terça-feira, 13 de setembro de 2011

LENHA NA FOGUEIRA 14.09.11

Lenha na Fogueira

Ressaqueado depois da festa dos 18 anos do Diário da Amazônia, estamos aqui sonolentos tentando saber da direção ou da coordenação do Palco Giratório do Sesc se o espetáculo programado para a noite de hoje vai acontecer.

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Acontece que na última segunda feira o espetáculo programado foi suspenso muito em cima da hora de sua apresentação.

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Como não divulgaram o cancelamento do espetáculo, muita gente se deslocou até o Sesc Esplanada com seus dois quilos de alimento para trocar pelo ingresso e até receberam o ingresso e não foram informados de que o grupo escalado para aquela noite, não se apresentaria. É preciso uma explicação plausível para a suspensão do espetáculo do que aquela: “Por motivo de força maior...”

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Hoje temos quase certeza de que o espetáculo programado vai acontecer, afinal de contas, o grupo responsável pela encenação é de Porto Velho – Cia de Artes Fiasco do Fabiano Tertuliano Barros que também é o autor do texto O Dragão de Macaparana.

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Assisti a essa peça no Amazônia Encena na Rua e posso garantir que é muito boa. Vai lá ao Anfiteatro da Estrada de Ferro Madeira Mamoré e comprova o que estou dizendo.

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Por falar em festa, tem uma equipe da Secel, comanda pelo Dinho coordenador do Programa Mais Cultura que envolve os Pontos de Cultura, que está justamente em Guajará Mirim visitando os Pontos de Cultura, “Boi Bumbá Malhadinho” e “Boi Bumbá Flor do Campo”. É uma visita com o objetivo de verificar se a turma está realmente fazendo alguma coisa pela entidade.

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Aliás, a equipe que conta também com a participação do ex coordenador dos Pontos de Cultura José Monteiro vai visitar todos os Pontos de Cultura do Estado de Rondônia.

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A grana referente à segunda parcela do convênio entre o governo estadual e os Pontos de Cultura ainda não saiu, mas, a fiscalização está acontecendo.

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Aliás, o atual coordenador professor Dinho diz que “Os Pontos de Cultura já existiam antes do convênio, por isso tem a obrigação de estar funcionando com ou sem o repasse da segunda parcela do convênio”.

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Acontece que o governo assumiu um compromisso e esse compromisso, não está sendo cumprido por falta de ação, justamente da coordenação dos Pontos de Cultura que envolve também maior dinamismo do secretário estadual de cultura.

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Numa reunião que aconteceu no gabinete do secretário da Secel há alguns dias passados, o governador tomou conhecimento do problema e prometeu resolve-lo com a máxima urgência, mas, até agora ninguém falou e nem sabe a quantos anda essa promessa.

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Pode ser que esteja esperando o dia de “São Nunca” para pagar a promessa, aí meu irmão, “Inês é morta”.

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Porém, isso é problema que pode ser resolvido logo, basta ter vontade política e o secretário não se esquecer de lembrar o governador que o estado precisa se limpar perante o tesouro nacional para poder receber recursos.

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Pior mesmo foi a resolução tomada pela presidenta Dilma que proíbe repasse de recurso públicos para entidades culturais sem fins lucrativos.

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Isso quer dizer que os Editais estão todos cancelados. Digo os Editais cujos prêmios não foram pagos.
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Parou tudo! Isso porque algumas Ocipes deram o cano em convênios com o Ministério do Turismo aí a presidenta se danou e suspendeu também os subsídios destinados ao Ministério da Cultura.

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Agora lascou-se de vez. É como disse nosso amigo e baluarte pela arte teatral em Rondônia Chicão Santos do O Imaginário:

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“Zekatraca o ano de 2011, pode ser considerado nulo para os movimentos culturais”.
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Se a verba já era curta, com a suspensão dos repasses a coisa “engriguilhou” de vez.

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Desde quando a Ana Holanda assumiu o MinC que digo que a cultura brasileira deu um passo para trás.
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A mulher é muito elitizada, não quer saber de Ponto de Cultura, de Mais Cultura, de Ponto de Leitura e outros projetos considerados popular.

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O negócio dela é repassar dinheiro para a Betânia montar site e batalhar pelos direitos autorais do seu irmão Chico Buarque de Holanda.
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Saudades do Ministro Gilberto Gil!
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A Divertsidade Cultural Brasileira está se transformando em “Divertimento” da Ministra. Assim não dá!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

