quinta-feira, 4 de maio de 2017

Lenha na Fogueira 05.05.17


Hoje é o dia da Comunicação. Dia de Rondon o patrono do nosso estado. É como prega o superintendente da Setur Júlio Olivar “Temos a honra de viver no único estado brasileiro cujo nome homenageia um herói de nossa pátria”.

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Pode até existir alguém que goste de Rondon igual ao Júlio Olivar, porém acho difícil. Ele como Superintendente de Turismo do Estado de Rondônia transformou, aliás, incentivou a criação do prato “Pirarucu Rondon” e o transformou no prato oficial da culinária rondoniense. Conseguiu que fosse criado o Memorial Rondon que hoje é mantido pelo exército braasileiro em parceria com a Setur, batizou a ponte do rio Madeira como “Ponte Roosevelt/Rondon” entre outras coisas. Agora tá batalhando para reativar a Casa de Rondon em Vilhena. É realmente um apaixonado pela obra do Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon.

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Inclusive neste 5 de maio, estará agraciando algumas pessoas, com o Diploma de Honra ao Mérito – Marechal Rondon. A solenidade vai acontecer no Memorial que fica na antiga Vila de Santo Antônio. Vai lá rondonista!

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Antigamente o dia de hoje era feriado estadual. Hoje se não fosse essa atividade promovida pela Setur, com certeza, nem os governadores que estão participando do 14º Forum de Governadores da Amazônia Legal, tomariam conhecimento da data.

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Por falar em turismo, hoje o Ministro do Turismo Marx Beltrão encontra-se em Porto Velho onde participa do Encontro dos Governadores da Amazônia Legal. Em entrevista concedida a imprensa em um dos trechos, ao responder pergunta sobre o turismo de Rondônia o ministro respondeu:

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Marx Beltrão – Rondônia, assim como outros destinos da Amazônia, tem um forte potencial para o ecoturismo, turismo de natureza e aventura e também vocação para o turismo de negócios eEVENTOS devido às atividades econômicas relacionadas à agricultura e pecuária. No Mapa do Turismo Brasileiro o estado aparece com quatro regiões turísticas (Caminhos de Rondon, Guajará-Mirim, Porto Velho e Vale do Guaporé) integradas por 14 municípios, que o Ministério olha com especial atenção. A estruturação dos destinos com a melhoria da infraestrutura e das condições de atendimento ao visitante é fundamental para o estado ter no turismo uma atividade que de fato faça a diferença na economia local, na diminuição das diferenças regionais e seja uma alavanca de desenvolvimento sustentável.

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De que forma o Ministério do Turismo tem contribuído para que Rondônia consiga avançar no turismo.

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Marx Beltrão – Dentro do seu escopo de trabalho o MTur apoia a estruturação dos destinos com ações diversas que inclui, entre tantas outras, projetos de qualificação, de promoção dos atrativos dos municípios, e, atuamos fortemente, com investimentos na melhoria da infraestrutura turística de nossos destinos.

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Com o estado de Rondônia temos um histórico de 122 contratos de repasse no valor de R$ 62,47 milhões, desde 2003, e 92 obras concluídas, das quais podemos citar a restauração de trechos da estrada de ferro e do complexo Madeira-Mamoré, um dos principais ícones do turismo do estado. No momento, estão sendo executadas 17 obras em todo o estado no valor de R$ 18,15 milhões, considerando obras em andamento, paralisadas e não iniciadas. Esses dois últimos casos só dependem da apresentação de documento ou da resolução de questões pontuais para os investimentos serem retomados ou iniciados.

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Em determinado trecho da resposta o Ministro Cita o Turismo de Eventos. Coisa que em Porto Velho faz muito tempo não se pratica.

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Que tal colocarmos o Arraial Flor do Maracujá nessa pauta?

