sábado, 5 de setembro de 2020

Lenha na Fogueira - 06.09.2020


E ontem foi o Dia da Amazônia e para não repetir o jargão super manjado, utilizado em tudo quanto é data que diz respeito a comemoração de alguma coisa importante: “Não temos o que comemorar”

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Na realidade não podemos escapar dessa verdade, comemorar o que? As queimadas, a devastação da floresta, a exportação de madeira, o assoreamento dos nossos rios.

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Rondônia em especial, apesar das estatísticas atuais não confirmarem, sabemos que esse tão comemorado progresso, veio através da devastação da nossa floresta, no tempo da colonização, que começou para valer em meados dos anos de 1960.

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Quando o negócio era “INTEGRAR PARA NÃO ENTREGAR”, a maioria das cidades que formam o estado de Rondônia, foram frutos da devastação da nossa floresta. Basta lembrar que a área conhecida como “Zona da Mata” foi a mais prejudicada. Ali surgiram os municípios de Rolim de Moura, Santa Luzia, Alta Floresta, Alto Alegre dos Parecis,

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Porque consideramos aquela área como a que foi mais devastada? Porque os municípios e cidades ficam as margens da BR 364 como Ariquemes, Jaru, Ouro Preto, Machadinho D”Oeste e outros, eram SERINGAIS   foram transformados em NUARES ou PROJETO de Colonização como foi o caso de Ouro Preto.

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Vilhena e o Vale do Jamari hoje ardem com tanto fogo, enquanto isso Porto Velho ao amanhecer, parece uma cidade do Sul, só que a nossa neblina, é FUMAÇA provocada pelas QUEIMADAS que circundam os arredores de Porto Velho.

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No Dia da Amazônia vamos festejar o MERCÚRIO que poluiu a água do nosso rio Madeira provocando a contaminação dos nossos peixes e em consequência, atentando contra a saúde da nossa população.

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Vamos festejar o assoreamento dos nossos rios em especial, do Rio Madeira cuja navegação é prejudicada pelos milhares de bancos de areia existentes ao longo do seu leito.

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No Dia da Amazônia gostaria de estar escrevendo, elogiando os índios de Alta Floresta por serem campeões brasileiros no cultivo do Café Robusta e que os Suruís são nosso orgulho no que diz respeito a preservação da Floresta e faturam com a venda de Carbono.

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Já não bastasse a falta de demarcação das terras indígenas, agora veio a Covid devastando vidas.

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Rondônia, talvez, por ser um estado sem identidade cultural, em virtude do grande número de migrantes, que para cá vieram de todos as regiões brasileiras, sob a égide: “Venha para o novo Eldorado”, se transformou num dos maiores produtores de soja, milho e tudo quanto é grão o que deixa muita gente feliz.

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Além de contar com um dos maiores rebanhos bovino do Brasil, o que é cantado em prosa e verso, pelos frigoríficos e fazendeiros. Somos um estado, grande produtor de carne bovina, inclusive um dos maiores exportadores.

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O mundo come carne de boi, que é comercializada com muito orgulho pelos nossos pecuaristas como “CARNE DE BOI VERDE”, porque nosso pasto praticamente não precisa de muito fertilizante.

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Isso nos enche de orgulho, mas, será que os filhos, dos filhos, dos nossos filhos, conseguirão se orgulhar do estado onde nasceram. Será que o pasto ainda será verde como hoje, quando eles chegarem ao mundo?

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É natural que os governantes escutem apenas os empresários e deixem de lado os alertas das entidades que pregam a preservação da Amazônia.

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A FUNCULTURAL informa aos responsáveis pelos Espaços Culturais cadastrados que, como parte da avaliação e habilitação desses espaços para o recebimento dos recursos emergenciais de que versa a Lei Aldir Blanc, que entre os dias 03 e 18 de setembro no horário das 08h às 18h, a equipe técnica da instituição estará se deslocando aos endereços cadastrados para os procedimentos de identificação e tomadas de informações.

