segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

Lenha na Fogueira - 23.02.2021



Todos sabem muito bem, que sou Vascaíno de carteirinha. Prestem atenção: VASCAÍNO e não Vascaindo.

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Até porque não existe esse negócio de CAIR, o que existe, é a consequência que os maus administradores do nosso clube, provocam no elenco, que a gente chama de time de futebol.

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Isso porque em minha opinião, o que não existe no Vasco, é justamente elenco ou um time de jogadores a altura da história do cruzmaltino que faz algum tempo, deixou de ser o “Gigante da Colina”.

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A consequência da má administração, reflete diretamente no campo de futebol. Me diga uma coisa, quem é que vai colocar a perna numa dividida com o adversário, com o salário atrasado há vários meses.

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Já pensou no dilema dos treinadores que passaram pelo Vasco nessa temporada, ao olhar pro “Banco” e não visualizar a solução para o momento.

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Pra completar o baixo astral do Vasco da Gama, os caras acham de brigar pela direção do clube, quando o campeonato estava na sua fase mais delicada.

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Uma eleição que praticamente foi resolvida na Justiça e na realidade, só foi decidida há poucas semanas.

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O Vasco fez tudo para CAIR para a SEGUNDONA aliás, seria injustiça que continuasse na série “A” do Brasileirão.

 

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Esse rebaixamento veio em boa hora, nós vascaínos, não merecemos “sofrer” com o time na Primeira Divisão, sendo derrotado por tudo quanto é time e sem condições de reagir.


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Agora voltamos ao nosso slogan: “O Sentimento não Pode Parar”. Hoje a única virada que o Vasco consegue, é dar as costas para as pessoas que o amam.

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E mais, disputar a Segunda Divisão em 2021 não é de todo ruim, é só prestar atenção nos adversários que estarão na mesma situação.

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Vamos assistir clássicos como: Vasco X Botafogo; Vasco X Cruzeiro; Vasco X Goiás e tantos outros.

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A série “B” 2021 não será fácil, o sonho de voltar para a 1ª Divisão, pode ficar para 2023, pois os adversários com o mesmo propósito são muitos.

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Vamos aproveitar esse revés para colocar as coisas em ordem. Na realidade, nós torcedores do VASCO DA GAMA ficamos mais felizes quando disputamos a segundona, pois, festejamos mais vitórias.

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Com tudo isso, jamais deixarei de torcer pelo meu querido VASCO GAMA.

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Vamos todos cantar de coração; A cruz de malta é o teu pendão! Tens o nome do heroico português; Vasco da Gama, a tua fama assim se fez!

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Tua imensa torcida é bem feliz; Norte a Sul, Norte a Sul destes Brasil; Tua estrela, na terra a brilhar. Ilumina o mar...

sábado, 20 de fevereiro de 2021

Lenha na Fogueira - 21.02.2021

 


Não é por nada não, porém, se você não assistiu a primeira (1ª) parte da live/documentário com a História do Boi Bumbá em Porto Velho, apresentado por este ‘VELHO’ Amo de Boi, graças ao Projeto apresentado pela repórter fotográfica e agora produtora cultural Ana Santos em parceria com o Judílson Dias com o título: “Silvio Santos – O Menestrel dos Menestréis” que foi habilitado pelo Edital 81 da Sejucel-CODEC Lei Aldir Blanc Aluízio Batista Guedes, Exibida na noite de ontem, através da página no YouTube Conexão Norte, precisa se recuperar imediatamente.

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Para isso, é só assistir a Segunda (2ª) parte, que vai ao ar neste domingo 21, a partir das 19 horas, também pela Conexão Norte. Assisti e comenta ao vivo que eu e Ana responderemos em cima da bucha. Taí o convite feito!

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Os que assistiram ontem, encheram a página de elogios. A produção áudio visual do documentário sobre a História do Boi Bumbá em Porto Velho é do João Kreds. Realmente, fiquei todo Pávulo como diz o paraense e Uruximinã.