LENHA NA FOGUEIRA - 12.09.11


O encanto do canto beradeiro

Menino olha o boto, menino olho boto... E todos os olhares se voltam para as barrancas do Rio Madeira, justamente no local aonde ficava o ancoradouro dos navios, que chegavam a Porto Velho vindos de Belém do Para e de Manaus e atracavam no Pontão Aripuanã, de onde a carga era levada até a superfície através do sistema que ficou conhecido como “Plano Inclinado”, dessa vez, quem surge como se fora um Boto é o cantor Sandro Bacelar que no refrão da música se vira-se para trás e anuncia...”Menino olha o botão de rosa...E surge como se fosse a Yara (Mãe D’água), sua parceira Gioconda. Os aplausos ecoam por entre os armazéns da Estrada de Ferro Madeira Mamoré. Era apenas o começo do espetáculo musical “O Canto Beradeiro” com o Duo Pirarublue que é formado pelo Sandro e pela Gioconda.
O show tem como proposta mostrar o trabalho musical de compositores locais cujos temas falem sobre nossas coisas, ou da cultura beradeira do portovelhene. Assim nos deparamos com o “marreteiro” através da canção “Regue-a-Teia” que na realidade fala sobre os regatões que abasteciam os beradeiros de tudo quanto era produto, inclusive as quinquilharias muito apreciadas pelas cunhãs, é como se voltássemos na “Esquina do Tempo” (Binho); e ficássemos apreciando a meninada brincando nos “Terreiros” (Laio), “Por Deus, Por Nós (Laio e Nega), até chegar ao Aceiro (Laio). As três últimas músicas foi uma homenagem mais do que justa ao compositor Laio e a cantora Nega.
O parou por uns segundos para que se ouvissem os aplausos para a “Nega e para o Laio”. Toma um suco de Maracujá para tranquilizar a garganta, dá aquela pigarreada é o Sandro assumindo o canto solo de “Santo Antônio uma música de sua autoria, da primeira cachoeira desembarcamos na VilaTupi para brincar com “Morenas e Bumbás (Binho); e depois louvar a “Terra” (Sandro e Gil), “Porto do Velho” uma canção muito bonita de autoria do Romano. Se estamos na Madeira Mamoré não podemos de deixar de dar uma passada pelo “Morro do Triângulo” (Sandro e Luiz Cezar e a subida ao morro nos leva ao povo “Api Zoró” (Binho).
Enquanto o Duo Pirarublue fica embrenhado na aldeia Zoró, quem toma conta do palco, é o cantor e compositor paraense Augusto Silveira cujas músicas enaltecem a região amazônica.
Mana,mana,manaura. Mana, mana, manauara... É o Duo retornando com todo gás interpretando a música do Bado e do BInho numa das melhores interpretações que já ouvimos e vimos para essa música. As folhas que compunham o figurino criado pela artista Lu Silva foram sendo distribuídas ao longo do espetáculo para o público, na blusa do Sandro só restava uma folha de cupuaçuzeiro e está foi entregue ao seu irmão enquanto Sandro entoava: “Você precisa ver para saber como é, que andava o trem da Madeira Mamoré. Até parecia que estávamos assistindo a chegada do trem horário puxado pela máquina 15 com o maquinista Aleluia repicando seu apito na curva do Triângulo. “O trem que parte às seis horas da manhã, de Porto Velho com destino a Abunã”. Antes de desembarcarmos na estação da ilusão, lembramos que na música “Por Deus, Por Nós” do Laio, Gioconda convidou para cantar com o Duo as crianças Ana Clara, Julia, João e Sara.
Sandro Bacelar chamou a atenção para os músicos: Bado (violão), Eric Almeida (teclados e flauta transversal), Cleyton Esquerdinha (contrabaixo), Cleiton Lyra (percussão) e Júnior Lopes (bateria). A produção é de Sandro Bacelar e Almira Lopes e a Lu Silva assina o figurino. A mestre cerimônia foi a Bebel

Projeto Cinco e Meia
O Projeto Cinco e Meia reiniciou seus trabalhos neste ano com o patrocínio da Secretaria Estadual de Cultura, Esporte e Lazer (Secel e apoio da Fundação Municipal de Cultura Iaripuna. “Temos shows quinzenais agendados até o final de dezembro, com grandes artistas de Porto Velho. O trabalho está sendo apresentado em parceria com o projeto “Acordes na Praça’, voltado para a música instrumental, com a participação de professores da Escola Municipal de Música Jorge Andrade. Além de apresentações em Porto Velho, estão previstos shows em Guajará-Mirim e Nova Mamoré”, informa o produtor do Cinco e Meia, Bubu Johnson.

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Lenha na Fogueira

Sexta feira passada assistimos o Cinco & Meia inteiro, ao lado do amigo Altair dos Santos Lopes – Tatá que nada-mais nada-menos, é o presidente da Fundação Cultural Municipal Iaripuna.

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Entre os aplausos de uma música para outra, ficamos sabendo a quanto anda a cultura no município de Porto Velho.

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A falta de recuso nos impede de fazer melhor, porém estamos fazendo o que é possível para manter nossos artistas nem que seja com um mínimo de apoio, disse Tatá.

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Ficamos sabendo que a festa de aniversário do município de Porto Velho que vai acontecer no próximo dia 2 de outubro, vai ser das melhores.

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Tatá e a equipe da Iaripuna pretendem fechar o trecho da Farquar entre a Sete de setembro e a Dom Pedro II para desenvolver a programação.

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O palco vai ser montado na esquina da Sete com a Farquar com a boca virada para o Caiari.

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O município de Porto Velho vai completar no dia 2 de outubro 97 anos – Foi criado no dia 2 de outubro de 1914.

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Antes da festa de aniversário do município temos que nos lembrar que amanhã teça fera dia 13 d setembro, foi criado o Território Federal do Guaporé que depois virou Território de Rondônia e hoje é esse pujante estado.

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Bem que o governo estadual poderia ter programado alguma solenidade alusiva a data.

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O 13 de setembro é tão importante para nós beradeiros de Porto Velho e Guajará Mirim, quanto o 11 de setembro foi para as grandes redes de TVs do mundo.

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Se Aluizio Ferreira não conseguisse convencer o Presidente da República Getúlio Vargas em 1940, de que as terras que formavam os municípios de Porto Velho e Guajará Mirim, pela riqueza e pujança deveriam ser transformadas em Território Federal, o que aconteceu o dia 13 de setembro de 1943. Até poderíamos já ser o estado de Rondônia, só que isso, só iria acontecer em 1988, quando da promulgação da Constituição que também criou os estados de Roraima e Amapá.

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Vale lembrar a frase do presidente pronunciada em 1940 durante a inauguração da Usina de Energia. “Isso aqui já é um Território Federal”.

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E aquela outra: “Em Porto Velho, cada soldado é um operário e cada operário um soldado, lutando pela grandeza da pátria”.

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É por isso que digo que o 13 de setembro em Rondônia devera ser de festa.

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Se não é de festa estadual pelo menos vamos festejar alguns aniversários importantes também.

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Amanhã 13 de setembro é a data da criação do Jornal Dário da Amazônia. TV Rondônia e do Serviço Social do Comercio – Sesc.

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Aqui no Diário da Amazônia vamos comer bolo e beber refrigerante por conta do atôa.

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Nossa edita Marcela Ximenez e equipe está preparando uma edição pra lá de especial, para registrar o dia da fundação do melhor jornal da nossa região o Diário da Amazônia.

