segunda-feira, 6 de julho de 2020

Relíquia da Madeira Mamoré é a mais nova atração turística do Memorial Rondon


No último dia 4 de julho, a Estrada de Ferro Madeira Mamoré completou 113 anos do início de sua construção.
Exatamente no dia 4 de julho de 1907, cumprindo uma tradição dos Estados Unidos de que, no dia de sua Independência o Independence Day as empresas americanas, que estivessem atuando em território estrangeiro, deveriam, no caso de construção de Ferrovias, dar início às obras, pregando simbolicamente um PREGO DE PRATA no assentamento do primeiro trilho, o que, segundo alguns pesquisadores da história da construção da ferrovia Madeira Mamoré, aconteceu em Porto Velho, no dia 4 de julho de 1907.
“A partir desta data, lembra o historiador Francisco Matias, o acampamento da May & Jeckill daria lugar ao povoado denominado Porto Velho do Rio Madeira, ou, Porto Velho de Santo Antônio ou, simplesmente, Porto Velho. Seja como for, o povoado nasceu com as feições norte-americanas, com placas indicativas em inglês, onde se falavam vários idiomas, mas sobressaia-se o inglês como língua oficial”.
Passados exatos 113 anos, sábado passado, dia 4 de julho de 2020, talvez sem se dar conta, de que aquela era uma data histórica, a Superintendência de Turismo do Estado de Rondônia – SETUR promoveu o traslado da locomotiva Baldwin nº 6, do Complexo da Madeira Mamoré, para o Complexo Turístico Memorial Rondon que fica na antiga Vila de Santo Antônio. “O Memorial é o produto turístico com maior número de visitantes registrados no Estado” lembra o Superintendente da Setur Gilvan Pereira Júnior.

AMPLIAÇÃO DO MEMORIAL


O Projeto Ampliação Memorial Rondon, desenvolvido pela SETUR, teve início em 2019 e entre outras melhorias, incluía em uma de suas ações, a transferência da Locomotiva para o Memorial.
Após diversas tratativas frustradas em busca de emendas parlamentares, em meados de março, foi dado início às tratativas com a Santo Antônio Energia, também responsável pela revitalização da Estrada de Ferro Madeira Mamoré e fundamental para a concretização desta etapa do projeto.
Tal feito só foi possível através de contrato feito pela Santo Antônio Energia com a empresa JJ Construções, responsável pela execução do serviço. A operação aconteceria na sexta-feira 03, mas teve que ser adiada devido à chuva.
O projeto de restauração contará com parcerias e a supervisão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN e Ministério Público. “Recuperada, a locomotiva poderá ser vista pelo público local e por turistas brasileiros e estrangeiros”, disse Gilvan.
AGRADECIMENTOS
Em paralelo, destacamos a importância do DER que, em tempo recorde, elaborou o projeto, preparou a base que receberia a locomotiva no Memorial Rondon, com aprovação do IPHAN, e realizou serviços de terraplanagem na estrada para que não houvessem danos no momento da transferência da locomotiva.
Ressaltamos que todos os projetos e ações foram submetidos a aprovação do IPHAN, que não apenas aprovou, como também se fez presente em todos os procedimentos.
Também se fez necessária a autorização da FUNCULTURAL para a retirada da Locomotiva, assim como emissão de declaração autorizativa para contratação de seguro para o deslocamento.
Neste ponto, agradecemos a participação do Vereador Aleks Palitot, responsável pelas articulações com empresários para o levantamento do montante necessário para a contratação de seguro para o deslocamento da locomotiva. Agradecemos também a administração da Associação dos Ferroviários que autorizou e acompanhou de perto todas as etapas de execução desta parte do projeto. Destacamos também a colaboração da ENERGISA, que deu suporte durante todo o procedimento, acompanhou a locomotiva no trajeto da EFMM até o Memorial Rondon e fez todos os procedimentos necessários para que tudo ocorresse com segurança e sem incidentes.