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Como fiquei emocionado com o sucesso da live, perdi o pique para produzir a coluna de hoje, por isso, vou divulgar a programação cultural do Grupo Ruante com o título:

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GRITOS DO COTIDIANO – rompendo estruturas.

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 A explosão do novo coronavírus (Covid-19) atingiu milhões de pessoas no mundo todo e o medo do contágio causou a necessidade de confinamento de uma parte significativa da população em diversos países, dentre eles o Brasil. Porém, o isolamento trouxe um grande aumento de casos de violências de diversos tipos.

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O projeto Gritos do Cotidiano – rompendo estruturas, contemplado no Edital nº 77/2020/SEJUCEL (1ª Edição Mary Cyanne do Edital de Chamamento Público de Fomento à Cultura e à Produção Artístico-Cultural para Transmissões ao Vivo/Gravadas – Eixo D), visa expor, por meio de apresentações artísticas, algumas das formas de violências cotidianas sofridas por pessoas em vulnerabilidade social e os demais cidadãos e cidadãs.

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Além da exibição dos vídeos artísticos, haverá debates ao vivo com os artistas para que possam abordar os processos de criação e compartilhar com público suas visões acerca dos temas tratados nas obras.

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São sete apresentações artísticas, realizadas em três dias pelos canais de Facebook e YouTube do Teatro Ruante.

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A programação, sempre das 19h às 20h (horário de Rondônia), contará com a mediação da produtora cultural Andressa Batista e a programação terá acessibilidade – vídeos legendados e intérprete de Libras nos debates. 

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Sobre a produtora do evento - Stephanie Matos é atriz, encenadora, produtora e graduanda do Curso de Licenciatura em Teatro da Universidade Federal de Rondônia (UNIR).

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É integrante dos seguintes grupos: Cia Peripécias, Teatro Ruante e Trupe dos Conspiradores; é membro do Grupo de Pesquisa PAKY'OP, do Curso de Teatro da UNIR. Foi bolsista do Programa de Extensão DArtes [em]Cena: teatro, política e sociedade do Departamento de Artes da UNIR (2019 -2020).

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Como atriz, atua e atuou nos espetáculos Inimigos do Povo (Trupe dos Conspiradores; Desesperança (Teatro de Rua I da UNIR em 2019 e Cidade Grande João Ninguém da Cia Peripécias. É diretora do espetáculo Ela, Aquela e a Outra. Na área de eventos, fez parte da equipe de produção da I e II Mostra de Encenações do DArtes/UNIR.

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Programação Gratuita!

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Data: 26/02 - Obra: [O] QUE (M) te sufoca? Artista: Stephanie Matos; Obra: (Des)velando; Artista: Selma Pavanelli; Obra: A Feira está montada; Artista: Jamile Soares.

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Data: 27/02 - Obra: Café Preto; Artista: Maycon Moura; Obra: Avesso; Artistas: Ádamo Teixeira (Atuação); Jamile Soares (Diretora); Gabriel Corvalan (Assistente de direção).

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Data: 28/02 - Obra: Vácuo; Artista: Andressa Silva. Obra: Das Dores, Artistas: Taiane Sales (Atuação); Luciano Oliveira (Direção).  Mediação: Andressa Batista

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Canais de exibição: YouTube (https://bit.ly/2ZdYO14) e (https://bit.ly/3rRBGlf) - Maiores informações: (69) 98425-6408.

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É o que tenho para hoje. Bom domingo!

Abertos editais do projeto Sesc Sonoro para seleção de apresentações musicais no Sesc PR

 


Músicos, intérpretes e compositores de todo o Brasil já podem se inscrever nos processos de seleção para propostas de apresentações artísticas musicais do Sesc PR para 2021.

O projeto Sesc Sonoro - Circuito selecionará inscrições para shows musicais e debates em oito cidades do estado. A ideia é criar um espaço de apresentações para artistas, fomentar e difundir a música autoral brasileira, além de ser uma oportunidade para que músicos circulem pelo Paraná e os clientes do Sesc PR tenham acesso a diferentes produções culturais e a uma agenda constante de apresentações.

