quarta-feira, 29 de agosto de 2018

História do Carnaval em Porto Velho – III


Bloco da Dona Jóia e as Batalhas de Confete

Hoje vamos falar sobre o bloco da Dona Jóia que desfilou até o ano de 1958, quando seu marido Valério Souza e seu filho Ricardo, convidaram o Bainha, o Cabeleira e depois o Tário de Almeida Café e criaram a escola de samba “Prova de Fogo”, que mais tarde ficou conhecida como “Universidade dos Diplomatas do Samba”.
O Bloco da Dona Jóia era infanto-juvenil e desfilava tendo como tema, o filme que estivesse em cartaz nos cinemas da cidade.
Nessa edição também lembramos as “Batalhas de Confete” que aconteciam geralmente na avenida Sete de Setembro nas praças Rondon e Jonathas Pedrosa.
Vamos a mais um capítulo do livro “História do Carnaval em Porto Velho”.


O Bloco da Dona Jóia
Em 1958 o bloco dona Joia desfilou de Scaramouche

Adelaide Souza da Silva quem é, quem era?
Com esse nome acho que nem mesmo os amigos mais íntimos da família e até seus filhos não identificariam de imediato de quem se tratava. Porém, se perguntarem por Dona Jóia com certeza 90% dos que moram em Porto Velho desde os idos de 1950, vão logo dizer, é a dona Jóia do bloco.
Bloco da Dona Jóia” esse foi o bloco infanto-juvenil mais popular de Porto Velho na década de 1950.
Dona Jóia recém chagada de Manaus, foi morar na Avenida Carlos Gomes, justamente numa casa que ficava em parte do terreno onde hoje está a agencia do Banco Bradesco. Casada com seu Valério Souza um entusiasta folião, que depois criou juntamente com seu filho mais velho Ricardo e os amigos deste, Bainha, Cabeleira e Tário de Almeida Café a escola de samba “Prova de Fogo” hoje “Os Diplomatas do Samba”.
Bem! Dona Jóia que era professora, funcionária do governo do Território Federal do Guaporé/Rondônia lotada na Divisão de Educação atuando na área de administração da Escola Normal Carmela Dutra como secretária da diretoria e, por conseguinte, pessoa bem conceituada na cidade, tinha um problema, não era sócia de nenhum clube social e em conseqüência, quando chegava o carnaval, era questionada pelos seus filhos Tetéia, Léo e Linda e mais tarde o Rogério “por que os outros meninos e meninas do Grupo Escolar brincam carnaval nos blocos dos clubes e nós não”?
Foi então que resolveu criar um bloco infanto-juvenil, isso lá pelos idos de 1954. Reuniu com suas amigas e as convenceu a deixar seus filhos participarem do bloco.
O interessante era que o bloco não tinha um nome carnavalesco. Era simplesmente “Bloco da Dona Jóia”. Outro fato interessante era que o bloco não tinha cor padrão por um simples motivo. Em todos os desfiles dos quais participou, sempre apresentava como tema, o Filme que estava em cartaz nos cinemas de Porto Velho, principalmente os que eram exibidos nas matinês dos Cines Resk, Brasil e Cine Avenida (Lacerda).
Assim os meninos e meninas desfilaram fantasiados de “Pirata” porque estava passando o seriado do Capitão Kid. Zorro pelo seriado do Zorro e Scaramuche entre outros.
A banda (Jazz), que tocava para a gurizada pular carnaval era formada entre outros pelo Manga Rosa (trombone de vara), Ricardo filho da dona Jóia (caixinha), Bainha (surdo) e Cabeleira (afoxé) e mais o Louro no trompete.
Depois do primeiro ano era mais quem queria colocar seus filhos para brincar carnaval no “Bloco da Dona Jóia”.
O último carnaval do “Bloco da Dona Jóia” foi o de 1958, quando os foliões desfilaram fantasiados de Scaramuche.
Em novembro daquele ano (1958), seu marido Valério juntamente com seu filho Ricardo mais o Bainha, Cabeleira e Tário Almeida Café criaram a escola de samba “Prova de Fogo” que se apresentou com esse nome apenas no carnaval de 1959, pois em 1960 passou a ser conhecida como Universidade dos Diplomatas do Samba.