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Também informamos que, um dia antes das visitas a FUNCULTURAL enviará e-mails e fará chamadas telefônicas confirmando. Orientamos a todos para que se atentem a essas duas formas de contatos.

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Dúvidas ou esclarecimentos podem ser enviadas para fiscalizacaofuncultural@gmail.comn ou pelo telefone 69 3223-8830, das 08h as 14h.

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Bom, voltando ao assunto: Será que temos mesmo o que comemorar no DIA DA AMAZÔNIA?

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Lenha na Fogueira 05.09.2020

 

Que prazer, escrevendo essa coluna assistindo a live “Caros Amigos”, apresentada pelo Carlinhos Maracanã.

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O bate papo, é com o poeta da cidade Ernesto Melo.  Uma verdadeira aula de história sobre a cidade de Porto Velho.

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Ernesto Melo lembrou muito bem que, quem colocou o apelido de “Velho Ernesto”, fui eu. Sabem por que? Apesar de ser muito mais novo que muitos boêmios da época, Ernesto Melo nas letras de suas canções, conta a história de Porto Velho com detalhes de quem realmente viveu aquilo.

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Em virtude disso, eu sempre o anunciava nas rodas de samba do bar do Cassimiro: “Agora vamos ouvir o “Velho Ernesto” e o apelido pegou.

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Posso garantir sem medo de errar, foi a melhor live do Projeto Caros Amigos entre todas que assisti e olha que foram muitas. Carlinhos Maracanã está de parabéns pelo papo com o poeta Ernesto Melo.

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Se você quiser saber se é verdade o que está escrito aqui, é só acessar a página do Carlinhos Maracanã no face e conferir.

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Como já entramos no assunto recordação, vamos lembrar o tempo da Semana da Pátria, de quando estudávamos no Colégio Modelo, lá pelos idos do final dos anos de 1960.

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Naquele tempo, os desfiles dos Grupos Escolares, onde funcionava o curso que era conhecido como “Primário”, que ia da 1ª a 4ª série. Nossa turma fazia o Ginasial que também eram quatro séries.

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A nossa Banda (fanfarra), era considerada a melhor entre as que existiam a época. Lembro que o professor de Educação Física Câmara Leme, gostava da nossa fanfarra e sempre nos convocava para tocar para os alunos das escolas primárias desfilarem.

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Naquele tempo, esses estudantes desfilavam no dia 5 de setembro e como a turma da nossa fanfarra era formada na maioria pela turma que frequentava o Bar do Canto já que o Gilson e o Hilton Macedo (meus primos) faziam parte da Banda e como o Bar do Canto já era famoso, na realidade, era o point da cidade, em consequência, a gente já tomava uma cervejinha.

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Sabendo disso, o Câmara Leme nos oferecia uma Grade de Cerveja (24 garrafas de 600 ml) a ser consumida após os desfiles do dia 7 de Setembro,  no Bar Plaza que ficava na Praça Mal Rondon, local para onde os alunos após a ‘Parada” iam posar pra fotos.

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Não era fácil, a gente ficava tocando sem parar, por aproximadamente duas horas, pois tocávamos para todos os Grupos Escolares da rede pública, era muito menino e menina, apesar de muitas vezes o sol estar de rachar, a gente só queria saber do depois, justamente para degustar a Grade de Cerveja patrocinada pelo professor Câmara Leme. O mais legal, era que ele bebia junto com a gente. Se fosse nos dias de hoje, com certeza, ele seria punido pela Secretaria de Educação e quem sabe podia até ser exonerado.

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Aquela participação era como se fosse ensaio geral da nossa fanfarra para o desfile do dia 7 de setembro. Tempo bom que deixou muitas saudades.

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Bom, como os eventos culturais não estão podendo acontecer e até agora, o tal de auxilio emergencial da cultura não saiu, inclusive ninguém falou quando sairá.

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Só nos resta escrever sobre o que está acontecendo ou pode acontecer na política partidária. Exemplo:

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Se não estou enganado, as convenções dos partidos começam na próxima segunda feira 7 de setembro, com o PSL escolhendo seus candidatos a prefeito, vice e vereador.

