quarta-feira, 8 de agosto de 2012

EXPOSIÇÃO - ARTE E VIDA NA IVAN MARROCOS


 

EXPOSIÇÃO


 A tecelagem produzida na localidade de Santa Catarina do baixo rio Madeira acontece neste final de semana

No próximo sábado 11, o Ponto de Cultura Arte e Vida Rio Madeira abre na Casa da Cultura Ivan Marrocos, exposição de artesanato produzido pelos alunos da entidade, que tem sua sede na localidade de Santa Catarina no baixo rio Madeira. Segundo a artista plástica Rita Queiroz idealizadora e principal incentivadora do Ponto de Cultura, a exposição ficará na Ivan Marrocos sábado e domingo. “Trouxemos a produção em tecelagem dos nossos alunos para comercializar aqui na capital e o apurado com as vendas será investido na compra de material como agulhas e linhas para que o trabalho tenha prosseguimento”, disse Rita. O trabalho em tecelagem desenvolvido no Ponto de Cultura “Arte e Vida Rio Madeira” é considerado de primeira qualidade. As oficinas em Santa Catarina são ministradas por uma das mais capacitadas artesã do estado de Goiás Maria Cecília Espínola. “Quando a Rita me convidou para fazer parte dessa empreitada, fiquei deveras gratificada, afinal de contas fomos nós que ajudamos a elaborar o projeto de criação do Ponto de Cultura”, disse Cecília.  

A exposição com trabalhos em tecelagem, produzidas pelos alunos do Ponto de Cultura Arte e Vida Rio Madeira, conta com Tapeçaria, Mantas, Cortinas, Toalhas e outros. “É muito dificultoso manter uma entidade como a nossa, em virtude do acesso ser apenas por via fluvial, basta lembrar que uma viagem de Porto Velho a Santa Catarina e vice versa dura no mínimo cinco horas de barco”, lembra Rita Queiroz prosseguindo, ”além disso, tem o problema de na localidade não termos como comprar material, seja técnico como tinta, corante e outros e até mesmo gênero alimentício. Tudo tem que ir de Porto Velho o que encarece a manutenção do Ponto de Cultura”.

O coordenador dos Pontos de Cultura Rondônia Dinho Reis recentemente fez uma visita de fiscalização ao Ponto de Cultura e voltou super gratificado por ver, como apesar das dificuldades, a administração do Ponto Arte e Vida Rio Madeira desenvolve um trabalho de primeira linha junto à comunidade de Santa Catarina.
A exposição de Tecelagem produzida em Santa Catarina será aberta sábado 11, as 8h00, na Casa da Cultura e fica até domingo à noite.

ENSAIO GERAL DO BUMBÁ FLOR DO CAMPO



DUELO NA FRONTEIRA
 O Flor do Campo se apresenta oficialmente no Festival Folclórico de Guajará no próximo sábado


Nesta quinta-feira, 09, o Boi Bumbá Flor do Campo estará realizando o seu ensaio geral na arena do Bumbódromo da Pérola do Mamoré, quando irá testar as novidades que pretende apresentar no 18º Festival Folclórico de Guajará-Mirim.

Além da presença de todas as tribos, itens e subitens, vaqueiradas, batuqueiros e banda, estarão marcando presença no ensaio geral da Nação Vermelha e Branca, Marcos Azevedo (o popular Marquinhos), tripa oficial do Boi Caprichoso, Márcio do Boi, Diretor da Banda do Caprichoso e Francineuber Souza, Pajé da Associação Folclórica Tribo Mundurukus.

A Diretoria - empolgada com o ritmo dos trabalhos, bastante adiantado segundo a Vice-Presidente Ivete Manussakis - convida a população do Tamandaré, brincantes e amantes do Boi de D. Georgina para participarem do grande ensaio desta quinta-feira, que iniciará a partir das 17 horas.

Artistas do Flor do Campo

Alguns meses antes da realização do Festival Folclórico de Guajará-Mirim, as Diretorias das duas agremiações culturais de bumbás da Pérola do Mamoré iniciam suas negociações, para contratar artistas e artesãos da Ilha de Tupinambarana e, desta forma, completarem as equipes que irão criar e construir alegorias, fantasias e adereços das Nações Vermelha e Azul.

