quarta-feira, 6 de outubro de 2021

Lenha na Fogueira - 07.10.2021

 


A Federação das Escolas de Samba de Rondônia – FESEC, já está se movimentando no sentido de eleger a nova diretoria da entidade, para o próximo biênio.

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A moçada do samba de avenida, já está em atividade pelos bastidores. As candidaturas já fazem parte das rodas de conversas entre os sambistas, inclusive alguns nomes já estão sendo comentados, como possíveis candidatos a candidato a presidência da entidade maior das nossas Escolas de Samba.

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Entre os nomes que fazem parte das rodas de conversas que vão do Bar do Calixto ao Bar do Pernambuco ecoando pelo Calçadão Manelão no Mercado Cultural, é o do Carnavalesco e folclorista João Big que atualmente é o responsável pelo carnaval da Escola Império do Samba.

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Outro nome que vem sendo muito bem comentado pelos carnavalescos de Porto Velho para assumir a presidência da FESEC é o da Ana Lúcia esposa do Vianey e filha do nosso Zé Pereira Bainha. Os rumores dizem que ela terá como vice o Presidente da Escola de Samba Rádio Farol, aliás, seu maior cabo eleitoral é o Júnior da Acadêmicos do Armário Grande.

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Não sei não, mas, a Lúcia por suas origens, deve contar com o apoio das Escolas Asfaltão, Acadêmicos do São João Batista, Rádio Farol e Acadêmicos do Armário Grande.

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Isso são apenas hipótese. O João Big é muito querido entre todas as escolas de samba, por isso merece todo respeito da nossa parte.

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Falta apenas a atual direção da FESEC publicar o Edital de Convocação para a Eleição que deve acontecer ainda este mês. Com a palavra o Reginaldo Cardoso. Por falar nisso, “As Matildes” dizem que ele só ainda não publicou o Edital, porque está aguardando a realização do Seminário de Cultura que deve acontecer em breve, no município de Cacoal. Ele quer ficar no cargo até lá. Dizem as ‘fofoqueiras’ de plantão. Será?

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Porém, até a presente data a prefeitura não publicou nada a respeito se vai ou não realizar ou liberar os desfiles carnavalescos do próximo ano. Talvez o prefeito ainda vai aguardar mais alguns dias, para ver se a Covid 19 realmente está sob controle, para poder anunciar a realização do carnaval de rua da cidade de Porto Velho.

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Por falar nisso, o Rio de Janeiro através da LIESA, está anunciando, que vai começar a venda de ingresso para Arquibancadas Especiais – de todos os Setores, incluindo as turísticas (numeradas) do Setor 9 – e Cadeiras Individuais do Setor 12 para os desfiles das escolas de samba do Grupo Especial do Carnaval 2022, para14 de outubro, a partir das 09h.

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Os valores do ingresso inteiro variam entre R$ 160,00 e R$ 500, o pagamento poderá ser parcelado, em até quatro vezes, nos cartões de crédito das bandeiras Elo, Vista e Mastercard. A Central Liesa de Atendimento e Vendas recomenda que os interessados façam o pré-cadastramento no site da Total Acesso (www.totalacesso.com.br), criando login e senha, condição indispensável para a realização da compra.

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Enquanto isso o Prefeito de São Paulo vê boas possibilidades para o Carnaval 2022;

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Inclusive, afirmou: “Vai ser, se Deus quiser, um grande marco para a cidade de São Paulo. Deve ser o maior Carnaval que já houve nesta cidade, evidentemente, com o avanço da vacinação e se não houver nenhuma intercorrência com relação à questão da Covid-19. Nossa principal missão é proteger as vidas, ter respeito à questão sanitária, mas, do jeito que as coisas estão caminhando, estamos nos preparando (para a realização do Carnaval no sambódromo do Anhembi)”.

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Já em Manaus já existe inclusive a Ordem dos Desfiles que vão acontecer no dia 26 de fevereiro de 2022.

 

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E em Porto Velho ninguém se pronunciou até hoje!

terça-feira, 5 de outubro de 2021

Lenha na Fogueira - 06.10.2021

  


Olá, amigos e amigas! Nesta quinta-feira, dia 07 de outubro, terei a honra de participar do Programa Samba a Vera, junto com outros convidados desse nosso Brasil à fora. Transmitido diretamente do Rio de Janeiro e apresentado pela produtora Vera Cruz pra acompanhar, é só acessar o canal do YouTube.