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Nossos amigos Eyder Brasil e Siça Andrade terão seus nomes homologados. O Eyder como candidato a prefeito e a Siça a vereadora.

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Isso quer dizer que oficialmente, eles saem na frente dos demais candidatos. Numa campanha curtíssima como será a deste ano, largar na frente dos demais é importante.

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A partir de segunda feira os dois poderão divulgar inclusive seus números, o que é muito importante. No caso do Eyder podemos dizer que seu número será o 17 que é o número do PSL. Quanto ao número da Siça só na convenção é que vamos ficar sabendo.

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Uma coisa é certa, será 17 mais três algarismos. Quando os partidos dos demais candidatos que a gente considera como culturais, realizarem suas convenções, divulgaremos seus números e plataformas.

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Vai começar a grande peleja por uma cadeira na câmara municipal de Porto Velho e para ocupar a cadeira mais importante do prédio do relógio.

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Salve sábado 5 de setembro 2020!

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Lenha na Fogueira – 04.09.2020 - LUTO A Cultura Popular perde o Mestre Aluízio Batista Guedes do Boi Bumbá Diamante Negro

 


... Eu digo adeus que já vou embora, eu me disperço do meu batalhão, aí que dor no coração....

Assim os folcloristas de Porto Velho em especial os que brincam Boi Bumbá se despedem do Mestre Aluízio Batista Guedes que nos deixou na manhã de ontem 03, vítima de complicação coronária.

Seu corpo será velado a partir das 7 horas da manhã de hoje, na funerária Santa Rita no bairro São Cristóvão, de onde sairá para o Cemitério da Paz por volta das 10 horas da manhã desta sexta-feira.

“Apesar do papai não ter sido vítima da Covid 19, o protocolo só autoriza a realização de velório, por duas horas” informou sua filha Simone Guedes.

Aluizio Batista Guedes nasceu em 1950 quando a cidade de Porto Velho terminava na rua Campos Sales. Pedagogo graduado em Administração Escolar, Metodologia do Ensino Superior, Direito Educacional e Ensino Regional. Porém, ficou conhecido mesmo como grande defensor do folclore e em especial, da brincadeira de boi bumbá em Porto Velho. Ultimamente entre tantas atividades culturais, mantinh um programa cultural na rádio comunitária, Rio Madeira FM 105,9 Zona Sul.

Sua dedicação ao grupo folclórico Boi Bumbá Diamante Negro criado por ele no início da década de 1990, era admirada por todos. “Ele dedicava as 24 horas do dia, ao seu querido boi”, lembra o filho Hudson Guedes.

Falando por mim Silvio Santos: Nos conhecemos muito antes de nos envolvermos diretamente com a brincadeira de boi bumbá e desde então mantemos uma amizade que muito me orgulhava, apesar de muitos pensarem que a gente era inimigo em virtude de eu ser o Amo do Boi Corre Campo o maior rival do Diamente Negro, nas reuniões da Federon nossas discussões eram bem acirradas, porém jamais chegamos a nos aborrecer um com o outro, pois a diferenças eram apenas de opiniões, porque o objetivo sempre era a favor de melhores dias para a nossa Cultura Popular. Quando a prefeitura de Porto Velho através da Funcultural o homenageou com o Troféu “Menestrel da Cultura Popular” fui convidado a participar da festa e no palco armado em frente ao Mercado Cultural, tirei alguns versos elogiando a dedicação do meu amigo Aluizio Guedes pela brincadeira de Boi Bumbá. Ele sempre dizia, “nossas discussões engrandecem a nossa cultura”.

Há uma semana nos encontramos na rua Jatuarana e como sempre, nosso papo foi sobre a cultura popular em Porto Velho.

Realmente o passamento do Aluízio Guedes me deixou muito triste. Vai em paz (Contrário) Amigo!

