quarta-feira, 4 de julho de 2012

LENHA NA FOGUEIRA 05.07.12


Lenha na Fogueira

Nossa cidade mais uma vez, passa a contar com o um evento que a partir do próximo ano, vai fazer parte do rol: “Porto Velho já teve”.

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Acontece que nesta quinta feira dia 5 de julho, começa o último desfile do Bloco Maria Fumaça, segundo comercial divulgado na imprensa local.

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Zezinho cansou de “apanhar” do Ministério Publico Estadual e Federal.

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Devo esclarecer, que apesar da brincadeira que escrevi na coluna de ontem, tenho muito consideração pelo Zezinho do Maria Fumaça.

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Queira ou não, o Zekatraca é um dos responsáveis pelo sucesso do Bloco, pois em seu começo e até enquanto o San Juan fazia parte da coordenação do Bloco sempre estávamos divulgando os eventos por eles promovidos. Isso, sem receber um tostão, até porque não é do nosso feitio cobrar ou aceitar benesses em troca da divulgação de qualquer evento.

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Porém, como ser humano vaidoso, gostamos que nos agradeçam, assim como aceitamos as críticas e até as “esculhambações” por escrevermos o que alguns acham que não deveríamos publicar.

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E neste momento, ou nesta coluna, lamentamos a despedida do Bloco Maria Fumaça e em conseqüência do carnaval fora de época de Porto Velho.

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Queiram ou não queiram o carnaval fora de época, proporciona o aquecimento do comercio de um modo geral  da cidade de Porto Velho.

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As mulheres procuram  roupas das melhores grifes para irem apreciar o desfile do Maria Fumaça dos camarotes.

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Os homens maduros também fazem de tudo pra chamar a atenção das menininhas e os jovens, vão todos produzidos com o melhor que existe no comercio de adorno como bonés, tênis, brincos, pircing’s, camisetas, bermudas etc.

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É preciso dois tênis, um para brincar no bloco e outro para curtir no camarote.

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As distribuidoras de bebidas nem se fala, os taxistas faturam alto assim como os mototaxistas.

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Os bufês faturam uma grana preta abastecendo os camarotes da classe média alta.

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Embaixo tem barraca que vende de tudo, desde churrasquinho a adorno para fantasias, além é claro, de bebidas de todos os tipos.

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O carnaval fora de época, realmente aquece o comércio de Porto Velho, acho que aquece mais que o dia das mães e o natal.

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Pois é justamente esse dinheiro que a partir do próximo ano vai deixar de circular em Porto Velho. Basta lembrar que a cidade recebe visitantes de várias cidades do estado do Acre e de cidades do interior de Rondônia.

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Os hotéis ficam superlotados durante a realização do carnaval fora de época.

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O interessante é que ninguém faz nada para incentivar a realização do evento. Muito pelo contrário, todo ano o Zezinho do Maria Fumaça enfrenta uma verdadeira guerra com a justiça, para poder, literalmente colocar o bloco na rua.

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Pois em conseqüência de tanta polêmica com a justiça, agravada pela decisão de aderir à religião evangélica, o Zezinho resolveu parar com a brincadeira.

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Brincadeira que gera emprego e renda pra muita gente e que movimenta a cidade de Porto Velho turisticamente.

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Já não temos a Expovel e agora vamos passar a não ter o nosso carnaval fora de época.

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E como é que a gente vai beijar sem compromisso a partir do próximo ano?

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Um fato desse era para o governador do estado chamar os responsáveis pela produção do evento e procurar saber o porquê da decisão de não mais realizá-lo, mas, fica por isso mesmo, pois ninguém tem compromisso fechado com a cultura do nosso estado.

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Devemos nos lembrar que a cultura da cidade de Porto Velho não se resume apenas na “beradelia”, no boi bumbá, e tão pouco na dança de quadrilha. Porto Velho é cidade multicultural, portanto o carnaval fora de época e o Bloco Maria Fumaça podem muito bem ser considerado como evento cultural de Porto Velho e em conseqüência do estado de Rondônia.

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Por isso, insisto em dizer que é uma questão de governo a realização da Expovel e do Carnaval Fora de Época de Porto Velho.

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Não podemos nos deixar influenciar, por pessoas que se utilizam dos cargos que estão exercendo, para prejudicar os movimentos culturais da nossa cidade.