O superintendente da Setur, fez questão de destacar e agradecer a equipe da Setur responsável pela ação, que culminou com o traslado da Locomotiva nº 6 para o Memorial Rondon. “Quero dizer que tenho orgulho de contar com uma equipe tão dedicada como essa da Setur, obrigado a todos”, finalizou Gilvan Pereira.

sábado, 4 de julho de 2020

Carnaval de 1970 – Os Diplomatas do Samba perde pela 1ª vez para a Pobres do Caiari


No carnaval de 1969, a escola Império do Samba Pobres do Caiari saiu da avenida, na visão da maioria dos que assistiram os desfiles daquele ano, como campeã.
Realmente, a escola do bairro dos Categas se apresentou muito bonita e luxuosa, as fantasias nas cores amarelo e preto (uma réplica da roupa usada pelos integrantes do Conjunto The Clevers na capa do LP daquele ano), os integrantes da bateria usavam Smoking Summer e as demais alas, fantasias luxuosas.
Quando os envelopes com as notas dos jurados foram abertos, a Diplomatas foi consagrada campeã do carnaval daquele ano.
MARISE CASTIEL ASSUME O CAIARI
Acontece que a professora Marise Castiel foi uma das juradas no carnaval de 1969 e votou na vitória da Diplomatas do Samba.

No livro “Professora Marise Castiel e Rondônia: Educação, Cultura e Política” às páginas 332, a autora Sandra Castiel reproduz a foto de uma matéria publicada num jornal impresso da época, com o seguinte texto:
“Há 20 anos aproximadamente, a então diretora de educação do Território professora Marise Castiel saía do palácio Presidente Vargas... quando encontrou um grupo de jovens residentes no bairro do Caiari.  Eles – conta dona Marise, reclamaram que eu, mesmo morando no bairro, havia dado a vitória para a escola Diplomatas do Samba. Expliquei que a Diplomatas desfilara melhor, mais organizada e me coloquei a disposição para o caso de precisarem de uma ajuda... uma noite (quase na porta do novo carnaval), cheguei em casa e encontrei 20 me esperando. Foi assim que entrei para o carnaval de escola de samba de Porto Velho” conta Marise Castiel
Sinhá Moça e a Abolição
Assim que assumiu a escola, dona Marise reúne a diretoria e apresenta o enredo “Sinhá Moça e a Abolição”, baseado no livro “Sinhá Moça” de autoria de Maria Dezonne Pacheco Fernandes.
SAMBA ENREDO
Decidido o desfile de 1970, Marise Castiel convida até sua casa, o até então Mestre de Bateria da escola Silvio Santos e lhe entrega o livro de Maria Dezonne dizendo: “Leia este livro e me faça um samba enredo! ”  Silvio ponderou: Dona Marise eu não sei fazer samba enredo, aliás, nunca fiz e ela, o José Carlos Lobo me disse que você sabe compor samba, portanto, leia esse livro e faça o samba da escola para o carnaval de 1970.
Faltando poucos dias para o carnaval, Silvio após pressão da diretoria, apresentou o samba enredo cujo refrão, é “Abolição, abolição, Sinhá Moça e a Abolição”.  A Caiari pela primeira vez, ganhou um carnaval da Diplomatas do Samba.
PRIMEIRA DERROTA DAIPLOMATAS

A escola Os Diplomatas do Samba venceu todos os carnavais, entre os anos de 1959 até 1969. Em 1970, com a professora Marise Castiel comandando o carnaval da Pobres do Caiari, a vermelho e branco perdeu a hegemonia do carnaval de Porto Velho.
AS MANCADAS NO DESFILE DE 1970
Ao tomar conhecimento de que a rival Pobres do Caiari apresentaria Enredo no seu desfile de 1970, a diretoria da Diplomatas ficou apavorada, reuniu seus principais integrantes e colocou na mesa o problema. Alguém sugeriu que para enfrentar a rival Caiari, seria interessante que a escola apresentasse um enredo, explorando praticamente a mesma história e então, fixou decido que a escola apresentaria um enredo baseado na História do Brasil destacando alguns episódios como, o Grito do Ipiranga (Independência), a Assinatura da Lei Áurea que libertou os escravos, entre outras.
Como até então a escola não havia colocado enredo algum na avenida, também não contava com um compositor com especialidade em samba enredo. Foi aí que aconteceu o primeiro impasse, um dos diretores, sugeriu que se usasse um samba enredo de uma escola do Rio de Janeiro, até aí tudo bem, porém, esse diretor juntamente com outro integrante da agremiação resolveu assinar como autor do samba, que se não estou enganado, era da escola Salgueiro do Rio de Janeiro “História da Liberdade no Brasil” de Áureo Campagnac de Souza e Aurinho da Ilha.