Aqui em Rondônia será das 17 às 19hs. – Convida Waldison Pinheiro.

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Deu no ECOA/UOL.

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A pesquisa cênica feita pelo grupo O Imaginário, de Porto Velho (RO), também parte da memória e da tradição de comunidades ribeirinhas, quilombolas e seringueiras locais, resgatando aspectos históricos da formação da cidade, ligada à problemática construção da ferrovia Madeira Mamoré no início do século 20. Para o ator e fundador do grupo, Chicão Santos, as peças são também uma forma de refletir e dialogar sobre a sucessão de ciclos econômicos violentos que ocorreram na região.

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Já o Raimisson Lopes: solicita uma matéria destacando a apresentação do grupo folclórico Nova Junina do Orgulho no Evento do lançamento da Campanha Estadual de Combate a Hanseníase?

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“É muito importante ver a nossa Juventude do Orgulho do Madeira que sofre com a rotulação de zona de perigo e violência; poder está incluído na sociedade e se apresentar no Teatro Palácio das Artes no meio de autoridades e da Miss Brasil”.

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Na realidade o evento em apreço, marcou a abertura da Campanha “Não esqueça a hanseníase” aconteceu domingo no Teatro Palácio das Artes e contou com a presença Miss Brasil, embaixadores e voluntários da causa e profissionais da saúde.

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Segundo a OMS, o Brasil é hoje o segundo país com maior incidência da hanseníase e o primeiro no número de novos casos notificados.

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O Governo de Rondônia, por meio da Superintendência Estadual da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer de Rondônia (Sejucel), retifica o cronograma dos editais da segunda edição da Lei Aldir Blanc.

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O ajuste no cronograma é devido ao grande número de inscrições nos dois últimos dias do prazo final, pelo Sistema de Apresentação de Propostas Culturais (SAP) e Google Forms.

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A Sejucel informa que em paralelo ao período de inscrição, a Comissão de Habilitação e Inabilitação passou a analisar as propostas, no entanto, cerca de 80% a 90% das inscrições ocorreram nos dois últimos dias do prazo final.

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Estima-se em análise inicial, que o número de inscrições ultrapasse as 1.700 propostas, que necessita de atenção e perícia para ser concluída.

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O resultado dos Habilitados e Inabilitados será publicado nesta sexta-feira (8), e os proponentes que estiverem com as inscrições inabilitadas terão dois dias corridos, no caso, nos dias 9 e 10 de outubro de 2021, para recorrer da decisão.

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Essa decisão, talvez tenha sido tomada em virtude de vários Projetos terem sido rejeitados, com o sistema alegando que o CPF de seus proponentes estava repetido, quando na realidade não era nada disso, foi uma falha do sistema

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Como o Jobson Bandeira estar de férias, quem ouviu o chororô dos prejudicados foi a Camélia e apesar dela afirma que não podia fazer nada, voltou atrás e adiou o dia da divulgação dos resultados.

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Tomara que eu esteja certo! Tem indígena de Cacoal e dirigente de bloco de Porto Velho que anda se pegando com Deus e o mundo para ver se seus Projetos voltem a pauta de avaliação.

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Rapaz a entrevista do Leo Ladeira fez e está fazendo o maior sucesso. O ‘entidade’, tem muito admirador. Fui!

segunda-feira, 4 de outubro de 2021

Lenha na Fogueira - 05.10.2021


E os 107 anos de criação do município de Porto Velho, contou com uma programação pra lá de diversificada, que foi desenvolvida em frente ao Mercado Cultural, precisamente na Praça Getúlio Vargas e Calçadão Manelão.

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Os espetáculos começaram pela manhã, com as apresentações dos alunos de Libras que executaram ou cantaram o hino de Porto Velho.

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Depois foi a vez do Grupo O Imaginário no momento dirigido pelo Palhaço Chicão que juntamente com sua trupe, colocou a plateia presente para ri e muito. Muito bom o espetáculo que eles apresentaram.

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Outro show espetacular que aconteceu no período da manhã de sábado, foi o da Fanfarra Leões de A-Laua.

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A partir das 19 horas, a festança voltou a acontecer, começou com o espetáculo de dança da Academia da Rita Nascimento que apresentou o Balé “Branca de Neves”, um verdadeiro espetáculo de dança. Ao final, as bailarinas foram aplaudidas por longos minutos. Há muito tempo o público de Porto Velho não apreciava tão espetacular espetáculo de dança. Parabéns a professora Rita Nascimento e equipe!

