segunda-feira, 9 de março de 2020

Lenha na Fogueira - 10.03.2020


Dois assuntos que estão me deixando encucado! Os dois tomaram conta das rodas de conversas no final da semana que passou.
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Vamos começar pelo o que ouvi, aliás, pelo qual fui cobrado a comentar, durante a feijoada do Mercado Cultural no último sábado.
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O que mais me deixou encucado, foi que, apesar de estar presente no local que gerou a conversa colocada em pauta durante a feijoada, juro que no momento que aconteceu, não percebi nada de maldade.
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Algumas pessoas vieram me questionar, o por que eu não havia comentado a fala do discurso do representante da PREFEITURA DE PORTO VELHO, durante a solenidade de lançamento da peça O Homem de Nazaré, quarta feira passada dia 4, no teatro Guaporé.
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Zekatraca! Parece que você concordou em gênero, número e grau com o discurso do representante da PREFEITURA na festa do Êxodo?
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Como assim? Perguntei e alguém me alertou, que o cidadão que foi anunciado como represente do prefeito de Porto Velho durante a solenidade, fez apologia ao governo da VENEZUELA ao dizer em seu discurso, que gostaria que o Brasil preservasse a cultura do seu povo como o governo Venezuelano!
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Juro que no momento do discurso, não vi nada de mal na comparação. Fiquei cabreiro foi com os comentários negativos contra o discurso do moço que representou a Prefeitura de Porto Velho naquela noite.
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O radicalismo está cada vez mais acentuado, entre os bolsonaristas e os lulistas. Amigos, me deixem fora dessa disputa idiota!
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Seguinte: Pra você realizar qualquer evento público, seja desfile carnavalesco, reunião com muitas pessoas, encenação teatral, procissão religiosa (como Marcha para Jesus), etc.
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Você é obrigado a disponibilizar ao público, BANHEIROS QUIMICOS.
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Se faltar um banheiro do exigido, o evento não começa e as vezes é até suspenso.
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Pois bem, no Espaço Alternativo não existe nenhum banheiro químico. Não existe banheiro de espécie alguma. Ninguém sabe a quem recorrer para cobrar o cumprimento da Lei (190) que obriga a instalação de banheiros químicos, nos locais de grande concentração popular, como é o caso do Espaço Alternativo.
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Recentemente aconteceu Audiência Pública para discutir as mazelas que existem naquele logradouro, em especial com o excesso de ambulantes que comercializam seus produtos naquele espaço, que foi construído para servir de espaço de lazer da nossa população.
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Acontece que na hora que dar vontade de fazer xixi, fica difícil, pois banheiro seja já de que jeito for, não existe.
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A não ser a floresta da Base Aérea, local onde existe fera de todo jeito, em especial cobra.

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Quero ver os órgãos responsáveis pelo bem estar da população, tomar providencia e colocar banheiro químico no Espaço Alternativo.
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Ou então construir QUARTINHOS!


Catingueira entra em cartaz sábado no teatro do Sesc


O espetáculo “Cantigadeira” da Cia de Artes Evolução, entra em cartaz no teatro 1 do Sesc, pelo projeto Sábados Cênicos. A peça de classificação livre será apresentada às 20h, nos dias 14, 21, 28 de março e 04 de abril. A entrada é gratuita e as senhas devem ser retiradas 1h antes do espetáculo.
O projeto Sábados Cênicos é mais uma iniciativa do Sesc Rondônia, que por meio da Coordenação de Cultura, orientado pela Política Cultural, tem por objetivo proporcionar ao Trabalhador do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, bem como seus dependentes e à comunidade em geral, uma maior aproximação com os bens culturais da região. Dessa forma, o Sesc realizará no decorrer de 2020, temporadas de espetáculos cênicos. Todas as apresentações serão realizadas aos sábados, no Teatro 1, situado no sesc esplanada, na Avenida Presidente Dutra, 4175, no bairro Olaria.
CANTIGADEIRA é o primeiro espetáculo a participar do projeto. A peça produzida pela Cia Evolução­­­­­­­ teve sua estreia em setembro de 2018. No mesmo ano, participou dos projetos Sesc Cultura na Escola, Por Dentro do Teatro e O Teatro Vai à Escola. Dirigido por Eules Lycaon, o espetáculo conta com a atuação de Mika Cardoso e Eules Lycaon.
SOBRE O ESPETÁCULO
Com o propósito de resgatar as mais belas cantigas de roda e reviver um passado que se faz presente na memória de muitos, o espetáculo Cantigadeira faz uma viagem no tempo. São estórias contatas e cantadas por dois amigos, que recordam a infância feliz que viveram. Recordações estas, que se dão por meio de muitas músicas e brincadeiras. De maneira divertida e linguagem acessível, os personagens interagem e levam o público a cantar junto, mostrando quão felizes foram, no tempo de criança, época em que viveram e aprenderam divertidos jogos, brincadeiras e cantigas que foram esquecidas e já não vemos mais nos dias atuais.

