quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Ferrovia em Cores segue até o fim de outubro


O resgate da história da Ferrovia Madeira Mamoré, em fotos antigas colorizadas digitalmente, empolga o público que visita a exposição “Ferrovia em Cores”, aberta oficialmente no 2 deste mês de outubro, na galeria de artes do 2º piso do Porto Velho Shopping. A exposição pode ser vista até o dia 31 de outubro, no horário de funcionamento do Shopping.
Iniciativa do Ministério Público do Estado de Rondônia, como parte das atividades do projeto “MP Cultural”, a exposição reúne 52 fotos antigas que retratam a história da construção da Ferrovia Madeira Mamoré e se confundem com a própria história do município de Porto Velho, que comemorou 104 anos de criação.

Colorizadas pelo técnico em informática Luís Claro de Souza, o público pode ver na exposição, as fotos originais em preto e branco, com a data em que foram tiradas e seus autores. A ambientação da exposição foi feita pela empresa Oficinamadmod, a partir de layout idealizado pelos arquitetos da Seção de Infra-estruturar (Seinf), e apoio da Assessoria de Publicidade Institucional (Aspi) e Seção Gráfica (Segraf) do MPRO. O ambiente traz um pouco da atmosfera da Madeira Mamoré, dando aos visitantes a sensação de está viajando no tempo pela estrada de ferro, por meio de plotagens de trilhos no piso da galeria.
O público também pode fazer suas “selfies” em uma moldura, tendo ao fundo a imagem da Locomotiva  “Mad Maria”, além de um painel com  grafites. Crianças, jovens e adultos que puderam apreciar o primeiro dia da exposição se mostraram emocionadas ao relembrar a história da estrada de Ferro Madeira Mamoré e aplaudiram a iniciativa do Ministério Público.
O acervo também contempla fotos de bairros que fazem parte da história da construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, como o Caiari.
A exposição faz parte do Projeto MP Cultural, iniciativa da Coordenação de Planejamento e Gestão (Coplan), que tem entre seus objetivos promover o acesso à Cultura; promover ações em parceria com instituições para a difusão da arte e cultura; promover oportunidades de exposição e publicação de trabalhos artísticos; difundir manifestações culturais de origens étnicas e regionais e promover saraus, shows, exposições e outros eventos culturais.

Romance In Guada da advogada Rose Pereira sera lançado hoje



A advogada Rose Pereira lança nessa quinta-feira(25/10), na Livraria Leitura no Porto Velho Shopping, sua primeira obra literária intitulada “In Guarda”. Esse livro é um alerta sobre todas as formas de violências contra as mulheres. Após o lançamento, Rose estará autografando sua importante obra, a qual foi editada pela Temática Editora.
In Guarda” é um romance que denuncia, que dilacera e faz pensar... Ficamos imaginando o tamanho do poder da compaixão, da empatia e do perdão da protagonista. Corajosamente, a autora relata fatos pessoais e fala também sobre suas feridas já cicatrizadas.
Rose Pereira é natural de Porto Velho, é funcionaria municipal desde 1985 e interrompeu o curso de historia na Unir para concluir o curso de direito na Faro. Ela é pós-graduada em Gestão Pública e especialista em Direito Administrativo e Constitucional. Advogada atuante, atua na Comissão de Mulheres junto a OAB/RO e é membro da Associação Brasileira de Mulheres da Carreira Jurídica. – ABMCJ.
É casada com Edmilson Lobo de Miranda Junior e mãe de três filhos: Gabriel, Guilherme e Manuele. Há poucos meses se tornou avó do pequeno Miquéias Emanuel, sua mais nova paixão.
In Guarda” é uma leitura obrigatória, por se tratar da violência contra as mulheres, um problema milenar e um tema sempre atual...
SERVIÇO
Evento: Lançamento do Livro “In Guarda”
Local: Livraria Leitura – Porto Velho Shoping
Data/Hora: Dia 25/10/2018 – Ás 18;30 Hs.
Autora: Advogada Rose Pereira.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Lenha na Fogueira - 24.10.18


Por incrível que possa parecer, o carnaval está batendo na porta, em especial na porta das escolas de samba, mais especificamente, das escolas de samba de Porto Velho.

