terça-feira, 5 de março de 2013

LENHA NA FOGUEIRA - 06.03.13


Apesar da incerteza sobre a realização do Arraial Flor do Maracujá este ano, os grupos de quadrilhas já começaram os ensaios.

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Entre os grupos que já estão ensaiando destacamos: Os Caipira do Rádio Farol, Girassol da Três Marias e a Roça é Nossa.

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Sábado dia 09, a JUABP começa a ensaiar em sua quadra localizada no bairro Areal da Floresta

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O grupo do Presidente da Federon Quadrilha Rosa Divina começa os ensaios na próxima segunda feira dia 11.

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Como podemos ver, os grupos de Quadrilhas estão acreditando mesmo na realização do Arraial Flor do Maracujá. A Neiva da Rosa de Ouro informa que ainda este mês os ensaios do grupo que tem a melhor Ala de Cangaço começa a ensaiar.

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Arrasta Pé de Matutos lá do Cohab também deve começar os ensaios antes do final deste mês, segundo o diretor Benevides.

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Como é de praxe, os bois bumbas só começam a ensaiar no mês de maio.

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Porém, como o Corre Campo foi convidado a participar do Festival de Inverno Amazônico do município de Costa Marques, sua diretoria deve antecipar o inicio dos ensaios, uma vez que o festival acontece entre o dia 4 de abril e 5 de maio.

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Sobre o Flor do Maracujá, os dirigentes da Federon estiveram segunda feira 04, na Secel em busca de informação sobre o andamento da liberação do valor de R$ 250 Mil, autorizados pelo governador, referente ao Arraial do ano passado e que deve ser pago este mês.

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Ao solicitar a informação receberam como resposta de que o pedido do governador foi encaminhado à SEFIN e que até aquela data, não havia nenhuma poisção a respeito da solicitação. A jovem gerente do GAF prometeu entrar em contato com a Sefin e que informaria a diretoria da Federon ontem dia 5, o que não aconteceu, pelo menos até fecharmos essa coluna por volta das 16h00.

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Diante da falta de uma informação segura, a diretoria da Federon vai se dirigir na manhã desta quarta feira 06, até a Sefin para saber sobre o andamento do pagamento da 1ª parcela do convênio Flor do Maracujá de 2012. Escrevi 2012 amigos empresários, que estão ameaçando colocar alguns grupos na justiça por falta de pagamento. Tá uma verdadeira falta de gerencia essa gerencia.

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Enquanto uma minoria tenta prejudicar o andamento dos processos culturais, outros estão procurando levar o nome do estado ao mais alto do pódio.

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Tivemos o show musical do Beto Cezar sábado passado, no Bar Brahma em São Paulo e quem estava lá era Rondônia com as músicas do Beto constantes do CD “Vida Linda”.

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O Grupo de Teatro O Imaginário acabou de voltar a Porto Velho, após passar quase um mês levando a arte do teatro de rua para vários municípios de Rondônia e do estado de Mato Grosso. O Imaginário é Rondônia.

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O músico e cantor Marquinho do Cavaco participou ontem 05, da gravação do programa global Esquenta que é apresentado todos os domingo pela Rede Globo sob o comando da Regina Casé. Marquinho apesar de ter nascido no Rio de Janeiro será Rondônia no Esquenta.

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A respeito desse povo podemos dizer: É Rondônia que Faz!

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O os grupos folclóricos estão se preparando para o Flor do Maracujá mesmo sem ter certeza da realização do evento. Para quem não sabe, ensaio gera despesas para os grupos, pois têm que contratar músicos, fornecer água e transporte para seus brincantes.

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Isso sem falar que a incerteza não impede a contratação de costureiras para confeccionar as indumentárias.

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O negócio anda tão feio no segmento cultural quando nos referimos a governo estadual, que o produtor Denis Carvalho pediu sua remoção da Secel.

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Denis foi convidado a produzir os festejos do Centenário da Madeira Mamoré e graças a sua competência, ficou para produzir o Flor do Maracujá do ano passado, porém como o governo até agora não sanou as dívidas do Centenário e nem as do Flor do Maracujá, Denis preferiu voltar a sua secretaria de origem.

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Já não fizeram o carnaval das escolas de samba e o convênio com a Uniblocos está “empacado” que nem jumento.