sábado, 7 de março de 2020

FRANCISCA DA SILVA DE SOUZA - Dona Francisca da Junina Flor da Primavera


O movimento folclórico de Porto Velho conta com várias mulheres dirigindo grupos de Quadrilha Junina e Boi Bumbá, dentre essas tantas, escolhemos Dona Francisca presidente da Junina Flor da Primavera para homenagear no Dia Internacional da Mulher. Ela nos fala sobre, como é dirigir um grupo folclórico que participa dos vários festivais que acontecem em Porto Velho inclusive, o maior de todos, que é o Arraial Flor do Maracujá.
Ontem (7) pela manhã, fomos até a residência da Dona Francisca na Zona Sul de Porto Velho, que segundo ela, a partir de março, se transforma no Barracão sede da Quadrilha. “Até o mês de agosto, nossa casa vive cheia de brincantes do nosso grupo, aliás isso acontece durante o ano todo, só que nesse período, é mais constante”. Acreana de Cruzeiro do Sul onde aprendeu a admirar as danças folclóricas. “Lá a dança da quadrilha é chamada de Caipira”, dona Francisca após algum tempo morando em Porto Velho e em especial na Zona Sul, assumiu a direção do grupo que foi criado pelo maranhense Antônio José e família em 1986.  “Desde de 2014, estou a frente do grupo que é conhecido como A Princesinha da Zona Sul”


ENTREVISTA

Zk – Só para começar impactando. Qual o tema da Flor da Primavera em 2020.
Francisca – Vamos para o Flor do Maracujá para
ganhar o título, desenvolvendo o tema; SABEDORIA POPULAR. Vamos explorar a sabedoria que Deus nos deu, falando de rezadeira, curandeira, parteira, danças e costumes, é a verdadeira Cultura Popular.
Zk – Quem é a dona Francisca?