DEPOIMENTOS

As declarações de carinho e saudade pela perda de Aluizio Guedes são muitas. Vamos reproduzir algumas, pedindo desculpas aos colegas, por não postar todas, por falta de espaço:

POSTAGENS

 

Muitíssimo triste com essa notícia.  Conversamos muito sobre vários   assuntos essa semana e marquei com o Aluízio um encontro no sábado, para ajudar a tratar de um evento que ele estava planejando.

A cultura perde mais um grande líder e um brilhante mestre. Não há como não nos sentirmos arrasados. Choro a perda de um amigo que se tornou íntimo nas ideias e projetos e choro pelo destino do Diamante Negro pois o maior brilho de sua coroa de diamantes peerdeu-se pá sempre. Descanse em paz amigo. Aqui muitos estarão tentando o impossível, fazer tudo o que vc fez. Aos familiares, amigos e à grande nação do Diamante Negro, meus pêsames. Que Deus os conforte e Nossa Senhora do Carmo guarde a cada um. Esse tem sido um ano ruinoso para a cultura. (Marco Teixeira).

Muito triste com esse acontecimento. Nno mês passado estávamos atrás de uma sala para fazer a sede da Federon... Seu Guedes valeu e como valeu sua determinação e suplamacia na Federon... À esposa e filhos nosso respeito... Saudades palavra triste quando se perde um grande amor da Cultura... Estou muito, muito triste.. Perdi um parceiro de luta, um Mestre... (Severino Castro da Rádio Farol).

Segura na mão de Deus e vai meu amigo, aqui fica a demonstração que você tinha um grande carinho e respeito pela nossa FEDERON, momento da nossa União quando todos disseram sim para o seu cargo de vice-presidente juntamente com Mary Ciane onde irão se juntar no reino de Deus, e torcer pela nossa União em prol da cultura popular, em especial no seguimento de quadrilha junina, e boi bombà. (Fernando Rocha – Presidente da Federon).

A FESEC e suas filiadas estão de luto pela passagem do Professor: ALUÍZIO GUEDES! Pedagogo, folclorista e radialista Aluízio Guedes faleceu nesta manhã no hospital Samar de problema cardíaco. (Reginaldo Makumba- presidente da FESEC).

Hoje nossa cultura está de luto, morre uns dos maiores baluarte da nossa Cultura, Aluísio Guedes, homem apaixonado pelo o que fazia, eu tive a honra de receber um prêmio das mãos dele, vai em paz meu amigo, Caprichoso de coração, seu nome merece ser homenageado em algum espaço público Cultural. (Eudes Cçaudino).

Um verdadeiro baluarte e Menestrel da cultura popular de Porto Velho, o professor, folclorista, compositor, e diretor do Boi-Bumba Diamante Negro, Aluizio Guedes. Nos conhecemos no final da década de 70, onde trabalhamos juntos. Em 1993 me sucedeu como diretor do departamento de Cultura na Secretária Munic. cultura, esportes e turismo - SEMCE na administração do prefeito José Guedes..

Recentemente a FUNCULTURAL apoiou e realizou, em parceria, vários eventos que o Aluisio nos apresentou. A prefeitura de Porto Velho por meio da Funcultural o homenageou como Menestrel da cultura popular de Porto Velho. Obrigado por tudo amigo. (Antônio Ocampo Fernandes – presidente da Funcultural).

Infelizmente nosso espaço não permite postar todos os depoimentos.

Descansa em Paz Mestre Aluízio Batista Guedes!

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Lenha na Fogueira 03.09.2020


 

A Semana da Pátria que agora passa a ser chamada oficialmente de “Semana do Brasil”, começou agitada em Porto Velho, mesmo o governo por conta da Pandemia do coronavírus, não ter podido realizar a solenidade de abertura nos moldes dos anos anteriores, a população, em especial a do centro comercial, ou do chamado centro histórica, que compreende o perímetro entre a avenida Jorge Teixeira e a Beira do Rio Madeira, assistiu na tarde de ontem 2 de setembro, uma cena que era comum nos anos de 1950/60.