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Enquanto o espetáculo Branca de Neve estava sendo apresentado, os integrantes dos grupos folclóricos se posicionavam desde as Escadarias do Palácio Presidente Vargas, Praça Getúlio Vargas e Calçadão Manelão, esperando o sinal, para começar a apresentação da “Dança Palaciana”, um espetáculo jamais visto por essas bandas.

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Apesar do esmero no que diz respeito a coreografia, ensaiada pelo professor doutor Marco Teixeira e pelo Rogério muito bem assimilada pelos integrantes das quadrilhas e bois bumbás, o espetáculo não pode ser apreciado por grande número da plateia presente, por sinal, muita gente!

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Acontece que o grupo principal, aquele que realmente estava apresentando a “Dança Palaciana” começou justamente sua apresentação, nas escadarias do Palácio Presidente Vargas e como não foi providenciada a contração de Segurança para impedir que o público ocupasse a Praça Getúlio Vargas em sua parte superior, o público que ficou no Calçadão Manelão, praticamente ficou sem poder acompanhar por alguns minutos, o melhor do espetáculo.

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Apesar dessa falha o show foi bastante aplaudido pelos presentes, pois, na realidade, foi realmente um espetáculo maravilhoso.

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Muitos esperavam que a Dança foi desenvolvida no ritmo de músicas de Quadrilhas e Bois Bumbás, uma vez que os integrantes estavam caracterizados, com as indumentárias de seus grupos folclóricos.

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A surpresa começou quando o DJ começou a tocar uma VALSA (muito bonita) e os integrantes dos grupos começaram a desenvolver a coreografia ensaiada e enquanto a maioria dos integrantes dançavam na escadaria do Palácio o Casal de Noivo se apresentava no Calçadão Manelão numa coreografia muito sensual, no estilo Dança que se dançava nas Cortes.

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Após a Dança Palaciana cada grupo teve três minutos para dançar no estilo que se apresenta no Arraial Flor do Maracujá.

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As comemorações pelos 107 anos da criação, do Município de Porto Velho, terminaram com a apresentação do Grupo “Gata Forrozeira”. Aí o povo tomou conta, tanto do Calçadão Manelão como da Praça Getúlio Vargas e dançou até altas horas.

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Parabéns Porto Velho!

 

FOTOS: RONI CARVALHO

sábado, 2 de outubro de 2021

Leo Ladeia - De vendedor de cerveja e conserva ao comunicador mais eclético da televisão rondoniense


Uma das pessoas mais carismáticas residentes em Porto Velho (RO). Esse é o baiano Leo Ladeia que chegou a Porto Velho como gerente do Posto da Sadia, depois de ter sido executivo da cervejaria Brahma em Cuiabá. Passou pela distribuidora Souza, Taquigawa e foi até funcionário público estadual e de repente, se viu transformado em comunicador articulista de rádio, jornal impresso e televisão do estado de Rondônia. Esse é o Leo Ladeia que enquanto gerente da Sadia ajudava as escolas de samba Caiari e Diplomatas doando ingredientes para feijoada; esse é o Leo Ladeia que chegou junto com sua esposa Tetê e amigos como João do Vale a coordenar um desfile da Banda do Vai Quem Quer. “Foi o maior prejuízo, mas, deixamos a logomarca que identifica o bloco”. É o Leo Ladeia um humorista nato e amigo de todas as horas. Esse jovem ancião, é o nosso entrevistado de hoje.

 

ENTREVISTA

 

Zk – Qual seu nome completo e cidade/estado onde nasceu?

Leo Ladeira – Meu nome é Leo Ladeia e antes de ser homem sou torcedor do Bahia, depois sou homem, nasci na cidade de Itororó em Salvador (BH). Na realidade, não conheço a cidade, nasci lá e logo fui pra Minas Gerais, uma cidade chamada Nanuque e fiquei por lá até meus pais voltarem pra Bahia. Nasci em 1949, no dia 28 de agosto, dia de Santo Agostinho autor de celebre frase: “Convertam-me, mas, não tão logo”.

Zk – O que sei, é que você começou como artista músico. Fala sobre essa fase?