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Se o governador não der autonomia a secretária Mara Alves para agir, colocando pessoas de sua confiança nos departamentos estratégicos da Secel. A coisa, não vai demorar muito para ir pro brejo.

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Esse barco é pequeno e vai gente demais, ele vai afundar, ele vai afundar...!

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Depois de tudo isso, vou curtir forró pé de serra no Mercado Cultural hoje à noite a partir das 20h00.
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Aliás, de acordo com a direção da Funcultural, toda programação do Mercado Cultural desta semana, é dedicada à MULHER.

segunda-feira, 4 de março de 2013

LENHA NA FOGUEIRA - 05.03.13


Vamos utilizar este espaço, para fazer um apelo a direção da FUNCULTURAL de Porto Velho na pessoa da presidente Jória Lima.

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Nosso amigo Sergio Santos produtor musical, proprietário do estúdio Som da Terra, está com bastante dificuldade para bancar seu tratamento de saúde.

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Serginho como é conhecido no mundo musical, há alguns meses, creio que a mais de um ano, tenta se ver livre de um mal que o deixou super debilitado e sem poder trabalhar.

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Sem poder se dedicar ao trabalho, ficou também sem recursos suficientes para bancar seu tratamento. Tratamento que não parou, pois seus familiares e de sua esposa tem conseguido a duras penas, manter.

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Acontece, que na gestão municipal passada, em especial nos eventos promovidos pela Funcultural que a época era conhecida como Fundação Iaripuna, Serginho era quem atendia esses eventos com a estrutura de sonorização, iluminação e palco.

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Até gravação de CD, como foi o caso do CD com os sambas enredos das escolas de samba de Porto Velho, produzida e editada no estúdio Som da Terra.

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Tinha uma apresentação de dança em qualquer local da cidade, a equipe da Funcultural ligava pro Serginho e ele montava a aparelhagem no local.

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- Serginho amanhã tem evento em Jacy Paraná em São Carlos, Calama ou seja lá onde fosse, lá estava ele com sua equipe.

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O problema foi que alguns desses atendimentos eram feitos na base da amizade, sem um documento que comprovasse sua contratação.

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Porém, a maioria foi de contrato assinado. Contratos que até a presente data não foram sanados (pagos) e em conseqüência da falta desses pagamentos, nosso amigo está passando por mal bocados.

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O apelo de todos nós que conhecemos a luta do Serginho em prol da divulgação da música produzida em Rondônia.

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É que a presidente da Funcultural Jória Lima que também é conhecedora do problema de saúde do Sergio, reivindique junto ao prefeito Mauro Nazif que autorize o pagamento da dívida que a prefeitura de Porto Velho tem para com a empresa do Sergio Santos o Serginho ou Sérgio Bico.

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Vamos nessa Jória, a música de Porto Velho precisa do Serginho Santos e o Serginho precisa receber os honorários pelo seu trabalho e poder bancar seu tratamento.

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Por falar em Funcultural o diretor de cultura Judilson convida os Conselheiros (titulares e vices), do Conselho Municipal de Cultura para reunião que vai acontecer no próximo dia 13 deste mês, na sala Guaporé do Centro de Formação - Teatro Banzeiros as 15h00. Agenda aí Conselheiro do CMC.

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Semana passada, publiquei nessa coluna, que a diretoria do bumbá Malhadinho de Guajará Mirim estaria se reunindo para tratar da eleição da nova diretoria. Na realidade a informação não procedia, de acordo com o Artur Quintela, baluarte do boi azul e um dos seus mais ferrenhos defensores, informa que realmente aconteceu a reunião, mas, não para tratar da eleição. Acompanhem o e-mail que o amigo nos enviou.


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Amigo Silvio! Retornando de Guajará Mirim, como é de costume, tenho logo que atentar para as notas que o amigo escreve em sua coluna cultural. E lá me vejo numa nota sua que aduz que estaria em Guajará Mirim para tratar de eleições em nossa agremiação azul e branco.

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Quero aqui retificar. Não sei de onde veio a informação, mas fui a Guajará Mirim para a Assembléia Extraordinária, cuja pauta não contemplava nenhum tópico aludindo a eleições.