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Está provado estatisticamente, que eventos como o carnaval fora de época são responsáveis pela diminuição da violência em nossa cidade.

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Em suma: Só nos resta brincar carnaval de hoje até domingo, no último carnaval fora de época da cidade de Porto Velho.

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No mês de julho de 2013 vamos escrever. Porto Velho já teve o melhor carnaval fora de época da região Norte. É mais um para o rol “PORTO VELHO JÁ TEVE”

ULTIMO FORA DE ÉPOCA DE PORTO VELHO


CARNAVAL

Ultimo fora de época de Porto Velho começa hoje


O carnaval fora de época de Porto Velho, começou no ano 1997, oficialmente como PortoAlegria um projeto do governo estadual

O PortoAlegria nome oficial do carnaval fora de época de Porto Velho, começa na noite desta quinta feira 5, com o desfile do bloco Maria Fumaça no circuito da avenida Imigrantes (antiga Costa e Silva), no trecho entre a Jorge Teixeira e a Rio Madeira, mesmo local onde acontece os desfiles das escolas de samba no carnaval tradicional. Zezinho do Maria Fumaça idealizador do evento informa que em virtude da ameaça de que os ministérios públicos Federal e Estadual impetrariam ação na Justiça novamente contra a realização do evento na Jorge Teixeira decidiu por organizá-lo na Imigrantes.
O carnaval fora de época de Porto Velho, começou no ano 1997, oficialmente como PortoAlegria um projeto do governo estadual desenvolvido pelos técnicos da Fundação Cultural de Rondônia – FUNCETUR que tinha como presidente o Ruy Motta que nomeou o Flávio Carneiro para acompanhar como representante do governo os diretores do recém criado, Bloco Maria Fumaça.
A empresa contratada pelo Maria Fumaça para produzir a micareta de Porto Velho foi a baiana Activa que tinha a frente, os empresários Law e o San Juan enquanto o Zezinho era o presidente do Bloco Maria Fumaça.
Assim, em julho de 1997 o folião da capital do estado de Rondônia pode apreciar na avenida Jorge Teixeira, o desfile do Bloco Maria Fumaça puxado por bandas e cantores baianos de renome nacional e até internacional.
No decorrer desses 16 anos de carnaval fora de época ou PortoAlegria, outros blocos se apresentaram, como foi o caso do bloco Peraê e Fuzarka, que em virtude da falta de sócio (folião) suficiente para bancar as despesas, logo desistiram, passando o PortoAlegria a contar apenas com o Bloco Maria Fumaça.
Nos últimos anos, o Maria Fumaça vem sofrendo uma série ações movidas por órgãos da justiça, que inclusive, passaram a intervir no desfile  na Jorge Teixeira, por outro lado, Zezinho sempre conseguia derrubar as sentenças através de Liminar que por muitas vezes, foram conseguidas em Brasília. “Isso desgasta muito, estressa demais a gente”, desabafou certa vez na redação do Diário Zezinho do Maria Fumaça justificando, que estava prestes a parar através da empresa Maria Fumaça com a produção do desfile do Bloco Maria Fumaça e em conseqüência, a paralisação do carnaval fora de época de Porto Velho. “Tô cansado, qualquer dia esses caras (autoridades da justiça), arranjam uma brecha e mandam me prender. Chega”, disse Zezinho na ocasião. Essas declarações aconteceram durante o carnaval fora de época de 2010 quando a empresa Maria Fumaça amargou um super prejuízo por ter levado por força de proibições, o carnaval para dentro do espaço da Expovel.

Último ano

Diante de tantos problemas, Zezinho resolveu parar com o Bloco e para isso anunciou que 2012, será o último ano do carnaval fora de época do Bloco Maria Fumaça. Assim sendo, na noite desta quinta feira 5, os amantes do carnaval no ritmo do axé baiano, começam a participar dos últimos desfiles do bloco Maria Fumaça que este ano será puxada em suas quatro noite pelas seguintes bandas e cantores, Chiclete com Banana, Tomate, Cheiro de Amor e Parangolé.
A concentração está marcada para as 19h00 na avenida Imigrantes.

terça-feira, 3 de julho de 2012

LENHA NA FOGUEIRA - 04.07.12


Lenha na Fogueira

No próximo sábado dia 7, vai acontecer a Marcha para Jesus, um evento coordenado pelas igrejas evangélicas.