O azar da Diplomatas foi que o Cabo Manuel o cara que comandava a distribuição de passagens da FAB em Porto Velho e que era salgueirense, foi ao Rio e trouxe um disco Compacto Simples, com o samba enredo do Salgueiro de 1967 e presenteou sua amiga Adelaide Maloney que desfilava como destaque na Pobres de Caiari que no dia do desfile, levou aquele disco para a avenida e antes do desfile começar, botou pra tocar para os jurados, provando que o samba da Diplomatas era o mesmo samba do Salgueiro, assim a Diplomatas desfilou sem concorrer ao quesito samba de enredo.
Outra mancada: Colocaram D. Pedro montado num cavalo (de verdade), fato proibido até os dias atuais e o pior, a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea utilizando uma CANETA BIC.
Não deu outra, a Escola de Samba Pobres do Caiari, pela primeira vez, ganhou um título no carnaval de Porto Velho.
O desfile daquele ano foi na avenida Pinheiro Machado a primeira rua a receber asfalto em Porto Velho.

sexta-feira, 3 de julho de 2020

Lenha na Fogueira - 04.07.2020


A população de Porto Velho está pior que o povo das comunidades Cariocas.
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Lá a população não sabe como se defender da guerra entre a Milícia e os Traficantes de Drogas que provocam a morte de inocentes, vítimas das balas perdidas.
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É o povo sem ter pra onde correr, no meio do tiroteio.
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E o que isso tem a ver com a população do estado de Rondônia e em especial da capital Porto Velho?
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A diferença é que em Porto Velho, o que está acontecendo, é uma GUERRA DE EGOS protagonizada pelo Governador X Prefeito.
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Semana passada o prefeito da capital rondoniense, Hildon Chaves utilizou tudo quanto foi meio de comunicação, acusando o governo estadual de não estar colaborando com a prefeitura, no sentido de destinar medicamentos utilizados em pacientes positivados com o coronavírus.
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Depois dessas acusações a Justiça chamou os dois lados para uma Audiência Publica Virtual que contou com a participação de entidades que têm a ver com o problema que provocou a Pandemia.
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No final da Audiência, o Magistrado que a presidiu, conseguiu que as partes entrassem num acordo e alguns municípios, em especial Porto Velho, voltasse a fase 1ª do Decreto do Governo Estadual, ou seja, que parte do comercio voltasse a ser fechado.
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Acontece que ontem, viralizou nas redes sociais um vídeo no qual o governador Marcos Rocha desabafa e acusa o prefeito de Porto Velho, de não estar cumprindo sua parte, no combate ao novo coronavírus, por não estar cumprindo o PROTOCOLO que indica, que a prefeitura tem a obrigação de distribuir através de sua rede de Unidades de Pronto Atendimento (UPA’s), e Unidades Básicas de Saúde (Posto de Saúde), o KIT com os medicamentos utilizados pelos infectados com o Coronavírus.
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As palavras do governador acusando o prefeito de prevaricação, quando o assunto é cuidar da saúde da população da nossa capital, são mais do que ásperas. É um desabafo de quem se sentiu traído pelo melhor amigo;
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Veja o desabafo do governador: “Isso aqui é um desabafo, porque acho um absurdo o que está acontecendo, o estado teve que fazer Drive Thru para poder entregar medicamentos que deveriam estar sendo oferecidos na Rede Básica de Assistência à Saúde, deveriam estar sendo oferecidos pela prefeitura de Porto Velho. Eu tenho certeza que se estivéssemos entregando medicamentos logo no início quando a pessoa apresentou sinal de gripe ou resfriado, antes mesmo do resultado do exame, entrando com os medicamentos necessários...  etc. & coisa e tal”.
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O governador diz com todas as letras, que a prefeitura de Porto Velho tem dinheiro para isso, ou seja, para comprar os medicamentos que formam o Kilts que está salvando muita gente.
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Enquanto eles brigam, o povo continua sofrendo com as baixas provocadas pela Covid 19.
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Ontem Porto Velho amanheceu com apenas 4 leitos de UTI disponível. No final da tarde o secretário de saúde anunciou a liberação de mais alguns leitos de UTI no Hospital de Campanha (Regina Pacis) e o índice de ocupação passou de 96% para 80%
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Isso quer dizer, que a população de Porto Velho a qualquer momento, se é que não já estar, pode começar a contabilizar perdas de vidas por falta de LEITOS DE UTI.
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Enquanto eles defendem seus EGOS o povo que se lixe...