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Como Relações Públicas de nosso Malhadinho vejo-me na obrigação de informar ao nosso Sócio Honorário que estão prevalecendo as eleições de 2012, cuja Diretoria tem mandato para cumprir até fevereiro de 2014. Um abraço forte e fraterno do Artur Quintela Gomes.

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Sexta feira passada dia 1º, nossa querida repórter, Vanessa Queiroz promoveu o maior barulho na redação durante a festa que a turma proveu em sua homenagem.

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Para todos nós foi mais uma festa de agradecimento pelos dias de convício com a Vanessa. Ela por livre e espontânea vontade, deixou de pertencer aos quadros da empresa Diário da Amazônia, mas jamais deixará de ser parte do nossos corações como amiga e profissional de grande valor. Vanessa estamos com saudades  daquela conversa em tom elevado de todos os dias! Sucesso na nova empreitada. 

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Obrigada Diário da Amazônia

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Quero agradecer a todos pelo apoio e colaboração ao longo desses 2 anos e 5 meses que estive no Diário. Sou muito grata à oportunidade que tive de trabalhar neste veículo. Essa oportunidade surgiu em um momento muito especial da minha vida quando queria muito mesmo trabalhar com o jornalismo impresso que foi a mídia que mais me identifiquei na faculdade. Vanessa Queiróz! 

JAM BERA EM HOMENAGEM A MULHER


Exposição da Lu Silva abre semana da Mulher


A programação relativa à Semana da Mulher começa hoje no Mercado Cultural

A artista plástica Lu Silva abre na noite desta terça feira 05, no Mercado Cultural em parceria com a coordenação do Projeto Jam Bera a exposição “Só Mulheres”. Lu Silva além de artista plástica é arquiteta figurinista, bonequeira e palhaça. “Vou utilizar todo esse meu conhecimento para montar a exposição”, disse Lu.
Serão 05 figurinos criados para personagens de peças teatrais que vestirão cinco carrancas; cinco telas que retratam mulheres. “Não gosto de trabalhar com números pares”, explica a artistas. Durante a apresentação dos músicos da Jam Bera estará sendo reproduzido num telão, momentos dos personagens vividos pela artista em seu dia-a-dia como: Maria da Chave, Boneca de Pano, Palhaço Amarelo, Palhaço Branco, Palhaço Verde e Amarelo, a Loba e a Onça. “Se os coordenadores dos demais projetos que se apresentam no Mercado Cultual durante a semana me convidar, montarei a exposição”, finaliza a artista. A exposição será aberta as 19h00 no Mercado Cultural em Porto Velho.

MULHERES NO BANZEIROS

Ainda em homenagem ao dia Internacional da Mulher 08 de marços sexta feira, acontecerá no teatro Banzeiros o espetáculo musical “Divas Tropical”, um show revista com a participação de grandes cantoras de MPB a partir das 19h00.
O ingresso será Um Quilo de alimento não perecível

sábado, 2 de março de 2013

LENHA NA FOGUEIRA 03.03.13


A reunião da Fesec marcada para acontecer sexta feira dia 1º, deu chabu.

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Acontece que o representante da escola de samba Asfaltão, invocando o cumprimento do estatuto, que diz que a convocação de Reunião Extraordinária da Assembléia Geral deve ser feita via jornal impresso de grande circulação. Como o Cristóvão não procedeu assim a reunião teve que ser suspensa.

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E mais, para se falar em eleição na Fesec primeiro é necessário que o Ariel renuncie. Acontece que Ariel desde 2011 reside em Guajará Mirim e desde janeiro deste ano é o Secretário de Cultura e Turismo daquele município o que o impediu de participar ativamente das ações da Fesec.

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Diante do impasse, Ariel prometeu enviar sua carta de renuncia até a próxima terça feira e só a partir da daí, é que o Cristóvão vai poder comandar a Federação.

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A turma aproveitou para analisar os nomes já colocados a concorrer à presidência da entidade.

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O mais comentado foi o do Cantarelli seguido do Monteiro e do Rogério ex presidente da São João Batista. O nome do Cabeleira teve a maior rejeição já vista 100% nem mesmo o Pai Beto convidado a ser o vice na chapa do Cabeleira confirmou a participação. “Fui convidado, mas, não disse que aceito”.

