quarta-feira, 3 de abril de 2019

Livro - Porto, Velho Porto Histórias da cidade onde nasci e vivo


Autor: Sílvio M. Santos
Praça Mal. Rondon
Nesta edição damos continuidade às histórias que fazem parte do livro de minha autoria, que está prontinho para ser publicado, “PORTO, VELHO PORTO – HISTÓRIA DA CIDADE ONDE NASCI E VIVO”.
São histórias que pesquisei em publicações de vários autores que se preocuparam com a nossa história como Esron Menezes, Amizael Silva, Abnael Machado de Lima, Yedda Bozarcov, Manoel Rodrigues, Hugo Ferreira e em especial do meu amigo professor Francisco Matias, porém, a maioria das histórias relatam fatos vividos por mim, já que apesar de ter nascido no Distrito de São Carlos, vivi minha infância, adolescência e vivo até hoje, em Porto Velho. Muitas das histórias que os amigos tomarão conhecimento a partir de hoje, são exclusivas, pois foram vividas por mim, como é o caso do “Trem da Feira” e muitas outras. Infelizmente pelas normas acadêmicas, meu livro não pode ser considerado como de História, porém, as histórias nele contidas, posso garantir, (a maioria. foram vividas por mim) e as demais, são fruto de dias e dias de pesquisas.
Se você empresário editor, se interessar em produzir o meu Livro, entre em contato através do celular: (69) 9 9302-1960


No tempo do Vaticano
Casa Seis

Segundo Esron de Menezes onde hoje, é a sede dos Correios na Presidente Dutra com a Sete de Setembro existia um casarão. "Não sei por que chamavam de VATICANO, ali funcionava um posto fiscal de Mato Grosso". Talvez, prossegue o historiador, por ter sido a sede dos Salesianos a população passou a chamar de "Vaticano".
Os casarões construídos para abrigar os operários da Madeira Mamoré ficavam entre a Rua Divisória (Presidente Dutra) e a Farquar. Na hoje Sete Setembro, começando no meio da Rua Rogério Weber até a sede do Sated era a Casa Três, onde é o Sated foi a pensão Guaporé, onde está à sede do Ferroviário era o Clube Internacional, no local onde hoje fica a Capitania dos Portos era a famosa Casa Seis.
Na Rogério Weber sentido Caiari onde hoje existe o Centro de Formação de Professores foi o Hotel Brasil; Entre o mercado Central e o prédio do relógio com frente para Farquar existia um casarão onde funcionou a sede da prefeitura no tempo de Guapindaia. Já na década de sessenta serviu como alojamento dos jogadores do time do Ferroviário e abrigo dos "Arigós" (nordestinos que chegavam em Porto Velho).


A Casa do Bispo
Banda da Guarda Territorial - A Furiosa
Atrás do Palácio Presidente Vargas na Presidente Dutra com a D. Pedro II, existe uma casa que segundo o Cap. Esron Menezes, foi construída pelo comerciante Albino Henrique. "O governo comprou a casa do Albino Henrique e transformou-a em residência do Secretário Geral do Governo (uma espécie de vice-governador)". Lá morou o doutor Hosana Bularmarques, doutor Pamplona e o Moacir de Miranda o mais conhecido entre os Secretários.
Por que dizem que ali era a casa do Bispo?
Porque ali foi realmente o Bispado, o governo deu a casa para o Bispo e depois tomou. Naquele tempo, não lembro se foi o governador Araújo Lima ou se foi outro, quem deu a casa para o Bispo Dom João Batista Costa morar e usar como bispado, depois, já no tempo da revolução de 1964, veio o coronel Cunha Menezes e tomou a casa do Bispo".