Leo Ladeira – Quando cheguei em Salvador eu era inocente, puro e besta. Eu tinha uma bicicleta velha cujo freio era contra pedal e troquei essa bicicleta por um violão. Menino de interior gosta muito de fazer esses rolos; trocar passarinho por garrafa de cachaça, tudo isso. Bom, peguei o violão e não sabia tocar, foi então que vi um cara chamado Jorge Matos que tocava violão mal pra caramba, foi por isso que aprendi errado. Eu ficava olhando ele fazer as notas e mais, ele gostava mesmo era de fazer baixaria e eu tentei aprender a baixaria, mas, é muito difícil e desisti. Aprendi a tocar guitarra e baixo, construí um baixo porque naquela época era difícil você comprar, então vi o desenho e fiz um baixo e então montamos uma Banda Cujo nome era: “Loucos Sem Destino” – LSD.

Zk – Você participou, musicalmente falando, do início do Axé. Foi isso?

Leo Ladeira – Taí uma coisa interessante. Eu morava numa cidadezinha chamada São Sebastião do Passé e tinha um cara Chamado de Orlando e ele começou a construir uns caminhões elétricos, já tinha Dodô e Osmar e ele começou a fazer esse negócio. Ele trabalhava na Coelba, ele eletrificava o caminhão chamava os músicos e tocava lá em cima. Naquela época não tinha ninguém cantando, era frevo e chorinho, tudo num ritmo bem animado. Era bateria, violão de seis e de sete cordas e cavaquinho, eletrificados. Aquilo que o Dodô e Osmar inventaram no início da década de 1950. Nessa minha cidade, conheci pela primeira vez um Trio Elétrico e eu adorei aquilo. Sou até hoje doido pelo Trio Elétrico Instrumental. Quando ligaram microfone, foi uma outra coisa.



Zk – E o Axé? 

Leo Ladeira – Essa coisa do Axé eu vi nascer. A história é a seguinte: Os brancos da Bahia queriam seguir os negros. Na Bahia tinha e tem dois grandes blocos: Ilê Aiyê e Os Filhos de Gandhy. Então os brancos queriam fazer um igual, acontece que ali tinha a pegada do negão, tinha os batuques de afoxé.

Zk – E os blocos de branco?

Leo Ladeia – Os brancos tinham vários blocos: Os Internacionais, Bloco da Banda Eva e foi dessa coisa que nasceu Daniela Mercury, Ivete Sangalo.

Zk – E o Luiz Caldas?

Leo Ladeia – Tem uma história do Luiz Caldas. O Axé era um estilo de letra muito malfeita, mas, deu certo. A Bahia tem uma característica, ela se abastece da própria cultura. E foram surgindo Daniela Mercury, Luiz Caldas, Ivete Sangalo e muitos outros. A história do Luiz Caldas é a seguinte: Ele estava se apresentando num show e quem estava assistindo (presente) esse show? Ivan Souza da Antártica e o Ivan pegava bitucas de cigarro e jogava no palco, só pra ver o Luiz Caldas pulando pra se livrar das bitucas, lembrando que o Luiz se apresentava descalço.

Zk – Falta identificar seus pais, digo, o nome deles?

Leo Ladeia – Meu pai já se foi, se apresentou ao Exército da Salvação. Chama-se seu Juvêncio.  Minha mãe que está com 103 anos, chama-se Laurentina – Dona Loura, ela bebe, cuida de galinha, cuida de casa, mora sozinha e você olha pra ela e não parece que tem a idade que tem.

Zk – Como foi que Rondônia surgiu na sua vida?

Leo Ladeia – Eu era pobre, pobre de ‘marré deci’, morava na Favela lá na Bahia num lugar chamado Nordeste de Amaralina, morei também no Largo dos Tanques espaços extremamente pobres. E viver numa coisa onde a predominância era de negros, me deixou com essa pegada de saber como é que eu devia me livrar. Quer dizer, o ruim aconteceu comigo, o Negão passava por mim e dizia: ‘Amarelo empapuçado não pode subir ladeira, quando sobe é devagar, quando desce é na carreira’.

Zk – E Rondônia?

Leo Ladeia – Eu entrei na Brahma quando tinha 22 anos, e a Brahma foi pra mim, uma escola de vida. Ela me deu uma formação de administração, me deu gente pra ajeitar minha cabeça que era desarrumada, me mandaram de um lado pro outro e naquela época, terminei indo para Cuiabá onde fiquei dois anos e meio. Foi quando conheci o pessoal da Sadia e eles me convidaram para trabalhar com eles. Naquela época a Brahma estava passando por um processo de transformação que ia terminar com a fusão da Antártica e eu detestava essa ideia. Foi então que aceitei o convite da Sadia.