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Agora já no Mercado Cultural a semana ocorreu sem incidentes. Até a Seresta Cultural aconteceu aparentemente em paz.

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Muitos pensavam que o evento não aconteceria após o “sururu’ protagonizado pelo Heitor Almeida. Que nada, “tudo ocorreu como dantes no quartel de Abrantes”.

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Até o Chagas Perez dançou no mercado na semana que passou!

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A semana foi tão produtiva no Mercado Cultural que até uma jornalista peruana veio de Lima exclusivamente para entrevistar a presidente da Funcultural Jória Lima e ouviu que a prefeitura de Porto Velho tem interesse em realizar o “I Festival sul-americano de artes integradas, agregando o Peru a Bolívia, Argentina, Chile, Colômbia e Venezuela”,

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No fim da tarde de quinta-feira, 28, no Mercado Cultural, a jornalista do Peru, Lília Grandez, entrevistou a Presidente da Fundação Cultural do Município de Porto Velho, Jória Lima. A presidente apresentou um panorama da cultura local, os projetos que estão sendo executados e a possibilidade de futuros convênios com entidades e artistas peruanos.

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“É interessante esse intercâmbio cultural entre as duas nacionalidades. Queremos realizar o I Festival sul-americano de artes integradas, agregando o Peru a Bolívia, Argentina, Chile, Colômbia e Venezuela”, destacou Jória.

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Jória falou ainda sobre a importância da aproximação com a classe artística do Peru e que Porto Velho vive um momento cultural importante as vésperas de seu centenário.

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A jornalista, que também presta assessoria política ao governo de Loreto, frisou a importância do contato com às culturas das tribos indígenas e da fomentação do turismo na região. Lília Grandez, informou que oficializará um convite de integração cultural entre Porto Velho e Peru.

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O diálogo do município com as autoridades peruanas deve continuar para a formalização de convênios que fortaleçam a cadeia produtiva, criando um legado cultural para os povos da América do sul.

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Isso será muito bom, principalmente para o pessoal que produz cultura popular como os grupos de Quadrilhas e Bois Bumbás e os artesãos principalmente.

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Ano passado, uma turma de artistas levou o samba de Porto Velho até o Peru o pessoal voltou animado, pesar do frio.

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Já em Costa Marques a Luzia Penha está divulgando a realização do 3º Festival de Inverno Amazônico que vai acontecer entre os dias, 4 de abril e 5 de maio. Um mês de eventos culturais e esportivos.

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O boi Corre Campo de Porto Velho foi convidado para se apresentar no Festival de Costa Marque e segundo o prefeito Chico Território se depender da prefeitura, o Boi de Porto Velho vai estar na festa.

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Vamos entrar em contato com a Branca para formar a troupe show e começar os ensaios.

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Ano passado a Penha resgatou a Dança do Biguá durante o Festival de Inverno de Costa Marques. Este ano vai ter apresentação dos Quilombolas do Vale do Guaporé.

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No naipe esportivo, tem corrida de voadeira em várias categorias, corrida de rua e outras atividades.

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Já em Guajará Mirim o Malhadinho está se reunindo com o intuito de realizar eleição para diretoria. Léo e Quintella comandam a galera azul da Pérola do Mamoré.

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As inscrições para o Festival Curta Amazônia do Levi com a Golda continuam abertas.

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E a Coordenadoria dos Pontos de Cultura Rondônia começa a visita a todos os pontos do estado. De Vilhena a Guajará Mirim a partir desta terça feira. Monteiro e Carlinhos Maracanã serão os visitantes. 

