domingo, 5 de agosto de 2012

ESPECIAL GÁS & PETRÓLEO GANHA NO IMPRESSO





A equipe de jornalistas Leandro Prazeres, Steffanie Schmidt, e o fotografo Clóvis Miranda do Jornal A Crítica, ganharam, na noite da última sexta-feira (03), o Prêmio Milton Cordeiro de Jornalismo na categoria Impresso, com o “Especial Gás e Petróleo: uma revolução silenciosa no coração da floresta”.
Trata-se de um caderno especial sobre Petróleo e Gás no Amazonas, publicado em março deste ano. Uma grande reportagem mostrava os benefícios e prejuízos trazidos pela exploração petrolífera no Estado. Em Coari, por exemplo, o material mostrou como 25 anos de exploração comercial do petróleo e do gás natural não foram suficientes para reverter toda essa riqueza em melhoria na qualidade de vida da sua população.
As reportagens mostraram que apesar de o município receber milhares de reais em royalties todos os anos, Coari ainda sofre com a pobreza, analfabetismo e desigualdades sociais.
O caderno especial foi feito entre os dias 6 e 18 de fevereiro deste ano, em três municípios: Carauari, Tefé e Coari.
Para a editora do caderno, Steffanie Schmidt, o prêmio é uma coroação do trabalho realizado. “Premiações sempre são bem vindas, principalmente quando se trata de um trabalho diferenciado. Sempre buscamos dar ao leitor um material mais trabalhado, mostrando uma nova realidade na Amazônia, que foi constatada pelo repórter Leandro Prazeres durante mais de um mês de trabalho”, disse ela.
A edição contou com 16 páginas, resultado de mais de dois meses e meio de trabalho entre a preparação, apuração e edição das reportagens que mostraram a realidade de um mercado aquecido, mas que também retratavam os impactos causados pela atividade petrolífera.

VENCEDORES DO PREMIO MILTON CORDEIRO




Ao todo, 150  matérias foram inscritas nas quatro categorias do prêmio


A 18ª Edição do Seminário de Jornalismo da Amazônia encerrou a programação com a entrega do I Prêmio Milton Cordeiro de Jornalismo. O evento, realizado no Studio 5 Centro de Convenções, na noite da última sexta feira (3), marcou mais uma etapa das comemorações dos 40 anos da TV Amazonas.
Na categoria impresso, os  jornalistas de A CríticaLeandro Prazeres, Clóvis Miranda e Steffanie Schimdt foram anunciados vencedores com a matéria “Especial Gás e Petróleo: uma revolução silenciosa no coração da floresta”.
Já na categoria Radio jornalismo, as jornalistas  Edilene Mafra  e Eliena Monteiro,  levaram o troféu. A matéria vencedora “Pólo Industrial de Manaus impulsiona economia do país atuando com sustentabilidade”, foi  veiculada pela Rádio Amazonas FM
“Este é um dia muito especial, pois minha história, minha carreira começou na Rede Amazônica. É muito importante fazer parte de um prêmio que leva o nome do grande profissional que é o Milton Cordeiro”, disse Mafra.
Eliena Monteiro, que dividiu o prêmio com Edilene Mafra,  disse sentir orgulho de divulgar a Amazônia. “Eu sinto muito orgulho de fazer parte desta região. Devo agradecer aos meus pais pela educação que me proporcionaram e a Edilene pela confiança na realização do trabalho”, declarou.
Na categoria webjornalismo, o portalamazonia.com foi o vencedor. O  jornalista premiado, Isaac de Paula, recebeu o troféu pela matéria “Marcas Misteriosas sobre Solo Amazônico”. Isaac destacou a importância pelo reconhecimento do trabalho construído diariamente. “Não teria chegado tão longe se não fossem as pessoas que acreditaram em mim, e que dividem este sonho comigo”, ressaltou o jornalista.
Na categoria Telejornalismo, a equipe da TV Amazonas, composta por Daniela Assayag, Orlando Jr, Carlos Barbosa, Camila Silva, Ernias Dias e Ocimar Lima, foram premiados com a reportagem “Vila Amazônia”. O prêmio foi entregue à equipe pelo jornalista da Rede Globo, Marcelo Canellas.
Ao todo, 150  matérias foram inscritas nas quatro categorias do prêmio. Para o secretário-geral da Fundação Rede Amazônica Mário Costa, a realização do I Prêmio Milton Cordeiro de Jornalismo marca o crescimento do campo da comunicação na Amazônia. (AI)