As inscrições estão abertas até o dia 31 de março e as apresentações ocorrerão nas cidades de Apucarana, Curitiba, Ponta Grossa, Foz do Iguaçu, Londrina, Medianeira, Pato Branco e São José dos Pinhais, no período de agosto a dezembro.

O edital completo está disponível no site https://www.sescpr.com.br/edital/edital-sesc-sonoro-2021-circuito-edital-selecao-de-propostas-de-apresentacoes-artisticas-atividade-musica/.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 3304-2232 ou pelo e-mail evandro.rodrigues@sescpr.com.br.

 

 

Sesc Sonoro - Café no Paço

Outro projeto que também está com as inscrições abertas até o dia 31 de março é o Café no Paço. As apresentações ocorrerão na Unidade do Sesc Paço da Liberdade, instalada em um prédio histórico do Paraná, no centro de Curitiba.

O projeto oferece um espaço para apresentação de trabalhos autorais ou mesmo de pesquisa da música brasileira e, ao público, é uma chance de apreciar e conhecer novos repertórios.

Confira o edital e inscreva-se https://www.sescpr.com.br/edital/edital-sesc-sonoro-2021-cafe-do-paco-edital-selecao-de-propostas-de-apresentacoes-artisticas-atividade-musica/.

Os interessados podem obter mais informações pelo e-mail sac.pacodaliberdade@sescpr.com.br ou pelo telefone (41) 3234-4200.

 

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Lenha na Fogueira - 20.02.2021

 


A brincadeira de boi bumbá começou em Porto Velho, na noite de São João dia 24 de junho de 1920, no Arraial promovido pela Paróquia de Santo Antônio do Madeira.

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O registro oficial do feito, está na edição do Jornal Alto Madeira daquela data, com o seguinte texto:

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“Hoje tem folguedo, na Vila de Santo Antônio, Boi Sete Estrelas faz sua apresentação”. E prossegue, “O Sete Estrela foi criado por alguns rapazes moradores da Vila, para dançar no Arraial que será armado no largo da Igrejinha”.

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Esse é o início da história que o folclorista Silvio Santos vai contar de hoje dia 20, até segunda feira dia 22, na live que será apresentada através da página do Youtube “Conexão Norte” e facebook da responsável pelo Projeto Ana Santos.

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O projeto foi habilitado através do Edital 81/Sejucel-CODEC Lei Federal Nº 14.017/2020 (Lei Aldir Blanc) Mestres e Mestras da Cultura Popular – Aluízio Batista Guedes com o título: “Silvio Santos o Menestrel dos Menestréis”.  

 

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Lembrando que a live será transmitida a partir das 19 horas deste sábado 20, pela página do Youtube da Conexão Norte dirigida pelo amigo Fabiano Barros e também pela página do facebook da Ana Santos. Assiste e compartilha.

 

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Outro evento com o apoio da Lei Aldir Blanc será o musical Canta Zezinho. Veja:

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Contemplada no Edital Nº 80/2020/SEJUCEL - CODEC – Lei Federal Nº 14.017/2020 (Lei Aldir Blanc), a Cantadô Produções realizará no mês de abril a mostra musical Canta Zezinho.

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A mostra é baseada na vida e obra de Zezinho Maranhão, será dividida em três apresentações e exibida no canal da Cantadô (YouTube) no mês de abril.

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Não percam a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a vida e obra de um dos mais talentosos e populares cancioneiros de Rondônia.

 

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Zezinho maranhão morou por vários anos no Bexiga. Famoso bairro paulistano, reduto de grandes nomes da cultura popular do país.



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Durante esse período em São Paulo, Zezinho fez teatro na escola Macunaíma e estudou diversos instrumentos. A partir daí começou a misturar a cultura maranhense com a arte urbana.

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Voltando a lembrar que o coronavírus está mais ativo do que nunca em nosso estado, por isso, é preciso não relaxar: Se for sair de casa use máscara, quando voltar lave as mãos com água e sabão, pelo amor de Deus nada de aglomeração, nada de festa, beba bastante água ou qualquer outro liquido que não seja alcoólico.