Porém, nos últimos anos, tanto o Flor do Campo quanto o Malhadinho tem valorizado seus gênios criadores nascidos nas barrancas do Rio Mamoré. São eles que dão o tom da inventividade e da grandiosidade plástica do combate estético também conhecido como Duelo na Fronteira.

Os artistas Paulo Menda, Rose Borges e André Stéfano são os responsáveis por uma das equipes que elaboram grandes e belos objetos de artes apresentados na arena do bumbódromo durante a realização do festival.

A trinca composta por talentosos artistas nascidos e criados nas terras da República Mamorense ocupa e comanda um dos principais ateliês de fantasias e adereços do Bumbá do Bairro Tamandaré, em 2012, responsável pela criação e montagem de seis tuxauas, pelas duas fantasias e adereços da vaqueirada, tribo masculina coreografada, tribo cinta-larga e oito indumentárias para encenações.

Paulo Menda é o veterano desta equipe de artífice do Boi-Bumbá Flor do Campo. Aportou no grêmio cultural no ano de 1997, e antes de se tornar um dos grandes artistas da Nação Vermelha Branca, foi brincante, desempenhando o papel de Pajé.
Irmã de Paulo Menda, Rose Borges está no Bumbá Vermelho há 13 anos e, durante este período, por sete anos, também foi dançarina. Convidada pelo irmão Paulo, passou a ser sua ajudante no ateliê. Com o tempo, Rose aprimorou seus dotes artísticos e se descobriu grande artesã. Atualmente Rose Borges é uma das imprescindíveis responsáveis pela criação e elaboração de fantasias e adornos complementares do Flor do Campo.

O trio de artistas expoentes da Perola do Mamoré se completou com a chegada de André Stéfano, esposo de Rose, que iniciou suas atividades ajudando sua companheira. Foi assim que André foi se tornando um dos artistas top de linha do Bumbá Vermelho.

Paulo, Rose e André, juntamente com dezenas de auxiliares e colaboradores, formam uma grande família de brilhantes e abnegados artistas do quadro de artífices expoente do Bumbá de D. Georgina e, ao longo dos anos, seus trabalhos tem contribuído para o crescimento do Festival de Guajará.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

LENHA NA FOGUEIRA - 08.08.12


Lenha na Fogueira

Continuam abertas até o dia 31 de agosto as inscrições para a 10ª edição do Festcineamazônia - Festival Latino Americano de Cinema que será realizado na cidade de Porto Velho, de 6 a 10 de novembro. 

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Podem ser inscritas produções de qualquer país desde que legendadas em português. O Festival aceita todos os gêneros de produção: ficção, animação, experimental, documental e reportagem ambiental (TVs) que tenham até 26 minutos. As inscrições são feitas pelo site http://www.cineamazonia.com

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O Festcineamazônia é o maior festival de audiovisual da região norte do Brasil, reconhecido no Brasil e outros países. Além da mostra competitiva, o evento exibe filmes convidados e homenageia artistas, produtores, diretores e personalidades que atuam na temática ambiental. Este ano o projeto comemora a primeira década mantendo edições ininterruptas. Inscrições e Regulamento no site www.cineamazonia.com

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Amigo Silvio,

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Embora um pouco depois da hora, não poderia furtar-me à responsabilidade de cumprimentar - e parabenizar - nosso Ás do jornalismo rondoniense. Parabéns por sua conquista no templo Amazônico com a obra sobre nossa EFMM. Concordo plenamente com você. A Ferrovia não deveria ter parado. Foi obra e graça da imposição do regime militar - mandava e todos obedeciam.

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Ainda sinto saudades, sim. Como a maioria da população que viveu os áureos tempos da Madeira Mamoré.
Não pude comparecer às festividades. Talvez você nem saiba, mas alguns "imprevistos" afastaram-me inclusive do Mercado Cultural, onde sempre me aconcheguei ao carinho dos amigos.

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Por outro lado... "botando lenha"... "peguei" outra sua. Ao se referir ao "segundo centenário" da EFMM você colocou o ano de 3012. Vixxeeee... O apito da velha locomotiva iria sair pigarreante. Seriam mais mil anos, amigos. O Bicentenário ocorrerá em 2112 (se não me engano rsrs).

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Bom... pegadinhas à parte, renovo minhas congratulações pela obra. Espero poder lê-la, aqui, em sua coluna.

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Ver-nos-emos em Guajará, se Deus assim o quer.