A Catedral Metropolitana


A primeira catedral de Porto Velho foi construída onde é o palácio do governo. Acontece, conta Esron, que quando a construção já estava bem avançada, inclusive com a "nave" praticamente toda pronta, deu um temporal e derrubou tudo. Daí resolveram construir a catedral no local onde ela está hoje, ou seja, em frente à sede da Prefeitura Municipal.
As retretas da Praça Rondon
Quando eu completei quatro anos de idade, minha mãe veio morar em Porto Velho logo após o sepultamento do meu pai em Guajará Mirim. Lembro que para nos sustentar ela resolveu colocar "banca" na feira livre, onde vendia comida aos beradeiros.
A feira, quando aqui chegamos, funcionava em frente ao Mercado Municipal justamente onde hoje é a praça Getúlio Vargas em frente ao palácio.
Em 1952 a feira foi transferida para a então Rua do Coqueiro (hoje Euclides da Cunha), entre a sede do Clube Internacional (hoje Ferroviário) e a Usina de Energia Elétrica do Salft (sede da Ceron hoje), onde ficou até 1.958, quando o governador Ênio dos Santos Pinheiro Inaugurou o barracão da Feira Modelo que hoje é conhecido como Mercado Central entre a Euclides da Cunha e a Farquar.
Deu pra notar, que minha infância e adolescência foi vivida entre a Beira do Madeira e a José de Alencar. Por muito tempo moramos na Rua Farquar justamente em frente a Feira Modelo. Dali, vi o fogo destruir a padaria do Raposo (onde é a Guitar Music), a destruição também pelo fogo, dos Quiosques que existiam ao lado da Estação e da Cooperativa da Estrada de Ferro.
Os desfiles carnavalescos aconteciam na Presidente Dutra entre a D. Pedro II e a Sete de Setembro, bom! O que quero dizer, é que um dos pontos mais frequentados por nós e a população de Porto Velho aos domingos, era a Praça Rondon. Na Rondon enquanto esperávamos o início da primeira sessão do Cine Reski ficávamos paquerando as meninas e curtindo a Retreta que era realizada pela "Furiosa" a nossa Banda de Música da Guarda Territorial.
Todos os domingos, a Banda estava lá. Quem não gostava de ficar rodando na praça, ficava nas mesas do Restaurante e Bar Plaza que era bem ao lado da praça (antes, a pista da esquerda da rua Presidente Dutra separava a praça, do prédio aonde foi a loja Baú). O burburinho de gente aumentava na Rondon, tão logo terminava a matinê do cine Reski e do cine Brasil por volta das 18 horas e só terminava, quando começava a segunda sessão do cine Reski por volta das 21 horas.
O refrigerante da moda era o Grapete, a Coca Cola ainda não havia chegado a Porto Velho e após a matinê, a gente ia tomar sorvete na sorveteria Elite que ficava na Rua José de Alencar com a Sete de Setembro, em frente à loja dos Reski. “Quem bebe Grapete, repete” dizia o reclame. Seguindo pela Sete, onde hoje é o Banco Santander era o cine Avenida, mais conhecido como Cine Lacerda porque era da família Lacerda.
Cine Teatro Rescki
Tinha uma turma que preferia ficar no Clipper do João Barril que ficava no meio da Avenida Sete com a presidente Dutra, os mais conservadores preferiam o Café Central.
Quando o Café Santos passou a funcionar, no prédio construído pelo Joaquim Pereira da Rocha na esquina da Prudente de Moraes com a Sete de Setembro, abalou um pouco o movimento da praça Rondon. Aliás, em frente ao Café Santos ficava a Pernambucana que depois foi para onde hoje é uma loja da Romera.
Na praça Jonathas Pedrosa, que era cortada ao meio pela Rua José Bonifácio, existia o Posto São Luiz e foi lá, o primeiro terminal de transporte coletivo em Porto Velho cujos carros eram Kombi. A Sete de Setembro da praça Jonathas Pedrosa até a Gonçalves Dias não existia, era um buraco só. É por isso que existe a Rua Barão do Rio Branco (era o desvio da Sete).
A Porto Velho da minha infância e adolescência não passava da Joaquim Nabuco, mas era muito gostosa de viver