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A Diplomatas do Samba vai festejar seus 60 anos de fundação e lançar o samba enredo para o carnaval de 2019, no próximo dia 3 de novembro.

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Dentro em breve a Império do Samba realiza o concurso que vai escolher o Hino da escola, para o carnaval do próximo ano.

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A mesma coisa está acontecendo com a Acadêmicos do Armário Grande e Unidos da Rádio Farol.

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Acadêmicos da Zona Leste e Asfaltão já têm samba pronto. Falta a Acadêmicos do São João Batista.

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O presidente da azul e branco que estava em Belém do Pará acompanhando o Círio de Nazaré, retornou domingo passado e foi logo intimando o Sílvio Santos sobre o enredo da escola para 2019.

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Ontem decidiram que a escola do Banana e do Cibalena vai apresentar no próximo carnaval o tema:

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SÃO JOÃO BATISTA CANTA – CAIARI, DE SINHÁ MOÇA A CEARÁ DE IRACEMA. POR MARIZE CASTIEL, CHAGAS NETO, BIANOR E CABO OMAR.

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Sinhá Moça e a Abolição foi o primeiro enredo colocado na avenida por uma escola de samba de Porto Velho. Isso aconteceu no ano de 1970 e a carnavalesca foi Marize Castiel com o samba enredo tendo como autor Sílvio Santos.

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Foi o primeiro título vencido pala escola de samba Os Pobres do Caiari. No ano de 1971 Marize Castiel colocou na avenida o enredo “Isto é Brasil” cujo samba de enredo, também foi do Sílvio Santos e a Caiari foi bi campeã.

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Em 1972 o enredo foi “Brasil Esplendor das Três Raças” com o samba de autoria de Sílvio Santos e João Feitosa.

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Em 1974 com o enredo “Odoiá Bahia” pesquisa de Marize Castiel e samba da parceria Sílvio Santos e Bainha a escola conquistou o Tetra Campeonato.

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A Caiari ficou sem desfilar de 1975 a 1978 quando “A Caiari Voltou com a Ajuda de Xangô” tema desenvolvido pelo Zeca Melo.

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Entra em cena Bianor Caminha dos Santos e cria o “Caiari Cobra Show”, um espetáculo com a participação das “Mulatas do Bole Bole comandadas pelo Bosquinho e participação do Grupo Samba 7 que tinha entre outros: Bainha, Jorge Andrade, Deusdeth Careca e o Ozires Lobo.

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O show acontecia todas sextas-feiras na sede do Bloco da Cobra, que fincava na rua Afonso Pena subesquina com a Guanabara no bairro São Cristóvão.

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O responsável pela organização do espetáculo era o Bianor Santos e quem tomava contar do Bar era o saudoso Rei Momo José Ferreira. O Caiari Cobra Show foi o responsável pela volta do Caiari a mídia e foi o tempo que a escola conquistou mais um Tri Campeonato.

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Chagas Neto assume a direção da escola em meados 1984 e então dona Marize resolve homenageá-lo com o Tema: “Ceará, Lendas, Rendas e Crenças” aproveitando a pesquisa do Flávio Daniel sobre os Costumes e Crenças do Nordeste.

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O Samba enredo foi encomendado pelo Chagas Neto ao Sílvio Santos que convidou o Babá e o Haroldo Dori para fazer parte da parceria e o resultado, foi que a Caiari empatou com a Diplomatas que desfilou com um samba do famoso compositor Davi Correia do Rio de Janeiro.

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Os foliões então passaram a chamar o samba de “Ceará de Iracema” e assim, esse samba, que foi apresentado pela escola de samba Os Pobres do Caiari no carnaval de 1985, até hoje, é cantado em todas as rodas de samba que acontece em Porto Velho.