As Batalhas de Confete

O Rei Momo chegava de Litorina
Tudo que acontece no carnaval de Porto Velho desde sua criação em 1907, até os dias de hoje, é influencia do carnaval do Rio de Janeiro ou do carnaval de Belém do Pará. Assim foi com a introdução das “Batalhas de Confete” que aconteciam entre o mês de novembro até o sábado magro no mês de fevereiro ou março.
A festa era organizada pela prefeitura municipal e geralmente, acontecia na Avenida Sete de Setembro. As Batalhas de Confete eram uma prévia dos desfiles oficiais, já que a prefeitura premiava os melhores blocos de cada Batalha. Assim, os blocos dos clubes sociais Imperial, Guaporé, Danúbio Azul Bailante Clube, Bancrévea, Ypiranga e as escolas de samba, Deixa Falar, O Triângulo Não Morreu e depois a Diplomatas, levavam para essas apresentações o que tinham de melhor (as escolas de samba não participavam do concurso apenas se apresentavam). Lembro de grandes passistas de frevo como o Julio Cezar Pontes que concorria pelo Bancrévea e do Camarão que representava o Ypiranga, era páreo duro a disputa entre esses dois foliões, o público ficava aguardando as passagens dos blocos de Bancrévea e Ypiranga só para assistir as peripécias dos dois passistas.
Durante os sábados que antecipavam os dias de carnaval propriamente dito, a prefeitura armava o palanque e promovia as Batalhas de Confete. A população da cidade em massa prestigiava a realização do evento, que geralmente começava as 17h00 e terminava no máximo as 20h00.
A grande Batalha de Confete (a última), acontecia no Sábado Magro de Carnaval, nesse dia todos os blocos e escolas de samba se reuniam a partir das três horas da tarde, na Estação da Estrada de Ferro Madeira Mamoré para esperar Sua Majestade Rei Momo 1º e Único e sua Corte.
Os desfiles eram na Presidente Dutra
O Rei Momo embarcava na Vila de Santo Antônio numa Litorina toda decorada com motivos carnavalescos e chegava à estação de Porto Velho por volta das 17h00.
Da estação, Sua Majestade seguia para o palanque que era montado na calçada da Praça Rondon com a frente para a Avenida Sete de Setembro. Os blocos seguiam a pé a condução do Rei Momo (geralmente um Jeep), brincando carnaval ao som de suas orquestras. Ao chegar ao palanque o prefeito de Porto Velho passava oficialmente a Chave da Cidade para as mãos de Sua Majestade Rei Momo Primeiro e Único. Assim que assumia a cidade, Sua Majestade ordenava que o Arauto anunciasse as Leis que passariam a vigorar a partir daquele dia até a terça feira de carnaval.
Após essa solenidade o Rei mandava que começasse a última “Batalha de Confete” daquele carnaval e os foliões dos blocos, ao som de marchinhas e frevos pernambucanos, se esmeravam para mostrar o melhor.
As Batalhas de Confete aconteceram em Porto Velho, até o carnaval de 1960 quando o Rei Momo foi o empresário Emil Gorayeb.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Lenha na Fogueira - 29.08.18

Será aberta nesta quarta feira dia 29, a 3ª PortoAgro. A Feira de Negócios e Tecnologia Rurais Sustentáveis. O evento fica no espaço perto da Superintendência Federal de Agricultura. Na realidade é na EMBRAPA.
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Apesar de ser uma feira agrotécnica, a população deve prestigiar o evento que fica até o dia 1º de setembro. Os shows que vão acontecer podem não ser considerados culturais e sim agropecuários. Vamos la conhecer as técnicas do cultivo de várias plantas.
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Não tenha pena da sola dos pés, pois os campos experimentais da Embrapa são extensos e com certeza, o curioso vai querer ver como se cultiva soja, milho, feijão, arroz e pasto.
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Se você não é agricultor nem da agricultura familiar, não se envergonhe de ir apenas para ficar olhando os bois, carneiros e vacas.
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Nesse tipo de feira, não se comercializa bebida alcoólica, não tem parque de diversão e nem show de dupla sertaneja, mas, é muito bacana ficar apreciando o movimento dos empresários do ramo, fazendo negócio.
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Também não é proibido ir vestido a caráter chapéu de peão, calça jeans, camisa quadriculada, fivelão e bota. Se quiser pode até disfarçar o chifre.
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Outra grande atração da PortoAgro são as máquinas colheitadeiras e outras, cada uma mais bonita e tecnológica que a outra. Hoje o operador vai na cabine apenas para sanar alguma eventualidade, pois a bicha faz quase tudo sozinha.
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Tem delas que até alerta sobre as depressões existente no terreno e o mais moderno, é que se tiver “merda” de boi no caminho, ela para e manda o operador colher “aquela sujeira”.