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Hoje continuam as apresentações do Palco Giratório do Sesc. Com a apresentação do grupo de dança Cia Dita com o espetáculo De-Vir que vai acontecer no Teatro 1 do Sesc Esplanada.

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Quatro performers pontuam as interferências do corpo com seu ambiente.

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A Cia Dit que é do Ceará volta a se apresentar amanhã com o espetáculo INC.

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Ontem deu tempo pra ir até minha cidade natal São Carlos do Jamari, participar de um clip que está sendo produzido pelo meu filho Silvio José. Depois conta as peripécias.

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E o Flávio Daniel foi recebido pelo Marcelo Negrão do vôlei e apresentou seu filho Marcelo Negrão que tem esse nome em homenagem ao astro do voleibol brasileiro. Valeu Antônio!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

LENHA NA FOGUEIRA - 09.09.11

Lenha na Fogueira

Depois da Parada de 7 de Setembro, cuja organização foi considerada boa.




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Até porque o governador quebrando todos os protocolos, inclusive o da segurança. Recebeu quem queria reclamar, reivindicar, elogiar ou apenas apertar-lhes as mãos, no Palanque montado na avenida dos Migrantes.

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O “Desfilamento” como anunciou nosso colega e amigo Lenilson Guedes começou na hora marcada.

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O interessante é que eu estava ao lado de um professor e quando o filho da “dona Júlia” anunciou: “Daqui pra frente o desfilamento será anunciado pelo Everaldo”. O professor me olhou como quem e sem dizer nada passou a seguinte pergunta via semblante: “Existe essa palavra Desfilamento no caso de desfile militar ou estudantil? Responde aí Lenilson!

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Aí o apresentador ou mestre cerimônia que estava atuando ao lado do Everaldo, na hora do desfile da Escola Normal Carmela Dutra anunciou: “Vem aí o pelotão da FEDERON”.

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Juro que corri para o meio da avenida, pensando que veria desfilando os Grupos de Quadrilhas e Bois Bumbás filiados à Federação de Folclore do Estado de Rondônia – Federon.

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Na realidade, o pelotão em apreço, homenageava a FHEMERON.

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Quem está com a corda toda no governo da cooperação é a Bailarina da Praça, Se eu fosse o governador daria um CDS pra ela.

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Independente das brincadeiras, o cerimonial do palácio Presidente Vargas trabalhou direitinho. Valeu Rute.

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QUIPROCÓ – É o espetáculo de hoje no Palco Giratório

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Quiprocó é um espetáculo lúdico que se alimenta do universo cultural brasileiro para a criação de tipos genuínos, com seus sonhos, crenças e costumes, fazendo alguns paralelos com os arquétipos da Commedia dell'Arte.

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O Quiprocó de hoje vai acontecer na Quadra Coberta do Sesc Esplanada as 20h30 com o grupo MOITARÁ/RJ

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CINCO E MEIA

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O Projeto Cinco e Meia apresenta nesta sexta-feira (09), às 18h30, na praça da Madeira-Mamoré, o show ‘O Canto Beradeiro’ da dupla ‘Pirarublue’, formada pelos músicos Sandro Bacelar e Gioconda. A apresentação terá uma participação especial de Augusto Silveira e vão incluir uma homenagem ao Laio e à Nega, dois grandes artistas que nos deixaram precocemente, mas deixaram uma contribuição importante para a música regional em Rondônia. “Vamos interpretar a música ‘Aceiro’, que eles compuseram juntos e lembra um momento importante da carreira dos dois”, explica Sandro.

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‘O Canto Beradeiro’ é um show formado por músicas regionais que têm grande identificação com o público local. A produção do trabalho reflete a atuação e o acúmulo de experiência de mais de uma década da dupla ‘Pirarublue’, em Porto Velho e fora de Rondônia, principalmente em Campos do Jordão (RJ). Sandro gravou seu primeiro trabalho – um compacto simples, em 1982, e o Pirarublue lançou seu primeiro CD em julho de 2000.

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A apresentação desta sexta-feira contará com os músicos: Bado (violão), Eric Almeida (teclados e flauta transversal), Cleyton Esquerdinha (contrabaixo), Cleiton Lyra (percussão) e Júnior Lopes (bateria). A produção é de Sandro Bacelar e Almira Lopes e a Lu Silva assina o figurino. (AI).
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Atenção pessoal que trabalha com Audiovisual:

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O MINC disponibilizou novos programas para financiamento de projetos voltados para o segmento "AUDIOVISUAL".

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A SECEL visando apresentar propostas para desenvolver ações que atendam o segmento, gostaria de fazer com a participação de sua instituição, uma reunião para socializar e discutir possibilidades e troca de informações buscando subsídios para dar maior consistência às propostas a serem apresentadas.

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Se você est5iver interessado compareça na SECEL av. 7 de setembro - Prédio do relógio as: 09 horas do dia 12 de setembro, ou seja, segunda feira que vem.

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A direção da escola de samba Os Diplomatas informa que irá realizar seu concurso de samba de rendo no dia 22 de outubro. A sinopse esta a disposição para quem estiver interessado, através deste e-mail- osdiplomatas@gmail.com ou solicitar pelos fones: 92582147 - Fabiano e 92634689 - Eufrásio.

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Convidamos a toda comunidade compositora, independente de estar concorrendo em outra escola a fazer parte desta festa. Agradece o presidente Fabiano.

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Fui pra Fina Flor do Samba!