terça-feira, 2 de abril de 2019

Lenha na Fogueira - 03.04.19


O Flor do Maracujá é a pauta da hora. Ontem a Sejucel reuniu as entidades que representam os grupos folclóricos em Porto Velho no teatro Guaporé, para colocar o que o governo pretende a respeito da realização do Arraial.
*********
Ontem durante um programa de rádio bastante conhecido e ouvido, o governador Coronel Marcos Rocha foi o entrevistado da mesa de apresentadores. No final do programa, um dos integrantes da Mesa perguntou: “Governador, e o Flor do Maracujá?”.
*********
Com a quela tranquilidade que lhe é peculiar, o governador respondeu: O Jobson superintendente da Sejucel está cuidando disso e posso garantir, que como sempre, será uma grande festa. Vamos nos encontrar la” finalizou o governador.
**********
Foi aí que um dos apresentadores, numa infelicidade fora do comum, fez o seguinte comentário. “O Flor do Maracujá precisa voltar a ser como era antes. Hoje ACABARAM COM O FLOR DO MARACUJÁ!”.
*********
Eu estava ouvindo o programa e fiquei abismado com a declaração do LOCUTOR. Amigo, me explica sobre essa frase infeliz: “ACABARAM COM O FLOR DO MARACUJÁ!”.
**********
Mesmo o grupo de comunicação dirigido pelo apresentador em apreço, deixando de cobrir o Arraial, após deixar a Federon a ver navios quanto a Prestação de Contas referente a um convênio de mais de Hum Milhão e Meio que foi firmado pela direção da Federon mais, cujo recurso, era destinado ao pagamento que o governo do estado fez pela transmissão ao vivo das apresentações folclóricas daquele ano no Arraial Flor do Maracujá. Tudo bem que o governo só passou a metade dos recursos previsto no convênio, por isso a prestação de contas não foi aceita pelo TCE que exigia que a prestação teria que ser feita, referente ao valor total que era de R$ 1.600 Milhão.
**********
Não sou doido de afirmar que o grupo de comunicação não apresentou a prestação de contas. Apresentou sim, do dinheiro recebido que foi a metade do valor do convênio, que até hoje, não saiu, mais o TCE cobra da Federon essa prestação total o que é priticamente impossível, já que o dinheiro não foi repassado.
**********
Depois dessa, nunca mais vimos o grupo fazendo a cobertura do Flor do Maracujá e aí o locutor vai e fala na frente do governador que “ACABARAM COM O FLOR DO MARACUJÁ”. Considero essa declaração de mal gosto. É como diz o dito popular: “Cuspiu no prato que comeu”.
**********
Como é que o Maracujá está acabado, se a média de público registrada ano passado em suas 12 noites de apresentações folclóricas, foi estimada em 10 MIL pessoas noite.
**********
Perguntem aos ambulantes e donos de restaurante que atuaram no Flor do Maracujá, nesses 5 anos que o Arraial vem sendo coordenado pela Federon, se eles tem alguma coisa a reclamar. Se algum dia do Arraial eles tiveram prejuízo!
**********
São esses tipos de declarações descabidas, que levaram o superintendente da Sejucel, afirmar na reunião que aconteceu ontem no teatro Guaporé com os grupos folclóricos, que com a Federon não existe acordo.
*********
Por falar nessa reunião, achamos legal a atitude dos dirigentes da Liga de Boi Bumbás – Guarnecer, União de Grupos de Quadrilhas – UNAJUP e Associação Folclórica de Boi Bumbás do Estado de Rondônia – AFBBRON.
*********
Que declaram apoio à FEDERON. Não disseram, mais deixaram no ar, que: “SÓ VAMOS PARA O Flor do Maracujá se a Coordenação For da Federon”.
**********
O Fernandão quase tem um troço ao ver que os grupos estão fechados com a entidade por ele dirigida.
***********
Depois dessa, só ficando na espera da retratação daquele apresentador, sobre a frase infeliz: “ACABARAM COM O FLOR DO MARACUJÁ”
************
Foi só o 1º capítulo, de uma novela que vai demorar a chegar aos finalmente!

Sejucel discute Maracujá com grupos folclóricos


Dirigentes das entidades representantes dos grupos folclóricos de Porto Velho, participaram na manhã de ontem 02, no teatro Guaporé, da reunião convocada pelo Superintendente da Sejucel Jobson Bandeira na qual foi colocada para apreciação dos folcloristas, as diretrizes do governo de Rondônia para a realização da 39ª Mostra de Quadrilhas e Bois Bumbás – Arraial Flor do Maracujá.
Segundo o superintendente da Sejucel. “Nossa intenção é realizar o Flor do Maracujá deste ano, dentro da legalidade, para tanto, dependemos apenas da colaboração dos grupos folclóricos, da garantia da participação dos grupos em sua maioria. Fomos informados que existem cadastrados quarenta (40) grupos, se apenas 19, concordarem em participar, o Arraial pode até acontecer, porém sem a participação do governo do estado”, disse Jobson. O superintendente também foi enfático ao afirmar, que cumprindo orientação de órgãos controladores como o Ministério Público e Tribunal de Contas o governo do estado fica impossibilitado de firmar parceria com entidades que representam os grupos folclóricos que estejam inadimplentes com o governo. “Por isso estou abrindo o jogo com vocês: Se não contarmos com a adesão da maioria absoluta dos grupos folclóricos, não vamos firmar compromisso de realizar o evento este ano”. Disse Bandeira.
O presidente da Federação de Quadrilhas, Bois Bumbás e Grupos Folclóricos de Rondônia – Federon Fernando Rocha usou da palavra e fez um breve histórico sobre a realização do Arraial sob a coordenação de sua entidade desde 2014. “Ao contrário do que andam falando, a Federon desde 2014 vem realizando o Flor do Maracujá sem contar com aporte financeiro para os grupos, nem do governo estadual e nem do municipal e mesmo assim o Arraial jámais deixou de acontecer”, disse Fernando, contestando o Superintendente: “Gostaria que o senhor nos apresentasse, um documento qualquer, de qualquer dos órgãos de fiscalização como MP e TCE afirmando que a Federon não pode coordenar a realização do Flor, se o senhor me apresentar esse documento a Federon aceita ficar de fora”. Enquanto os representantes da Liga do Bois Bumbás – Guarnecer (Aluízio Guedes), União dos Grupos de Quadrilhas Juninas – Unajup (Mary Ciaynne) e o Presidente da recém-criada Associação de Bois Bumbás do Estado de Rondônia (Alex do Boi), foram claros ao afirmarem que suas entidades, apoiam a Federon e solicitaram ao Superintendente da Sejucel um tempo para se reunirem e decidirem se aceitam ou não a proposta do governo.


