sábado, 7 de janeiro de 2017

As Peripécias do General Manelão - o Livro

Pegando jenipapo 
Manoel Costa Mendonça - Manelão o General da Banda, falecido em fevereiro de 2011, ficou famoso não apenas por ser o presidente da Banda do Vai Quem Quer, mas, por ser exímio contador de “Estórias e Histórias”, muitas consideradas pitorescas.
Pensando nisso Sílvio Santos, seu fiel escudeiro, resolveu reunir várias dessas histórias e estórias no livro “As Peripécias do General”, previsto para ser lançado em fevereiro. As pessoas interessadas em adquirir o livro antecipadamente, devem ligar para (69) 9 9302-1960. O exemplar custa R$ 30 (Trinta Reais). A produção é da Gráfica Imediata do Mikael Esber, ilustração de João Zoghbi e a revisão da Creila Maria. “A intenção é promover o lançamento no coquetel de lançamento das camisetas da Banda”, avisa Sílvio Santos explicando porque resolveu escrever o livro.

MOTIVO

Preso na sexta feira Santa
O que me levou a escrever as “Peripécias do General” foi a curiosidade das pessoas que sempre me procuram para saber se é verdade, algumas das histórias que ouvem falar sobre o Manelão, motivadas pela fama adquirida por ele de “mentiroso” o que na realidade era. Sua filha Sicilia Andrade que assumiu a presidência da Banda do Vai Quem Quer concorda com isso em entrevista que consta desse livro “Siça – A Filha da Banda”. Acontece que quando comecei a lembrar as “Peripécias”, vi que essas histórias, com raras exceções, são verdadeiras, como é o caso do “Defunto Boêmio”; “Metralhando a Viatura da Polícia”; “Roubando o Despacho de Macumba” e tantas outras.
Vale salientar, que para evitar problemas futuros, resolvi omitir nome de pessoas e até as datas de quando aconteceram as “Peripécias”.
Mentira mesmo só as que ele contava sobre passar com o avião entre as torres da Catedral de Porto Velho, Pegando Jenipapo da janela do avião Paulistina, enfim, são poucas as estórias inventadas pelo General, porém, são muitas as histórias pitorescas e verdadeiras que constam do que chamo de “As Peripécias do General”.

TRAILER
A famosa bicicleta Gulliver


... A mulherada sabendo que o ‘pagão’ acabara de chegar, arrudiaram a mesa, na iminência de conseguirem, pelo menos, um prato de Sopa por conta. “Só pago pra quem beijar meu amigo aqui que está muito Bêbado!”. Algumas não contaram conversa, agarraram o cara e tascaram-lhe os beijos necessários para ganhar uma dose da Campari e um prato da famosa Sopa.
Quando deu por volta das 4 horas da madrugada, uma das mulheres descobriu que aquele “amigo” do Manelão não estava vivo. Foi uma gritaria geral... O Homem ta morto, o homem ta morto! é um defunto! As mulheres saíram correndo pela Pinheiro Machado e os mais espertos saíram sem pagar a conta... (Parte da Peripécia O Defunto Boêmio)
Pegando Jenipapo

Na maior cara de pau, Manelão contava que assim que conseguiu seu Brevê de Piloto Privado e ainda não tinha conseguido emprego na aviação, costumava alugar um teco-teco Paulistinha do Aeroclube de Porto Velho, para sobrevoar a cidade e principalmente dar rasante na praia que se formava do outro lado do Rio Madeira em frente a cidade no tempo do verão.
Nesse ínterim ‘gamou’ (se apaixonou), por uma moça filha de uma família Catega do bairro Caiari e como não era correspondido pela jovem que por sinal era muito bonita (não citarei seu nome porque ela é casada e bem casada nos dias de hoje) e até porque ele não era bem quisto por algumas famílias do bairro.
Roubando despacho de macumba
Pra todo mundo ele falava que era apaixonado pela jovem, só quem não sabia disso era ela. Para chamar a atenção da moça, ele ficava passando pela frente de sua casa fazendo cavalo de pau com sua famosa Rural, mesmo assim a jovem nem saia pra ver o que estava acontecendo. Apaixonado ao extremo, contava Manelão, que certa vez alugou um Paulistinha e resolveu dar rasante em cima da casa da moça, fez uma, duas, três e outras vezes e nada de ser observado. Foi então, contava o gordo, que lembrou que na casa do outro lado da rua quase em frente a casa dela, existia um pé de Jenipapo que estava repleto de frutos. Manobrou o Paulistinha por cima da cachoeira de Santo Antônio e visou o pé de Jenipapo... (a história completa você ver no livro).