PARADA







Primeiro 7 de setembro do governo da cooperação


A equipe do governo da cooperação, que tem como principal gestor o governador Confúcio Ayres Moura, coordenou e presenciou pela primeira vez, os desfiles em comemoração a Independência do Brasil que aconteceram dia 7 na avenida dos Migrantes. Do palanque oficial o governador e seus auxiliares aplaudiram os desfiles das tropas militares, moçanaria e entidades estudantis.
Muitas pessoas não conseguiram assistir os desfiles das tropas militares integradas pelo Exército, Aeronáutica, Marinha, Policia Militar e Bombeiros além dos desfiles dos equipamentos motorizados dessas unidades. Acontece que conforme o anunciado, os desfiles começaram as 7h45. “Como nos outros anos sempre atrasava, saí de casa mais tarde um pouco e quando cheguei aqui já estava terminando o desfile dos militares”, disse dona Nazaré Rodrigues moradora do bairro Santa Bárbara. Assim como Nazaré muitas outras pessoas perderam parte dos desfiles. “Os promotores de eventos deveriam tomar como exemplo a organização desse desfile, começando sempre na hora marcada”, disse o cidadão Alexandre Gonçalves lamentando apenas que “Deveriam ter colocado mais arquibancadas”.
A Parada de 7 de Setembro reuniu no trecho da avenida dos Migrantes entre Jorge Teixeira e a Rio Madeira um público estimado em mais de cinco mil pessoas.
Entre a unidades de educação desfilaram: Daniel Nery da Silva com a fanfarra Leões de A-Laua; Eduardo Lima e Silva; Tancredo Almeida Neves e a fanfarra FAMI; Sebastiana Lima de Oliveira; Maria Carmosina Pinheiro; Flora Calheiros Cotrin com sua fanfarra simples com corneta; Mariana; Major Guapindaia; Carmela Dutra; Castelo Branco; Colégio Tiradentes e Desbravadores.
A programação que começou antes das 8h, terminou exatamente as 9h30.


ABAIXO ASSINADO

Movimento Regula Cultura Rondônia

Os artistas de Rondônia estão mobilizados em prol do Movimento

Durante a palestra “Panorama da dança em Porto Velho”, que aconteceu domingo passado dia 11 e contou com a mediação da jornalista Simone Norberto e a participação das coreografas Andréa Melo, Nara Teixeira, Rita Nascimento, Gilca Lobo, Solange Ferreira e do coreografo Chagas Peres e do coordenador dos festival de dança de Porto Velho Chicão Santos, dentro da programação do Festival Palco Giratório foi lançado o Movimento Regula Cultura Rondônia que consiste como primeiro objetivo reunir o maior número de assinaturas num abaixo assinado, cuja lista está correndo por toda cidade e que depois será encaminhado para: Governador do Estado de Rondônia, Presidente da Assembléia Legislativa do Estado de Rondônia, Prefeito do Município de Porto Velho e Presidente da Câmara Municipal de Porto Velho.
“Nós Artistas, a Sociedade Civil Organizada e a População do Estado de Rondônia, diante da necessidade e da urgência da implementação e do estabelecimento de marcos regulatórios para definição de políticas públicas para a cultura, solicitamos dos Excelentíssimos Senhores Governador do Estado de Rondônia, Presidente da Assembléia Legislativa do Estado de Rondônia, Prefeito do Município de Porto Velho e Presidente da Câmara Municipal de Porto Velho a imediata aprovação dos Sistemas Municipal e Estadual de Cultura”.
Artistas de todos os segmentos abraçaram a idéia e estão correndo com as listas. Se você ainda não foi abordado para assinar a o Manifesto e está interessado, basta acessar o endereço eletrônico: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=MRC2011

terça-feira, 6 de setembro de 2011

LENHA NA FOGUEIRA - 07.09.11


Lenha na Fogueira

Sete de Setembro, Dia da Pátria, ou o Dia da Independência do Brasil. Há 189 anos segundo a história oficial, D, Pedro II dava o Grito de Independia às margens do Riacho do Ypiranga.

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De lá pra cá, o grito de “Lanços Fora”, continua ecoando pelos quatro cantos desse imenso país tropical chamado Brasil.

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Laços fora, para os que só pensam em devastar a floresta Amazônica.

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Laços fora, para os que não querem compensar a população de Itapuã do Oeste que é prejudicada pela extensão do lago de Samuel.

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Laços fora, para as queimadas que na maioria das vezes são provocadas pela falta de atenção de quem viaja de carro por nossas estradas.

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Laços fora, para as queimadas provocadas propositadamente pelos que se dizem dono das terras e por isso, queimam sem qualquer escrúpulo.

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Laços fora, para a falta de investimento no setor de saúde do nosso estado.

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Laços fora, para a falta de investimento na saúde pelos prefeitos municipais.

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Laços fora, para a falta de investimento na educação.

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Laços fora, para a falta de investimento na cultura regional ou nas tradições de nossa gente beradeira.

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Laços fora, para a falta de investimento no setor de segurança estadual.

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Laços fora, para a falta de investimento no Trânsito de Porto Velho.

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Laços fora, para a falta de compreensão que suspendeu o JOER.

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Pois é!

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Se você quer realmente curtir o feriado de 7 de Setembro, que tal pegar a filharada e levar para um passeio no Parque Natural Municipal que fica no final (ou será no inicio), da avenida Rio Madeira.

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Domingo passado a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema) inaugurou os novos equipamentos e brinquedos adquiridos para uso da comunidade no Parque que também é conhecido como Parque Ecológico de Porto Velho.
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São duas mesas de pebolim, uma mesa de pingue-pongue e dois jogos de espiribol, aquele em que a bola fica presa por uma corda a um poste, além de duas bolas de vôlei, uma de futebol e cinco jogos de damas.

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Para essa ação: “Laços dentro!”

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Voltando aos laços. Dessa vez matrimoniais:


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Decisão da 4ª Vara da Família e Sucessões da comarca de Porto Velho reconheceu a união estável entre duas mulheres, aplicando à convivência das duas todas as garantias legais dos casais heterossexuais.

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Além de reconhecer a união, a Justiça determinou a partilha dos bens móveis que as duas adquiriram durante 12 anos vivendo juntas.

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A decisão atende a uma ação proposta por uma das mulheres, que após o fim da relação ingressou com pedido de divisão de um lote em área rural da capital e cabeças de gado.