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Brincadeiras a parte, vamos prestigiar a 3ª PortoAgro a Feira de Tecnologia de Porto Velho!
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Já que nosso Teatro Palácio das Artes está com a vara arriada, derrubada, o negócio é assistir leilão de gado na PortoAgro.
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Ou então vamos ao teatro político que está acontecendo em todo o Brasil e que em Rondônia tá mais devagar que cena em câmara lenta.
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Por falar nisso, tá na hora de chamar a tenção dos candidatos que têm a ver com a gente . Quando falo com a gente, estuou me referindo a Cultura, Esporte e Turismo além, do Meio Ambiente.
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Na área cultural e social quem vem se destacando, é a nossa querida amiga Luciana Oliveira que está na disputa por uma cadeira de deputada estadual. Luciana não tem como bandeira apenas a cultura, aliás, é uma defensora ferrenha dos direitos das mulheres e dos menos favorecidos. Se você se enquadra na luta da Luciana Oliveira – Bora Lá!
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No segmento Turismo quem mais estamos vendo que tem projetos, é o Júlio Olivar. Se você é do ramo Júlio Olivar é o nome.
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Na praia da comunicação destacamos o nome do nosso colega de SGC Marcelo Bennesby. Pode até não brigar pelo nosso piso, mas, será um bom defensor das coisas de Rondônia.
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Com certeza existem candidatos para cada segmento, é bom que você saiba escolher o seu, para depois não ficar chorando o leite derramado.
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Não foi legal o procedimento do apresentador do Jornal Nacional durante a entrevista do candidato a presidência da república pelo PDT Ciro Gomes, na noite de segunda feira. Aquilo ali nunca foi e nem será jornalismo. O cara parecia que estava com o Rei na Barriga com tanta arrogância. Vergonha para nossa categoria!
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Se o candidato fosse outro, com certeza, teria se enrolado todo. Ciro mostrou que está preparadíssimo e enfrentou com sanidade a sandice do William. Eu hein!
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Pelo cacete caído em cima do âncora do JN nas redes sociais, logo após a entrevista com Ciro, com certeza, nas próximas entrevistas ele vai se compor com mais respeito aos candidatos.
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Vou pro desfile de moda da Feivest.

Funcionárias e funcionários do CPA participam de desfile da Feivest


 
Os modelos foram funcionários e funcionárias - filé
A coordenação da 1ª Feira do Vestiário Made In Rondônia que está acontecendo no estacionamento “Jatuarana” do Centro Político Administrativo _ CPA ao lado do edifício Rio Pacaas Novos, convida a população de Porto Velho a prestigiar a programação que acontece todos os dias com destaque para o desfile de moda.