São algumas das Peripécias do General que constam do livro. “Além dessas, outras 50 histórias e estórias tais como: Metralhando a viatura da polícia”; “De Avião na Taba do Cacique”; “A Noiva da Colônia do Japonês” podem ser apreciadas.
Serviço
Livro – As Peripécias do Genral
Autor – Sílvio M. Santos
Lançamento – Fevereiro de 2017
Valor do exemplar – R$ 30
Contato – (69) 9 9302-1960

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Lenha na Fogueira - 07.01.17


Ainda bem que a reforma administrativa aprovada na manhã de ontem 06, pelos vereadores, a Fundação Cultural do Município e a Secretaria de Esportes continuam como “Dantes no Quartel de Abrantes”
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Legal que a ideia de juntar os dois segmentos numa só secretaria não deu certo. A gente vive lutando para que a Cultura seja desvinculada do esporte na Sejucel e ao contrário, o prefeito queria juntar, ainda bem que os vereadores não concordaram e votaram pela permanência das duas pastas separadas.
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Pavoroso mesmo, é o Projeto de Lei Contra a Masturbação que o deputado federal Marcelo Aguiar (DEM-SP) quer aprovar na Câmara dos Deputados.
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Já pensou, o cara em vez de se preocupar com assuntos de mais importancia para o desenvolvimento do Brasil, quer proibir a gurizada de praticar o admirado sexo solitário.
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Músico com carreira sertaneja e gospel e pastor, o deputado Marcelo Aguiar foi eleito em 2010 com 98.842 votos, mas obteve apenas 65.970 votos em 2014, ficando como primeiro suplente da bancada. Tomou posse em fevereiro de 2015.
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Nas redes sociais as críticas e principalmente as sátiras sobre esse Projeto de Marcelo Aguiar estão bombando. Inclusive tão falando que o Serginho Groisman do Altas Horas vai demitir a sexóloga Laura Muller que faz o maior sucesso junto a juventude tirando dúvidas sobre, principalmente, as várias maneiras de masturbações.

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Vai ver que as rebeliões que estão acontecendo nos presídios brasileiros, são em protesto contra o Projeto que proibi a Masturbação. Como é que os presos vão aliviar suas tensões caso o Projeto seja aprovado.
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Deixando a brincadeira de lado e permanecendo como “dantes no quartel de Abrantes”. Ontem foi dia de Santo Reis. Portanto dia de festa folclórica em muitas cidades brasileiras. Inclusive dia de brincar de Boi Bumbá.
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A brincadeira de Boi no Brasil tem vários ciclos. Na região Norte a brincadeira acontece dentro do ciclo das festas juninas. No sudeste e em vários estado do nordeste como Ceará e Pernambuco acontecem apresentações do “Boi de Reisado” que é a mesma coisa do Bumba-Meu-Boi ou Boi Bumbá só com outro nome.
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Em Porto Velho não se festeja mais o Dia de Reis. Antigamente e põe antigamente nisso, aconteciam por aqui, apresentações de “pastorinhas” e o Próprio Reisado, um folguedo que começa antes do Natal e termina no Dia de Reis 6 de janeiro.
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O Reisado é uma festa popular introduzida no Brasil pelos portugueses no período colonial e ainda hoje realizada em muitas cidades brasileiras. O nome é dado aos festejos realizados por grupos que cantam os chamados ternos entre o Natal e o Dia dos Reis Magos, ou Dia de Reis (6 de janeiro), muitas vezes acrescentando às cantorias cenas baseadas em um enredo sobre o nascimento de Jesus e homenagens aos Três Reis Magos. Em geral, as festas são realizadas na rua, como procissões.
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Na realidade, o que chamamos de Boi Bumbá recebe várias denominações. Em 2000 compus uma topada para o Boi Corre Campo contando essa história, a letra diz mais ou menos assim:
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O Boi de Canastra, com as caravelas veio de alem mar. Hoje Boi de Mamão (em Santa Catarina), Boi de Reisado, Bumba-meu-Boi, meu Boi Bumbá...
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Se nossos governos olhassem com mais importância a cultura popular do nosso povo, com certeza não teríamos tantas rebeliões nos presídios e nem tanta mortandade por pontos de drogas no Brasil.
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Depois da festa de Reis vêm as festas pagãs, Carnaval etc. Já pensou se o Projeto do Marcelo Aguiar for aprovado? Como os praticantes do sexo solitário vão ficar, assistindo as mulatas das escolas de samba do Rio de Janeiro. Tá doido ou veio de Jaru Marcelo?   