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Na instrução do processo foram ouvidas três testemunhas, que comprovaram as informações de que havia uma convivência marital.

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Na ação declaratória de união estável homoafetiva com partilha de bens, o juiz titular da Vara de Família, Adolfo Theodoro Naujorks Neto, primeiro analisou a possibilidade jurídica do pedido.


Para o juiz, a dignidade da pessoa humana e a promoção do bem comum sem preconceitos de sexo, são respectivamente fundamento do Estado brasileiro e objetivo fundamental da República, o que implica reconhecer que não se pode impedir o reconhecimento da união estável entre pessoas, ainda que do mesmo sexo.

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Laços dentro para o Juiz!

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Laços dentro também ao Anizinho pela matéria sobre o jogo de “Salotex”.

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De acordo com a Casa Militar do Governo de Rondônia a Parada ou os Desfiles alusivos a data da independência do Brasil vão acontecer na avenida dos Migrantes na manhã de hoje.

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Diz o comandante que os desfiles começam impreterivelmente as 7h45.

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Quem desfila primeiro são as unidades Militares. O Desfile Militar deve encerrar por volta das 9h30 e só então...

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Começam os desfiles escolares.

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A coordenação aposta que toda a solenidade termina antes do meio dia.

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A concentração da “Tropa” acontece na avenida Jorge Teixeira e o desfile propriamente dito na avenida dos Migrantes com a dispersão na avenida Rio Madeira.

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Quem vai abrir os desfiles, é a Bailarina da Praça – Quero ver quem vai impedi-la, depois da declaração de “amor”, que o blogueiro Confúcio postou!
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TEATRO




Estreito Beco vai às escolas públicas

O espaço cultural que funciona na Biblioteca Viveiro das Letras, na escola municipal Joaquim Vicente Rondon, no bairro Eldorado, recebeu na última segunda-feira 05, a apresentação do espetáculo teatral “Estreito Beco”, com o grupo Dá o Bote, de Porto Velho. A montagem tem o apoio da Fundação Cultural Municipal Iaripuna, que agendou quatro apresentações em escolas públicas até o final de setembro.
Após a estréia da montagem no final do ano passado, no palco do Teatro Municipal Banzeiros, “Estreito Beco” volta a ser encenado em Porto Velho. O espetáculo é uma livre adaptação do livro Espia a Poesia, primeira obra do poeta cearense Dom Lauro. O também poeta, ator e diretor de teatro Carlos Macedo Dias, o Mado, explica que a ideia é apresentar a poesia de forma dramatizada. “Cada verso ganha vida através dos atores. Os personagens se misturam no contexto poético entre contos e histórias, circulando no espaço cênico, corpo, voz e trilha sonora. Além disso, estamos prestigiando um poeta local”, disse. Além de ter adaptado “Estreito Beco” sobre os versos de Dom Lauro, Mado também dirige e atua na peça, que conta ainda com Luciana Gusmão, Natália Lima e Eliseu Braga no elenco.
Mado, que trabalha há 30 anos com teatro popular, enfatiza que o foco central da peça é a preservação do meio ambiente. “Através da poesia, abordamos os crimes praticados contra a natureza, principalmente o desmatamento das florestas”, completou.
Após a reestréia desta terça-feira no Viveiro das Letras, Estreito Beco retorna na quinta-feira, dia 8, às 21h, na Escola Municipal Maria Isaura, que fica na Avenida Jorge Teixeira, em frente ao Hospital de Base, e no dia 19, na escola Estadual João Bento, na avenida Jatuarana. No dia 16, haverá também uma apresentação na Tenda da Arte, na Comunidade Santa Bárbara. A atriz Natália Lima lembra que será a primeira experiência do grupo com crianças. “É um desafio, porque a temática do meio ambiente e a linguagem da poesia pode ser uma novidade para eles”, apontou.
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LIVRO

Jorge Amado, uma cortina que se abre

O Sistema FIERO, por meio do IEL/RO e em parceria com o Senai e Sesi, realiza no próximo dia 27 de setembro, no salão de convenções da Casa da Indústria, em Porto Velho, sarau de lançamento do livro “Jorge Amado, uma cortina que se abre”, de Rui Nascimento. O sarau, que vai contar com música ao vivo, sessão de autógrafos, com a presença do escritor Rui Nascimento, que vai falar sobre várias passagens de seu livro.

O livro é uma jornada sentimental, um compromisso que Rui Nascimento assumiu com Jorge Amado, cumprido com algum atraso. “Resisti aos apelos da fantasia e me mantive nos fatos concretos” confessa o autor, que complementa dizendo que “estes fatos, cuja importância é conferida pelo protagonista na tranquilidade do pequeno burgo sergipano. Ambiente que lhe forneceu inspiração e personagens para momentos de sua maior criação ficcional, como ele próprio reconhece em correspondência presente nesta biografia”, afirma.

Segundo o superintendente do IEL/RO, Nazareno Gomes Barbosa o evento visa promover cultura, incentivar à leitura e homenagear o centenário de nascimento do escritor baiano Jorge Amado - um dos autores brasileiros mais lidos no mundo.

No livro, cujo prefácio é de Paloma Amado, Rui Nascimento conta que o autor de Gabriela, cravo e canela, Tereza Batista cansada de guerra, Dona Flor e seus dois maridos, entre tantos outros títulos, era um rebelde, por natureza desde os seus verdes anos. Daí, a sua luta partidária, o proselitismo do ideário socialista que marcou alguns de seus primeiros romances, a vida agitada e perigosa que teve de enfrentar e, em consequência, suas várias prisões. “Jorge Amado, como muitos intelectuais e artistas surgidos na década de 30, foi um produto típico daquela efervescência política, personagem ativo e precoce no embate das ideologias que, logo, logo, incendiariam o mundo”.

O que nunca veio ao conhecimento público, apesar de tão biografado, foram suas temporadas – quase dois anos – em Estância, interior de Sergipe, terra de seu pai, confinado pela polícia política do Governo Vargas. Na tranquilidade da vida provinciana, além das inúmeras festas que promoveu, - até concurso de Miss, eventos culturais, conferências, criou biblioteca e inspirou outros empreendimentos.