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Segundo estimativas dos responsáveis pelo evento, aproximadamente 100 Mil pessoas estarão louvando Jesus através de orações e cantos pelas ruas de Porto Velho.

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A concentração está marcada para as 15h00 na praça Getulio Vargas (em frente ao palácio Presidente Vargas), de onde os fiéis sairão em cortejo pelas ruas D. Pedro II Mal Deodoro, Duque de Caxias, Major Amarante, Pinheiro Machado até a praça Aluizio Ferreira.

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Esse trajeto foi aprovado porque, os pastores querem orar em frente ao palácio, para que Jesus ilumine os caminhos do governador Confúcio Moura.

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Depois saem pela D, Pedro II até o palácio Tancredo Neves onde vão orar para que Jesus ilumine os caminhos do prefeito Roberto Sobrinho. Quem sabe consigam com as orações fazer com que as obras dos viadutos, ainda sejam concluídas este ano.

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Dizem as “matildes” que nesse caso, não tem reza forte que dê jeito.

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Aí o cortejo segue pela Duque de Caxias, até chegar a Assembléia Legislativa, onde as oração devem ser mais bem elaboradas, pois, segundo dizem, Satanás mora lá.

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Naquela casa de Leis nem pastor escapa da tentação do demônio. Taí o exemplo do ex presidente da casa que tentado pelo satanás fez o que fez e hoje vive escondido embaixo do rabo do capeta, por isso ninguém o encontra.

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A Marcha para Jesus é um dos maiores acontecimentos de Porto Velho e merece toda atenção dos órgãos de segurança. Afinal de contas religiosos são seres humanos e por tanto, estão sujeitos a erros, como urinar no meio da rua.

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Agora, fico pensando, será que os responsáveis pela Marcha para Jesus cumprem as mesmas obrigações exigidas junto aos blocos carnavalescos.

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Quantas reuniões o MP fez com os responsáveis pela Marcha para Jesus no sentido de orientar o que pode e o que não pode ser praticado durante a Marcha.

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Será que a prefeitura está cobrando a taxa que é cobrada dos blocos carnavalescos pela utilização do “chão” por onde o cortejo passa.

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Quero apenas lembrar que de acordo com a Constituição os direitos são iguais.

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Quem vai pagar os trios elétricos utilizados durante a Marcha.

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Quantos banheiros químicos serão colocados no trecho do cortejo.

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A Marcha para Jesus nos últimos anos, não fica nada a dever em animação, ao desfile da Banda do Vai Quem Quer, inclusive na quantidade de participantes.

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Sendo assim, deve ter hora para começar e hora para acabar.

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Não somos contra a Marcha para Jesus, aliás, nos últimos anos temos acompanhado, por gostarmos das músicas e da descontração da juventude evangélica.

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A questão aqui, não é contra a Marcha e nem contra os evengélicos. É apenas para alertar nossas autoridades que a Marcha para Jesus é um evento como outro qualquer e por isso, deve obedecer aos critérios colocados para os desfiles carnavalescos, cavalgada, parada LGBT etc.

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Que diabo tenho que me meter com a Marcha para Jesus. Vai que um pastor não goste e me jogue na “Fogueira dos Desvalidos”

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Por isso vamos mudar de assunto e desejar aos corintianos sucesso na noite de hoje.

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Se conseguirem o campeonato, que não exagere na comemoração, beba com moderação e acima de tudo pensem que esse jogo só termina em Tóquio no mês de dezembro.

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Salve o Corinthians cuja letra do hino diz que é “o campeão dos campeões”, desde que passe pelo Boca!

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Por falar em campeão, amanhã começa o PortoAlegria o nosso Carnaval Fora de época.

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Tão anunciando que será o último Carnaval Fora de Época. Particularmente não acredito nisso.

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Pode ser o último coordenado pelo Zezinho do Maria Fumaça que agora é evangélico e em conseqüência deu testemunho arrependido de tudo quanto é pecado que já praticou.

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Segundo seu testemunho, se arrependimento matasse estaria morto. “Como foi que passei esses anos todos deixando de faturar com shows gospel”.