Seleção busca revelar talentos de roteiristas estreantes no Brasil


Roteiristas estreantes de todo o país terão a chance de conquistar visibilidade e se qualificar para atuar no mercado audiovisual. A Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) lançou nesta quarta-feira (01.07) o edital do Concurso Novos Roteiros Originais - Edição Brasil, que vai premiar um total de 45 histórias de filmes de longa e curta metragem e séries que ainda não tenham sido filmados ou exibidos profissionalmente.
A seleção, organizada em parceria junto à Secretaria do Audiovisual (SAv), órgão da Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, e o Instituto de Conteúdos Audiovisuais Brasileiros (ICAB), é aberta a pessoas físicas maiores de 18 anos de idade. Os vencedores receberão uma ajuda financeira de até R$ 15 mil, conforme a categoria, de forma a proporcionar o aperfeiçoamento e a adaptação dos trabalhos com vistas à possível produção das obras.
“O objetivo é revelar novos talentos que nunca tiveram a chance de ver seu roteiro produzido e apresentado em festivais, além de fomentar o mercado audiovisual brasileiro com novas ideias, contribuindo para a democratização do setor”, explica o chefe da representação da OEI no Brasil, Raphael Callou. Os selecionados vão ser treinados por Script Doctors (profissionais que aperfeiçoam roteiros), além de participar de conferências com grandes roteiristas.
O ICAB promoverá, ainda, um encontro dos 45 vencedores junto aos principais players do mercado, como canais e plataformas de conteúdos em operação no Brasil, emissoras de televisão aberta e fechada, produtoras e distribuidoras, visando à aproximação dos novos roteiristas com o ramo audiovisual. As inscrições, totalmente gratuitas, seguem até 31 de agosto deste ano, e a escolha dos roteiros caberá a uma comissão formada por, no mínimo, dois especialistas.
Serão aceitos apenas roteiros em Língua Portuguesa, e a organização rejeitará trabalhos adaptados de outras fontes ou formatos, como livros, peças de teatro, músicas, novelas e histórias em quadrinhos, mesmo que autorizados pelo detentor dos direitos. Os resultados da seleção vão ser publicados nos sites do ICAB, da OEI e da SAv, e a entrega dos prêmios ocorrerá em solenidade a ser definida posteriormente. Mais informações no site do concurso
APOIO - O concurso é financiado pela OEI, por meio do Programa de Fortalecimento do Processo de Divulgação e Internacionalização da Produção Audiovisual Brasileira na Ibero-América, criado em 2018 com o objetivo de lançar iniciativas inovadoras no setor. A entidade sustenta que o fomento à cultura, além de potencializar o diálogo e a convivência democrática, contribui para o desenvolvimento de arranjos econômicos criativos locais.
Edição: Rafael Brais