O autor também destaca o carinhoso prefácio de Paloma Jorge Amado, filha do romancista e também escritora, foi o melhor presente recebido pelo escritor, testemunho da grande amizade que uniu João Nascimento, seu pai, a Jorge Amado, pelos tempos afora e que remanesce hoje, intocável, entre seus descendentes. Os livros de Jorge Amado de maior repercussão popular, como Gabriela, Teresa Batista e Tieta do Agreste têm muita intimidade com Estância, como ele próprio lembra em correspondência dirigida a Rui e que consta do livro.

O presidente da FIERO, Denis Baú destaca a iniciativa da equipe do IEL/RO em promover o lançamento do livro de Rui Nascimento na capital. “É motivo de orgulho participarmos das comemorações do centenário de um dos nossos maiores escritores brasileiros”, disse. (AI)

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

LENHA NA FOGUEIRA - 05.09.11

História dos grupos de teatro portovelhenses




Sob a coordenação de Fabiano Barros começou na tarde do último sábado , o Projeto Subsolo que acontece paralelo ao Festival Palco Giratório do Sesc. O principal objetivo do Subsolo, é fazer o registro dos grupos de teatro que têm sede em Porto Velho e estão em atividades. Todos os sábados do mês de setembro, mais o primeiro sábado do mês de outubro, os dirigentes dos grupos de teatro de Porto Velho, vão falar sobre a trajetória de cada grupo, respondendo as perguntas que são feitas ao vivo, pelos jornalistas Rose Viegas editora do Jornal da Integração da Rádio Caiari e Silvio Santos articulistas cultural do Diário da Amazônia.

O Subsolo - Arqueologia do teatro portovelhense - Tem como objetivo fazer o registro dos grupos que nasceram e atuam na capital de Rondônia. As dificuldades enfrentadas no início da formação do grupo, a falta de incentivo e até o ciúme que existe entre os grupos, ao ponto de integrantes de uma entidade, não prestigiarem o espetáculo da outra para “não dar moral”.

Os três primeiros grupos a responder as perguntas dos jornalistas na tarde do último sábado, foram pela ordem: Grupo de Teatro Evolução representado pelo presidente Lycon e pela Secretária Mika; Associação Cuniã representada pelo presidente Cláudio Vrena e o grupo de teatro Quebra Cabeça representado por: Alejandro Bedotti, Ângela Cavalcante e pelo Marlucio. Cada entidade teve uma hora para responder as perguntas de Silvio e Rose Viegas.

O evento foi transmitido on line e contou com a intervenção via facebook de internautas de várias estado e cidades brasileiras. “Não esperava tamanha aceitação do público de outros estados pelo nosso Subsolo”! Disse Fabiano Barros emocionado.

No próximo sábado dia 10, mais três grupos estarão contando suas histórias para o público que comparecer ao Cine Sesc e para internautas do mundo interessados na trajetórias dos grupos de teatro portovelhenses.
PALCO GIRATORIO
O gordo e o magro vão para o céu
O Festival de Teatro Palco Giratório que está acontecendo desde o dia 1º em Porto Velho numa promoção do Serviço social do Comercio - Sesc, vai apresentar nesta segunda feira 05, a partir das 20h30 no Teatro Um da Unidade Esplanada, o espetáculo teatral “O Gordo e o Magro vão para o céu” uma comédia que tem como principais personagens dois ícones do cinema, o Gordo e o Magro, transpostos por Paul Auster para um lugar indefinido que pode ser o céu, a terra ou os campos Elíseos, têm uma tarefa definida: construir um muro com 18 pesadas pedras. O trabalho é constantemente vigiado e obriga que eles sejam eficientes em suas funções, que não é mais apenas fazer rir.
O espetáculo conta com a direção de Liane Venturella e Nelson Diníz e o elenco é composto dos seguintes artistas: Carlos Ramiro Fensterseifer e Heinz Limaverde. Iluminação Nara Maia; Trilha sonora original Álvaro Rosa Costa; Cenário e figurino Rodrigo Nahas; Produção In.Co.Mo.De-Te; Fotografia Nara Maia e Álvaro Rosa Costa. “São 60 minutos de muita gargalhada” informa a diretora Liane Venturella. Classificação; 14 anos.
Final de semana
O Festival Palco Giratório que está acontecendo em Porto Velho em dois ambientes: Teatro 1 do Sesc Esplanada e Anfiteatro do Complexo da Madeira Mamoré, está com boa aceitação por parte do público, basta lembrar, que na última sexta feira 02, apesar do mal tempo o Anfiteatro ficou parcialmente lotado pelo público que foi prestigiar a encenação da peça “O Mundo tá Virado” apresentada pelo Grupoimbuaça/Se. “Quando começou a chuviscar a encenação estava chegando ao fim”, disse o coordenador Fabiano Barros.
A chuva, na realidade, prejudicou a apresentação do segundo espetáculo da noite “Oré” apresentado pelo Corpo de Dança do Amazonas, que aconteceu no Teatro 1 para uma platéia reduzida em virtude da forte chuva que caiu sobre a cidade a partir das 20h00.
Imbuaça em Ji Paraná
Sábado dia 03, o público compareceu e lotou o Teatro Um do Sesc esplanada para aplaudir a apresentação da peça “A Grande Serpente” do Grupoimbuaça de Sergipe. O grupo se apresenta amanhã dia 6 na cidade de Ji Paraná dentro da programação do Palco Giratório com a peça “O Mundo Tá Virado”.
LENHA NA FOGUEIRA

Depois de amanhã, estaremos festejando mais um ano da Independência do Brasil. 189 anos.
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A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política.

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Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal.

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Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes.

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Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira.

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Outros casos muito mais graves que o do Tiradentes vem ocorrendo por esse Brasil de meu Deus ou Brasil que sabe Deus onde vai parar.