Ontem funcionárias da superintendência de Turismo – Setur e da Sedi participaram voluntariamente dos desfiles, usando roupas da indústria da confecção de Pimenta Bueno, Cacoal, Porto Velho e Ji Paraná.
Nesta quarta feira 29, os desfiles mais uma vez contarão com a participação de funcionários das diversas secretarias de governo em especial as que estão contribuindo com a realização da Feivest. 
A presidente do Sindivest-RO e vice-presidente de Assuntos da Micro e pequena indústria da Fiero, Cida Mourão, disse que o objetivo do evento, é mostrar o produto e os preços desta indústria competitiva, que é a do vestuário rondoniense. “Indústria que gera empregos, renda e recolhe impostos, colaborando e contribuindo para o desenvolvimento do estado e para uma economia mais forte. A feira não está apenas mostrando, mas comercializando os produtos”, disse.  
Segundo Cida Mourão – proprietária da Bigmar-, hoje o vestuário de Rondônia não é mais conhecido apenas pela confecção e venda de uniformes, mas da moda fitness, modinha, feminina, masculina, juvenil, esportiva, moda íntima, moda verão 2019 e muito mais. “Quem vier vai gostar e se surpreender com a qualidade e os ótimos preços de fábrica. Mesmo quem não for consumir, venha conhecer nossos produtos que não deixam a desejar a nenhum produzido em outros estados e países”, comentou. 
Irão participar dos desfiles na manhã de hoje as empresas: de Porto Velho - Yochabel N. Benesby Sobrinho (Round One), N.P.G. Gonçalves Silva ME (ENE Uniformes), Única Indústria e Comércio de Uniformes Profissionais Ltda ME, Caprice Indústria e Comércio Ltda, Epis Ind. Comércio (Uniformes.com), Tatiana Atelier Ermelinda Gabriela, e Exclusive. De Cacoal - Indústria e Comércio de Confecção Bidu Brasil, Indústria e Comércio de Confecções Zared, Taveira e Cia. Ltda EPP (Curtidora Eder), Eunice Vitória de Carvalho (Jovem K). Fátima Atelier, de Ariquemes. D’Griff Indústria de Confecções Ltda, Brisa Indústria de Confecções Ltda ME (Carona Moda Íntima), Szezerdatz Indústria Ltda (Fly Sportwear e Jannine Collection), estas de Pimenta Bueno. Já de Ji-Paraná participam as indústrias Belíssima Uniformes e Confecções Ltda, J. Leopoldino ME (Unibella Moda Íntima) e Oficial Uniformes. (Assessoria de Comunicação Social do Sistema Fiero).

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Lenha na Fogueira - 28.08.18


Hoje festejamos o aniversário do fotografo Rosinaldo Machado. Machado como é mais conhecido, ultimamente tá só no bem-bom, tocando a vida por conta da felicidade de ser considerado um dos mais festejados fotógrafos do estado de Rondônia. Parabéns fotógrafo que tem o maior acervo fotográfico do governo Jorge Teixeira de Oliveira!
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O problema com a estrutura do Teatro Palácio das Artes Rondônia ainda está dando o que falar. Ontem a perícia esteve no local (palco do teatro), colhendo material para dar seu parecer técnico a respeito do ocorrido com o VARAL de sustentação de cenários e iluminação do palco do teatro.
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Por falar nisso, em virtude de muita gente pensar que o Palácio das Artes é de responsabilidade da Funcultural de Porto Velho, o pau andou comendo na cabeça do Ocampo e do prefeito. Para acabar com a “fofocagem” nas redes sociais, a Funcultural expediu a seguinte nota:
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A Prefeitura de Porto Velho, através da Fundação Cultural (FUNCULTURAL) informa que a administração do Teatro Palácio das Artes e do Teatro Guaporé é de responsabilidade da Fundação de Cultura do Estado de Rondônia (FUNPAR/ESTADO), e não da Fundação de Cultura do Município de Porto Velho (FUNCULTURAL).
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Portanto, é descabida a informação que está sendo veiculada nos meios de comunicação atribuindo à FUNCULTURAL de Porto Velho a responsabilidade pelo cancelamento do “MUSICAL MAMONAS ASSASSINAS”, que deveria ocorrer no sábado, 25, no Teatro Palácio das Artes, mas foi cancelado devido a problemas estruturais nessa casa espetáculos. O show era particular e o produtor pagou para usar o Palácio das Artes, dessa forma, a questão deve ser resolvida entre o produtor do show e a FUNPAR/ESTADO. (Comdecom)
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É como diz a letra daquela música: A Funcultural “Entrou de gaiata no navio”. Outro esclarecimento, desta feita à assessoria de Comunicação da prefeitura de Porto Velho. A entidade que é responsável pelo Palácio das Artes é a Fundação Cultural do Estado de Rondônia – FUCER. A Funpar foi extinta.
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Domingo durante minha costumeira caminhada pelo Espaço Alternativo, parei para assistir a programação do Projeto Som Livre. Posso garantir que a Funcultural de Porto Velho leia-se Ocampo Fernandes, acertou em cheio, ao levar o Projeto para ser apresentado naquele local.
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A Funcultural disponibilizou 200 cadeiras para o público curtir os espetáculos musicais e para surpresa dos coordenadores, muita gente ficou em pé. Sucesso total os show do Marcell e dos Rodolfos (pai e filho), mais a canja da cantora Joice. Ali é o ponto certo para a realização do “Som Livre”. Só faltou o “Buchada”.
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Por falar em Espaço Alternativo, A família portovelhense adotou o espaço como local de encontros e festejos. Domingo dia 26, presenciei o festejo de dois aniversários em locais diversos da “Pista” famosa. Familiares e amigos dos aniversariantes, decoraram os locais com os mais variados motivos. Muitos também aproveitam o local para fazer o tradicional “Piquenique”, com todo mundo sentado no chão forrado por toalhas, refrigerantes, sucos, bolos e outras guloseimas próprias do evento.
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Quer me encontrar, vai à Feira Made In Rondônia, que está montada no estacionamento do CPA, com muita roupa bonita, confeccionada em Pimenta Bueno, Cacoal e Porto Velho!