Zk – Deixou de vender cerveja e foi vender carne?

Leo Ladeia – Fui vender o tira-gosto. A Sadia e estava querendo dominar o mercado de carne no Brasil e eles tinham aqui, um Posto de Venda e eu vim aqui levantar a venda do Posto e depois vender, acontece que eu quadrupliquei as vendas, foi um dos momentos mais fortes da Sadia em Rondônia. Tinha a Friamberia onde a gente atendia os fregueses de Porto Velho, você foi um dos nossos clientes, comprando ingredientes para a Feijoada da escola de samba Caiari e o Maracanã para a Diplomatas. Trabalhei também na Takigawa que vendia frango, quer dizer: deixei de vender cachaça e fui vender comida. Depois de algum tempo montei uma empresa que era representante da Santista Alimentos. A Santista Alimentos foi vendida para uma empresa Argentina chamada Boom de Alimentos. A Boom tirou todos os produtos bons que eu vendia e me deixou só com Farinha de Trigo resultado, tive que parar e decidi ficar um tempo quieto.

Zk – E o Ladeia da comunicação. O Ladeia da TV, do Jornal impresso e do Rádio como surgiu?

Leo Ladeia – Na hora que parei esse negócio eu fiquei desempregado, não tinha pra onde ir, fiquei pensando o que eu ia fazer na vida e então me aparece duas figuras que até hoje tenho uma amizade muito forte João do Vale e Aires do Amaral. Aires do Amaral namorava a Alcina Athala que é madrinha do meu neto João Pedro e aí ele foi lá em casa no dia do aniversário do João Pedro, conversa vai, conversa vem, ele me disse; “Rapaz tem um cara que quer te contratar”. Eu estava trabalhando como frila num espaço ao lado da RedeTV onde ficava a Folha de Rondônia e a gente estava em mudança para a sede no Centro, ao lado da Escola da ALE na rua Afonso Pena. O cara era o Everton Leone. Fui lá com o Everton e esperei que ele me convidasse, eu achava que ele estava me contratando para vender comercial. Na realidade o que ele queria era que eu fosse apresentar um programa que ele já tinha desenhado na cabeça que era o “Sala Vip” e eu fui pra lá. Aí fiquei no Jornal A Folha de Rondônia e a TV Candelária. Trabalhei três dias com o Sergio Melo e quando chegou o terceiro dia ele falou: “Professor, você já pode fazer o programa sozinho”.

Zk – E o teu conhecimento com o Manelão?

Leo Ladeia – Aí foi quando fui trabalhar na Antártica. O Ivan de Souza foi um cara que conheci logo que cheguei aqui, ele a Bernadete, Zé Geraldo, Zé dos Parafusos. Eu comprava boi pra Sadia abater. O Manelão foi amor à primeira vista, quando vi aquele cara daquele tamanho com o coração maior do que ele, aí eu sabia que Deus estava me dando o irmão que eu não tinha dentro de Rondônia. Posso garanti pra você que minha relação com o Manelão e com o Anisinho Gorayeb é uma coisa de Deus não tem como explicar o amor que tinha pelos dois. E era assim, a minha mulher é apaixonada pelo Manelão o Anísio ela não teve a oportunidade de conhecer muito mais. Ela era doida pelo Manelão tanto, que no dia que ele morreu, ela mandou comprar 500 paus de fogos de artifícios e soltou lá dentro do cemitério. Basta lembrar que o enterro do Manelão foi um desfile carnavalesco e ela ajudou a realizar aquilo.  O Manel ia lá pra casa e ficava conversando até de madrugada. A gente enchendo a cara de café e água. Na hora que vi a Banda do Vai Quem Quer fiquei doido, me lembrei dos blocos de sujo do Rio de Janeiro e dos blocos de sujo da Bahia, me lembra o que é o carnaval do povo.

Zk – Vocês chegaram a comandar um desfile da Banda. Digo a empresa de você?