Francisca – Meu nome é Francisca da Silva de Souza natural de Cruzeiro do Sul (AC). Estou aqui em Rondônia há 34 anos. Logo que casei em Cruzeiro meu esposo achou de vir em busca de dias melhores, já que aqui estava no auge do garimpo, apesar de ele nunca ter trabalhado no garimpo, isso foi em 1986. Moramos na mineração Jacundá e depois viemos em definitivo para Porto Velho. Só aqui no Caladinho já temos 32 anos.
Zk – Antes de se envolver com o movimento folclórico a senhora fazia o que?
Francisca – Participava das ações da igreja católica, cheguei a ser Ministra da Palavra, era da Pastoral, trabalhava com grupos de idosos. Cheguei a militar em Partidos Políticos, depois me decepcionei. Nunca fui candidata, era apenas militante, trabalhei por quatro anos com o deputado federal Eduardo Valverde. Fiquei trabalhando com grupos de idosos durante uns sete anos, porém, a gente não tinha espaço próprio a gente se reunia no salão da igreja (Capela de Santo Antônio – no Caladinho) e o pároco não gostava porque a gente agregava idoso de todas as religiões, inclusive da Umbanda.
Zk – Como foi sua infância em Cruzeiro do Sul?
Francisca – Foi igual a de todas as crianças dos anos de 1960. Eu nasci em 1965 filha de mãe solteira. Minha mãe foi uma guerreira, pois enfrentou tudo inclusive, aqueles que a aconselhavam a abortar, dizendo que ela não teria condições de manter uma criança e mesmo assim, ela jamais desistiu da gravidez da qual eu nasci, ela morreu aos 75 anos. Teve mais 8 filhos depois de mim. Passamos por muitas dificuldades e vencemos graças a Deus. Estudei lá em Cruzeiro, mas, terminei o ensino Médio aqui em Porto Velho em 2001 no Colégio João Bento.
Zk – E o amor pelo folclore?
Francisca – Isso vem desde a infância. Lá em Cruzeiro do Sul tinha a dança, só que eles não chamam de Quadrilha e sim de Dança Caipira. Existia dois grupos: O Vermelho e o Azul e eu cheguei a ser Rainha do Grupo Azul, isso em 1988/89 quer dizer, aprendi a gostar da dança de quadrilha desde lá. Meu filho mais velho o Cleberson que está com 38 anos, foi Caçador da Flor da Primavera e minha filha mais nova Beatriz é a Noiva da Quadrilha a do meio Aline só acompanha. Inclusive, foi a Beatriz que me fez assumir essa Quadrilha, pois, mesmo eu gostando, não tinha coragem de me envolver muito e ela insistiu tanto que assumi em substituição ao seu Antônio José.
Zk – Qual a história da Flor da Primavera?
Francisca – A Flor da Primavera nasceu em 1986, assim contam os fundadores liderados pelo Antônio José uma família que veio do Maranhão que ao chegar aqui junto com sua mãe e demais familiares, resolveu criar o grupo para preservar os costumes de sua terra natal. Em 1988 ela foi campeã no Flor do Maracujá. Ele ficou a frente do grupo por 27 anos e acho que cansou, até porque, resolveu voltar pro Maranhão e então o sobrinho dele que é o nosso Lampião o Marques Henrique chegou pra mim e disse, “Não vamos deixar a Flor da Primavera Morrer porque ela é tradição aqui na Zona Sul”. Em 2014 resolvemos tomar a frente do grupo. Quando assumi a Quadrilha estava bem desacreditada.
Zk – Como é dirigir tanta gente?
Francisca – Não é muito fácil não, a gente quando ver, um grupo dizendo que vai colocar uma Quadrilha pra disputar no grupo de Acesso pensa logo nas dificuldades que eles vão ter que enfrentar, é difícil manter um grupo. A primeira coisa que acontece, é não ter mais tempo suficiente para sua família, na realidade, o grupo passa a fazer parte da sua família e os quatro meses de ensaio que a gente faz, a nossa casa deixa de ser nossa, passar a ser Casa e Barracão. Acho que a única quadrilha que tem barracão é a Rádio Farol. A casa de todo presidente de quadrilha é invadida e durante os meses de preparativos não se tem mais privacidade.
Zk – E haja despesa?
Francisca – Pois é, a gente vai gastando, vai gastando e o triste, é quando a gente ver as pessoas falando que ficamos com o dinheiro do grupo. É gratificante quando você ver aquela juventude que estava ociosa indo pra casa dormir feliz e não ficar mais na rua fazendo o que não deve. Os grupos  folclóricos congregam pessoas de todos os níveis sociais, tem os que estudam, inclusive fazem faculdade, tem os que trabalham e tem os que não trabalham, mas, que durante o período das festas juninas, que vai de março até o final de agosto são todos da mesma condição social. Num grupo ou pelo menos na Flor da Primavera, ninguém é melhor que ninguém, todos se respeitam.
Zk – Quem é o responsável pela criação do tema, figurinos e coreografia?
Francisca – A coreografia é desenvolvida pelo Roni Cleiton que está com a gente desde 2016, quando é época de quadrilha ele praticamente se muda pra cá pra casa. O tema a gente pesquisa junto, diretoria com coreografo e tem o Marques Henrique que pesquisa as músicas e monta; temos muito que gradecer o Silvio Santos que fez uma música muito bonita homenageando a Rainha da Zona Sul.
Zk – A Flor da Primavera já foi campeã em quais arraiais?
Francisca – No Flor do Maracujá, Flor de Cacto, Campeã no Arraial do Esperança (Comunidade no Sertão), Vice campeã no Arraial da Amizade e no Arraial do Candeias ano passado. Hoje nossa quadrilha é considerada uma das grandes do Flor do Maracujá sempre nos apresentamos brigando pelo título. que se Deus quiser vem este ano de novo.
Zk – A Flor da Primavera não é de colocar alegorias em suas apresentações no Flor do Maracujá. Por que?
Francisca – Realmente, não fazemos questão em colocar grandes alegorias, porque não temos barracão e eu não faço questão nenhuma de estar sujando as ruas com restos de alegorias. Temos muita preocupação com o meio ambiente.
Zk – Sabemos que faz muito tempo que o governo não repassa recursos financeiros para os grupos folclóricos. Como é que se faz para manter um grupo financeiramente?
Francisca – É uma corrida contra o tempo. A gente começa fazendo Din Din pra vender na quadra, faz rifa, faz frango assado e tudo que da pra arrecadar a gente vai fazendo e tem os amigos que colaboram também. Voltando a falar sobre o figurino! Nosso figurinista é o João Paulo que cria e costura, na costura também temos as nossas vizinhas dona Raimunda e a Socorro e minha irmã Artemísia que fica junto com o João Paulo e eu que de vez em quando costuro. O principal mesmo, é o João Paulo.
Zk – Por falar nisso, quanto um grupo como A Flor da Primavera chega a investir para chegar no Flor do Maracujá?
Francisca – Olha, não é pouco não, posso dizer que ultrapassa os R$ 35 Mil e isso porque a gente recicla muito. Os que colocam grandes alegorias ultrapassam os R$ 50 Mil.
Zk – Qual sua mensagem para as MULHERES que militam no mundo folclórico?