Espaço Alternativo recebe Som Livre com sucesso

Rodolfinho (violão e voz) e seu pai (carron)
A Fundação Cultural de Porto Velho – Funcultural presentou os frequentadores do Espaço Alternativo na tarde/noite de domingo 26, com shows musicais do Projeto “Som Livre”.
As apresentações começaram por volta das 18 horas, com o cantor Marcell Lobato (voz e violão), com repertório muito bem elaborado com clássicos da MPB. Em determinado momento Marcell convidou a participar do show a cantora Joyce que estava caminhando no Espaço Alternativo e a jovem cantou e encantou a plateia presente. O próximo show foi com o músico, cantor e compositor Rodolfo (Rodolfinho) Menezes (violão e voz), tomou conta do palco acompanhado pelo seu pai (carron) também Rodolfo.
Marcado para inciar as 18 horas, os shows só puderam começar após as 18. “Não sabíamos que a energia elétrica no Espaço, só é ligada, as 18 horas”, explicou Ocampo Fernandes. Outra preocupação da organização, foi se o público aprovaria ou não a realização do Projeto naquele local. A resposta veio assim que o Marcell começou a cantar, pois as 200 cadeiras colocadas pela Funcultural logo foram ocupadas e quando chegou a vez do Rodolfinho muitas pessoas pararam para curtir as canções autorais do jovem que faz parte da banda ‘Eurritmia”.
Joyce e Marcell
Diante do sucesso da primeira apresentação do Som Livre no Espaço Alternativo, o presidente da Funcultural de Porto Velho Antônio Ocampo Fernandes resolveu usar o microfone, para informar aos presentes, que o Projeto Som Livre voltará em definitivo a ser apresentado naquele local, a partir do domingo após o 7 de Setembro, ou seja, dia 9 de setembro. “Vamos a partir de então, trazer para vocês, os melhores shows musicais dos cantores de Porto Velho e região”, finalizou Ocampo.

Feira do vestuário – Made In Rondônia Está no estacionamento do CPA


O governo do estado através da Superintendência Estadual de Turismo – Setur, abriu na manhã de ontem 27, a 1ª Feirado Vestuário “Made In Rondônia” - Feivest.
A solenidade de abertura, contou com a presença do governador Daniel Pereira que disse da importância do consumidor rondoniense, dar preferência a produtos produzidos em nosso estado. “Posso garantir que a produção de roupas em Rondônia não deixa nada a desejar às indústrias dos grandes centros, aliás, muitas vezes, nossas roupas são muito melhor produzidas que as importadas. Além disso, ao adquirir um produto produzido aqui, você está contribuindo com a geração de emprego e renda. Vamos convidar nossos amigos, parentes e vizinhos para visitarem a nossa Feivest”, disse o governador Daniel Pereira. O Superintende da Setur Gerçon Zanato que também é empresário do ramo da confecção em Pimenta Bueno, disse da satisfação em estar através da Setur a frente da realização da Feira, numa parceria com as 18 empresas que estão com estandes funcionando no espaço.
Após os discursos de praxe, o público foi convidado a visitar o espaço onde estarão funcionando os estandes dos 18 expositores, até a próxima sexta feira dia 31. “O interessante é que as peças de roupas são realmente baratas” comentava a senhora Elisângela no estande da FLYSportwear de Pimenta Bueno.
O jornalista Pinheiro de Lima se disse admirado com a qualidade das roupas colocadas a disposição do público pelas indústrias de confecção de Rondônia. “Não sabia que tínhamos tanta qualidade na fabricação de vestuário em Rondônia”, disse Pinheiro. Muitas pessoas aproveitaram pra renovar parte do guarda-roupa, no primeiro dia da Feira Made In Rondônia.
O espaço fica aberto entre as 08 e 18 horas, diariamente, até sexta feira dia 31 no estacionamento do Centro Administrativo de Rondônia – CPA em Porto Velho.