Flor do Maracujá em Junho

O superintendente Jobson Bandeira garantiu aos folcloristas, que graças ao apoio da deputada federal Mariana Carvalho e do deputado estadual Eyder Brasil e da parceria com a Funcultural de Porto Velho, o Flor do Maracujá está praticamente pronto. “Assim sendo, garantimos sua abertura, para o dia 28 de junho e término em 7 de julho, porém, tudo depende de vocês aceitarem a proposta do governo do estado”, finalizou Jobson.

Wernher Botelho: Adeus ao ‘mago’ dos carnavais e festivais de bois


Manaus – Morreu na manhã desta terça-feira (2), na capital do Estado do Amazonas, o artista plástico amazonense Wernher Botelho. A informação foi confirmada pelos irmãos dele, Waisser e Islene Botelho, por meio de redes sociais. “Você se foi, meu irmão e vai deixar um vazio enorme dentro de mim e em minha vida”, escreveu Iselene, em sua página no Facebook.
Conhecido nacionalmente por suas criações que encantaram não apenas o Carnaval de Manaus, mas também do eixo RJ-SP, ele também foi responsável por abrilhantar as indumentárias usadas pelos itens de Garantido e Caprichoso, no Festival Folclórico de Parintins. A causa da morte ainda não foi divulgada.
O folclorista presidente do Boi Bumbá Diamante N egro de Porto Velho Aluízio Batista Guedes, postou nas redes sociais o seguinte:

COMO DÓI MEU CORAÇÃO!

Odeio... odeio... odeio.... A morte!
Minha saudade será eterna pois nem um luto nessa vida será suficiente.
Como expressar em palavras aquilo que os meus olhos derramam em lágrimas, como expressar em palavras a dor que faz o meu coração quase parar de bater nesse momento. Você se foi, meu irmão, e vai deixar um vazio enorme dentro de mim e em minha vida.
Não sei se algum dia a minha vida voltará a ser o que era. Você leva uma parte grande da minha alegria de viver, das minhas recordações de infância, dos momentos mais felizes da minha vida ao seu lado. Você é o nosso caçula, o artista da família, o cara das mãos mágicas, que amava a sua arte, trabalhando dia e noite, o cara humilde, temente a Deus, devoto de N.S.de Auxiliadora.
Você foi um pai presente na vida de meus dois filhos, dando amor, carinho, me ajudando a criá-los. Nada que eu venha a fazer de agora em diante me trará plenitude, pois sempre faltará você para celebrar comigo.
Meu irmão amado, não consigo acreditar que você partiu, tão cedo, com tanta vitalidade! Tento não deixar a revolta tomar conta de mim, tento mentalizar nesse momento imagens bonitas e coisas boas, pois quero que você receba de mim as melhores energias, mas não consigo controlar a minha tristeza! Minha revolta, a minha dor.
Meu irmão, eu sei que você agora vai para um lugar melhor mais bonito do que este mundo perverso, mas me dói pensar que não terei mais você perto de mim. Olhe por nós, meu irmão amado, para que nós possamos encontrar a paz e a serenidade necessárias para lidar com a sua ausência daqui pra frente.
Leva contigo o meu amor eterno e o meu abraço muito forte! Olha por nós, pois estaremos sempre nos lembrando de você. Pelo filho maravilhoso que você foi pra nossa mãe, um irmão de coração tão bondoso, do tio amado, do primo querido e do amigo de sempre. Eu te amo, meu irmão. Eu te amo tanto Wernher. Não se preocupe mano, eu vou cuidar de nossa mãe pra você. Oh ! Deus como dói, como dói