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Um forte e fraterno abraço Artur Quintela Gomes (Azul da cor do Mar).

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Valeu Quintela! Agora essa falta de atenção para com as datas é que dão motivo ao grande poeta de me considerar como “Analfabeta”.

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Hoje quem dança no Arraial Flor do Candeias é a quadrilha
campeã do Arraial da AFA Girassol das Três Marias.


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Agora vamos brincar de boi, primeiramente aqui em Porto Velho onde os bastidores estão pegando fogo.

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Por exemplo, os presidentes do bois Az de Ouro Silfarney Silva e do boi Vencedor Edvan Vereador, pegaram uma discussão feia por causa de brincantes;

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O Vereador ameaçou tirar do Az de Ouro as irmãs Aga e Alba a peso de “ouro”, aí o Silfarney não guentou a ameaça e foi pra cima do presidente do boi Vencedor com muita garra.

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Garra em defesa do seu grupo e não de violência. Mesmo assim o Edvan saiu cantando de galo: “A hora que eu quiser tiro qualquer brincante do teu boi”.

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Aliás, é comum o pessoal do Vencedor comprar brincante dos bois contrários, isso acontece todo ano.

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Este ano eles já compraram os passes dos brincantes do Corre Campo Balduíno (Diretor de Barreira de Índio) e da Liliane (a rainha do Rio Madeira).

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É assim mesmo, o Az de Ouro levou um bocado de personagens do Diamante Negro e nem por isso o Aluizio Guedes foi questionar o Silfarney.

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Já o Edvan do Vencedor confessou a este colunista que não se conforma com o resultado do Flor do Maracujá do ano passado, quando seu grupo foi o último classificado. “Não admito perder para o Tira Teima”, disse o “Catirina” do boi Malhadinho de Guajará Mirim.

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Já que entramos no assunto. Hoje estaremos desembarcando na Pérola do Mamoré onde vamos cobrir mais uma vez o Duelo na Fronteira entre os bois Malhadinho e Flor do Campo.

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Aí o Ariel me liga questionando o porquê eu coloco sempre o nome do Malhadinho na frente do Flor do Campo em minhas matérias.

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Acontece amigo Ariel que o Malhadinho é o atual campeão do festival, por isso merece ser colocado a frente do Flor do Campo. A partir do dia 13 quem sabe essa posição seja revertida. Tudo depende da apresentação do Vermelho do Tamandaré!

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Enquanto isso o Silvio Evangelista diz que se depender da diretoria do boi azul, vou continuar colocando o Malhadinho a frente do boi vermelho.

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“Eles pensavam que a gente não conseguiria fazer o que estamos fazendo no Malhadinho, quebraram a cara. Nosso boi vai pra arena do bumbódromo com o objetivo de passar com a locomotiva por cima do boi contrário”. Disse o dirigente do boi azul.

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Esse é o Duelo da Fronteira que conheço! Tô em Guajará junto com o Alexandre, Cláudio Jonshon e o Gino da Secel!




ROCK - PROGRAMAÇÃO DO FESTIVAL CASARÃO


A coordenação do Festival de Rock mais esperado do ano divulgou a agenda de shows e eventos deste ano. O Festival irá acontecer a partir do dia 5 de setembro, em vários locais da capital de Porto Velho com bandas de Rondônia, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Rio Grande do Norte, Roraima, Acre, Pará, Paraná e Alagoas agitarão toda a galera que comparecer.

Confira a agenda:

Dia 5/9 - quarta - 23h Entrada franca, Local : Cantina do Porto – Bandas Expresso Imperial (RO), Medialunas (RS),
Dia 6/9 - quinta - 20h30 - Local : Move Light – Bandas Os Ultimos (RO), Theoria das Cordas (RO), Veludo Branco (RR), Kali e os Kalhordas (RO), Cassino Supernova (DF), Baby Please (RN), Di Marco (RO),  Cachorro Grande (RS).
Dia 7/9 - sexta (feriado) - 20h30, Local : Move Light – Bandas - Jam (RO), Sub Pop (RO), Os Descordantes (AC), SIM - Sinais Invertidos de um Mágico (PA)  Versalle (RO), Pouca Vogal (RS),
Dia 8/9 - sábado - 18h, Entrada franca - Local : Praça Estrada de Ferro – Bandas Illusion Death (RO), Malcriados (RO), Coveiros (RO), Bedroyt (RO), Tangerines and Elephants (PR), Beradelia (RO),  Wado (AL),
Preços dos passaportes:
Passaporte (dia 06 e 07). 50,00 (meia e meia solidária).
Limitados 1º. lote por dia - 30,00  (meia e meia solidária).
2º. lote por dia - 40,00 (meia e meia solidária).
3º. lote por dia ou venda na hora (se ainda tiver). 50,00 (meia ou meia solidária).
Meia solidária - Quem não tiver direito a meia-entrada garante o pagamento de metade do valor do ingresso com a doação de um quilo de alimento não-perecível, que serão doados para uma paróquia de Porto Velho. Lembrando que os passaportes são limitados a 300 por dia.