Francisca – Olha, as mulheres envolvidas com grupos folclóricos são verdadeiras guerreiras, pois a maioria  cuida de filho, de marido de casa e ainda tira um tempo para estar no folclore, principalmente nas quadrilhas, porque hoje na sociedade, as quadrilhas são discriminadas, eles olham assim para as quadrilhas juninas como se fosse um bando  que não tem o que fazer, isso é triste porque são jovens que estão começando na vida e os que discriminam, esquecem que eles também já foram jovens. É preciso mais consideração dessas pessoas para com aqueles que fazem parte dos grupos de quadrilhas juninas. Para minhas amigas as MULHERES que não desistam, somos e seremos sempre fortes para enfrentar toda e qualquer dificuldade que a vida nos proporciona. MULHERES são guerreiras! Salve a MULHER folclorista!

sexta-feira, 6 de março de 2020

Lenha na Fogueira - 07.03.2020


Hoje é dia de roda de samba no Mercado Cultural com o cantor Beto Cezar e o Grupo Doce Melodia. O fuzuê começa às 11 horas.
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Já na boca da noite, a pedida é o Sarau da Casa Ruante. Segundo a produção, o sarau será temático, LGBTQI+, sendo uma oportunidade para os artistas de diversas linguagens (dança, teatro, música, circo, poesia, performance etc.) apresentarem seus números, cenas, de forma livre. Cabe destacar que haverá microfone aberto, bastando inscrever-se no local.