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Lenha na Fogueira - 02.04.19


Hoje tem reunião entre o superintendente da Sejucel e dirigentes de grupos folclóricos de Quadrilha e Boi Bumbá. A convocação é para as 10 horas no Teatro Guaporé.
**********
Apesar de ontem ter sido o Dia da Mentira as conversas que rolaram entre os dirigentes de vários grupos folclóricos e a direção da Federon, são verdadeiras. Teve dirigente desabafando contra não sei quem, que segundo ele, quer tirar a administração do Flor do Maracujá da Federon.
*********
Acontece que a desconfiança, foi porque até determinada hora do dia de ontem, a Sejucel não havia convidado a direção da Federon para participar da dita reunião. Aí o pau quebrou via WatsApp.
**********
No meio da tarde o presidente da Federon Fernando Rocha comunicou que havia recebido um telefonema (mensagem) convidando a direção da Federon para a reunião. Apesar do desabafo do Fernandão, a paz voltou a reinar aparentemente no grupo.
*********
Sinceramente, se eu fosse o superintendente da Sejucel, não teria convocado essa reunião com todos dos grupos folclóricos. Teria apenas convocado os dirigentes da GUANECER e da ANAJUP mais os da Federon e passar para eles, o que o governo do estado pretende fazer em prol da Mostra de Quadrilhas e Bois Bumbás que acontece no Arraial Flor do Maracujá.
**********
Ora meus amigos, se exitem entidades que representam os grupos, como é o caso da ANAJUP que responde pelos Grupos de Quadrilhas e a Guarnecer que fala pelos Bois Bumbás e a Federon que tem as duas Associações como filiadas. Batava convocar as diretorias dessas entidades e passar o que o governo pretende com o Flor do Maracujá 2019.
**********
Estarei na reunião desta manhã, no Teatro Guaporé e espero que tudo dê certo e que os dirigentes dos saibam que o que a Sejucel está fazendo é apenas realizar uma grande festa. Tanto que o superintendente está garantindo que o Flor a partir deste ano volta a ser realizado ou pelo menos iniciado, no mês de junho. Que dizer volta a ser de verdade uma festa junina.
************
Se você não sabe a deputada federal Mariana Carvalho garantiu que vai marcar presença na reunião do teatro Guaporé. Ela que está colocando emenda par o Flor do próximo ano.
***********
Outra autoridade que vai marcar presença é o deputado estadual Sargente Eyder Brasil o dançarino de tudo quanto é ritmo.
***********
Enquanto o Flor do Maracujá não chega, o espetáculo “Confidências de um Espermatozoide Careca” volta aos palcos de Porto Velho nos dias 3 e 4 deste mês, ou seja, amanhã e depois no Teatro Guaporé.
**********
O Projeto Cumbuca Cultural apresenta novamente “Confidências de um Espermatozoide Careca”, que já foi considerado o melhor espetáculo de teatro pela crítica e pelo público (2000 e 2001). A duração do espetáculo é de 60 minutos e começa às 20 horas.
**********
Confidências de um Espermatozoide Careca” é um monólogo escrito pelo jornalista carioca Carlos Eduardo Novaes e retrata com humor a vida de um espermatozoide desde a sua concepção, passando pela infância, a calvície precoce, a primeira vez, o casamento, viagens, o Golpe de 64, a separação, as frustrações da vida e suas alegrias.
**********
Após 11 anos, a produção volta aos palcos com direção e iluminação de Suely Rodrigues, sonoplastia de Alexandre Lemos, cenários de Gibasan (in memorian) e a contrarregragem de Arlete Vrena, além da atuação de Geovani Berno e Jailton Viana.
**********
Serviço: O que? Peça teatral “Confidencias de um Espermatozoide Careca”- Local: Teatro Guaporé (Anexo ao Teatro Palácio das Artes, ao lado do Tribunal de Justiça de Rondônia – Rua Presidente Dutra, 4183 – Bairro Olaria).- Data: 03 e 04 de abril; - Horário: 20 horas. Valor: R$ 40,00. Contato: (69) 99245-0173 (adquirir ingresso antecipado a R$ 20,00).