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Um Boi Búfalo surgiu pelas ruas do centro e acuado, terminou por atacar algumas pessoas, inclusive um motociclista teve fratura exposta em uma das pernas, o animal também atacou uma mulher e fez muita gente trancar as portas. O boi seguiu assustando as pessoas, num trecho que foi da avenida 7 de Setembro no centro de Porto Velho e só terminou no bairro Nova Porto Velho quando teve que ser abatido por policiais militares.

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Já pensou! Esse tipo de cena acontecia com frequência no tempo que o gado para abate, vinha da Bolívia em vagões da Ferrovia Madeira Mamoré, isso nos anos 1950 até meados dos anos de 1960.

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Levando-se em consideração que nas imediações dos locais onde as pessoas foram “atacadas”, não existe nenhuma fazenda, nem abatedouro de gado, de onde surgiu esse BOI BÚFALO?

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Essa é a questão que precisa ser esclarecida e quando isso acontecer, seu dono deve ser responsabilizado pelos danos causado pelo animal.

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São coisas que só acontece em Porto Velho. Num tempo que até a Estrada do Antigo Matadouro de Bois (Curre), depois de aproximadamente 30 anos abandonada, está sendo asfaltada. Estrada do Belmonte.

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E o Ministério Público exige da prefeitura de Porto Velho, que troque o nome do Bairro Costa e Silva alegando que o Costa Silva foi o responsável por algumas atrocidades contra os políticos no tempo do Golpe Militar.

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Durma-se com um barulho desses, se a moda pega, com certeza alguns municípios também terão seus nomes trocados como, Presidente Médici, Ministro Andreazza e tantos outros logradouros que ostentam nome de militares.

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Já não bastasse nossos vereadores de vez em quando, mudarem nome de nossas ruas e avenidas, agora vem o MP querendo trocar nome de bairro. Nem o coronavírus dá jeito nesse povo!

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Outro animal que passa a fazer parte do imaginário de praticamente todos os brasileiros a partir desta quarta-feira, 2 de setembro.

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É o LOBO GUARÁ cuja imagem, do animal que habita o Cerrado brasileiro ilustra a cédula de $ 200. Difícil mesmo vai ser domar um LOBO GUARÁ para que permaneça sempre no nosso quintal. De acordo com o BC, serão produzidas, neste ano, 450 milhões de cédulas.

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E a carne do BÚFALO foi pra onde?

Ibermúsica disponibiliza editais para compositores

Estão abertas as inscrições para os primeiros editais do Programa de Fomento das Músicas Ibero-Americanas – Ibermúsicas 2020 . A iniciativa, financiada atualmente por 13 países, tem a Fundação Nacional de Artes – Funarte como seu representante no Brasil.

As duas primeiras convocatórias deste ano são destinadas a compositores. São elas:

VII Prêmio Ibermúsicas de Criação de Canções – Canções da Quarentena
No edital poderão ser contempladas até três obras oriundas em cada país participante do Ibermúsicas, com prêmios de mil dólares norte-americanos para cada compositor selecionado. O prazo de inscrições termina no dia 15 de setembro de 2020.

III Prêmio Ibermúsicas de Composição de Obra Coral
Por meio da convocatória será selecionada uma obra inédita, escrita para coro misto. O concurso é destinado a compositores que pertençam por nacionalidade ou residência comprovada em qualquer país ibero-americano. O autor da obra vencedora será contemplada com um prêmio de oito mil dólares norte-americanos. As inscrições prosseguem até o dia 1° de dezembro de 2020.

As inscrições em ambos os editais podem ser realizadas de forma virtual. Na página www.ibermusicas.org, os candidatos encontram os editais, os formulários de inscrição e as instruções para o envio de suas propostas e materiais.

O Ibermúsicas destina recursos para promover a criação musical, a difusão e a produção das obras de compositores ibero-americanos, bem como a circulação de artistas, além da formação de novos públicos para espetáculos musicais na região. As nações integrantes da iniciativa são Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, México, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.

O objetivo do Programa de Fomento das Músicas Ibero-Americanas – Ibermúsicas é contribuir para a expansão do repertório ibero-americano em seus diferentes gêneros. Anualmente o programa lança diversas convocatórias. Até o final do ano deverão também ser publicados os editais de apoio à circulação, à realização de oficinas e de residências artísticas.