Leo Ladeia – Deu um preju do tamanho do cacete. Investimos 20 paus e não lucramos nada. A única coisa que nos deu muita satisfação foi que deixamos uma marca. A Logo Marca que muitos pensam até hoje que fomos nós que criamos, porém, seu criador foi o Paulo que trabalhava na Oana Publicidade. O Manelão de imediato não gostou. “Não vou colocar minha cara em camiseta de carnaval”, respondi pra ele: Olha aqui seu ‘fela da puta’, estamos lhe dando uma coisa que vai ficar para o resto da vida da Banda de graça. Não vou lhe dar só isso: Vai ser isso, mais o Abadá diferenciado com chapeuzinho e short. E o Manel depois que disse que ia dar tudo aquilo e mais uma música, ele concordou.

Zk – Você hoje você é considerado um grande jornalista. Vamos concordar, você é respeitadíssimo no meio da comunicação. Quer explicar?

Leo Ladeia – Dei sorte, peguei um grande professor o Everton Leone. Foi assim: Fui trabalhar com o Everton. Trabalhei 14 anos com ele e na hora que não queria mais, eu sempre fui o cara de demitir o Patrão. Na hora que não me sentia bem no ambiente ia embora, mas, o Everton foi um cara que ensinava de uma forma diferente. Quando você errava ele não o reprovava na hora, porém, quando você fosse fazer algo novamente ele dizia: “Não repita o que você fez daquela vez”, peguei muito essa linha dele. Outra coisa, comecei tarde nessa área, com 54 anos. Já estava de cabelo branco. Essa história da credibilidade você trás da sua vida. O homem é a soma das suas experiências! Eu trouxe isso para mim. Quando você fala no rádio na televisão principalmente aqui em Rondônia que a gente não tem medição de audiência, mas, você sabe quem é que está lhe ouvindo. Eu não posso pegar aquela pessoa que me acompanha e contar uma mentira, pedir um dinheiro a alguém para falar bem dele; ou pedir dinheiro para não falar mal dele.

Zk – Nessa sua história você só não foi funcionário público?

Leo Ladeia – Fui! Quando eu saí da Taquigawa antes de trabalhar na Antártica, fiquei rodado uns seis meses e eu devia aluguel, empregada, não estava num melhor momento. Um cara chamado Oscar Andrade com quem eu tinha uma relação muito próxima, virou e disse assim: Tu tá ruim de vida né e eu respondi: To mais quebrado que arroz de terceira e ele falou: vou te arranjar um emprego. Eu pensei que eu fosse trabalhar lá nos ônibus da empresa dele, não, ele me arranjou um emprego no Porto era transporte fluvial e o chefe era o Paulinho Rodrigues com quem eu tenho um laço de amizade muito grande, fiquei lá com ele por um ano. Foi quando o governo de José de Abreu Bianco saiu e entrou o Cassol e o estilo do Cassol não me agradou. Resultado, disse pra mim mesmo: Rapaz eu não sirvo pra trabalhar em Serviço Público, todo dia você bate o   carimbo, anota a mesma coisa no mesmo pedaço de papel, não é produção, aí eu saí e fui tocar minha vida. Foi aí que entrei na Folha de Rondônia e comecei a escrever alguns artigos.

Zk – Como foi que você foi parar no Grupo SGC?

Leo Ladeia – Saí da Record depois de 14 anos. Sabe aqueles pequenos aborrecimentos, as vezes é um negócio pequeno, não vou falar o que que houve, mas, vou dizer algo que as pessoas podem entender. Eu tive um aborrecimento com uma pessoa, por causa de uma fruta que detesto, eu não como ingá, acho até uma fruta bonita, mas, não gosto. Terminei me aborrecendo, foi aí que disse: Não vou deixar passar nenhum um milímetro isso aqui, isso aqui foi o limite. Isso aconteceu numa quarta-feira e na sexta-feira pedi demissão.




Zk – Quem fez o convite para você integrar o quadro da RedeTV?

Leo Ladeia – Há alguns anos me encontrei com o Lubiana num evento no Hotel Slaviero durante um encontro com o pessoal da Santo Antônio Energia. Eu mal conhecia o Lubiana e ele virou pra mim e disse: Quando é que você vai trabalhar comigo? Respondi, é só você chamar. Isso durou uns dois anos. No dia que saí da Record eu não me lembrava dessa conversa com o Lubiana mas, eu queria fazer um programa de televisão no mesmo horário que fazia antes no horário da noite, que é esse que faço aqui. Vim na RedeTV com a intenção de comprar o horário e o Lubiana disse: Não vou vender o horário pra você não, porque lá na frente se você não puder me pagar eu vou botar você pra fora. Faz o seguinte, vem trabalhar comigo. Melhor do que isso não tem. Aí vim para cá e em 20 dias, o primeiro cenário ficou pronto. E o nome do programa, depois do Lubiana pesquisar, achou por bem colocar o nome de “Leo Ladeia”. 