sábado, 4 de agosto de 2012

LENHA NA FOGUEIRA - 04.08.12



 Direto de “Manáós” onde nossa reportagem sobre a Madeira Mamoré está entre as finalistas, do Prêmio Milton Cordeiro de Jornalismo Impresso. Ainda não podemos dizer que ganhamos, porque essa coluna está sendo escrita a tarde e o envelope com o resultado final, só será aberto na hora da premiação. Uma coisa é certa estamos entre os cinco melhores da Amazônia.

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E tem mais, de acordo com o regulamento, a premiação no Milton Cordeiro só acontece em cada categoria de jornalismo, caso estejam inscritos no mínimo dez trabalhos.

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5.1.6. A categoria que não tenha o número de 10 (dez) concorrentes inscritos, não haverá seleção, julgamento ou premiação.

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Apenas os cinco melhores e seus autores são convidados para participar da festa da premiação, pois o vencedor, aquele que vai levar a bufunfa (R$ 3 MIL), da premiação só é conhecido durante a festa da premiação, nesse caso hoje sábado dia 3 de agosto a noite.

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E nós estamos nessa expectativa, quem sabe segunda feira tire o extrato da minha conta e lá encontre – depósito relativo ao Prêmio Milton Cordeiro de Jornalismo Impresso Valor R$ 3 Mil. Aí as férias do final do ano estarão garantidas,

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De qualquer maneira estamos muito felizes, pois, estamos entre os cinco melhores da Amazônia – Nesse nós aí está minha companheira Ana Célia que atuou como fotógrafa, aliás, ela é fotografa formada pela Fundação Rede Amazônica. Estamos orgulhosos de representarmos nosso jornal Diário da Amazônia e nosso querido estado de Rondônia. O 1º lugar será bem vindo, porém, o prêmio maior foi a classificação entre os feras do jornalismo impresso da Amazônia. Vejam com quem concorremos:

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Cleidimar Pedroso do jornal Diário do Amazonas. – “Rural e urbanos se misturam em alguns bairros de Manaus”

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Leandro Prazeres, Clóvis Miranda e Steffanie Schimdt (equipe) do Jornal A Crítica. “Especial Gás e Petróleo: uma revolução silenciosa no coração da floresta”

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Leandro Prazeres, Steffanie Schimdt, Felipe Libório e Márcio Silva do jornal A Crítica. “Haitianos: As faces do novos brasileiros”


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Nárfeson Cruz do Jornal Amazonas em Tempo. “A volta do ouro da Amazônia


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E nós Silvio Macedo dos Santos – Zekatraca do jornal Diário da Amazônia (RO): “EFMM – O centenário da ferrovia que não deveria ter parado”.

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Quem avaliou os trabalhos:

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Profª. Leila Ronize (Uninorte); Profª. Mirna Feitoza (UFAM); Wilson Reis (Sindicato dos Jornalistas – AM), Classificação em Ordem Alfabética.

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Tamos no páreo e na expectativa, as notas já foram dadas e estão nos envelopes lacrados. Quem sabe o Zekatraca seja o primeiro colocado. Parabéns pra nós!


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Como o negócio era só a festa da premiação, espero estar participando logo mais, já em Porto Velho, da feijoada do Galo da Meia Noite que será servida no Clube Ypiranga a partir do meio dia.

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Depois na Roda de Samba do Beto Cezar no Mercado Cultural a partir das 17h00.

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E a noite assistindo a peça “Miolo do Boi” no Teatro 1 do Sesc Esplanada com o pessoal que veio do Maranhão.


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É assim que se faz cultura, quem fica parado não engole sapo. Só não vou pra festa da Melancia que está acontecendo em Nazaré porque pra lá, só de barco e a viagem dura mais de seis horas.