sábado, 25 de agosto de 2018

Lenha na Fogueira - 26.08.18


E agora “RORO”, como é que fica? O pessoal da produção do Musical Mamonas, está querendo saber da posição da presidência da Fundação sobre os problemas na estrutura do Palácio das Artes.

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Verdadeiramente no equipamento de sustentação de cenários, iluminação etc. do Palco. Pelo visto tá tudo danificado e fora dos padrões.
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O interessante é que já faz algum tempo que não acontece nenhuma peça teatral naquele local. Aconteceram apresentações de orquestras e reuniões co palestras, mas, peça teatral mesmo ou musical faz tempo que não acontece.
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Será que o equipamento por falta de uso enferrujou, se deteriorou, Ei seu menino presidente da Fundação que cuida do Teatro esclareça não só a produção do Musical, mas, toda a população de Rondônia sobre o que está acontecendo com nossa principal casa de espetáculos.
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Ainda bem que, pelo menos, até agora a reforma da Casa da Cultura e Construção da Biblioteca José Pontes Pinto não apresentou problema estrutural.

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Depois dessa vai ficar difícil as grandes Companhias Teatrais virem apresentar algum espetáculo no Palácio das Artes. Onde estava o Corpo de Bombeiros que não detectou o problema que ocorreu sexta feira dia 24, durante o ensaio do Musical Mamonas?
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Aliás, a pergunta que não quer calar é a seguinte: Onde está sendo aplicado o dinheiro arrecadado pela Fundação com o aluguel do Teatro Palácio das Artes?
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Será que está sendo usado para PAGAR  a dívida do BERON?
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Isso vai repercurtir muito mal contra o Estado de Rondônia no meio artistico de produção de grandes eventos…
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Aonde vai ser a apresentação em Porto Velho? No Palácio das Artes não aceitamos por falta de SEGURANÇA. Com certeza será a resposta dos produtores.;

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Governador Daniel não precisa esperar a eleição para tomar uma decisão coerente. Ta na hora de olhar com mais carinho nosso patrimônio. O Palácio das Artes significa muito para a cultura e arte de Rondônia.
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NOTA DE CANCELAMENTO
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A miniatura produções (realizadora nacional), e a MJ produções (produtora local), vem a público anunciar o cancelamento da apresentação do espetáculo de teatro musical, “o musical mamonas” que iria realizar-se neste sábado, 25 de agosto, às 20 horas no “teatro estadual palácio das artes Rondônia” em porto velho – RO.
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No final da tarde desta sexta-feira, durante a montagem técnica do espetáculo, as estruturas do teatro para sustentação de equipamentos de iluminação e cenografia sofreram graves danos colocando em risco não só os equipamentos e cenografia da realizadora nacional como também a vida dos profissionais envolvidos no espetáculo. Visando sobretudo a preservação, integridade e manutenção da segurança de nossa equipe e do público presente e a mitigação de todo e qualquer risco, as realizadoras decidiram pelo cancelamento da apresentação.
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As realizadoras aproveitam para esclarecer que o ocorrido é fruto de um problema estrutural do teatro palácio das artes Rondônia de responsabilidade e gestão da fundação cultural de Rondônia. A fundação foi procurada através de seu presidente, porém até o momento o mesmo não se posicionou sobre o fato, tampouco algum representante legal da fundação esteve presente no local para avaliar os danos e resoluções legais sobre o ocorrido.
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A miniatura produções e a MJ produções lamenta profundamente o ocorrido e está trabalhando intensamente na reparação das consequências de tal cancelamento e garante que não haverá qualquer prejuízo para o público que já adquiriu o ingresso da apresentação.

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Registramos com pesar o falecimento do professor Pedro Amorim. Descansa em Paz Mestre!