Mais informações no Brasil

Fundação Nacional de Artes – Funarte

Centro da Música

cemus@funarte.gov.br

terça-feira, 1 de setembro de 2020

Lenha na Fogueira - 02.09.2020

 

O Sesc Rondônia retoma as aulas de dança presenciais!

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As inscrições estão abertas na Central de Atendimento do Sesc Esplanada. Mas olha só, devido ao distanciamento social, as vagas são limitadas. Corre lá e não deixa para a última hora, assim você não perde a sua vaga.

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Quer obter maiores informações? Basta ligar na Central de atendimento através do (69) 3229-6006 ramal 207, 215 ou 223.

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Então o que você está esperando? Vamos aproveitar para movimentar o corpo?

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Se inscreve e vem participar das aulas com a gente! Sistema Fecomércio e você, juntos no enfrentamento da Covid 19. #sesceuvolorizo #osescnaopara #fecomercioro.

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Já não bastasse a falta de apoio aos povos indígenas por parte do governo brasileiro, agora o novo coronavírus não está dando trégua

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De acordo com a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coaib), Rondônia contabiliza 19 vítimas do novo coronavírus entre povos indígenas. Além de 1.011 casos diagnosticados em 14 povos e 203 suspeitos.

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Nos últimos dias o povo Paeter Suruí tem sofrido perdas, por exemplo: na última segunda feira 31 de agosto, foi registrada a terceira morte de um índio Suruí.

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O indígena Fábio Suruí, de 57 anos, foi o terceiro indígena da etnia a perder a vida para a Covid 19.

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A primeira foi Iabibi Suruí, que faleceu em 24 de agosto e a segunda, Renato Suruí que morreu no dia 27.

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De acordo com a liderança indígena Almir Suruí, na etnia 159 casos do novo coronavírus foram confirmados. Atualmente um indígena está internado na UTI do Hospital Regional. (Com informações do G1)

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Por falar nisso, Rondônia registra 615 casos de Covid-19 e sete mortes nesta terça-feira, 1º setembro.

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Com esses dados o estado chega a 55.768 casos da doença. Os dados são da Secretaria de Estado da Saúde.

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Os óbitos foram em 4 cidades: 3 em Presidente Médici - uma mulher de 70 anos e dois homens de 69 e 79 anos; 2 em Ariquemes - dois homens de 61 e 64 anos; 1 em Candeias do Jamari - um homem 66 anos; 1 em Porto Velho - uma mulher 94 anos.

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Por tudo isso a recomendação continua sendo: lavar as mãos com água e sabão; usar álcool em gel e não esquecer de usar máscara caso tenha que sair de casa,

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Vale lembrar que Rondônia está na fase da gangorra, um dia os casos baixam e as mortes diminuem em outro aumentam consideravelmente.

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Por isso não descuidem de seguir as recomendações da Organização Mundial da Saúde que repetimos: Lavar as mãos com água e sabão, usar álcool em gel e se for sair usar máscara, além de evitar aglomeração.

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Lembrando que; É melhor prevenir que remediar!

Fotos para Rondônia – Apoio aos povos indígenas e populações tradicionais


Mais de cem fotografias brasileiras e estrangeiras estão disponíveis desde ontem terça-feira (01), no site da ação humanitária “Fotos para Rondônia”. A ação visa ao apoio a diversos povos indígenas e outras populações tradicionais que se encontram em vulnerabilidade frente à COVID-19, no estado de Rondônia, no sul do Amazonas e no noroeste de Mato Grosso.

Esta é uma experiência emocionante que nos leva às malhas amazônicas a partir das fotografias! O projeto é construído por muitas mãos que, juntas, vão tecendo nós de histórias para que, a partir da venda de fotografias, possamos auxiliar os povos indígenas dos territórios citados no enfrentamento aos desafios impostos pela COVID-19! 

Veja as fotos: acessa o site https://www.fotospararondonia.com