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Por falar em festa, assisti a ex deputada estadual e ex prefeita de Cacoal e agora titular da Secretária de Assuntos Estratégicos do Governo de Rondônia, dando entrevista direto do bumbódromo de Guajará Mirim dizendo que o governo assinou lá em Guajará na presença dos representantes e alguns brincantes dos bois Malhadinho e Flor do Campo o convênio no valor de R$ 1.2 Milhão.

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Hum Milhão de Duzentos Mil Reais. Até aí tudo bem. Acontece que ontem 03, entrei em contato com o pessoal da diretoria de um dos bois de Guajará e fui informado que os Bois Malhadinho e Flor do Campo só vão       receber R$ 400 Mil cada o que somado dá R$ 800 Mil. E o restante, ou seja, os R$ 400 Mil vão pra onde.

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Também fui informado que a locação da estrutura quero dizer, palco, iluminação, camarote tubular enfim as despesas com a estrutura não estão incluídas no convênio que a ex prefeita de Cacoal disse que o governador assinou.

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Estranhei também que ninguém da Secel foi convidado para a solenidade de assinatura do dito Convênio.

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Será que tem boi na linha do trem do Chicão?

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O certo é que o Duelo na Fronteira vai começar na próxima sexta feira dia 10 de agosto e só termina no dia 12 domingo, entre os Bois Malhadinho (atual campeão) e Flor do Campo.

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Devo embarcar para Guajará Mirim para cobrir o festival, terça feira dia 7 me aguardem!

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Será que ganhei o Milton Cordeiro?

BATIZADO DO CORRE CAMPO SERÁ NA AFA



 A diretoria da Associação Folclórica Nação Corre Campo o Gigante Sagrado da Amazônia Ocidental, informa que vai promover o ritual do batizado do bumbá Corre Campo amanhã dia 05, durante apresentação no Arraial da AFA. “Geralmente promovemos o batizado do nosso Gigante Sagrado na véspera do dia de Santo Antônio 12 de junho, porém, em virtude do adiamento da realização do Arraial Flor do Maracujá resolvemos também adiar o ritual e aproveitando o convite da direção da Associação Futebolista co Areal-AFA, para  participarmos da festa de encerramento do Arraial, resolvemos presentear seus freqüentadores com a realização do ritual do batizado do nosso boi”, disse a presidente Maria José Brandão – Branca.
Assim sendo o Amo Silvio Santos já tomou todas as providencias no sentido de realizar um ritual bastante dinâmico para não cansar os expectadores.
O Boi Bumbá Corre Campo completou no dia 5 de maio passado 58 anos de fundação. Este ano o bumbá super campeão do Flor do Maracujá (14 títulos), vai apresentar o tema “Centenário da Madeira Mamoré – Uma viagem no Trem Horário de  Porto Velho a Guajara”. Dona Branca garante que os principais personagens do bumbá estarão se apresentando amanhã dia 5, no Arraial da AFA “Afinal de contas nossos ensaios são na realidade, no campo de futebol da entidade”, disse Branca,
Antes da apresentação dó Corre Campo a direção da AFA promove a entrega da premiação aos vencedores do concurso de quadrilha que aconteceu entre os dias 27 de julho e 4 de agosto,
O Arraial da AFA está montado no campo de futebol da rua Princesa Isabel esquina com a Mal Deodoro no bairro do Areal em Porto Velho. As atividades começam as 19h00 e a entrada é franca.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

LENHA NA FOGUEIRA 03.08.12


Durante a festa do centenário da Madeira Mamoré tivemos a oportunidade de comprovar o quanto o trem encanta nosso povo.

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Na noite de quarta feira, quando a festa alcançou o seu ápice, de repente notamos um corre corre no rumo da estação Madeira, é claro que fui conferir o porque de tanta gente correndo no rumo dos armazéns.

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Foi quando o Carlos Levy da Golda me informou, que o locutor havia anunciado que a máquina 18 iria apitar dentro de poucos instantes.