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O último Carnaval Fora de Época de Porto Velho começa amanhã e só termina um dia depois da Marcha para Jesus.

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Inclusive tão dizendo que o Zezinho só vai para a Costa Silva no sábado, após participar da Marcha para Jesus. Na Assembléia ele deve ficar escondido, afinal de contas, por muitos anos, foi daquela casa que saíram as emendas para ele colocar o bloco na rua.

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Eita língua ferina duma figa!



segunda-feira, 2 de julho de 2012

LENHA NA FOGUEIRA 03.07.12

Lenha na Fogueira

Caprichoso vence o 47º Festival Folclórico de Parintins


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Defendendo o subtema “Brasil de todas as cores”, o Boi Bumbá Caprichoso é o Campeão do 47º Festival Folclórico de Parintins. O Touro Negro fez uma verdadeira viagem por diversas regiões do País, mostrando um pouco de suas manifestações culturais.

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Com a participação de quase 600 figurantes, o Caprichoso também fez festa para celebrar o retorno de duas figuras importantes para o Boi: Jeane Beloniel e Juarez Lima.

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Enquanto a primeira entrou às vésperas do festival para substituir a ex-porta-estandarte Karyne Medeiros, o artista plástico volta depois de um ano afastado do azulado.

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Ao todo foram 21 avaliados pelos jurados. A última noite foi marcada por confusão envolvendo o corte de cabos de energia do Garantido que atrasaram a apresentação do boi, por meia hora.


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Os jurados vieram dos Estados de Sergipe, Paraná e Pernambuco. Eles já retornaram para seus estados de origem, logo após a última noite, com exceção da presidente da comissão julgadora, a paranaense Roberta Andreina Male, que ficou para a apuração desta segunda (2).


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Os nove jurados foram divididos em três grupos para avaliar os blocos (A) comum/musical; (B) cênico/coreográfico e (C) artístico. A presidente da comissão não vota.

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Cada agremiação tem 20 fiscais que atuam na arena para verificar infrações ao regulamento. Esse grupo de 40 pessoas trabalha usando trajes brancos, com passe livre em toda a área do Bumbódromo, inclusive na arena durante a evolução do boi e na galera.


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O troféu do boi campeão tem um 1,70 metro de altura e foi confeccionado na cor de cada bumbá. A novidade é que o melhor apresentador, levantador, amo, cunhã-poranga, rainha do folclore, sinhazinha da fazenda, porta-estandarte e tripa também receberão, pelo primeiro ano, troféus oferta da Ativa Consultoria e Eventos.

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Ao todo são julgados 21 quesitos ou itens no Festival de Parintins, sendo eles de ordem individual ou coletiva. São eles em ordem de julgamento: 1 – Apresentador, 2 - Levantador de Toadas, 3 - Batucada/Marujada, 4 - Ritual Indígena, 5 - Porta-Estandarte, 6 - Amo do Boi, 7 – Sinhazinha da Fazenda, 8 - Rainha do Folclore, 9 - Cunhã-Poranga, 10 - Boi-Bumbá Evolução 11 - Toada, Letra e Música, 12 – Pajé, 13 - Tribos Indígenas, 14 – Tuxauas.
15 - Figura Típica Regional, 16 – Alegoria, 17 - Lenda Amazônica, 18 – Vaqueirada, 19 – Galera, 20 – Coreografia e 21 - Organização do Conjunto Folclórico. (fonte site www.parintins.com)

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Tudo indica que Porto Velho vai ter sua primeira “Virada Cultural”.

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A data em estudo é o 1º de agosto dia do Centenário da Inauguração da Estrada de Ferro Madeira Mamoré.

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A equipe do secretário Chicão ta se virando para montar as atrações e escolher os locais dos eventos que de inicio conta com atividades esportivas e culturais.

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O que está pegando é que 1º de agosto cai numa quarta feira.

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Ora meus amigos, é só o governo estadual decretar Ponto Facultativo em comemoração ao Centenário da Madeira Mamoré e o caso está resolvido. É questão de “canetada” apenas.

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Está comprovado, a população de Porto Velho gosta de teatro de rua. Domingo passado tinha carro estacionado nos espaços existentes entre a Rogério Weber com a Sete até a Carlos Gomes com a Farquar.