Boi Corre Campo 63 anos fazendo cultura popular

Tudo começou no ano de 1954, no terreiro da casa da dona Conceição na Baixa da União. Nego Hélio filho de Conceição resolveu fazer um Boi Bumbá de Caixa para brincar com seus colegas, entre eles, o mais considerado, era um garoto peruano. Depois já com outros companheiros, fez um boi de cipó e cobriu com sarrapilha com a ajuda da prostituta “Maria Roxinha”, faltava um nome e foi aí que dona Conceição lembrou, que já existia o Boi Rei do Campo. “Porque vocês não colocam o nome do boi de vocês de Corre Campo?” e o boi foi batizado como Boi Bumbá Corre Campo da Baixa da União. No início da década de 1960 Nego Hélio passou a direção do grupo para o Amo conhecido como Galego.

Sob a direção do Galego o Corre Campo foi vencedor de vários festivais folclóricos, à época, realizados pelo Serviço de Auto Falante “A Voz da Cidade” dirigido por Fuad Nagib e Humberto Amorim. Durante a década de 1970 a brincadeira de bumbá em Porto Velho foi proibida de ser praticada fora dos “Currais” dos bumbás e com isso, a maioria dos grupos deixaram de se apresentar, entre eles o Corre Campo.
No final da década de 1970 houve uma tentativa de colocar novamente o Corre Campo no circuito, juntaram-se os folcloristas seu Chagas, Antônio e José de Castro Alves (Zé Comichão) e o boi voltou a se apresentar no curral montado ao lado do Bar Canta Galo, veio o Estado de Rondônia e criaram o Flor do Maracujá, porém, esqueceram de convidar o Corre Campo para fazer parte da festa o que só aconteceu no ano de 1989, dessa vez contando com a volta do Amo Galego e a direção da família Castro Alves.

O maior vencedor do Flor do Maracujá


A partir do Flor do Maracujá de 1990 até os dias de hoje em 2017, o Corre Campo se tornou no maior vencedor de títulos da Mostra de Quadrilhas e Bois Bumbás que acontece no Arraial. “Temos em nossa galeria, mais de 15 troféus de campeão do Flor do Maracujá, inclusive os de 2015 e 2016 e vamos em busca do tri campeonato este ano”, disse a presidente Maria José Brandão a Dona Branca.
Na realidade, desde o ano de 2004 a bacharel em direito Maria José Brandão Alves a dona Branca, em virtude do falecimento de seu esposo Antônio de Castro Alves, dirige o grupo que passou a adotar o nome de “Nação Corre Campo - O Gigante Sagrado da Amazônia Ocidental”. “Optamos por adotar essa nova nomenclatura já que realmente somos o maior vencedor de todos os festivais folclóricos que existiram e existem em Rondônia”, disse dona Branca.

Tema para 2017

O Corre Campo tem como objetivo, mostrar a cultura do povo de Rondônia e em especial o de Porto Velho. “Somos o único grupo de bumbá da Amazônia, que não se prende apenas aos rituais indígenas, em nossas apresentações, sempre exploramos um tema histórico, como a história da Madeira Mamoré, as Minas de Urucumacuã, a história da cidade de Porto Velho e mais, nossos rituais, não são cópias de rituais dos bois de Parintins, nossa equipe de artes, pesquisa e desenvolve os rituais que apresentamos no Flor do Maracujá, talvez por isso, somos o maior vencedor do festival”, concluiu o Amo Sílvio Santos.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Lenha na Fogueira - 04.05.17




Mal começaram as notícias sobre o Arraial Flor do Maracujá e já me entra um cidadão, se dizendo blogueiro, postando que os grupos folclóricos assim como as escolas de samba deveriam procurar meios para se apresentarem, sem que para isso, receba dinheiro do governo, e coisa & tal.
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Não sabe ele, que o governo desde de 2013 não repassa nenhuma arruela em espécie, aos grupos folclóricos. Quem ainda andou disponibilizando algum subsídio foi a prefeitura, mesmo assim em se tratando de grupos folclóricos, muito pequeno.