Beto Cezar e Walber do Cavaco no CD Samba Sempre


Sambistas da região norte, se reuniram com o objetivo de divulgar a produção musical autoral no ritmo que está comemorando cem anos de seu registro em gravação, o samba “Pelo Telefone” e sob a coordenação do compositor amazonense Júnior Rodrigues gravaram o CD “Samba Sempre”.
Cada artista participou com duas músicas, assim, o CD que está sendo lançado nas cidades onde moram os cantores é composto de 12 canções. De Porto Velho os autores e cantores Walber do Cavaco e Beto Cezar participam com as músicas: “Sem Razão” de Walber do Cavaco e Marcelo Maya e “Onde Tem Samba” de Walber Júnior, Marcelo Maya e Walber do Cavaco; “Ela Só Quer Samba” de Beto Cezar, Carlos Colla e Tadeu Júnior e “A Vida é Bela Pra Quem Sabe Amar” de Beto Cezar e Alceu Maia. “O bom desse Projeto, é que vamos ter nossas músicas divulgadas em outras localidades da região, o que pode nos proporcionar contratos para apresentações” disse Beto Cezar.
A idéia nasceu com o compositor e cantor amazonense Júnior Rodrigues que já ganhou festival de música no naipe Samba em nível nacional e viu o quanto existem compositores sambistas bons que não tem condições de gravar suas músicas e por isso ficam no anonimato em suas próprias regiões. “Na realidade, num país da extensão territorial do Brasil fica difícil se conseguir ser conhecido inclusive na sua região. Pensando nisso, criamos o Projeto “Samba Sempre” e para nossa alegria, os sambistas regionais abraçaram a idéia e gravaram suas músicas”, disse Rodrigues.
Walber e Beto Cezar já estão divulgando e comercializando o CD nas rodas de samba e pagode de Porto Velho. “Da minha parte estou vendendo o CD por apenas R$ 15”, disse Beto Cezar.
Os interessados em adquirir o disco devem ligar para (69) 9 9223-4450 ou 9 9915-6191. 

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Lenha na Fogueira - 06.01.17


Alguns colegas envolvidos com o movimento cultural em Rondônia, têm me cobrado a divulgação da retrospectiva, sobre os acontecimentos culturais em 2016, que tiveram a chancela da Sejucel.
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A resposta que dou, é que eles procurem a assessoria de comunicação da Superintendencia e cobrem essa retrospectiva, pois só eles podem informar sobre o que foi feito pela Gerência de Cultura da entidade durante o ano de 2016.
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Diante das cobranças, resolvemos fazer um levantamento, junto ao Portal do Governo de Rondônia na página de Sejucel. Devo dizer que me decepcionei com a produção cultural da equipe que tem a frente meu amigo Fabiano Barros.
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Não é preciso eu ficar enumerando aqui o que a Gerência de Cultura da Sejucel realizou durante o ano de 2016, pois é só você acessar a página da Sejucel no Portal do Governo e conferir que foram muito poucas as ações colocadas em prática.