FESEC


Presidente da Fesec Ariel Argobe renuncia



Para facilitar o processo de eleição da nova diretoria executiva da Federação das Escolas de Samba de Rondônia - Fesec o atual presidente, Ariel Argobe deve renunciar ao seu madato que termina no próximo mês de maio. Durante a reunião convocada pelo vice presidente Cristóvão Bentes o representante da escola de samba Asfaltão Reginaldo Macumba, invocou o cumprimento do que reza o Estatuto da entidade no que diz respeito à convocação para Assembléia Geral Extraordinária. “Essa reunião não pode acontecer porque não foram cumpridas as exigências estatutárias, que diz que a convocação tem que ser feita através de publicação em jornal de grande circulação”, lembrou Reginaldo, além disso, prosseguiu, “o senhor não pode convocar eleição, uma vez que o presidente da Federação é o Ariel Argobe”. Diante do impasse o presidente de honra da escola de samba Os Diplomatas entrou em contato via celular com o Ariel que atualmente reside em Guajará Mirim e informou que o processo eleitoral da Fesec só poderia começar após sua renuncia. Ariel que desde janeiro é secretário de Cultura e Turismo no município de Guajará Mirim e por isso teve que se afastar da presidência da Fesec, garantiu que até terça feira dia 5, dará entrada junto à secretaria da entidade, em sua Carta de Renuncia.
Tendo em vista seu impedimento em proceder ao processo eleitoral, Cristóvão deu por encerrada a reunião, informando que assim que receber a Renuncia do Ariel convocará todos para discutir o futuro da Federação e do carnaval das escolas de samba.

sexta-feira, 1 de março de 2013

LENHA NA FOGUEIRA - 02.03.13


O pagamento de cachê por uma apresentação artística, seja lá de que segmento for, é uma obrigação.

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O artista quando sai de casa para participar de uma apresentação, tem em mente, que voltará com o dinheiro do mercado do outro dia, com a condição de pagar o colégio do seu filho, de comprar um presente para sua mulher, enfim, se vai participar de um espetáculo seja para empresa particular ou para o governo, tem que receber por isso.

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Acontece que aqui em Rondônia o negócio não funciona desse jeito. Basta lembrar que a procuradoria do estado não permite que o governo assuma o pagamento de cachê para apresentações artísticas.

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Isso é a maior aberração na interpretação da Lei dos Convênios. Quer ver? O governo pode pagar show pirotécnico, pode pagar a estrutura de palco, sonorização e iluminação; pode pagar os seguranças, pode contratar banheiros químicos, pode até pagar o lanche da policia que vai fazer a segurança do evento, mas, não pode pagar quem leva o público para o evento que são os artistas.

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É necessário que coisas desse tipo sejam revistas. A Lei que rege o que pode e o que não pode ser pago pelo governo, é a mesma em todo o Brasil, porém, apenas em Rondônia é proibido colocar no Projeto valores para pagamento de cachê.

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Outra Lei que só atrapalha principalmente os eventos culturais, é a Municipal conhecida como 190, essa é crucial, aliás, ela acaba com qualquer um que pretenda realizar eventos culturais.

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A turma faz na marra. Para o amigo leitor fazer idéia, se a prefeitura cumprir a 190 na risca, a turma que se apresenta no Mercado Cultural teria que desembolsar uma grana para conseguir se apresentar e olha que esse pessoal não recebe nem cachê (por enquanto).

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Por falar nisso, a Funcultural deveria rever os critérios que autoriza as apresentações artísticas no Mercado Cultural. O negócio precisa ser realmente cultural.

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A diversidade cultural da nossa cidade é bastante rica. Por isso o Mercado Cultural não pode ficar servindo todo tempo a um só segmento musical.

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Ta na hora de se trabalhar melhor as apresentações no Mercado. Aliás, ta na hora de diversificar mais essas apresentações.

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Estamos chegando ao período das festas juninas que em Porto Velho é muito forte com as apresentações de Quadrilhas e Bois Bumbás

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Então seria bom que Funcultural firmasse parceria com a Federon para apresentações dos nosso grupo folclóricos, em um dia a ser determinado pela Funcultural no Mercado.

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Que tal um concurso para escolher a Cunhã Poranga de Porto Velho. Não é a Cunhã Poranga de um boi bumbá, é a de Porto Velho assim como tem a Rainha do Carnaval.

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O melhor casal de noiva e noivo; a melhor ala de Cangaço; o Melhor casal de velho e velha; melhor Guarda e por aí vai!

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Com certeza o público passaria a conhecer melhor nossos grupos folclóricos e seus personagens.

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Vamos pensar no assunto gente boa da Funcultural!

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A respeito da divulgação na coluna de ontem, de que o governador mandou pagar os grupos que se apresentaram no Flor do Maracujá do ano passado, o pessoal de Guajará Mirim não para de me ligar, perguntando se eu não sei quando o governador vai mandar pagar os grupos que se apresentaram no Duelo da Fronteira no ano passado.