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A causa do super movimento foi à comédia Cabaret que foi apresentada no anfiteatro da praça da Madeira Mamoré naquela noite. Era gente saindo pelo ladrão.

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O Grupo Anômade Cia de Teatro está de parabéns pela brilhante apresentação.

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Cabaret é um musical que valoriza a chamada música brega.

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Ao lado o leitor pode ler comentário deste colunista a respeito do espetáculo que foi a apresentação da Cabaret na praça da Madeira Mamoré.

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Teat5ro é de rua, o resto é teatro que nunca inaugura. Aliás, essa é a mais longa “encenação” teatral que Porto Velho já viu ou está vendo.

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Tô me referindo à construção do nosso teatro, que o governo acaba de declarar que mais uma vez a inauguração foi adiada. Agora de agosto para o mês de dezembro.

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Não querendo ser pessimista, aposto com quem quiser, que é mais fácil o Corinthians ser campeão da Libertadores e o meu Vasco perder a condição de eterno vice do que o teatro inaugura ainda este ano.

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Assim como também não inaugura o CTA.

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Aliás é mais fácil o governo federal acatar o pedido dos sindicalistas, que iludiram os funcionários estaduais, com a história da transposição até 1991, do que o teatro sair antes do mês de março de 2013.

TEATRO - CABARET LOTA ANFITEATRO DA EFMM


Situações vividas num ambiente onde a tônica é desabafar as mágoas de um amor não correspondido, bebendo todas



O teatro de rua de Porto Velho viveu na noite de domingo 1º, um dos seus momentos mais empolgantes dos últimos anos, com a apresentação da Paródia do Amor Romântico – Cabaret, encenada pelo grupo Anômade Cia de Teatro. Nos impressionou a presença de aproximadamente 5 Mil espectadores, que disputavam um lugar melhor posicionado, para apreciar as peripécias dos atores Caio Setúbal, Claudio Zarco, Eli Moreno, Jamila Marques e Lili Cavalcante que sob a direção de Jória Lima e produção musical do Sandro Bacelar, transformaram o anfiteatro da Estrada de Ferro Madeira Mamoré num mar de sorrisos e gargalhadas, provocadas pelas performances hilariantes dos covers e back vocal de cantores famosos como Sidney Magal, Diana, Reginaldo Rossi e tantos outros considerados interpretes de músicas brega.
As várias situações vividas num ambiente onde a tônica é desabafar as mágoas de um amor não correspondido, bebendo todas, “A dor do amor é com outro amor que a gente cura/Vim curar a dor desse mal de amor na boate azul...” foram elogiada ao final do espetáculo pelo público.
A prova do sucesso de Cabaret pode ser medida, através dos inúmeros pedidos de fotos com os atores no final da encenação.
No meio de tantas situações, inclusive a diligencia que o delegado faz a procura de uma suposta criminosa, “Tereza Batista Cansada de Guerra” que ao ser identificada implora: “Seu delegado quem está na sua frente/ Não é uma monstra sanguinária sangue-suga/É uma vítima que agora sofre e sente/A dor e a culpa de um crime que não cometeu”, nota-se que a comédia/musical não tem um texto fixo, os atores seguem apenas um roteiro previamente discutido, na realidade, o grupo se apresenta no estilo “Commedia dell’arte”.
No próximo domingo, com os ajustes necessários na sonorização, a Anômade Cia de Teatro volta a apresentar no anfiteatro da praça Madeira Mamoré o musical “Cabaret”.

domingo, 1 de julho de 2012

LENHA NA FOGUEIRA 02.07.12


Lenha na Fogueira


O 3º Festival de Cinema Curta Amazônia premiou os vencedores no final de semana. Ente eles, três produções rondonienses, sendo uma de Nova Mamoré, uma de Ji-Paraná e outra de Porto Velho.


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Isto prova que a proliferação dos festivais de cinema, principalmente em Porto Velho está dando certo.

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Agora são três os festivais que trabalham com produção cinematográfica. Tem o Cinema do Minuto, Festcineamazônia e o Curta Amazônia.


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A realização desses eventos, que não ficam apenas na exibição de filmes, mas, que proporcionam aos interessados oficinas de produção, estão levando os jovens a se interessar pela produção de filmes e documentários em seus vários estilos, ou seja, desde filme de Um Minuto ao Longa Metragem.