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O governo quando repassa algum dinheiro aos grupos, é como contratação do show que os mesmos apresentam durante o Arraial Flor do Maracujá. Quer dizer, o governo paga cachê para os grupos se apresentarem de portões abertos para o público. Em suma, o governo paga o ingresso do povo e nada mais.
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Não existe dinheiro público nas apresentações das quadrilhas e bois bumbás, existe quando acontece, o pagamento de cachê para esses grupos se apresentarem. Certo?
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Outra polêmica que surgiu em alguns sites, foi que a Federon estaria trazendo a Porto Velho, o Grupo de Forró Fala Mansa de São Paulo.
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A Federon não está trazendo e nem negociando show com o Grupo Fala Mansa. Quem está nessa negociação, é o funcionário da Funcultural Judilson Dias, que procurou a diretoria da Federon oferecendo o show dos forrozeiros paulistas. O negócio é aproveitar a estrutura que estará montada no Parque dos Tanques para a realização do Flor do Maracujá e nada mais.

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Só que o Flor do Maracujá caso seja mantida a decisão tomada na reunião do último dia 1º, onde ficou acertado que o Arraial começa no dia 21 de junho e termina no dia 2 de julho. Como o Fala Mansa só pode se apresentar em Porto Velho no dia 3 de julho, fica quase impossível a Federon entrar na parada.
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De acordo com a gerência de cultura da Sejucel. O contrato com a empresa que vai montar a estrutura do Flor do Maracujá, diz que a festa vai terminar no dia 2 de julho. Fabiano disse que caso a negociação com o Fala Mansa seja concretizada, os promotores do show, terão que conversar com os donos da empresa, para que este concorde em desmontar a estrutura só a partir do dia 4.
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Meu amigo Judilson não quer entender de jeito maneiro essa explicação que passamos pra ele. Radicalizou e ficou nervosinho. Sossega leão!
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Bom, tudo está correndo para que o Flor do Maracujá seja aberto realmente, no dia 21 de junho. Se isso acontecer, a Federon estará trazendo de volta a festa junina, para o mês de junho, coisa que faz muito tempo não acontece.
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Vale salientar que desde de 2014 o Arraial Flor do Maracujá é de responsabilidade da Federação de Grupos Folclóricos – Federon, por isso, cabe a sua diretoria marcar e desmarcar as datas do evento.
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Fernando Rocha inclusive, participou de entrevista na manhã de ontem num canal de TV, falando que o Flor vai começar no dia 21 de junho. Se o presidente falou, tá falado!
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Disse Fernando Rocha que, caso a prefeitura não consiga recurso para os grupos, mesmo assim, a festa vai acontecer. Acredito, pois a turma do folclore é diferente das escolas de samba. Em 2013 os grupos se apresentaram no Flor do Maracujá sem contar com ajuda nenhuma e fizeram bonito.
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Este ano, graças a equipe da Sejucel comandada pelo Rodnei Paes, a estrutura já está contratada e com isso a Federon pode marcar a data do início da festa sem risco de no dia da abertura, não ter arquibancada, camarote, palco, som e iluminação. Já está tudo certo.
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Vem aí com subsídio ou sem subsídio, a 36ª Mostra de Quadrilhas e Bois Bumbás – Arraial Flor do Maracujá

Federon confirma Flor do Maracujá para 21 de junho




A Federação de Grupos Folclóricos de Rondônia – Federon, reuniu sua diretoria na última segunda feira dia 1º de maio e deliberou, que a 36ª Mostra de Quadrilhas e Bois Bumbás – Arraial Flor do Maracujá, vai acontecer no Parque dos Tanques entre os dias 21 de junho e 2 de julho. “O governo estadual via Sejucel já nos garantiu a montagem da estrutura e assim sendo, nada nos impede de iniciar a maior festa folclórica da Região Norte no dia 21 de junho”, disse o presidente Fernando Rocha.
O Arraial Flor do Maracuejá desde o ano d 2014, é de responsabilidade da Federon e por isso, quem determina a data de sua realização, é a diretoria da entidade. Segundo Fernando Rocha ficou decidido na reunião, que, independentemente de qualquer coisa, ou seja, com ou sem os subsídios aos grupos que estão sendo negociados com a prefeitura de Porto Velho, o Arraial vai acontecer. “O prefeito Dr. Hildon Chaves nos garantiu, que vai intervir junto a empresas privadas, no sentido de conseguir patrocínio para os grupos folclóricos filiados à Federon, se preparem para as apresentações no Flor do Maracujá. Uma empresa já nos procurou e solicitou nossa reivindicação financeira, esperamos que tudo ocorra como o planejado” disse Fernando.