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Em nome da ”Independência” financeira de uns poucos, estão destruindo a floresta Amazônia.

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Em nome da “Independência” financeira de outros poucos, estão poluindo nossos rios, igarapés e igapós.

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Em nome da “Independência” da severgonhice, estão se comendo uns aos outros, toda hora, em qualquer lugar.

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Em nome da “Independência” estão transformando nossa juventude num monte de drogados.

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Em nome da “Independência” qualquer desabafo pode ser considerado homofobia.

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Em nome da “Independencia” os colégios só participam da Parada de 7 de Setembro se quiserem.

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Ninguém tá mais nem aí pra esse negócio de Parada escolar e olha que a população gosta de assistir as Paradas de 7 de setembro.

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Quem não gosta são nossos gestores da educação que não dão condições para os alunos dos vários colégios participarem de tão bonito gesto patriótico.

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Em nome da “Independencia da falsa moralidade, não autorizaram a realização do JOER.

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Agora vamos para o saudosismo:

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Antigamente, é só consultar as fotos que o Ivo Feitosa publica no site Gente de Opinião em sua coluna “Imagem da Nossa História”, no dia 7 de Setembro, desfilavam os alunos e alunas dos colégios Dom Bosco e Maria Auxiliadora.

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Os alunos e alunas do Colégio Normal Carmela Dutra (Hoje Instituto de Educação).

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Os alunos e alunas do Grupo Escolar Barão do Solimões e Duque de Caxias.

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Os alunos e alunas da Escola Samaritana e da Escola Frederico Trota.

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Citei apenas esses nomes, porque se constituíam em grupos que transformavam a Parada de 7 de setembro numa verdadeira “batalha” (no bom sentido).

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Apesar de oficialmente não acontecer disputa, os alunos desses estabelecimentos de ensino, quando os desfiles aconteciam na rua Presidente Dutra ficavam festejando na praça Mal. Rondon como se o seu colégio ou grupo escolar tivesse ganhado o 1º lugar.

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Depois a praça Aluizio Ferreira virou palco dos festejos.

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Lembro que os alunos do Colégio Dom Bosco e as alunas do Colégio Maria Auxiliadora desfilavam com as chamadas fardas de gala.

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Um dos pelotões mais esperados de todos os colégios e grupos que desfilavam, era o pelotão das bicicletas, que eram enfeitadas na noite anterior nos pátios dos estabelecimentos.

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Todo mundo ou tinha fanfarra ou banda marcial.

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Lembramos também da fanfarra do Eduardo Lima e Silva.

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Depois veio o Colégio Castelo Branco que ficou conhecido como “Castelão” pelas performances de sua fanfarra.

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O Castelão parou e surgiu à fanfarra do Padre Chiquinho que passou a brigar com a fanfarra do Tancredo Neves, que brigou com a fanfarra do Daniel Nery, que passou a disputar a hegemonia com a fanfarra do Carmosina e assim o negócio foi “degringrilhando”, até chegar aos dias atuais, onde pelo menos, até o ano passado, ainda podemos ver as apresentações das fanfarras do Carmosina, Tancredo Neves e Daniel Nery,

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Mesmo assim, já sem o brilho e o entusiasmo de antigamente,

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E no 7 de setembro da próxima quarta feira, o que vamos assistir na Avenida dos Imigrantes (muita gente erradamente fala avenida do Migrante).

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Nos últimos anos, quem está salvando a Parada são os militares da PM, Exercito, Aeronáutica, Marinha e os Ex Pracinhas da FEB.

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Em se falando de colégios citamos: O colégio Tiradentes (Militar), Os Pioneiros e os pedaços dos colégios estaduais.

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Aliás, nem sei se vai ter mesmo o desfile, pois, pelo menos até ontem à tarde, a Casa Civil do governo de Rondônia, não havia divulgado nada!
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SONORA BRASIL


No próximo dia 13 dia do aniversário do Sesc Rondônia a Banda de Congo Panela de Barro vai se apresentar em Porto Velho dentro do Projeto Sonora Brasil, que vai acontecer as 19h no Sine Sesc Esplanada.

As bandas de congo estão presentes em várias cidades do litoral do Espírito Santo, sendo a principal manifestação da tradição oral nesse estado, estando relacionadas às festividades religiosas de devoção a São Benedito, e em alguns locais também a São Sebastião, São Pedro e Nossa Senhora da Penha. Os registros mais antigos de sua existência, de meados do século XIX, são atribuídos ao Padre Antônio Siqueira (1832 – 1897), que, em seus escritos, se referia às “bandas dos índios”.
A cerimônia profano-religiosa pode apresentar características próprias em cada local, mas está sempre associada a um naufrágio ocorrido no litoral capixaba, quando um grupo de escravos se salvou agarrado a um mastro que tinha uma imagem de São Benedito. Reza a lenda que, a partir de então, as comunidades de negros do litoral do estado passaram a “fincar o mastro” todos os anos em agradecimento ao milagre.
A Banda de Congo Panela de Barro tem seu calendário iniciado no dia oito de dezembro, quando segue em procissão em direção à mata para a cerimônia da cortada do mastro, ato simbólico que é acompanhado pelos devotos. No dia 25 de dezembro, o grupo segue em procissão até a igreja católica local para a cerimônia da fincada do mastro. Junto com este, então decorado e com a bandeira de São Benedito, seguem o andor com a imagem do santo, o barco e a corda. Na igreja, o mastro recebe a benção e é fincado num local previamente escolhido, onde fica até o domingo de Páscoa, quando em nova cerimônia acontece a retirada do mastro. Em todas essas etapas são entoados cânticos de devoção ao santo e após cada cerimônia a população segue com a festa cantando dezenas de músicas tradicionais das bandas de congo, de caráter profano, que aludem a diversas situações do cotidiano.
O grupo, formado pelas cantadeiras Ruth Victor, Teresa Barbosa, Emília Ferreira e Maria Conceição, se apresenta com o Mestre Valdemiro Sales e o percussionista Marcos Pereira.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

LENHA NA FOGUEIRA - 02.08.11


Lenha na Fogueira



Porto Velho mais uma vez se transforma na capital do teatro da região norte, com a abertura do Festival Palco Giratório que começou ontem dia 1º de setembro e só vai terminar no dia 2 de outubro.