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O outro homenageado pela escola Azul e Branca é o CABO OMAR. Cabo Omar morreu como Secretário da Escola de Samba Caiari. Não teve durante toda a existência da escola, um Secretário mais eficiente que o Cabo Omar. Cabo Omar que foi eternizado pelo hino do Galo da Meia Noite – ALÔ SEU CABO OMAR… O Galo da Meia Noite...

Exposição Céu Aberto esta na rua Euclides da Cunha


Vinte e cinco artistas da fotografia, estão expondo seus trabalhos, no muro do Clube Ferroviário e Muro da Ceron no espaço da rua Euclides da Cunha entre a rua João Alfredo e Sete de Setembro na Baixa da União. O evento conta com a curadoria de Ana Mendes, Gabriel Bicho, Marcela Bonfim e Saulo de Sousa foi aberto domingo passado 21, e além de fotografias, conta também com trabalhos literários. “Foi pedido que agente tirasse fotos de coisas que agente achasse interessante  e quando vi o Porto e os trabalhadores na beira do rio, resolvi captar esse momento” disse a expositora Mariana Bouchabki.

A idealizadora e curadora do Projeto Marcela Bonfim informa que aconteceu uma convocatória para os artistas e apaixonados por fotografia, para que eles  enviassem seus trabalhos com um breve relato sobre a relação, imagem/autor. “Aqui temos trabalhos de 25 fotógrafos”.
Saulo de Souza que também é curador do Projeto disse que a mostra tem um significado pra nossa cidade. “É como um pontapé no desenvolvimento de processos, que vêm acontecendo na fotografia e na valorização do espaço fotográfico”.

A montagem da exposição contou com apoio de voluntários de funcionários do Departamento de Juventude da Prefeitura de Porto Velho. “Nada melhor do que trazer à vida e fomentar o que temos na região, que é a cultura ribeirinha, indígena e o seringueiro que por mais que seja folclórico, também estão presentes em nossa cidade” disse  Giovana Kisner.
A II Mostra de Fotografias a Céu Aberto está no espaço da rua Euclides da Cunha entre o Camelódromo (rua João Alfredo) e a avenida Sete de Setembro em Porto Velho (RO).

Cia Evolução participa do Projeto Cultura na Escola do Sesc´RO


Segunda-feira, (22), teve início mais uma etapa do Projeto Cultura na Escola, desenvolvido pelo SESC/RO. A Cia de Artes Evolução participa com o espetáculo Cantigadeira.
O projeto Cultura Na Escola tem como objetivo levar apresentações culturais de qualidade para as diversas escolas públicas de Porto Velho, com o intuito de fortalecer e promover os artistas regionais. Neste ano, o projeto acontece em duas etapas. A primeira ocorreu no mês de abril e a segunda está sendo desenvolvida no período de 22 a 25 de outubro.
A Cia de Artes Evolução apresenta o espetáculo infantil Cantigadeira, um trabalho de cantigas de roda e brincadeiras antigas. A peça foi apresentada nesta segunda-feira na escola Padre Mário Castagna. As próximas escolas contempladas são: Escola Rio Madeira, Escola Herbert de Alencar e Escola Ely Bezerra.
Cantigadeira é a mais nova produção da Cia de Artes Evolução, estreou em setembro deste ano e já é um sucesso. Pois, tem agradado crianças e adultos. A peça escrita e dirigida por Eules Lycaon, conta com a atuação dos atores Gisele Stering, Mika Cardoso, Andressa Silva e Eules Lycaon. Na técnica de som, André Ribeiro. Cantigadeira também integra o projeto O Teatro Vai à Escola, desenvolvido pela própria Cia.