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Foi emocionante o que presenciamos. Os ferroviários que fazem parte da cooperativa, todos vestidos em fardas iguais as que os maquinistas, foguistas, guarda freio e condutores usavam no tempo que a Madeira Mamoré ainda funcionava, só aquilo levou muito gente a se recordar das viagens de trem entre Porto Velho e Guajará Mirim.

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Podemos citar como exemplo, o ex jogador de Basquete considerado a época como o melhor da Amazônia Afonso um boliviano que graças ao seu basquete jogou em clubes de Porto Velho e Guajará Mirim e fez até parte da seleção de Rondônia. Que ao ver os ferroviários naquela farda, disse a esse colunista que estava ao seu lado: “Isso me faz voltar aos meus tempos de jogador de basquete, quando vinha de Guajará Jogar aqui em Porto Velho na quadra do Barão do Solimões” e aí me contou vários histórias dos seus feitos como jogador de basquete.

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O negócio ficou mais emocionante quando o maquinista de “plantão” acionou o apito da locomotiva. Os flashes estouraram de todos os lados da máquina 18, uma mutilado cercou a locomotiva como que querendo agradecê-la por estar proporcionando tão emocionante momento.

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O Chicão Santos querendo começar a peça “A Ferrovia dos Invisíveis” e a máquina apitando. Aliás, o povo pedindo mais apito.

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O interessante é que o povo, quando mais a máquina apitava, mas fotos batia como se fosse possível registrar em fotografia o apito do trem.

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Muitos ao meu lado, não conseguiram disfarçar as lágrimas, inclusive eu.

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Foi justamente por esse encantamento que a Madeira Mamoré exerce sobre todos nós que aqui nascemos e aos que para cá vieram e nunca viram o trem trafegando pelos trilos da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, que colocamos em nossa reportagem premiada: “O Centenário da Ferrovia que não Deveria ter Parado”, que mesmo do jeito que está, a Madeira Mamoré gera emprego e renda.

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O que está faltando para gerar mais renda e emprego é uma ação dos órgãos de turismo, tanto municipal como estadual, no sentido de incentivar a visita de maior número de turistas ao complexo.

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Ontem até escrevi uma coluna com um pouco de indignação pela falta de apoio à festa do centenário do nosso maior patrimônio histórico.

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Porém fiquei de alma lavada e enxaguada, quando cheguei à festa por volta das 19h00 e vi que a população estava lá prestigiando o evento que, graças a Deus não contou com a presença de nenhum secretário municipal e nem estadual, é claro que tirando dessa lista o Chicão da Secel e o Tatá da Iaripuna e suas equipes.

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Os demais não compareceram porque não têm compromisso com a nossa história.
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Depois ficam querendo que a gente cite seus nomes em nossas reportagens. Como fazer isso se eles não prestigiam os eventos relativos a nossa história a nossa cultura.

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Não compareceu nenhum político, seja vereador Câmara Municipal, deputada da Assembléia Legislativa, deputado Federal e nenhum senador da república, a noite nem mesmo o representante do governador se fez presente.

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Parece até que têm “nojo” de ficar entre a população que os elegeu.

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O público foi surpreendente, já que a festa praticamente não contou com o apoio do governo estadual como deveria ter contado, nem mesmo foi divulgada comercialmente falando, nos meios de comunicação, digo, convidando a população para as apresentações culturais da noite de quarta feira.

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Mesmo assim, a visão que tínhamos de cima do palco era de uma multidão que ocupou todos os espaços entre a avenida Sete de Setembro e a José do Patrocínio, ou melhor na cabeceira da ladeira da Farquar.

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Há quem diga que tinha mais, porém fico com aproximadamente 10 mil pessoas.

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Foi a glória, se tivesse sido mais bem divulgado com certeza chegaríamos a 20 mil. Mas ta bom 10 Mil.

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Aqui temos que tirar o chapéu para o produtor cultural Denis Carvavalho que juntamente com o Saulo da Amazônia Adventure fizeram o evento acontecer. É claro que o Chicão lhes garantiu o suporte.

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É como se diz na gíria cabocla: “A beraderada fez bonito na festa do centenário da Madeira Mamoré”. Outra dessa, sé em 3.012 no segundo centenário! Tô em Manaus!