quinta-feira, 2 de julho de 2020

Lenha na Fogueira - 03.07.2020

Equipe técnica da Funcultural

Mais de 40 lives serão apresentadas, a partir do dia 16 deste mês, diretas do Mercado Cultural.
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Graças a iniciativa da Funcultural de Porto Velho, que se comprometeu e com certeza, vai disponibilizar o aparato técnico para a transmissão das lives.
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A equipe da Funcultural estará dando todo apoio aos artistas selecionados para apresentarem lives, inclusive com cenário que será montado no interior do Mercado Cultural.
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O sorteio que definiu a ordem de apresentação, aconteceu na tarde de ontem 02, com transmissão ao vivo, via face da Funcultural.
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Em obediência a portaria nº 11 de 29 de junho, o Projeto da Funcultural só vai começar no dia 16 deste mês de julho.
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O Grupo de Boi Bumbá Diamante Negro foi sorteado para abrir as lives no dia 16, seguido do grupo de Capoeira da Fecaron e a dança do Moisés Menezes.
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No segundo dia de apresentação das lives, vamos curtir os shows do Grupo de Pagode Mistura Brasileira; seguido do sertanejo Henrique Araújo e do instrumental Rose & Nicodemos.
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Por falar nisso, a Sejucel, liberou os vídeos dos grupos que se apresentaram no Arraial Flor do Maracujá do ano passado.
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Acontece, que alguns grupos, optaram em enviar à Federon, suas apresentações do ano passado, gravadas pela Sejucel.
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É que a empresa que está editando os vídeos, que serão apresentados no Arraial Flor do Maracujá Virtual, uma iniciativa da Federon/Unajup, comunicou à direção das entidades produtoras do evento, que para utilizar os vídeos produzidos pela Sejucel, era necessária autorização por escrito da Superintendência.
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Ontem a Sejucel através de seu superintendente Jobson Bandeira, liberou através de oficio, a utilização dos vídeos pela produção do Arraial Flor do Maracujá Virtual.
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A direção da Federon leia-se presidente Fernando Rocha, me ligou, solicitando que publicasse nesta coluna, agradecimentos ao superintendente da Sejucel Jobson Bandeira e a Coordenadora de Cultura Carmélia, pela compreensão.
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Taí o agradecimento Fernando Rocha, que depois de nem sei quantos pleitos, este ano, não vai ser candidato a vereador.
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Por falar em eleição, a deste ano foi transferida de outubro para novembro. Aliás, voltamos ao tempo de Arena & MDB quando as eleições eram realizadas no dia 15 de novembro.
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Voltando as lives que serão apresentadas a partir do dia 16, diretamente do Mercado Cultural.
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O segmento musical que mais vai contar com representantes, é o segmento do rock'n'roll, seguido do Samba & Pagode.
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Do pessoal do samba temos o Toninho Tavernard, Reginaldo Makumbinha, Silfarney Silva, Louro Rodrigues entre outros.
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Com o apoio cultural do gabinete do vereador Valdemar Neto o Flor do Maracujá Virtual, está deixando os folcloristas ouriçados. Ta parecendo até com o Arraial Presencial, é um corre sem sair de casa, na expectativa de que seu grupo vai ser o mais visualizado, no dia da sua live, no Flor do Maracujá Virtual.
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Eu, como não estou nem aí, se meu grupo Boi Bumbá Corre Campo vai ou não conseguir um bom índice de visualização, no dia de sua apresentação 18 de julho.
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Apenas posso garantir, que o show que a direção do Corre Campo escolheu, é uma, se não a melhor apresentação do Gigante Sagrado nos últimos dez anos.
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Enquanto isso, o governo estadual não sabe pra onde correr, para um lado, tem os deputados ameaçando trancar a pauta de votação na Ale caso o governador não volte atrás, quanto a recomendação do fechamento do comercio, em vários municípios. O presidente da ALE é que mais está “invocado”, com a determinação do governador, pois, um dos municípios que fazem parte das proibições é o seu reduto eleitoral Ji Paraná.
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Por outro lado, são as entidades representantes, da categoria da saúde médicos, enfermeiros etc. que indicam que só com o isolamento, mesmo que seja restritivo, vamos vencer o avanço do novo coronavírus.
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Uma coisa é certa, todos somos responsáveis, pelo combate ao novo coronavírus. Ficar em casa, é o melhor remédio e se por acaso tiver que sair, não esquecer de usar máscara, lavar as mãos com água e sabão e usar álcool em gel.
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O resto é live!