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Estou insistindo em colocar Gerência de Cultura porque a Sejucel também é a responsável pelo Esporte, pelo Lazer e Pela Juventude e cada um desses segmentos tem seu Gerente ou Coordenador.
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Na página da Sejucel no referido Portal, a Gerência que mais se destaca, é a de Esportes. Quer dizer, no segmento Esporte a Sejucel deu um banho de realização em 2016. Sabem por que? Porque a equipe é formada por técnicos especializados no assunto e mais, a maioria é funcionário estatutário seja estadual ou federal, poucos são CDS.
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A proporção de notícias sobre os eventos esportivos realizados ou coordenados pela Gerência de Esportes da Sejucel ocupa mais de noventa por cento da página da superintendência no Portal do Governo. É tipo assim, 90% de notícias sobre Esporte e o restante dividido entre as demais Gerências.
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Independente da Página no Portal do Governo. Podemos dizer que a Sejucel em 2016, abriu a Porta para o Fomento Cultural através do sistema de Editais. Os dois primeiros já em andamento são “Zezinho Maranhão de Música” e o “Lídio Shon” de Audiovisual é ponto positivo para equipe do Fabiano.
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Porém, o Sistema Estadual de Cultura passou o ano praticamente parado e em consequência as Setoriais e o Conselho de Cultura também. A Coordenação do Sistema Estadual de Cultura não conseguiu apoio para realizar sequer, a reunião que renovaria os membros do Conselho.
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O Fundo Estadual de Cultura também não conseguiu a compreensão do setor de Finança do Governo Estadual e em consequência sua CONTA está ZERADA desde quando foi aberta.
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Sem funcionar o Conselho e nem o Funcultura fica difícil gerenciar a Cultura no estado de Rondônia.
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O interessante é que o Conselho de Desporto e o Fundesporte funcionam a todo vapor, inclusive com dinheiro na conta. Patrocinam até viagem de atletas que vão representar o estado em competições nacionais.
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Enquanto a Cultural não tem recurso nem para realizar uma teleconferência. É muito descaso.
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Alguém pode até me questionar, dizendo que no Palácio das Artes muitos eventos aconteceram. Sim aconteceram, porém, noventa e nove por cento deles foram realizados por empresas ou companhias privadas, que apenas alugaram o Teatro e pronto.
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Então, culturalmente falando, o que foi realizado em 2016 pela Gerência de Cultura da Sejucel? A estrutura do carnaval das escolas de samba, a estrutura do Flor do Maracujá, apoio a Festa do Divino no Vale do Guaporé, a estrutura do Duelo na Fronteira e o PAB! Se tem mais alguma coisa, não consta da página da Sejucel no Portal do Governo do Estado de Rondônia.
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Quero aqui deixar bem claro. A administração do Superintendente Rodnei Paes é das melhores o que não funciona na Sejucel é a Gerência de Cultura.

Mistura Fina 2016 – O melhor dos últimos anos



A gente se reúne pra sair la da esquina, no bloco Mistura Fina... Todos os anos, no dia 31 de dezembro, os foliões carnavalescos de Porto Velho se reúnem na esquina das ruas Joaquim Nabuco com Bolívia cantando o refrão acima e saem brincando carnaval, dando adeus ao ano que está terminando e boas vindas ao novo ano.
Este ano não foi diferente! A diretoria da escola de samba Asfaltão que ha alguns anos. coordena o desfile do bloco, que foi criado pelos trabalhadores da Usina Hidrelétrica de Samuel, começou a montagem da sonorização muito antes do meio dia e antes das 15 horas o grupo de sambistas comandado pelo Maestro Nilson do Cavaco começou a tocar, fazendo o famoso esquenta dos foliões para o desfile; Bainha, Torrado, Oscar. Zé Baixinho, Misteira, Thobá, Silvio Santos e outros carnavalescos assumiram o repertório baseado em sambas enredos e marchinhas tradicionais.