SINOPSE DO ESPETÁCULO

Com o propósito de resgatar as mais belas cantigas de roda e reviver um passado que se faz presente na memória de muitos, o espetáculo Cantigadeira faz uma viagem no tempo. São histórias contatas e cantadas por três amigos, que recordam a infância feliz que viveram. Recordações estas, que se dão por meio de muitas músicas e brincadeiras que foram esquecidas e já não vemos nos dias atuais.

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Lenha na Fogueira - 23.10.18


Com a Curadoria de Ana Mendes, Gabriel Bicho, Marcela Bonfim e Saulo de Sousa foi aberta domingo passado a II Mostra a Céu Aberto que engloba exposição de fotografias e outros temas culturais.
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Vinte e cinco artistas tiveram trabalhos selecionados pela curadoria e domingo a partir das 15 horas começaram a colar no muro do Ferroviário e da Ceron no espaço da Rua Euclides da Cunha entre a João Alfredo e a Sete de Setembro seu trabalhos.
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Sobre a Mostra publicaremos matéria na edição de amanhã quarta feira 24. |Hoje vamos nos reportar a história sobre o espaço escolhido pelos organizadores do evento, Rua Euclides da Cunha.
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Outro dia encontrei a Marcela Bonfim e sugeri que ela falasse para a Ana Aranda jornalista que está esta aturando na assessoria da Mostra que passe a divulgar o local da Exposição pelo nome original da rua ou seja “Rua do Coqueiro”.
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Vamos tentar explicar sobre o primeiro nome daquele trecho da hoje rua Euclides da Cunha. Na realidade v amos falar da famosa RUA DO COQUEIRO.
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No ano de 1955 por força da inauguração do Palácio Presidente Vargas, a feire livre que até então funcionava no espaço da hoje, Praça Getúlio Vargas em frente ao Mercado Municipal (Cultural hoje), foi transferida para o espaço que ficava entre o Clube Internacional (hoje Ferroviário) e a Usina do SALFT (hoje (CERON), aquele espaço na realidade, era apenas um caminho íngreme, entre a Sete de Setembro e a Baixa da União.
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Com a necessidade de tirar a Feira Livre de frente do Palácio escolheram aquele espaço.
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A Feira Livre que funcionava de Quinta Feira a Sábado até meio dia, funcionou ali até o ano de 1958, quando foi inaugurada a FEIRA MODELO num galpão construído especificamente para tal fim, no quadrilátero formado pela Farquar, Henrique Dias, Euclides da Cunha e Travessa Renato Medeiros hoje conhecido como MERCADO CENTRAL.
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Quando os feirantes desocuparam o espaço entre o Clube Internacional e a Usina do SALFT o que era apenas um caminho íngreme cheio de mato e lama, foi transformado numa rua. Meteram os tratores e nivelaram o terreno e então, foram construído no estilo “INVASÃO” vários quiosques com venda de bugigangas, roupas, calçados e comidas diversas.
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No meio daquele espaço que até então não tinha nome, existia um PÉ de COCO e o povo passou a chamar o espaço de RUA DO COQUEIRO.
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Muitos comerciantes que depois se transformaram em grandes empresários do comércio de Porto Velho, começaram na Rua do Coqueiro exemplo, a Família Ribeiro que tem o Ribeirinho que foi dono da Loja Fortaleza começou sua trajetória empresarial na RUA DO COQUEIRO.
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Certa vez o governo do Território Federal do Guaporé/Rondônia, contratou para administrar o Serviço de Abastecimento de Água, Luz e Força do Território - SAALFT um cidadão, que ficou conhecido como “GOLEIRO”. Esse senhor por algum tempo, foi o responsável pela interdição do tráfego na RUA DO COQUEIRO.
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O aposentado do SALFT Francisco Mendes dos Santos em entrevista a este colunista, conta a seguinte história sobre a RUA DO COQUEIRO e o Goleiro:
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Existiam dois motores a gazogênio que eram movidos a caldeira que queimava lenha e quando chegaram os motores holandeses, o Goleiro mandou desmontar os gazogênicos e jogou as peças no meio da RUA DO COQUEIRO, ou seja, ao lado da Usina do SAALFT e a imprensa bateu forte dizendo que ele havia jogado os motores fora. O Goleiro não sei por qual motivo, mandava e desmandava no governo do Dr. Abelardo Alvarenga Mafra”, conta Chico Mendes.
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Por essa e por outras tantas histórias, foi que sugeri a Marcela Bonfim, que passasse a divulgar que a II Mostra a Céu Aberto aconteceria como está acontecendo, na RUA DO COQUEIRO.