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E começou a temporada dos ensaios dos grupos de quadrilha junina. A turma está colocando todo mundo pra dançar desde ontem à noite.
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Se você pertence a qualquer grupo de quadrilha, procure a quadra do colégio onde os ensaios costumam acontecer.
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Lembrando que os ensaios das quadrilhas sempre começam após as 22 horas. É uma ótima programação, pois além de ficar conhecendo as novas coreografias, fica por dentro do que vai acontecer no Arraial Flor do Maracujá.
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Os Bois Bumbás demoram mais um pouco para começar a ensaiar, pois, a despesa é muita. Os Bois têm que contratar Banda Musical.
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Geralmente os Bois começam seus ensaios no mês de maio.
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Sabe o que admiro nos grupos folclóricos? É o respeito que eles têm pela cultura popular. Nesses anos todos do Arraial Flor do Maracujá, eles jamais deixaram de se apresentar, mesmo sem o aporte financeiro do governo estadual ou municipal.
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Nem mesmo na grande cheia do Rio Madeira em 2014 eles falharam, naquele ano, a Federon se responsabilizou pela realização do Arraial e a festa foi uma das melhores no Campo de Futebol do Bairro Esperança da Comunidade.
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Na realidade, a ultima vez que o governo estadual promoveu repasse de subsídios aos grupos folclóricos de Porto Velho, foi no ano de 2012. Dai pra cá, nenhum tostão foi repassado e mesmo assim, jamais deixaram de se apresentar no Flor do Maracujá.
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Sabe a última de Porto Velho, durante a audiência pública sobre os ambulantes no Espaço Alternativo...
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Nem o governo estadual e muitos menos a prefeitura garantiu alguma coisa. Aliás, o prazo que o governo deu para terminar toda a obra foi até o meio do ano que vem.
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Só depois disso, é que a administração do Espaço vai passar para a prefeitura.
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Enquanto isso, quem vai ficar literalmente comandando os espaços no Espaço Alternativo são os ambulantes!

Grupos de quadrilhas começam preparativos visando Arraial Flor do Maracujá 2020


Após a Sejucel garantir a realização da Mostra de Quadrilhas e Bois Bumbás – Arraial Flor do Maracujá 2020, os grupos folclóricos filiados a Federon em especial as Quadrilhas Juninas, reuniram seus diretores e coreógrafos, para decidirem quais os temas e as coreografias que serão apresentadas durante as apresentações no maior Arraial junino da Região Norte.
CIRCUITO JUNINO
O circuito junino, cuja programação é de responsabilidade da prefeitura de Porto Velho através da Funcultural e Semdestur, deve começar no final do mês de maio com a abertura do Arraial Flor de Cacto marcada para o dia 29 de maio, na Zona Sul de Porto Velho. “Nas apresentações do circuito junino, nossos coreógrafos aprimoram a coreografia que será apresentada no Flor do Maracujá”, disse o presidente da junina A Roça é Nossa Fernando Rocha.
Vários grupos de quadrilhas juninas, começaram seus preparativos na noite de ontem, sexta feira dia 6, como é o caso da Mocidade Junina que apresentou seu tema e camiseta 2020   na quadra do Colégio Capitão Claudio;  Matutos do Socialista que inclusive divulgou o tema: Lendas, Contos e Brincadeiras – A Tradição Mais Divertida. A junina Jucadiro que tem na presidência a Gilmara vai apresentar este ano o tema: “Ter Medo é Normal, Manter a Fé é Preciso” e os ensaios com o coreografo Evaldo já estão acontecendo na quadra do Colégio Risoleta Neves.
A Roça é Nossa começa a ensaiar na noite deste sábado 07, na quadra da Associação do Esperança da Comunidade. A Girassol ensaia na quadra do Colégio Eduardo Lima e Silva.
Os demais grupos, começam a ensaiar no decorrer da próxima semana, em seus respectivos redutos, ou nas quadras dos colégios que ficam em suas comunidades.
De acordo com o que ficou acordado entre a Unajup e a Sejucel, o Arraial Flor do Maracujá este ano, vai acontecer entre os dias 26 de junho e 5 de julho, provavelmente no estacionamento do Espaço Alternativo.