O APITO DO TREM EMOCIONA NA FESTA DO CENTENÁRIO





A festa em comemoração ao centenário da Madeira Mamoré na noite da última quarta feira, levou dezenas de populares ao complexo da Madeira Mamoré, para assistir os shows com bandas e cantores regionais, além de uma peça de teatro, mais a sensacional queima de fogos que contou até com cascata. “Maravilha esses fogos de artifícios”, exclamou dona Nazaré Rodrigues quando os primeiros rojões pipocaram no pátio da ferrovia, aliás, o show pirotécnico pegou todo mundo de surpresa, pois não havia sido anunciado. A festa na realidade começou de manhã, porém foi a partir das 18 horas, que o espaço da avenida Farquar entre a Sete de Setembro e a Renato Medeiros começou a registrar maior presença do público que por volta das 20h00, foi estimado em mais de 10 mil expectadores. 
O interessante foi quando locutor Kaká anunciou que naquele momento, oito horas da noite, os shows musicais iriam parar para que o Grupo O Imaginário apresentasse a peça “Forrovia dos Invisíveis” no anfiteatro e que a locomotiva 18 iria apitar, para o público correr para as proximidades da máquina 18, na expectativa de registrar o momento do apito do trem. “É um negócio inexplicável esse encanto que o trem exerce sobre o povo”, disse admirado o produtor cinematográfico Carlos Levy. Os ferroviários integrantes da Cooperativa responsável pela manutenção das composições e locomotivas haviam prometido ao secretário da Secel Chicão que iriam fazer de tudo pára a máquina apitar durante a festa do centenário e a promessa foi cumprida. Depois o público assistiu à peça do O Imaginário e os shows musicais voltaram com a apresentação do cantor Caribé, Banda MP Black, Manoa, Quadrilha Arrasta Pé de Matutos, Boi Bumbá Corre Campo, Zezinho Maranhão, Beradelia e o Duo Pirarublue com Sandro Bacelar e Gioconda encerrando a Virada Cultural do Centenário da Madeira Mamoré. O secretário da Secel Francisco Leilson Chicão agradeceu a todos os parrceiros em especial ao produtor cultural Denis Carnaval que coordenou toda produção do evento.

FESTA DA MELANCIA EM NAZARÉ





A festa começou graças a sugestão de um atravessador de Manaus que sugeriu sua realização

O distrito de Nazaré localizado no baixo rio Madeira realiza nesta sexta feira 03 e amanhã sábado 04, a 6ª Festa da Melancia. De açodo com o presidente da Associação e Moradores, Produtores e Amigos de Nazaré – AMPRAM Jeferson a programação começa na noite desta sexta feira 03, com a apresentação da Banda Revelação do Forró vem do município amazonense de Manicoré e com o DJ Delson Negão de Porto Velho. A festa da melancia propriamente dita, acontece durante todo o dia de sábado com as seguintes competições, Melancia mais pesada; corrida da melancia, na qual o participante tem que correr carregando um saco de melancia, Quem come maior quantidade de melancia entre outras competições. Durante a festa o turista tem a oportunidade de degustar várias iguarias preparadas com o sabor melancia, entre as quais, geléia, doce, bolos, sucos etc.
A festa, de acordo com Jeferson começou graças a sugestão de um comprador de melancia de Manaus que há seis anos, sugeriu aos dirigentes da AMPAM a realização da mesma, nos moldes das que são realizadas em vários municípios amazonenes com nome de frutas regionais, como cupuaçu, banana além das que levam o nome de peixes como jaraqui e tambaqui. A idéia foi acatada e passou a fazer parte do calendário de festejos do Distrito de Nazaré.
Durante o dia de hoje e o dia de amanhã, vários barcos recreio saem do porto do Cai N’água em Porto Velho rumo a Nazaré o mesmo acontecendo em Humaitá (AM), de onde só retornam domingo pela manhã. O Diário da Amazônia está enviando sua equipe para cobrir o evento enquanto o fotografo Roni Carvalho, realiza exposição fotográfica da cobertura realizada durante o Festejo de São Pedro em Nazaré.