MALHADINHO ABRE DUELO NA FRONTEIRA


O Bumbá Malhadinho vai abrir o festival na noite de sexta feira dia 10 e dança primeiro também no domingo


O Festival Folclórico de Guajará Mirim conhecido também como “Duelo na Fronteira” disputa entre os bois bumbas Malhadinho e Flor do Campo, que este ano vai acontecer nos dias 10, 11 e 12 próximo, tem como atração na noite desta quarta feira 08, o ensaio geral do boi bumbá Malhadinho no Bumbódromo.
O sorteio da ordem das apresentações aconteceu na tarde de ontem 07, no bumbódromo e o Malhadinho foi sorteado para abrir do Festival na noite de sexta feira 10, e em conseqüência, ganha o direito de realizar seu ensaio geral na noite de hoje no bumbódromo.
Já o Flor do Campo vai se apresentar na noite de sábado 11, e em conseqüência seu ensaio geral será realizado na noite de quinta feira dia 9, no bumbódromo.
Então, tanto hoje como amanhã, o amante da brincadeira de boi em Guajará Mirim vai ter idéia, de como os grupos que disputam o título de campeão do Duelo na Fronteira vão estar no dia da apresentação.
O Malhadinho campeão do ano passado, vai apresentar o tema: “Nos Trilhos da Emoção” uma homenagem ao centenário da Estrada de Ferro Madeira Mamoré.
Já o Flor do Campo vai em busca da recuperação do título com o tema, “Pamine, o Renascer da Floresta”. Uma história dos índios Paeter Surui.
O festival folclórico de Guajará Mirim existe desde o ano de 1995 quando seu Adércio Souza então presidente da União Municipal das Associações de Moradores - UMAM conseguiu convencer o presidente do boi Malhadinho Leonilson Souza e do boi Flor do Campo dona Georgina a adotarem a brincadeira de seus grupos aos grupos de Parintins. Com o passar dos anos a população de Guajará Mirim também adotou o estilo Parintins de torcer pelos seus bumbá e a cidade ficou dividida pelas cores azul do Malhadinho e vermelha do Flor do Campo. O Duelo na Fronteira começa nesta sexta feira dia 10 e termina domingo dia 12.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

LENHA NA FOGUEIRA 07.08.12


Meu Caro Escriba,

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Mesmo convalescendo da malária, tenho acompanhado  dentro das possibilidades as efemérides históricas e produções culturais locais.   Mais  uma   vez parabeniza-os  (você e Ana) pela  indicação da sua "EFMM a Ferrovia que não deveria ter parado", ao Prêmio Milton Cordeiro de Jornalismo promovido pela Rede Amazônica de Televisão.  Escrever sobre a nossa história, é manter viva a nossa memória tão aviltada pela ignorância de uns, e total falta de interesse de outros.  A rica saga, não pode cair no esquecimento, para, apenas, de quando em vez, receber homeopáticas doses de maquiagem, numa demonstração paliativa de que há cuidados com o nosso maior patrimônio...   Para nós, ela tem outro significado quanto à sua manutenção, pois,  viajamos nela.  Sobremaneira, me chamou atenção a dição  "ética", que o nobre escriba estampou em sua lenha...  dos milhares de conceitos a respeito, ética, na minha modesta forma de entender, é   "... não querer para outrem, aquilo que não quero para mim...".  Reconhecer o talento do outro, é respeitar e  transcender o que há de mais nobre na conduta e retidão de caráter de um profissional.     Valeu !!!   E como você gosta   de citar  adágio popular vai um,   do     meu  atual       momento   "Etiotógilo/malárico",  para os seus guardados:  "... Pedra que não para,    não cria limo...".    É  garrafadatudo    à base de sacaca, quarqueja, espinheira santa, ruibarbo, quina quina,  Picão,  raiz de açaizeiro e boldo do Chile...  Êta panacéia... Abs. - Paulinho Rodrigues.