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A equipe do Sesc Rondônia mais uma vez caiu na estrada e trouxe para a capital de Rondônia e mais as cidades de Nova Mamoré, Vilhena, Presidente Médice, Ji-Paraná e outras; o que existe de melhor em termos de teatro, dança e circo.

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Este ano o Palco Giratório não se pautou apenas nas encenações que vão acontecer em sua maioria no palco do Teatro Um.

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A coordenação que tem a frente o ator e diretor Fabiano coloca em discussão ou apresenta como laboratório o a Sub Estação uma proposta pioneira das artes cênicas em Rondônia.

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Outra novidade do Palco Giratório deste ano é o Subsolo cujo principal objetivo é promover a Arqueologia do Teatro Portovelhense.

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Subsolo - de sublocar, sublocação, sublocador. Esse conjunto de sinônimos que se agregam e contaminam esse espaço para produção de conhecimento, é o principal conceito estabelecido no projeto “SUBSOLO – Arqueologia dos Grupos de Teatro de Porto Velho”. Estabelecido como campo de propostas, reflexão e retroalimentação,

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O SUBSOLO destina-se a expor as criações artísticas, as identidades e as formas de comungar dessa grande pangea: arte.

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Contudo, essa ferramenta e espaço não são apenas para possibilitar um conhecimento denso dos grupos, intérpretes e cias. que criam na cidade portovelhense. O intuito é, também, proporcionar uma reflexão interna – uma procura apropriada, um trabalho de arqueólogo – para permitir uma localização estética do grupo, principalmente no contexto cultural estabelecido na cidade. Portanto, o projeto SUBSOLO permite uma nova forma de produzir conhecimento e reflexão ou, pelo menos, aponta caminhos significativos.

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No SUBSOLO, os grupos de teatro de Porto Velho apresentarão suas trajetórias teatrais, construindo um mapeamento histórico da linguagem.

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Andressa Romão –Técnica de Artes Cênicas Fabiano Barros – coordenador do Programa Cultura do SESC Rose Viegas – jornalista e Silvio Santos – Jornalista Registro: São os que atuarão como analistas no Subsolo.

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Voltando as apresentações na solenidade da semana da pátria em frente ao palácio na manhã de ontem.

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Estranhamos a ausência da vice presidente Estelina. Quem coordenou e organizou a apresentação do boi da dona Georgina foi a família Duran.

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Inclusive, praticamente todos os personagens que se apresentaram fazem parte da família Duran. Desde o apresentador Ricardo Lira que é genro, até a cunhã poranga Liuliane Duran.

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Por falar nisso a Ana Lessa verdadeira cunha do boi vermelho de Guajará estava na praça, mas, não foi convocada para se apresentar.

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Tem alguma coisa no ar que não é avião e nem urubu rondando os bastidores do boi do Almirante Tamandaré.

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A apresentação em si do Flor do Campo foi espetacular.

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Aliás a jovem Liuliane também se apresentou como Cunhã Poranga do Corre Campo na manhã de ontem. Tá podendo a menina mais bonita das tribos que no Flor do Maracujá se apresentou pelo boi Marronzinho e levou o troféu de melhor cunha poranga da 30ª Mostra de Quadrilhas e Bois Bumbás que aconteceu no Arraial Flor do Maracujá em Porto Velho.

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O motorista Gino Serrati da Secel não sabe se é Malhadinho ou Flor do Campo. Quando está perto do pessoal do Flor é vermelho desde a cueca.

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Quando chega perto da turma do boi azul e principalmente do pajé Cleiton Lopes seu coração se transforma em azul.

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O Flávio Daniel é quem não está gostando muito da nossa coluna ultimamente, tudo porque estamos falando muito em boi bumbá e quadrilha. Diz o Flávio que está na hora de colocar na pauta a movimentação das escolas de samba de Porto Velho.

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Flávio! Juro que a partir de hoje só escreverei alguma coisa sobre boi bumbá e quadrilha se algum desses grupos for se apresentar no Acre.

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Já que você quer saber de carnaval: Vai pro festival de chopp que o Bloco do Alho promove amanhã na rua Duque de Caxias entre a Rogério Weber e a Presidente Dutra no bairro Caiari.

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A caneca custa apenas R$ 30 e o “derrame” de chopp começa as 13h00 logo depois do almoço. Muito samba e axé vai rolar até o chopp do alho acabar. Será que chopp com alho desce direito?

DIVERSIDADE CULTURAL NA PRAÇA GETULIO VARGAS


CULTURA

Diversidade cultural na praça Getulio Vargas




A solenidade de abertura da Semana da Pátria em Porto Velho, aconteceu na manhã de ontem 1º, na praça Getúlio Vargas com apresentação de grupos folclóricos, danças populares e fanfarra. O governador Confúcio Moura após o ato cívico de hasteamento do Pavilhão Nacional e as bandeiras de todos os estados da federação brasileira, se deslocou para a praça em frente ao Mercado Cultural onde assistiu juntamente com todo seu secretariado, convidados especiais e público em geral, as apresentações: Fanfarra da EEFM Daniel Nery, Grupo de Forró, Cia Cristina Pontes – Dança do Ventre, Grupo Bate Lata, Boi Bumbá Corre Campo, Quadrilha A Roça é Nossa e os bois bumbas de Guajará Mirim Flor do Campo e Malhadinho. “É preciso que valorizemos cada vez mais a diversidade cultural do nosso estado”, disse o governador
A programação que começou por volta das 08h30, só terminou após as 11h00 com o espetáculo do bumbá Malhadinho campeão do 17º Duelo na Fronteira.