 

sexta-feira, 1 de outubro de 2021

Lenha na Fogueira - 02.10.2021


Porto, Velho Porto recordações/Escadas no barro/Amarra nos galhos/Pequenos senões/O papo sadio/Cachaça rolando/O sol se pondo/Beleza sem par/Ninguém imaginava/Que aquele Porto Velho/Ia se transformar.

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Em vez de canoas/Surgiram chatas/Navios cargueiros/De alto calado/E o trem apitava/Pegando carga/ No Plano Inclinado/E o Velho do Porto/Não é mais tranquilo/Nem dono de nada/E o Porto do Velho/Virou Porto Velho/Nossa terra amada.

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Essa é a letra de minha autoria em homenagem a cidade de Porto Velho. Vejam bem, escrevi CIDADE DE PORTO VELHO e não ao município.

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Só para lembrar, 2 de outubro, é o aniversário de criação do Município de Porto Velho e não da cidade Porto Velho. Essa é a grande diferença.

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O Município vai do Maici no baixo rio Madeira até Extrema na divisa com o estado do Acre. Enquanto a cidade de Porto Velho capital do município, não passa de Mutum Paraná.

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A cidade nasceu quando Farquar conseguiu em 1907, autorização para transferir o local de início da construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, do município mato-grossense de Santo Antônio, para o Porto do Velho ou Porto Velho dos Militares, em terras do Amazonas.

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Quer dizer, a cidade de Porto Velho já completou 114 anos e o Município de Porto Velho completa 107 na data de hoje.

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Outra confusão que muitos fazem: Quem faz fronteira com a Bolívia é o Município de Porto Velho, lá na comunidade de Fortaleza do Abunã que fica no Distrito de Vista Alegre do Abunã e não a Capital Porto Velho. É um pouco complicado, mas, é assim que devemos pensar.

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E viva o Município de Porto Velho que está completando 107 anos de criação na data de hoje e a festança vai ser boa.

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A prefeitura de Porto Velho vai realizar a partir das 8 horas, no Calçadão Manelão em frente ao Mercado Cultural, vasta programação.

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As apresentações noturnas começam as 19 horas com a seguinte programação:

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Solenidade com a presença do prefeito Hildon Chaves; seguida de apresentação do Balé Branca de Neves (Academia Rita Nascimento); Apresentação do São João dos Sonhos com a participação dos grupos folclóricos de Quadrilha e Boi Bumbá filiados a Federon e Unajup; Apresentação da Fanfarra Leões de A-Lauá e Apresentação do grupo de forró “A Gata Forrozeira”.

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Posso garantir que a programação será das melhores, principalmente à noite com o espetáculo; São João dos Sonhos que vai concentrar brincantes de quadrilhas e bois bumbás, desde o Palácio Presidente Vargas até o Mercado Cultural, com várias danças. Assisti o ensaio geral e posso garantir que quem for apreciar na noite de hoje, não se arrependerá.

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Quem não programou nada para comemorar a data do nosso município foi a Federação das Escolas de Samba. Os caras estão mais parados que água de remanso.

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Vamos encerrar desejando ao município de Porto Velho muito desenvolvimento.

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Parabéns pelos 107 anos de criação, meu querido município de Porto Velho.

CINEMA - Estreia internacional: Nazaré do Verde ao Barro tem exibição confirmada no México

A animação rondoniense “Nazaré: do verde ao barro” é um dos filmes selecionados para a 12ª edição do Festival Internacional “Cine en el Campo”, realizado no México. O festival, com temática ambiental, acontece de forma itinerante e leva para comunidades rurais dos estados de Guanajuato e Quintana Roo, filmes de diversas partes do mundo. 

Há 12 anos o festival projeta filmes ao ar livre em comunidades, escolas e universidades mexicanas, gerando consciência socioambiental. A cada ano a programação conta com uma temática diferente, com a qual se realiza um concurso nacional e internacional de curtas-metragens nos gêneros de animação, ficção e documentário, dos quais 11 são selecionados para a programação.

