseguimos captar recursos através da Lei Rouanet aqui no estado de Rondônia?

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Acontece que as grandes empresas que atuam em nosso estado, seus executivos não tem cacife para patrocinar Projetos da Lei de Renuncia Fiscal, é preciso consultar a Matriz cuja sede em sua maioria, fica nos estados do Sudeste e do Sul e lá, dificilmente eles vão olhar para as nossas reivindicações. A preferência é patrocinar eventos que acontecem em São Paulo, no Rio de Janeiro ou outra grande capital como Belo Horizonte

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Em 2010 a Federon havia conseguido autorização através da Lei Rouanet para captar R$ 1 Milhão, até a esposa do governador da época correu atrás, visitando grandes empresas na tentativa de conseguir alguma coisa.

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Somente uma aceitou doar a importância de R$ 90 Mil e como de acordo com resolução do governo Federal, só se pode utilizar o dinheiro captado através da Lei Rouanet após arrecadar no mínimo 20 Por Cento do valor autorizado, até hoje a Federon não pode usufruir do patrocínio

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As empresas responsáveis pela construção das hidrelétricas do Madeira resolveram doar R$ 40 Mil. Estranho essas empresas não aceitaram as benesses da Lei Rouanet preferindo doar por doar o dinheiro a Federon.

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Então meu amigo Macedo dos Correios, fica inviável se apelar o Minc.
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Domingo, 7 de abril, comemora-se o Dia do Jornalista. A Comunica Assessoria de Imprensa aproveita a data e vai homenagear os profissionais neste sábado, 6, a partir das 11 horas no Aquarius Selva Hotel com uma gostosa feijoada. O critério para participar da festa? Ser jornalista.
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E o SINJOR vai fazer o que?