Maria da Chave


A multi-artista Maria Luíza Silva - Lu Silva, com sua personagem “Maria da Chave” chegou e “oficializou a abertura” da brincadeira. “Sou a guardiã da chave da folia dessa cidade, que na ausência de Sua Majestade Rei Momo Primeiro e Único tenho autoridade para declarar aberta a folia do bloco Mistura Fina”, discursou Maria da Chave. Na realidade, segundo Lu Silva, a Maria da Chave representa as prostituas de todos os bordéis da cidade e sua chave é para fechar as portas de todos os preconceitos.
Com um leve atraso de apenas uma hora, As Pastoras do Asfaltão interpretaram famosas marchas-rancho, dando início ao desfile do bloco Mistura Fina 2016, que foi pelas ruas Joaquim Nabuco, Almirante Barroso, Mal. Deodoro, Carlos Gomes, Tenreiro Aranha, Sete de Setembro e Joaquim Nabuco até o bar do antônio Chulé.
A porta-estandarte foi a Francilene Barreto e o personagem destaque Zekatraca fantasiado de “Hermínia” do filme “Minha mãe é uma peça 2”, Bateria Pura Raça comandada pelos mestres Negão e Danilo. “Foi o melhor Mistura Fina dos últimos anos”, disse o cantor compositor Beto Cezar.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Lenha na Fogueira 05.01.17


E Rondônia completou 35 anos, do jeito que o Teixeirão imaginou, trabalhando! Lembra que o slogan do governo Texeirão era: “Trabalho, trabalho e trabalho”. Sem querer, em seus 35 anos o estado cumpriu a ordem do seu criador.
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Pois sem saber o que é respeitar a história de um povo, o vice-governador que estava assumindo o governo em exercício, pensando apenas no seu umbigo, assinou Decreto antecipando o feriado de 4 de janeiro, apara o dia 2. Foi a maior mancada de um administrador que pretende voar mais alto na política rondoniense.
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Mesmo assim, com a volta do governador Confúcio Moura ao gabinete do Palácio a data não passou em branco, pois ontem de manhã, os funcionários saíram de suas salas, para prestigiar o ato cívico em homenagem a data da Instalação do Estado de Rondônia, no pátio ou praça do Palácio Rio Madeira. Pelo menos ainda tem alguém no governo, que sabe o que o 4 de janeiro representa pra todos nós rondonienses e rondonianos.
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Acho que o vice antecipou o feriado, porque segundo às “matildes”, está desistindo da política partidária para pleitear o cargo de Conselheiro do TCE. Conselheiro de Contas não precisa conhecer a história do estado, basta apenas saber assinar seu nome para “ferrar” as prestações de contas de prefeitos, e entidades sem fins lucrativos e nada mais.
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Bom, mudando de pau pra cacete: Ontem visitamos a Funcultural só para saber quem o Ocampo convocou para fazer parte da sua equipe. Para nossa satisfação encontrei trabalhando só pessoas que realmente entendem do riscado, Desenvolvimento Cultural ou seja, especialistas em Projetos Culturais.
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Comandando a equipe de técnicos está o Ronildo Carvalho que é apoiado pelo Altair dos Santos Lopes – Tatá e Judilson Dias dois cabras bom em escrever Projetos Culturais. Os dois são campeões em aprovar Projetos junto ao Ministério da Cultura. O Eudes que fazia parte da gestão anterior também faz parte da equipe do Ocampo. Quer dizer, só tem fera!
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Numa primeira reunião com os dirigentes das escolas de samba de Porto Velho, pelo menos num primeiro momento, a turma saiu satisfeita e olha que o Ocampo nem falou de quanto será o subsídio, disse apenas que seria muito menos do que foi no ano passado, ou no carnaval passado e a turma saiu sorrindo no rumo da Câmara de Vereadores junto com o Ocampo em busca de emendas, para complementar a verba das escolas de samba. É como dizia “Cabo Ramos”: “É conversar com quem sabe e beber com quem paga”.
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Ta certo que está muito cedo para festejarmos a nova equipe da Funcultural, quem conhece do riscado, sabe que a equipe não é de oba-oba, é gente que sabe das coisas e que, com certeza, vai contribuir com a cultura de Porto Velho.
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E mais, o Ocampo assume com a experiência de quem já administrou tanto a cultura municipal como secretário da SEMCE e a estadual como secretário da Secel. Quer dizer, não pode mais errar.
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Tenho a impressão que o Paulinho Rodrigues vai integrar dentro em breve a equipe da Funcultural, nem que seja como assessor jurídico o Dr. Paulinho Rodrigues como Amo de Tracoá e pela amizade com o presidente e capacidade, não pode ficar de fora.
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O principal escudeiro do Antônio Ocampo é meu amigo Cleverson Santana mais conhecido no meio cultural carnavalesco como “Buchada”.
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Já que falamos sobre carnaval. A presidente da Banda do Vai Quem Quer mandou um recado para sua diretoria, dizendo que sábado que vem, vai acontecer a primeira reunião visando o desfile do maior bloco da Amazônia.
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O pessoal tá cobrando matéria sobre o bloco Mistura Fina. Prometo que amanhã publico alguma coisa.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Antônio Ocampo Fernandes