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Obrigado amigo Paulinho Rodrigues. Agora nessa sua farmácia ta faltando o melhor entre todos os melhores remédios para Malária; “SUMO DO MELÃO SÃO CAETANO”, esse é bater e ver. Só tem um agravante, é mais amargo que fel. Experimenta!


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Enquanto isso em Guajará Mirim – O Duelo na Fronteira praticamente já começou.


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Os bois Flor do Campo e Malhadinho entram na semana final convocando simpatizantes e brincantes para os ensaios  que acontecem em seus respectivos QGs.


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A Nação Vermelha e Branca convida brincantes, turistas e amantes da cultura popular, para participarem do ensaio geral quarta-feira, dia 08, que será realizado no Bumbódromo da cidade, mostrando tudo que foi preparado para o grande dia da festa, em termos de coreografia, evolução e cênica.


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A ordem de Ivete Manussakis, Presidente executiva do bumbá, é para que todos, brincantes, itens, banda, batuqueiros, galeras e ritmistas, se apresentem como se já estivessem concorrendo.


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Márcio do Boi, Diretor da Banda do Caprichoso que já se encontra em Guajará-Mirim para participar do Duelo na Fronteira, e Francineuber Souza, Pajé da Associação Folclórica Tribo Mundurukus, também estarão participando dos ensaios técnicos e do geral.






Do outro lado, o Malhadinho campeão do Duelo Passado, vai mostrar na arena do bumbódromo de Guajará Mirim a história da Madeira Mamoré com o tema: “Nos Trilhos da Emoção”.

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A diretoria do bumbá azul adotou o slogan: "Malhadinho o boi da superação.”


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Por falar nisso, no dia 1º passado, justamente dia do centenário da Madeira Mamoré, o Malhadinho completou mais um ano de fundação. Por estarmos ligados a festa do centenário, não tivemos tempo para divulgar tão importante aniversário. O presidente Léo postou a seguinte história sobre a criação do seu boi Malhadinho.


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26 anos! Vinte e seis anos se passaram! Foi exatamente no dia 1º de agosto de 1986. Com fios, cordões, cipós, panos, espuma de naylon... Nascia, num parto difícil mas não doloroso, o boi bumbá malhadinho nasceu. Nasceu pequeno, como tudo que nasce. Mas cresceu. Cresceu rápido!

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O boizinho, cuja cabeça era de origem - carcaça extraída do "curre" - cresceu rápido. Das disputas no "quintal" do "seu" José Pereira à quadra da PM e, logo em seguida, da AABB, foi só um pulo.

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E da quadra da AABB, de volta para o espaço de nossa briosa PM, foi apenas outro.

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Em 1995 nascia o festival folclórico da Pérola do Mamoré (FEFOPEM), depois traduzido para festival folclórico de Guajará Mirim (FEFOGUAM).


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O termo "Duelo na Fronteira" veio junto com os festivais.
E o malhadinho acompanhou tudo. Participou de tudo. Viveu tudo.

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Hoje, vejo meu boizinho - o "boi das crianças", "boi do povão", "boi do Santo Antonio" ou simplesmente "Malhadinho" esbanjar alegria, sedução, paixão.


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Se ontem éramos apenas algumas dezenas, hoje somamos milhares e milhares de fãs, adeptos, correligionários.


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Hoje, meu boizinho - campeão na quadra e na paixão popular - completa 26 anos.


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E voltou pra casa. Para a casa de seu eterno amo, criador, mentor e diretor.


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Parabéns, meu boi campeão. Parabéns, meu Malhadinho!
Diretor fundador: Leonilso Muniz de Souza -- Parabéns Nação.

domingo, 5 de agosto de 2012

LENHA NA FOGUEIRA 06.08.12


Viram aí onde fui me meter! Pois é, entre 150 matérias inscritas nas diversas categorias de jornalismo, no Prêmio Milton Cordeiro ficamos entre os finalistas.


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Na categoria jornalismo impresso batemos de frente não com um jornalista, mas com uma equipe que recebeu todo o apoio da empresa A Crítica.