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O Curta Amazônia que a partir deste ano passou a receber filmes de longa metragem e homenageou o saudoso jornalista Nelson Townes de Castro com o troféu que premia a melhor produção rondoniense, podemos dizer que alcançou o objetivo de seus produtores, leia-se Carlos Levy e Golda.


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O Festival deste ano não ficou apenas na exibição das Mostras, Competitiva e Paralela. Para registrar o Centenário da Estrada de Ferro Madeira Mamoré foi realizado o Seminário que contou com a palestra do Anízio Goraybe, além do concurso de pintura com a participação de alunos de vários colégios.


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Além disso, Levy se preocupou em mostrar na festa de encerramento, a produção musical de músicos rondonienses ou que aqui residem, assim sendo, na noite de sexta feira e sábado, colocou no palco montado na praça da Madeira Mamoré as bandas, “As testemunhas”, “Malcriados” e o Duo Pirarublue.


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Por falar nisso, Carlos Levy idealizador e produtor do Festival, não gostou das críticas do presidente da Uniblocos Benjamim Mourão, publicada nesta coluna na último sábado. Levy responde da seguinte maneira:

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Prezado Zekatraca, em respeito ao público que compareceu na noite do dia 28 de junho no bairro Mocambo e foram prestigiar essa sessão inclusiva da programação paralela em levar filmes históricos e científicos brasileiros para formação de platéia do Cinema Brasileiro, vimos esclarecer o nosso posicionamento por ter sido citados de forma errônea ou equivocada (planejamento/comunicação) na referida coluna que forma opinião em nossa cidade/estado e nos meios culturais.

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Achamos meio estranho as atitudes e um pouco precipitada às palavras do senhor Benjamim Mourão.


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Estava eu Levy presente na sessão e, observei um senhor que levantava e saia da sessão, achei normal uma vez, mais várias vezes é meio estranho, algo parecia incomodá-lo, não vi na cadeira nenhum "prego", pois as mesmas são de plásticos. Outra situação meio estranha é que o mesmo parecia um "araponga", apareceu com uma máquina fotográfica no final da sessão de filmes, tirando fotos de todos e tudo que estava presente, inclusive, pensei: "Legal alguém deve ter um mural no bairro e está contribuindo para memória do local".

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A quantidade fornecida por apoio cultural foram 50 cadeiras na Praça São José e todas estavam preenchidas no início da sessão, tanto é que só observei essa atitude de levantar e sair justamente porque estava de pé assistindo o filme da bisneta de Oswaldo Cruz, a Stella Penido que se encontrava presente na sessão e falou aos presentes.


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Críticas construtivas são bem vindas, agora em momento algum colocamos em nossos releases situações duvidosas que possam nos levar a ser chamados de mentirosos, porque respeitamos o público rondoniense e principalmente os parceiros e patrocinadores que não são fáceis de se conseguir quando se trata de produto cultural em Rondônia.


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Vamos aos contatos no bairro: o contato que havíamos feito fora com Márcio da padaria via telefone e posteriormente Géri Anderson que nos procurou via facebook reforçando e agradecendo a iniciativa por ser produto cultural de qualidade e está contribuindo de forma positiva na imagem do bairro Mocambo, que sempre foi visto de forma discriminatória na cidade. Levamos material de divulgação disponível: cartaz, folderes e convite via oficio,  e deixamos na padaria conforme orientação do próprio Márcio da padaria.


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Se alguém não foi citado ou procurado sentimos muito, pois não temos bandeiras políticas partidárias, trabalhamos sim para formação de platéia do Cinema Brasileiro em nosso Estado.

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Grato pelo espaço espontâneo e estamos à disposição. Carlos Levy/Presidente da Associação Curta Amazônia.



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Nem tudo são flores!