Assume Funcultural e garante subsídios às escolas

Talvez dos secretários nomeados pelo prefeito Hildon Chaves, Antônio Ocampo Fernandes tenha sido o mais festejado. Assim que surgiu o boato de que ele seria o presidente da Funcultural a maioria dos segmentos culturais aprovou. Inclusive quando também começaram a aparecer nas redes sociais listas nas quais constavam outros nomes para assumir a cultura do município a turma não acreditou. “Tem que ser o Ocampo mesmo” era o que ouvíamos pelos quatro cantos da cidade. Tanto que o procuramos para falar sobre sua administração na Funcultural e ele apenas exigiu, que a entrevista só fosse gravada e publicada após ser empossado no dia 1º. Assim o encontramos no gabinete do prefeito no palácio Tancredo Neves quando da transmissão de cargo do ex prefeito Mauro Nazif para o prefeito Hildon Chaves e ali batemos o papo no qual, ele garantiu com todas as letras, que a prefeitura leia-se prefeito Hildon Chaves vai fazer repasse de subsídios financeiros para as escolas de samba desfilar no carnaval deste ano de 2017. “Não vai ser o sonhado pelos carnavalescos, mas, vamos sim ajudar as escolas com algum recurso”. Outra notícia que com certeza vai deixar muita gente feliz é a da garantia da recuperação da Madeira Mamoré. “Meu sonho é, em dois anos, colocar o trem para rodar”, durante os primeiro Cem Dias de governo Ocampo promete ajeitar o Deque do Plano Inclinado, assim como vai convocar nos próximo 10/15 dias os segmentos culturais para discutir as demandas de cada setorial.
Acompanhe a entrevista.

ENTREVISTA

Zk – Mais uma vez assumindo a cultura do município de Porto Velho?
Ocampo – Quero primeiro agradecer a confiança do nosso prefeito por ter nos convidado desde o inicio, ele sempre falou que eu estaria na equipe e definiu como sendo da Cultura. Estou pronto para este novo desafio junto com a área cultural. Depois que a gente teve certas experiências, aprendemos que não se faz nada sozinho, esse sacrifício amigo, vai ser de toda área cultural. Quero ser altamente transparente com o recurso que a gente tem disponível, recurso que caiu praticamente para um terço do que era nos anos anteriores.
ZK - Como foi manter sigilo sobre o convite para ser secretário?
Ocampo – Ha mais ou menos cinqüenta dias já tinha conhecimento que poderíamos assumir a cultura. É difícil você segurar! Lembro que na nomeação do Chiquilito foi questão de duas semanas. Na gestão do governador Cassol foi também parecida com a atual, tive que guardar por 45 dias e com o Dr. Hildon foi mais esticado e a gente teve que segurar.Lembro que o Dr. Hildon é Promotor e ele guarda informações, essa prática, depois que vim entender, ele colocou a gente numa situação parecida com a dele de preservar os nomes e a gente também não podia cantar por ai que era secretário, até porque, você sabe que na política, como já dizia um senador antigo lá de Minas Gerais Magalhães Pinto “A política é como nuvem, muda a cada momento”. Nós amadurecemos também, já são 20 anos praticamente como secretário é o que digo é um grande desafio.