500 iniciativas culturais selecionadas para prêmio


O Ministério da Cultura (MinC) divulgou nesta segunda-feira (22), no Diário Oficial da União, o resultado final do Prêmio Culturas Populares 2018 – edição Selma do Coco. Foram 500 iniciativas culturais populares vencedoras, em todos os estados brasileiros, além do Distrito Federal. Nesta edição, o valor da premiação passou de R$ 10 mil para R$ 20 mil, além de incluir a inscrição de novos arranjos da cultura popular, como a aparelhagem e a guitarrada. Ainda foram permitidas a participação de indígenas, ciganos, capoeiristas e ações de hip hop.
Serão agraciados 200 prêmios para iniciativas de mestres e mestras (pessoa física); 192 para iniciativas de grupos sem CNPJ; 77 para pessoas jurídicas sem fins lucrativos; 11 para pessoas jurídicas com ações comprovadas em acessibilidade cultural; e 20 para herdeiros de mestres e mestras já falecidos (in memoriam), totalizando 500 prêmios.
O formato deste edital permitiu uma isonomia regional, onde todas as regiões foram representadas e reconhecidas. Além disso, não só as culturas populares tradicionais foram reconhecidas, como também as manifestações dos novos arranjos, das inovações culturais”, avalia a secretária de Diversidade Cultural do MinC, Magali Moura.
Nas categorias de mestre, grupos sem CNPJ e entidades e mestres in memoriam, os prêmios ficaram distribuídos da seguinte forma: Nordeste (124), Sudeste (121), Norte (98), Sul (96) e Centro-Oeste (50). Quanto aos 11 premiados com ações comprovadas em acessibilidade cultural, cinco são do Nordeste, três do Sul, dois do Sudeste e um do Centro-Oeste.
Ao todo, foram 2.227 inscrições para a edição Selma do Coco, sendo 1.482 habilitadas: 784 de mestres, 367 de grupos e comunidades, 296 de instituições privadas sem fins lucrativos e 35 de herdeiros de mestres já falecidos (in memoriam). Os estados com mais inscritos foram Paraíba (254), Minas Gerais (238), Bahia (228), Pernambuco (221) e São Paulo (194).
Os selecionados têm 15 dias para atualizar os dados bancários informados ao MinC no momento de inscrição, caso tenham mudado. Em caso de dúvidas, basta enviar um e-mail para editais.sdc@cultura.gov.br.
Neste ano, a premiação homenageia a cantora pernambucana Selma do Coco (1929-2015). Nascida na cidade de Vitória de Santo Antão, Selma deixou como principal legado a sua contribuição para a consolidação do coco, ritmo típico do Nordeste brasileiro, como referência nacional. A artista gravou três álbuns e participou de festivais internacionais nos Estados Unidos e na Europa, além de ter ganhado o antigo Prêmio Sharp, hoje Prêmio da Música Brasileira. (Assessoria de Comunicação Ministério da Cultura)

Rondônia

Dois Projetos foram selecionados pelo estado de Rondônia em especial pela cidade de Porto Velho – Ernesto Melo com o titulo do projeto " O poeta da CIdade" e Mãe Ya Nilda Da Oxum com o titulo do projeto " A Babalorixa dos mais Necessitados”. Os dois projetos foram desenvolvidos pelo técnico especialista em Projetos Culturais Judilson Dias