CURTA AMAZONIA - ENCERRA COM MUSICA E POESIA





Produtores de Rondônia ganham troféu Nelson Townes no 3º Festival Curta Amazônia



A produção do 3º Festival de Cinema “Curta Amazônia” promoveu na noite do último sábado 30, na praça da Madeira Mamoré, a premiação com a entrega da premiação aos vencedores da terceira versão do festival e ofereceu aos presentes, shows de música regional e poesia, com as bandas “As Testemunhas” e “Malcriados” além da exibição de dois documentários sobre o sanitarista Oswaldo Cruz produzidos por Stella Oswaldo Cruz Penido bisneta do cientista que esteve em Porto Velho em 1910,
Dentro os filmes premiados três foram produzidos em Rondônia: Melhor produção rondoniense - "O Tesouro Perdido de Mad", de Marivaldo S. do Lago, Nova Mamoré/RO. “A partir deste ano o Curta Amazônia adota o Troféu Nelson Townes como premio para a melhor produção rondoniense”, anunciou Carlos Levy.
Prêmio Incentivo: Atriz Raísa Lua, "Para nossa mãe", Ji-Paraná e
Melhor vídeo-clipe: "Em Candeias", Giovani Toledo e Tino, Porto Velho/RO.
Confira os vencedores em cada categoria:

Premiação





Melhor produção rondoniense - Prêmio Nelson Townes - "O tesouro perdido de Mad", de Marivaldo S. do Lago, Nova Mamoré/RO.

Prêmio Incentivo: Atriz Raísa Lua, "Para nossa mãe", Ji-Paraná.

Melhor vídeo-clipe: "Em Candeias", Giovani Toledo, Porto Velho/RO.

Melhor Filme Brasileiro - Longa-Metragem: "O Carteiro", de Reginaldo Farias, RS.

Melhor júri popular: "Mamomas prá sempre", de Claudio Kahns, São Paulo/SP.

Melhor Filme Brasileiro - Curta-Metragem: “Hooji”, de Marcello Quintella e Boynard, RJ.

Melhor Animação: “Conto do vento”, de Cláudio Jordão e Nelson Martins, Avança/Portugal.

A Produção do 3º Fesdtival de Cinema Curta Amazônia contou com o apoio das seguintes empresas e instituição, que acreditam e contribuem no potencial da cultura rondoniense como poder de transformação de uma sociedade: Eletrosul, Eletrobrás do Governo Federal, Sesc Rondônia do Sistema Fecomércio, Secel-Secretaria Estadual de Cultura do Governo da Cooperação, ABD Rondônia, Fórum dos Festivais, Fundação Iaripuna, Coordenadoria de Políticas Públicas para mulheres, Emater, Aqui Publicidade e Imprensa Rondoniense.


As Testemunhas


Assim que a Golda anunciou que o palco em frente ao galpão nº 2 da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, estava liberado para as bandas que fariam o show de encerramento da premiação do 3º Curta Amazônia, o público procurou a melhor localização para assistir e aplaudir os músicos da Banda “As Testemunhas” que mescla música regional com poesias. Se fosse apenas isso seria apenas mais um grupo musical, porém, “As Testemunhas” que é formada pelos músicos e poetas Giovani, Raoni, Nino, Kátia, Gabi, Elizeu e Edwaldo Vieceli vai além do combinado, ao mesclar vários ritmos musicais com os poemas declamados por seus poetas, assim sendo, saem do rock pauleira para o forró romântico num piscar de olhos. Na noite de sábado o público “Testemunhou”, a apresentação pela primeira vez ao vivo em Porto Velho, do publicitário e agora poeta Edwaldo Vieceli que declamou de sua autoria; Madeira Mamoré - Saudades – “Diga lá, diga La, de onde vem esse trem... Diga lá, diga lá quem nos deixou sem amanhã...”.

Malcriados


 Para testemunhar tudo que estava acontecendo naquela noite de sexta feira á beira do rio Madeira, Levy e a Golda convidaram os “Malcriados”, Tino Lôco Alves, Cláudio Jonhson, Saulão. Os titulares desses nomes são pessoas que no dia-a-dia nada têm de malcriados, muito pelo contrário, são jovens de ótimas formação e educados ao extremo. Porém aí está faltando o Malcriado dos Malcriados Dinho Reis, o crânio da banda entra encena apresentando uma coreografia super radical, com a qual talvez queira expressar a revolta dos “beradeiros” para com a falta de respeito com sua cultura. Se fosse só a coreografia tudo bem, mas, as letras das músicas dizem e dizem muito bem dessa revolta que é provoca pelo asseroamento dos nosso rios, lagos e igapós. É rock pauleira com a linguagem beradeira. Muito boa a Banda “Malcriados”.