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Se seguirmos as recomendações da OMS, com certeza estarmos contribuindo para diminuir o número de infectados pelo vírus maldito que provoca a Covid 19, doença letal.

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Não esqueça, conheça a história do Boi Bumbá em Porto Velho a partir das 19 horas, através da página no Youtube Conexão Norte e no Face da Ana Santos.

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Garanto que você vai gostar da produção visual do João Kerds.

Covid mata Tereza Chamma, defensora da cultura e da história da região de Guajará-Mirim

 


 

Faleceu nesta sexta-feira 19, internada há vários dias num hospital em Porto Velho, a professora Maria Tereza Merino Chamma, historiadora e presidente da Academia Guajaramirense de Letras, AGL, e grande entusiasta da cultura e da história da região de fronteira com a Bolívia.

Tereza Chamma tinha dois filhos e três netos. Era boliviana de nascimento, mas brasileira por opção, radicada há muitos anos em Guajará-Mirim, onde se destacou nas áreas de Educação, da Cultura Regional e da História guajaramirense, e em alguns períodos residiu fora de Guajará, atuando, sempre na área cultural, em municípios como Nova Mamoré e Alto Paraíso.

Tereza Chamma era detentora de várias homenagens, certamente a maior delas a Ordem do Mérito Marechal Rondon, a maior comenda do Estado, foi fundadora, junto com outros intelectuais da “Pérola do Mamoré” da Academia Guajaramirense de Letras, tendo sido eleita presidente no final do ano passado.

Ela é autora do livro “Guajará-Mirim – a Pérola do Mamoré”, que trata da formação e da estrutura socioeconômica do município, além de outro trabalho ainda inédito, intitulado “Cadernos de Guajará-Mirim”. Além disso, Terreza Chamma foi também entusiasta da pesquisa da região e incentivadora de nove compêndios histórico-culturais do município.

Ainda nesta sexta-feira a Academia Letras de Rondônia publicou a seguinte nota oficial destacando a grande parceria que a presidente da AGL desenvolveu nos vários encontros promovidos mutuamente pelas duas entidades:

ACADEMIA DE LETRAS DE RONDÔNIA – ACLER - NOTA OFICIAL

A Academia de Letras de Rondônia solidariza-se com familiares e membros da Academia Guajaramirense de Letras, pelo falecimento de sua presidente a acadêmica e historiadora Tereza Merino Chamma, ocorrido nesta sexta-feira vítima de covid. A Acler, ao fazer este comunicado entende que o passamento de Tereza Chamma representa um duro golpe à cultura rondoniense e lamenta ainda pela perda de uma grande parceira que as duas Academias desenvolveram em várias oportunidades, pedindo ao Pai que a receba na Glória de Sua Infinita Misericórdia!

Porto Velho, 19 de fevereiro de 2021 - A diretoria e demais membros da ACLER. (Fonte – Lucio Albuquerque);

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Lenha na Fogueira - 19.02.2021


Amigos integrantes de grupos folclóricos, o que vou passar a relatar a partir deste instante nesta coluna, é apenas uma hipótese, portanto, não é para ninguém ficar muito preocupado, porém, de orelha em pé. Vamos a minha análise:

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Levando-se em consideração as notícias de que, somente no mês de agosto, o Brasil vai conseguir doses de vacinas contra o coronavírus, suficiente para atender a totalidade da população brasileira.

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Pincipalmente em Porto Velho onde dentro em breve, o que existe de vacina deve terminar, não chegando a atingir, a meta nem mesmo de vacinar os idosos abaixo de 80 anos.

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Levando-se em consideração que a população de Porto Velho (em parte), não está nem aí para as normas de distanciamento, continuando a se reunir em FESTAS com grande participação de pessoas, o que é pior, sem usar máscaras.

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E mais, caso estivéssemos em tempo de normalidade. Nessas alturas, a maioria dos grupos folclóricos de dança de quadrilha junina, já estariam preparando seus ensaios.