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A reportagem campeã contou com 16 páginas, resultado de mais de dois meses e meio de trabalho entre a preparação, apuração e edição das reportagens.

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Enquanto que nós produzimos uma página “espelhada”, que foi produzida e editada em três dias.


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Pois é, apesar da coordenação não querer dizer de maneira alguma, cumprindo a risca o que consta do Regulamento que diz, que apenas serão divulgados os nomes dos jornalistas que produziram as 5 matéria classificadas para a finalíssima com o respectivo nome da matéria inscrita.

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Sentimos que nossa reportagem sobre a EFMM foi a que disputou realmente o prêmio de melhor com a equipe do jornal A Crítica.

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Essa dedução veio em virtude de praticamente a mesma equipe de A Crítica, ter outra matéria classificada: “Haitianos: As faces dos novos brasileiros”.


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Inclusive quando vi o título das matérias publicadas no site do Premio, falei pra Ana minha companheira, a reportagem que pode nos tirar o título, é a sobre o Gás e o Petróleo. Não deu outra.

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Quando vi que não se tratava de apenas uma reportagem, mas de várias que inclusive foram feitas em várias cidades. Uma pesquisa científica propriamente dita, que gerou não apenas uma página, mas um Caderno Especial com 16 páginas, disse comigo mesmo, não tem boca, o júri tem a obrigação de premiar essa equipe.

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Me senti gratificado por estar concorrendo não apenas com um repórter mas, com a melhor equipe de jornalistas do jornal A Crítica e quiçá dos jornais do Amazonas.

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A equipe vencedora é tão boa que seus integrantes estão em Londres fazendo a cobertura dos jogos olímpicos. É mole?


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E eu lá no meio dessa gente toda, considerada como a elite do jornalismos da Amazônia. Se nossa reportagem bateu de frente com esse pessoal, podemos nos considerar sem falsa modéstia (apesar do poeta do “vagão dos esquecidos” nos considerar “anafalbeta”), como um dos integrantes da elite do jornalismo impresso da Amazônia.

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Aliás, estamos entre os CINCO MELHORES. Já pensou se a dona Ana levasse isso em consideração, ou melhor, se a empresa explorasse essa classificação como marketing publicitário e em conseqüência me desse um aumento (nem que fosse de trabalho).

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Brincadeiras a parte, mas, vai que cola!


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Estive conversando com meu amigo Sergio Ramos sobre a classificação e ele foi enfático. “O importante foi que você se classificou entre os cinco melhores da região e esse título deve ser comemorado por todos nós que militamos no jornalismo em Rondônia. Parabéns meu amigo”. Legal!


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Ainda mais, quando o “analfabeto” aqui, foi avaliado por uma equipe integrada por professores universitários super capacitados e criteriosos em suas avaliações.

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Se olharmos tecnicamente para todas as reportagens classificadas, vamos ver que as do naipe jornalismo impresso são as mais difíceis de serem produzidas e de serem julgadas, pois os jurados, ao contrário do telejornalismo que tem apenas que assistir a reportagem e as do radio jornalismo onde tem apenas que escutar, e a preocupação com a grafia praticamente não existe, pois essas matérias para ir ao ar passam por correções durante as edições, o que quer dizer que só vão ao ar depois de lapidadas. Já no jornalismo impresso esse processo de edição existe sim, mas os jurados por serem catedráticos têm a oportunidade de verificar os erros de grafia e gramática que no vídeo e no áudio, praticamente não aparecem.

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Não sei se outros colegas que militam no jornalismo impresso em Rondônia inscreveram matérias, só sei que nós inscrevemos e fomos bem classificados.

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Porém, como ninguém faz nada sozinho, principalmente quando o objetivo é se destacar entre os que também se propõem a concorrer a uma premiação, seja ela de jornalismo ou festival de música ou folclórico.

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E apesar de termos inscrito nossa reportagem como “Individual”, algumas pessoas tiveram participação importante.

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Por isso aproveitamos a oportunidade para agradecer a direção do jornal na pessoa do editor Marcelo Freire.


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Ao diagramador meu amigo Allan Dantas e ao Gerente de Produção Edson e a Larissa Tessari.


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Os agradecimentos especiais vão para a Ana Célia que foi a responsável pelas fotografias que ilustraram a reportagem que nos colocou entre os Cinco Melhores Jornalistas da Amazônia. Muito obrigadooooo!