Exposição de fotografia na Casa Ruante, em PVH

As exposições fotográficas e de multimídia “O Amor é Filho do Tempo” e “Nós Que Aqui Estamos Por Vós Esperamos”, ambas do Coletivo Madeirista, serão abertas nesta quinta-feira (4/4), às 19h30, na Casa Ruante, localizado na Rua José Bonifácio -1295, entre as avenidas Calama e Abunã. É uma mostra que fala de amor e vida”, afirmou Elizabete Christofoletti, integrante do Coletivo. A classificação é acima dos 16 anos e entrada é franca.
Na programação de abertura terá uma cena de Hamelet Machinin, interpretada por atores do Teatro Ruante; performance teatral de “Nós Que Aqui Estamos”, com Júnior Lopes; intervenção musical de Bira Lourenço na peça Réquiem, de Brahams, e interpretação musical do samba “O Amor é Filho do Tempo”, com a banda Zazumbeats.
O trabalho fotográfico “Nós Que Aqui Estamos por Vós Esperamos” foi contemplado com o prêmio de fotografia Dana Merril/2017, promovido pela Superintendência Estadual de Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel).
As mostras de fotografia e multimídia ficarão abertas ao público até o dia 19 deste mês (abril), das 16 às 20 horas. “A instalação da exposição é toda sensorial para que os sentidos daqueles que a visitam sejam ativados”, observou Elizabete Christofoletti, que assina “O Amor é Filho do Tempo”.
Cronograma
As duas exposições são, para melhor entender, divididas em nove estações. A primeira é o rito de entrada, onde o visitante passa por seis tapetes, entre eles, o de água, de tampinhas de garrafa (que representa o contato com a dor) e o de pedra, que configura a capacidade de transformação; a segunda é a “Parangolé” (feito com fitas de cetim e guizos), a terceira é “Formas Sociais de Amar’ (As cenas são produzidas com bonecos pequenos de plásticos);
A quarta estação é a de “Monóculos e a Cama de Hamelet (Esta é totalmente interativa, onde a pessoa, caso queira, poderá deitar na cama e contracenar na cena de “ Amor e Desamor”, de Hamelet e Ofélia); a quinta é “O Olho da Alma” (Momento em que o visitante olha para dentro de si de maneira reflexiva); na sexta estação ocorre o “Encontro com Dionízio”, com a música “Comida e Bebida”, que representa a transformação.
Já na sétima estação, a pessoa confronta com a possibilidade de morte e da vida em “Nós Que Aqui Estamos por Vós Esperamos”; na oitava estada o visitante se defronta com imagens de pessoas que já se foram e de frases de outras que estão próximas da morte. A ideia é que pensemos no tempo e na dádiva que é a vida”, declarou Elizabete. Por fim, a nona estação é formada por um longo corredor para que o visitante volte a si e reflita em relação a tudo que sentiu e viu nas duas exposições.
Serviço
Assunto: Exposição de Fotografia Multimídia
Data: De 4 a 19 de abril
Horário: Das 16 às 20 horas
Local: Casa Ruante
Endereço: Rua José Bonifácio, 1295 (Entre Calama e Abunã - próximo ao CNA)
Valor: Gratuito
Informações: 3224-2070

CULTURA - Biblioteca F. Meirelles premia estudantes no concurso de fotografia

A noite da última sexta-feira (29/3) foi de premiação na Biblioteca Municipal Francisco Meirelles, que realizou a 2ª edição do Concurso de Fotografias, entre estudantes da educação fundamental nível II (6° ao 9° ano) e do nível médio, das redes públicas e privada da cidade. A cerimônia foi prestigiada por estudantes da Escola Estadual Barão de Solimões.
O concurso teve como tema ‘A arte está em toda parte’ e recebeu fotografias que ilustravam a chuva, o rio e também a Usina Hidrelétrica Jirau. Os três primeiros colocados, respectivamente, foram os alunos Alex Tomaz de Oliveira Santos, de 18 anos, Lídia Schreiner Lima, 17, e Maria Vitória de Moraes Neves, 18. Cada um deles foi premiado com um tablet e um kit de livros. Além deles, outros sete participantes receberam o kit de livros, totalizando dez premiados.
Foram cerca de 20 inscritos, quatro deles dos distritos de Calama e Demarcação. Todas as fotografias premidas ficarão no acervo da biblioteca. “Com o sucesso, ainda esse ano, lançaremos um novo edital para acrescentar algo a mais no concurso. Estamos trabalhando e, logo, teremos surpresas”, informou a diretora da biblioteca, Karen Rak, que já pensa em novos concursos. (Comdecom)