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E eu que pensava que os Bois de Guajará já haviam recebido.

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Sendo assim, falta pagar a grana relativa ao festejos do Centenário da Madeira Mamoré e os Bois de Guajará Mirim.

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A transmissão desses eventos foram pagas faz tempo. É aí que voltamos ao assunto pagamento de cachê.

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Em Rondônia todo mundo ganha dinheiro com eventos do tipo Flor do Maracujá e Duelo da Fronteira.

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Só quem não recebe nada são os artistas, no caso os grupos de Quadrilhas e Bois Bumbás.

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Agora bom mesmo, é o espetáculo apresentado pelo Poeta Mado “Solo e Outros” o rapaz vai buscar história do fundo do poço portovelhense!

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Ele lembra até as brigas entre os bois bumbas Garantido e Corre Campo. Não estranhem não, Porto Velho já teve um boi bumbá com o nome de Garantido era do Amo José Luiz.  Durante o espetáculo ele lembra também de “repartir” o boi:

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O pedaço da bunda, vai pra dona Raimunda; o mocotó vai pro seu Jacó; o espinhaço, pro seu Horácio; A rabada, vai pra rapaziada...Era assim mesmo no tempo do Beto Ramos!

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Com certeza meu amigo Basinho vai escrever uma super crônica a respeito da peça encenada pelo Poeta Mado.

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O teatro Banzeiros recebeu bom público que se deleitou com a encenação do Mado.

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Quem saiu maravilhada do Banzeiros foi a secretária da Secel Mara Alves!

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Hoje tem Beto Cezar no Bar Brahma em São Paulo. Sucesso amigo!

ESPETÁCULO


Mado e o espetáculo Solo e Outros

Hei de lá, hei de cá... Esse é o refrão de uma toada antiga da brincadeira de boi bumbá. Do boi bumbá que se dançava em Porto Velho até o final da década de 1980, portanto, não faz tanto tempo assim. O poeta Mado numa sacada espetacular colocou tudo isso, num texto que junta a brincadeira de boi bumbá daquele tempo, com o boi de verdade do Dega um vendedor de mingau e outras iguarias que estacionava sua carroça em frente ao Mercado Municipal (hoje Cultural) e na área boêmia onde funcionavam os “puteiros” da Mãe Preta, Tambaqui de Ouro, Madame Elvira, Anita, Maria Eunice e outros, e o boi do seu Valdemar um carroceiro que fazia carretos pelas ruas de Porto Velho. Antes de nos colocar frente a frente com o boi Corre Campo do Galego e do boi Garantido do Zé Luiz, Mado nos leva a recordar o tempo que também, fabricávamos nosso time de Futebol de Botão (salotek) com caroço de tucumã e promove uma “trança” de papagaio que termina em discussão, porque um dos “moleques” havia colocado gilete na rabiola.
É um espetáculo saudosista no sentido mais amplo, basta lembrar, que após ler uma poesia, talvez para preparar o público para o que vinha depois; depois de uma coreografia muito bem desenvolvida, eis que somos surpreendidos com a ‘matança” do boi (bumbá), um ritual dos mais sentimentais da brincadeira, o silencio toma conta do teatro Banzeiros e o artista numa encenação magnífica, após “cacetar” a cabeça do boi enfia-lhe um punhal na jugular, tudo de brincadeira, pois o punhal era um pedaço de pau, promove a “divisão” do Boi, “O pedaço da pá, vai pro seu Valdemar, a parte da bunda pra dona Raimunda...”
“Alevanta meu boi, alevanta e nada...”. Esse episódio aconteceu de verdade, quando o Amo cansado de cantar para o boi levantar e o bicho nem se mexia, foi verificar e descobriu o “miolo” totalmente embriagado, no maior sono”.
“Hei ferro, hei aço, eu te procuro mas, não acho...” nos leva a chamar a atenção do público que gosta de um bom espetáculo teatral a ficar atendo para a próxima apresentação da peça do grupo de Teatro Da o Bote: “Solo e Outros” com o Poeta Mado contando histórias verdadeiras, ocorridas na Porto Velho de pouco tempo atrás.