Zk – O grande calo seco das administrações que assumem a prefeitura pela primeira vez, é o carnaval, me refiro ao carnaval das escolas de samba. Como é que vai ser na gestão do Dr. Hildon?
Ocampo – Primeiramente, isso vai pra todos os eventos de grande porte que estão no calendário fixo e nacionalmente como é o caso do carnaval. Temos que trazer o carnaval pra época do carnaval. Não quero mudar muita coisa do que aconteceu nos anos anteriores, mas, para 2018 vamos fazer um calendário e ele vai ter que ser cumprido. Carnaval vai ter que ser na época do carnaval.
Zk – E o carnaval deste ano?
Ocampo – Vamos realizar o carnaval deste ano com toda pompa. Quero reunir com os carnavalescos tanto dos blocos como das escolas de samba para juntos escolhermos o Rei Momo e sua Corte. Vamos realizar o Baile Municipal. O prefeito vai entregar a Chave da Cidade para a Banda do Vai Quem Quer através da presidente Siça. Temos que retomar as origens do nosso carnaval.
Zk – É verdade que já tem festa municipal programada?
Ocampo – Vamos fazer a comemoração da instalação do Município de Porto Velho no dia 24 de janeiro com uma festa, que podemos classificar de médio porte, mas, vamos fazer. Temos que comemorar nossas datas, o calendário é bonito na área cultural. Temos o dia do artista plástico, o dia do escritor, do músico, vamos aproveitar amigo, cultura não tem segredo o que precisa é captarmos recursos junto à iniciativa privada e isso vai acontecer. Vamos fazer um esforço, o prefeito tem nos dado respaldo para fazermos a implantação da Lei de Incentivo a Cultura. Vamos trabalhar com o dinheiro público por meio de editais, vamos colocar isso em prática. Vamos privilegiar todo mundo por mérito e não porque é amigo.
Zk – Sobre a Madeira Mamoré?
Ocampo – A Madeira Mamoré mora dentro de mim e caiu essa responsabilidade pra nós. Tenho um desafio comigo que em dois anos tenhamos o trem circulando. Vamos fazer um esforço junto à sociedade e elaborarmos um Projeto bonito e consistente, não com sonhos, mas, que seja real pra ser executado e com esse Projeto, vamos bater às portas das embaixadas, das empresas, se Deus quiser amigo, isso é possível, não é segredo. Já vou adiantar, nesses Cem Dias, queremos reabrir o Galpão nº 1 com uma exposição e as peças serem colocadas no Museu aos poucos. Outra coisa que pretendemos fazer nesses Cem Dias é recuperar o Deque do Plano Inclinado. Aquilo ali ta um perigo. Vamos pedir ajuda da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros.
Zk – Com o é que você está recebendo a Funcultural financeiramente falando?
Ocampo – Com apenas um terço dos recursos dos anos anteriores. Quero ser muito transparente com isso. Não vai ter segredo pra ninguém, tanto que vou me reunir nos próximo dez/quinze dias com todo mundo e quero que todo mundo participe. Como vamos apoiar o teatro, a música. Como vamos dividir esse bolo, honestamente, com todo mundo. Vamos fortalecer as setoriais e em conseqüência o Conselho Municipal de Cultura.
Zk – Posso colocar que a prefeitura através da sua gestão na Funcultural garante o repasse de subsídios para as escolas de samba desfilarem este ano?
Ocampo – Sim, não vai ser o repasse sonhado, mas, quero aqui já me comprometer para 2018 que a gente comece um Projeto em março deste ano, para quando chegar 2018 não estejamos dependendo apenas do recurso público. Vamos fazer o carnaval na data, uma coisa que quero discutir com o segmento das escolas de samba, é que a gente realize o carnaval num dia só, em dois dias fica muito caro.
Zk – Sua mensagem?

Ocampo – A mensagem é um pedido a classe cultural que esteja conosco, que participe conosco nesse ano difícil que vamos passar. Posso dizer que grandes coisas vão acontecer este ano de 2017 não tenho dúvida disso.