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Lenha na Fogueira - 02.07.2020


E o mês de julho chegou, chegou trazendo esperança de dias melhores, chegou com a notícia de que uma das vacinas contra o coronavírus, já est, á sendo testada e os testes estão dando certo. Graças a Deus.
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Que venha logo nos livrar desse mal, que está provocando muita dor entre familiares e amigos no mundo inteiro.
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Voltando ao assunto cultura.  A turma tá animada com a aprovação da Lei Aldir Blanc. Tem um detalhe se o artista não estiver cadastrado, não vai ter direito a nada.
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Segundo o presidente do Conselho Estadual de Cultura o cadastro ainda pode ser feito, através da página do Conselho no face book. Caso seu cadastro seja aprovado, você vai fazer jus a receber três parcelas de R$ 600, mangos.
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Vai lá que daqui a pouco não vai dar mais tempo. Vamos nessa que a Lei Aldir Blanc chegou para aliviar a vida dos artistas
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Quem está de vento em popa, é a produção do Arraial Flor do Maracujá Virtual, que segundo sua coordenação vai começar no próximo dia 10.
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A empresa contratada pelo gabinete do vereador Valdemar Neto já começou a edição dos vídeos enviados pelos grupos folclóricos.
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Alguns entraves foram superados e a produção está conseguindo trabalhar os vídeos com as apresentações dos 27 grupos que enviaram seus vídeos;
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Pois é, alguns grupos não acreditaram que o evento daria certo e não seus vídeos, por isso dos 40 grupos que costumeiramente se apresentam no Flor do Maracujá presencial, apenas 27 acreditaram na Federon e na Unajup;
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Ontem alguns desses grupos, vendo que o negócio vai acontecer mesmo, correram atrás, porém, como diz o ditado: “Inez é morta”.
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Outro problema sanado, partiu de uma autoridade que andou falando, que a Federon não poderia realizar o Arraial Virtual, alegando que a Federação de Grupos Folclórico estar inadimplente com o governo.
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Não tem nada a ver, pois, O Flor do Maracujá Virtual é uma produção particular, não tem nada a ver com o governo estadual e nem municipal.
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Não vai receber nenhum subsídio oficial assim como não está recebendo apoio nenhum, nem da Sejucel e nem da Funcultural.
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Pois é, além de não criarem nada, ainda tentam atrapalhar. É o fim da ‘Picada’.
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Vem cá, o Isolamento restrito ainda está valendo, ou é só conversa pra boi dormir? Pelos manos ontem, o comercio da Jatuarana estava praticamente todo aberto.
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De qualquer maneira é bom que não esqueçamos de lavar as mãos com água e sabão, usar álcool em gel e se for sair, usar máscara.

Livro transforma poesia num mosaico de sentimentos


Um mural de camadas que vão se sobrepondo umas às outras. Essa é a sensação que a escritora Alexandra Vieira de Almeida pretende transmitir para o leitor por meio do livro "Painel", que chega à sua segunda edição. A ideia é criar, por meio das poesias, um mosaico com elementos variados, misturando, em suas páginas, o subjetivo, o onírico e o denso. 
Segundo a autora, a obra se caracteriza principalmente pela pluralidade. A escritora explica que o título do livro tem ligação com a representatividade de um mosaico, como um verdadeiro caleidoscópio, onde o sonho e a realidade se mesclam. Para a poeta consagrada Astrid Cabral, a poesia de Alexandra "nocauteia a realidade".
Nas páginas, a poeta carioca procura a metáfora como forma de apresentar a potência poética junto de diferentes imagens dimensionadas pelo onírico. Símbolos do inconsciente são lapidados pela arte como forma de trazer o interior para o exterior. "O dentro e o fora se conjugam belamente em muitos dos poemas metalinguísticos que abordam o próprio fazer da poesia", comenta Alexandra.
Para Marcelo dos Santos, Doutor em Literatura Comparada pela UERJ, responsável pela orelha de "Painel", a escritora "conduz o leitor para um lugar poético, construído por seus versos imagísticos no momento mesmo em que convite e imaginação se articulam".
  
Ficha técnica:
Livro: Painel, segunda edição
Autora: Alexandra Vieira de Almeida
Gênero literário: Poesia
Editora: Penalux
Tamanho: 21 cm x 14 cm
Páginas: 98
Preço: R$ 38,00