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Que começariam a partir do dia 1º de março. É aqui que mora a dúvida. Será que os grupos irão começar a ensaiar a partir do mês de março, mesmo com as infecções pelo vírus da Covid 19 aumentando demasiadamente todos os dias.

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E o que é mais preocupante, com o sistema de saúde que trata da Covid 19 sem condições estruturais para receber mais infectados, por falta de leitos nos hospitais, Upas etc.

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A cada dia que passa, o governo preocupado com a expansão do vírus, renova a Portaria exigindo mais isolamento, o que é correto.

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Lembrando que nosso maior evento folclórico o Arraial Flor do Maracujá é de responsabilidade do governo estadual por meio da Sejucel.

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Por isso, quem deve dizer se vai ou não acontecer o Arraial, é a Sejucel.

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Outra coisa, nem mesmo o Arraial Flor de Cacto que é particular, tem garantia se vai ou não acontecer.

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Sabem por que? Porque para imunizar a população de Porto Velho, serão necessárias aproximadamente, Hum e Meio Milhão de doses da vacina, já que cada pessoa tem que tomar duas doses.

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Para a população de todos o estado de Rondônia, serão necessárias aproximadamente Três Milhões ou mais de doses de vacina.

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Portanto meus colegas folcloristas, nada de contratar conjunto, sonorização ou iluminação para ensaiar.

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Aliás, melhor mesmo, é a Federon em Parceria com a UNAJUP e Sejucel convocar a imprensa, para anunciar que as festas folclóricas de 2021 em Porto Velho, não acontecerão em virtude da Pandemia provocada pelo Coronavírus.

 

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Festa folclórica em Rondônia e em especial em Porto Velho, se tudo acontecer como o desejado por todos, sé em 2022.

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Essa é minha opinião!

Grupo de Rondônia apresenta espetáculo de dança em vídeo com intérprete de Libras

 


No próximo domingo dia 21 de fevereiro, o grupo Reconstruindo o Quilombo, de Vilhena (RO), apresenta o Projeto de Dança Reconstruindo o Maculelê vencedor do Prêmio Festival Funarte Acessibilidança Virtual 2020. O edital é inédito na instituição com foco na acessibilidade e inclusão, contemplando as cinco regiões do Brasil.

A sessão será disponibilizada no dia 21 de fevereiro, no YouTube, logo após uma “live” com os produtores da proposta, na mesma data, no Facebook. A apresentação rondoniense busca valorizar a cultura afro-brasileira e contará com intérprete de Libras.

Com 43 minutos de duração, a exibição envolve diferentes danças afro-brasileiras, como o maculelê, o samba de roda e o jongo, “com energia, alegria, força e muito ritmo”, destaca Andréia Machado, produtora do projeto junto com Washington Kuipers e Marcio Guilhermon. “Há 12 anos trabalhamos com projetos culturais que valorizam a cultura afro-brasileira na Região Norte do país. É muito bom saber que vamos levar cultura para a população neste momento de distanciamento social”, acrescenta Washington Kuipers.

Dez dançarinos contam a história, que começa com um mestre de capoeira tocando berimbau e cantando um velho cântico, com saudade dos grandes mestres da capoeira de Angola, de Ganga Zumba e Zumbi, de Mestre Bimba e do Besouro Mangangá. Ele chama os irmãos ao palco para dançar e mostrar a grandeza da dança afro-brasileira e o grupo segue, então, com maculelê e outros ritmos.

O Prêmio Festival Funarte Acessibilidança Virtual 2020 anunciou em novembro a premiação de 25 propostas, destinando R$ 31,2 mil a cada uma, em um total de R$ 810 mil em investimentos, sendo R$ 30 mil reservados a custos administrativos. O objetivo é valorizar e fortalecer a expressão da dança brasileira e possibilitar a sua democratização, inclusão e acessibilidade.

Confira os canais em que os conteúdos serão disponibilizados, no dia 21 de fevereiro de 2021:

Espetáculo  

Canal da Serpentário Produções no YouTube

Canal da Acemda Ong no YouTube

Live com os produtores 

Página da Serpentário Produções no Facebook 

Página da Associação Diversidade Amazônica no Facebook.