FALA MANSA

Alguns sites de notícias, publicaram, que, provavelmente, o Grupo de Forró Pé de Serra Fala Mansa se apresente no encerramento do Arraial. Fernando explica que houve um mal-entendido. “O que aconteceu, foi que o Judilson Dias, técnico lotado na Funcultural, nos procurou e ofereceu o show do Fala Mansa cuja data disponível, é o dia 3 de julho, porém, fomos alertados pelo Gerente de Cultura da Sejucel Fabiano Barros que o contrato com a empresa vencedora da licitação, foi assinado com a data de encerramento para o dia 2 de julho, assim sendo, disse Fabiano, caso vocês queiram utilizar a estrutura para após o dia 2 de julho, terão que negociar diretamente com a empresa vencedora da Licitação”, disse Fernando concluindo “Esse show do Fala creio, é da responsabilidade da Funcultural a Federon nesse caso entra apenas como parceira” finalizou.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Lenha na Fogueira - 03.05.17



Porto Velho é a terra onde não se pratica o chamado TURISMO de EVENTOS e em consequência dessa falta de incentivo, vários hotéis estão encerrando suas atividades na capital rondoniense.
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A respeito desse assunto, estava eu assistindo ao jornal de um canal de televisão local e a pauta era justamente, sobre o encerramento das atividades de vários hotéis na cidade.
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Em determinado momento da matéria, o âncora chama a reportagem gravada com o gerente de um hotel de luxo da cidade. A pergunta era: Como ele estava conseguindo manter seu estabelecimento?
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O cidadão respondeu que seu hotel vem se mantendo, em virtude de ser dotado de auditório para realização de conferências e outras reuniões, além de manter serviço de bar e restaurante e atendimento diferenciado.
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Segundo o maitre, os empresários do setor hoteleiro, estão passando por dificuldades, em ocupação dos apartamentos, em virtude da falta de eventos. Do chamado Turismo de Eventos.

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Hoje, disse o gerente, Porto Velho não conta com nenhum evento que atraia o turista. Acabaram com a EXPOVEL, Acabaram com O CVARNAVAL FORA DE ÉPOCA e este ano não realizaram nem o CARNAVAL DE ÉPOCA no caso dos desfiles das escolas de samba.
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Não existe a divulgação antecipada da realização do maior evento folclórico da Região Norte que é o ARRAIAL FLOR DO MARACUJÁ. O governo não se importa com isso. Talvez eles (do governo) pensem que esse tipo de evento, não gera emprego e renda e com esse pensamento, prejudicam o ramo de hotelaria.
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Digam-me uma coisa, qual o evento nos dias de hoje que nós do setor hoteleiro, temos para divulgar como chamamento para Porto Velho. Venha para Porto Velho... Assitir o que? Tô me reportando ao Turismo de Eventos.
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Ha alguns anos, tínhamos além da Exposição Agropecuária, o Carnaval Fora de Época, as Escolas de Samba proporcionavam grandes espetáculos; Tínhamos a Peça O HOMEM DE NAZARÉ que trazia turista de tudo quanto era município do estado e de estados vizinhos como Acre a Amazonas.
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Então, fica difícil para o setor hoteleiro se manter, ou manter um determinado padrão. As despesas com mão de obra são altas e, com a maioria dos apartamentos vazios, por falta de atração que traga o turista pra cá, fica quase inviável se manter o padrão.