 “É incrível ver a potência do audiovisual ao redor do mundo e como ele é importante para a formação de uma sociedade. Mostrar um pouco da realidade do povo amazônico para além de fronteiras, é também uma maneira de dialogar sobre o nosso modo de vida”, diz Juraci Júnior, diretor e roteirista do filme.

 A programação do  “Cine en el Campo” poderá ser acessada no site oficial do festival: www.cinecampo.com.

 A produção do filme

A animação, gravada com atores reais e que ganharam novas formas e tons em aquarela, é fruto de um trabalho coletivo. As ilustrações são da artista visual acreana Roberta Marisa, a trilha sonora composta exclusivamente para o filme é de Tullio Nunes, a direção de produção é de Fernanda Paiva, a direção de fotografia de Rafael Oliveira e os efeitos de pós-produção de Rone Mota.

 O filme “Nazaré: do verde ao barro” foi contemplado no Edital nº 78/2020/ SEJUCEL-CODEC - 1ª Edição Jair Rangel "Pistolino" do Edital de Chamamento Público para Produção Audiovisual. Lei Federal 14.017/2020 - Lei Aldir Blanc.

 Fonte: Folk Produções e Casa do Rio Filmes 

quinta-feira, 30 de setembro de 2021

Lenha na Fogueira - 01.10.2021

 


A artista Ângela Chilling depois de algum tempo ausente, volta a expor na Galeria Afondo Ligório da Casa da Cultura Ivan Marrocos. A Exposição “Universo Tropical de Ângela Chilling” fica à disposição do público, de 4 a 30 de outubro.

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A exposição será composta de gravuras em metal, xilogravura e desenhos a nanquim e lápis de cor. São 46 peças e vitrine com alguns instrumentos e ferramentas ilustrativos à técnica de gravura.

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E vem aí as comemorações dos 107 anos de emancipação do Município de Porto Velho. A festança vai acontecer amanhã, sábado dia 2 de outubro, em frente ao Mercado Cultural.

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Quarta-feira, participei como espectador, do ensaio geral de uma das programações que vai acontecer na noite de sábado. Justamente o ensaio do espetáculo que será apresentado pelos grupos folclóricos.

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O que mais me chamou atenção, foi a tal de Dança Palaciana, um quadro que envolve mais de 100 brincantes. Será realmente um espetáculo fabuloso.

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Devo esclarecer que a programação oficial, começa mesmo as 8 horas da manhã de sábado, com a apresentação das atletas que conquistaram medalhas durante competição em Aracajú.  

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Será o dia todo de festa, com show de vários naipes. Pela manhã também vamos apreciar os alunos de Libra interpretando algumas músicas.

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Enquanto isso, a Funcultural divulgou os Projetos que foram aprovados pelo segundo Edital da Lei Aldir Blanc. Tem os aprovados classificados, aqueles que têm garantido os recursos e os aprovado que por enquanto ficam apenas na reserva. Caso alguém desista, entra no rol dos classificados com direito a recursos.

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O Edital da Sejucel para projeto da Lei Aldir Blanc encerrou as inscrições, ontem as 23h59. Provavelmente o resultado será divulgado na próxima semana.

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Agora, a programação de hoje no Mercado Cultural, tem como atração Ernesto Melo e a Fina Flor do Samba. O show começa às 19h30. É samba de raiz.

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Hoje pela manhã, com objetivo de fomentar o atrativo turístico Memorial Rondon e dar visibilidade ao local, a Superintendência Estadual de Turismo vem mui prazerosamente convidar para a VERNISSAGE – “Exposição Memorial Rondon”, que ocorrerá a partir de 09h00 desta sexta-feira. Haverá exposição de novas obras do Marechal da Paz com apresentação do historiador Lourismar Barroso enquanto o cantor Silvio José – Silvinho interpretará músicas de sua autoria. A entrada é franca.

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E chegou o mês de outubro, o mês do aniversário de Porto Velho e do Círio de Nazaré, evento religioso que acontece em Belém do Pará. Já aconteceu em Porto Velho também, até quando os padres da paróquia de Nazaré resolveram parar de realizar o Círio no Mês de outubro, para realizar em setembro. Uma tradição que era festejada desde a década de 1930 em nossa cidade.

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É por isso que apesar da baixa dos casos de Covid 19, precisamos continuar usando máscara, usando álcool em gel e tomar as duas doses da Vacina.