quinta-feira, 5 de março de 2020

Lenha na Fogueira - 06.03.2020


Esse palhaço da foto, prestigiou a solenidade do nosso casamento em frente ao trio elétrico da Banda do Vai Quem Quer. Na realidade, eu olhava pra aquela figura tão bem caracterizada e me dizia: Eu conheço esse PALHAÇO ou eu já vi esse PALHAÇO!
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Ontem ele me procurou e se identificou e ainda cobrou a divulgação de sua foto nesta coluna. Me pediu também que não divulgasse sua verdadeira identidade. Só lembro que o PALHAÇO é pessoa super conhecida em Porto Velho, em especial no meio artístico e carnavalesco. Valeu!
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A programação alusiva ao Dia Internacional da Mulher desde ontem, está acontecendo a pleno vapor, em especial, no teatro 1 do Sesc Esplanada.
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Na realidade, serão quatro dias de apresentações, ou seja, até domingo dia 8.
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A 28ª edição do Canta Mulher teve início quinta feira 05, com o show “Maria de Verdade”.
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Hoje a programação inicia com a palestra da Ginecologista Ida Peréa no teatro do Sesc Esplanada com início às 19h30.
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A programação também conta com palco livre para apresentações musicais, o Canta Comerciária e o show musical "Maria de Verdade", que vai levar ao palco cantoras como: Carol Aguiar, Marcia Aguiar, Gabriê, Gina Beta, Luana Shokness, Charlene Marques, Ana Dantas, Anayole Êba, Silvia Pinheiro, Walnice, Sarah Gabriela, Maysa, Izabella Lima, Vanessa Farias, Anyr Celina, Geysi Debro e Ekaterina Marques.
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E tem também o Canta Comerciária que vai reunir as cantoras trabalhadoras do comércio local:
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Veja a programação oficial – dia 06/03; 18h30 - Palco Livre Canta Mulher; 19h30 - Palco Vitrine: Mulher, Ciência e Cultura/Mulher Saúde e Cultura; 20h - Show musical "Maria de Verdade".
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Dia 07/03 - 18h30 - Palco Livre Canta Mulher; 19h - Canta Comerciária.
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Dia 08/03 - 20h - Show musical "Maria de Verdade".
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Por falar em show artístico meu amigo Chicão Santos nos enviou um documento publicado pelo governo estadual, que contempla vários Projetos Culturais.
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É teatro, dança e tantas outras setoriais da cultura que foram contemplados através de Edital. O interessado encontra a lista dos contemplados no portal do governo de Rondônia.
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Para encerrar, amanhã tem sarau na Casa Ruante. Vou lá!

Sermão da Montanha no lançamento da peça O Homem de Nazaré 2020


Com o teatro Guaporé parcialmente lotado, o Grupo Teatral Êxodo promoveu na noite da última quarta feira 04, o lançamento da peça O Homem de Nazaré cuja encenação vai acontecer na Cidade Cenográfica Jerusalém da Amazônia nos dias 11, 12 e 13 de junho.
Na abertura da solenidade o novo diretor do espetáculo Tino Alves com a participação de  Nazareno e Najara auxiliares de direção, colocou no palco do teatro Guaporé, a encenação do “Sermão da Montanha”, quando Jesus Cristo profere lições de conduta e moral, ditando os princípios que normatizam e orientam a vida cristã. Estes discursos podem ser considerados por isso, como um resumo dos ensinamentos de Jesus a respeito do Reino de Deus, do acesso ao Reino e da transformação que esse Reino produz.
A cena serviu para mostrar, que a direção do espetáculo, acertou ao convidar o ator Juraci Júnior para assumir o papel de Jesus Cristo. “Como ele interpreta bem. É perfeito na dublagem das falas”, comentou o artista cinegrafista Young Blood.

A cena contou com a participação das crianças que compões os diversos quadros da peça. “Deixai vinde a mim as criancinhas”.
Apoio
O Grupo Teatral Êxodo este ano conta com o apoio cultural do governo estadual via Setur e Sejucel e da prefeitura de Porto Velho via gabinete, Funcultural e várias outras secretarias; Assembleia Legislativa de Rondônia via gabinete do deputado Anderson.
A peça será apresenta no feriado de Corpus Christi nos dias 11, 12 e 13 de junho e contará com atores de vários municípios de Rondônia e do estado do Acre.