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Já tivemos CAMPEONATOS DE PESCA que trazia muitos turistas, CAVALGADA, que reunia as famosas Comitivas de cidades vizinhas.
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Gostaria de saber dos órgãos responsável pelo Turismo em Porto Velho. O que a cidade oferece de atração no naipe TURISMO DE EVENTOS?
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Por falar nisso, parece que pelo menos, este ano, teremos de volta os festivais de praia de Jacy e Fortaleza do Abunã. A secretária da Semes Ivonte Gomes já está com sua equipe trabalhando na produção desses eventos, inclusive se tudo correr como o desejado, teremos shows com artistas cantores nacionalmente famoso.
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Quanto ao Arraial Flor do Maracujá de acordo com a diretoria da FEDERON, vai acontecer entre os dias 21 de junho e 2 de julho.
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Em reunião acontecida no último dia 1º, dia do Trabalhador, a diretoria da Federon bateu o martelo na data de início e encerramento do Arraial Flor do Maracujá ou 36ª Mostra de Quadrilhas e Bois Bumbás. “O governo do estado já nos garantiu a estrutura, o que é mais de meio caminho andado, assim sendo, confirmamos o início do Flor do Maracujá para o dia 21 de junho” disse o presidente Fernando Rocha.
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Diante disso, é ficar torcendo para que os grupos folclóricos contem com o prometido apoio da prefeitura, cujo prefeito Hildon Chaves garantiu a nossa reportagem, que vai conseguir junto a empresas privadas.

Asmarron - Baile pelo dia das mães no Flamengo

Dimicio presidente da ASMARRON
A Associação dos Manicoreenses Residentes em Rondônia – Asmarron, vai realizar no próximo sábado dia 6, no clube Flamengo em Porto Velho o “Baile Dia das Mães”.
A festa é uma tradição dos “bacuraus” residentes em Porto Velho, que conta com o apoio da prefeitura do município amazonense além de empresários manicoreenses residentes na capital de Rondônia. O presidente da Asmarron Dimicio Coutinho espera reunir na noite do próximo sábado dia 6, no Clube Flamengo, mais de quinhentas pessoas entre manicoreenses e portovelhenses, para curtir o som da Banda Sam Country, Banda Os Brothers e do DJ Mario Sam. Os músicos dessas bandas são todos filhos de Manicoré”, disse Dimicio. O baile esta marcado para começar as 22 horas e o Convite Mesa custa apenas R$ 50 (Mesa).
Dimicio Coutinho informa que a Asmarron atende cerca de 12 mil manicoreenses que residem em Porto Velho, e não cobra nenhuma taxa. “Prestamos serviço na área de auxílio social e assistência jurídica, além da promoção de eventos como o baile das mães”. Esta é a 6ª edição do baile, que reúne não só a comunidade manicoreense que vive na capital rondoniense, mas, atrai dezenas de pessoas que apreciam a cultura e tradição do município, localizado a aproximadamente 300 quilômetros de Manaus(AM), sendo o maior produtor de melancia da região Norte, e o maior produtor de castanha, seringa e banana do estado amazonense.
Serviço
O que – Baile Dia das Mães
Dia – 6 de maio
Local – Clube Flamengo
Convite – R$ 50,00
Informações – 99278-7211; 99280-6220; 99954-9962; 98426-7992 ou 99253-1898.

Prefeitura capacitará agentes culturais

A Prefeitura Municipal de Porto Velho por intermédio da Fundação Cultural realizará o curso de elaboração de termo de referência e projetos básicos culturais através do Sistema de Convênios do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão.
Serão disponibilizadas 200 vagas,destinado a agentes culturais e servidores públicos, com oito horas de duração, no dia 13 de maio, no Teatro Banzeiros. Os interessados deverão fazer as inscrições pelo e-mail inscricaoculturativa@gmail.com, informando nome, contato, número do RG e nome da instituição.
A necessidade de realização do curso surgiu com o objetivo de capacitar os artistas locais, para que aprendam a elaborar um projeto básico e expor suas ideias. O diferencial do evento será a oportunidade de conhecer e aprender a manusear a ferramenta do sistema de convênios do Governo Federal, nele é possível cadastrar projetos na iniciativa pública e prospectar verba para a sua realização.
“Muita gente que trabalha com produção cultural sequer sabe traduzir a sua ideia em um projeto básico. Nós queremos e precisamos mudar isso”, afirma o Antônio Ocampo, presidente da Funcultural.