terça-feira, 6 de setembro de 2016

Rondônia terá primeiro longa de ficção

Uma trama que mistura corrupção política, suspense sobrenatural e ‘road-movie’, tendo a Amazônia como cenário principal. Esses são os ingredientes que formam aquele que pode vir a ser o primeiro longa-metragem de ficção realizado por uma produtora rondoniense. A Espaço Vídeo, coordenada pelos documentaristas Jurandir Costa e Fernanda Kopanakis, foi a única vencedora nortista do edital de produção de cinema Prodecine 1. O resultado, divulgado no dia 31 de agosto, contemplou 34 novas produções cinematográficas de todas as regiões do Brasil.
O filme rondoniense se chama ‘Perdidos’, um roteiro original escrito pelo jornalista e roteirista Ismael Machado. Ex-editor do jornal ‘O Alto Madeira’ nos anos 1990, o roteirista criou uma história onde uma caçadora de recompensas com poderes sobrenaturais sai em perseguição a um casal para recuperar uma alta quantia de dinheiro roubado de um deputado. Mas como na história ninguém é totalmente inocente, o dinheiro roubado é fruto de uma falcatrua do político. O confronto final se dá numa comunidade de remanescentes quilombolas cercada por uma floresta conhecida por sinistros acontecimentos sobrenaturais.
Perdidos’ é o primeiro roteiro de ficção de Ismael Machado a ir para uma produção efetiva de cinema. Morando há um ano e meio no Rio de Janeiro, o jornalista, vencedor de 11 prêmios jornalísticos na carreira, está envolvido no roteiro e co-direção de mais quatro produções, todas no terreno dos documentários. ‘Soldados do Araguaia’ um longa-documentário que aborda a guerrilha do Araguaia sob o ponto de vista dos soldados que combateram nas matas paraenses nos anos 1970, tem filmagens previstas para o primeiro semestre de 2017, assim como ‘Marcadas para Morrer’, série documental que conta a história de mulheres que lutam pelos direitos à posse da terra na região e que vivem sob ameaça de morte.
Além dessas produções, o roteirista também assina como roteirista a produção amapaense ‘Mad Scientists-Cientistas que ninguém quis ouvir’, do diretor Gavin Andrews, recentemente vencedora do Prodav 8, com produções direcionadas às TVs públicas.
Perdidos” também será a primeira produção longa-metragem de ficção de Jurandir Costa. Um dos mais conhecidos documentaristas de Rondônia, Jurandir Costa produz curtas e médias metragens desde o início dos anos 90, em Porto Velho, com diversas premiações ao longo da carreira. Ao lado de Fernanda Kopanakis, Jurandir também é o coordenador do Cineamazônia, o festival de cinema ambiental que há mais de uma década já faz parte do calendário cultural da capital rondoniense.
Não podemos errar”. Essa tem sido a frase mais comum repetida por Jurandir em relação à produção do filme em questão. ‘Perdidos’ terá a direção de Leopoldo Nunes, que tem no currículo seis curtas-metragens e um longa documentário.

José Dettoni apresenta livro - Educação Política

Nesta quinta feira dia 8, às 19h, o Professor Doutor José Dettoni, chanceler do Centro Universidade São Lucas (UNISL), irá lançar seu livro “Educação Política” na Biblioteca Francisco Meirelles.
Em função de sua importância e do atual contexto sociopolítico mundial e especialmente brasileiro, o autor decide publicar este trabalho, fruto do seu estudo de mestrado. E o faz nos moldes em que foi produzido.
De acordo com José Dettoni “Dizer que educação não deve se meter em política é não entender de política nem de educação.”, frisou.
O objetivo da obra é desvendar a filosofia da educação implícita na proposta filosofia do personalismo de Emanuel Mounier (1905-1950) e sua fecundidade na prática educativa, explicitando as implicações político-sociais deste seu projeto educacional.  Visa elucidar as estruturas básicas do universo pessoal, particularmente as noções de consciência e liberdade, como pressupostos para a responsabilidade e o engajamento, núcleo básico do seu pensamento educacional e explicitar o sentimento do engajamento político enquanto dimensão fundamental do existir humano e sua inevitabilidade antropológica.
Sobre o Autor José Dettoni
É gaúcho de Ilópolis. Doutor em Educação pela Unicamp, Mestre em Filosofia, pela PUCCAMP, Especialista em Orientação Educacional, pela URGS, Graduado em Filosofia e Direito. Membro da Academia de Letras de Rondônia- ACLER e da Academia Rondoniense de Letras- ARL. Lecionou por 15 anos na Universidade Estadual de Londrina (UEL), foi Reitor da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), Diretor Acadêmico do Centro Universitário São Lucas (UNISL), agora seu Chanceler. É cidadão honorário de Porto Velho. Sua área de atuação é Filosofia da Educação, da Religião e da Arte.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Lenha na Fogueira - 06.09.16


Após alguns dias me recuperando de uma gripe forte, volto ao convívio dos caros leitores para confessar minha preocupação com determinadas assessorias de comunicação, que ganham para bem informar a população e o que fazem, é desinformar.
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Semana passada a dita assessoria distribuiu material, dizendo que o ponto de ônibus da praça “Getúlio Vargas” ou praça do “Baú” deixaria de funcionar a partir do dia tal.
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Esse material veio parar na nossa editoria e quando vi que o texto não estava correto, avisei que não publicaria, e se publicasse daria um “cacete” na pessoa que escreveu. Como o repórter é nosso amigo, comunicamos a ele sobre o equívoco (pra não escrever falta de conhecimento da história de cidade). Afinal de contas, o assessor de uma entidade como a prefeitura tem que saber sobre a história dos monumentos históricos/turísticos da cidade.
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A praça que o jornalista assessor do atual prefeito de Porto Velho estava querendo se referir, é a praça Rondon. Que ele postou como se fosse praça Getúlio Vargas e ainda por cima a chamou de praça do Baú.
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Como escrevi acima, por se tratar de um colega de redação preferi deixar pra lá, ou seja, não publiquei nada a respeito de tamanha falta de responsabilidade para com o nosso patrimônio público, porém, ao abrir alguns sites no dia seguinte, lá estava a matéria publicada na íntegra, quer dizer, toda errada, depois assisti o repórter de um canal de televisão local, fingindo que estava ao vivo, lendo na íntegra a dita matéria, toda errada.
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Quer dizer, os colegas editores de sites e noticiários de TVs não corrigem nada. Aliás, não leem o que recebem e publicam de qualquer maneira.
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E assim as pessoas que já não estão mesmos dispostos a estudar a história da cidade onde vivem, passam a divulgar erradamente o nome dos logradouros públicos.
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Com certeza, o chefe desse colega, também sem conhecimento algum da nossa história, autorizou sua distribuição e aí deu a “merda” que está fedendo até agora. A assessoria do atual prefeito está assassinando também a nossa história. É uma pena!
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A assessoria de qualquer pessoa, divulga o pensamento do assessorado! Vamos prestar mais atenção. Procurem consultar melhor quando forem distribuir matéria sobre o patrimônio histórico da nossa cidade e do estado.
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Para complementar, tentando corrigir:
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A parada de ônibus da praça Rondon deixou de funcionar desde ontem 5 de setembro. Veja bem, o nome da praça é Praça Marechal Rondon.
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Como em Porto Velho e no estado de Rondônia qualquer um se autodenomina historiador, quem somos nós para querer contestar um cidadão que ganha razoavelmente bem, para distribuir as matérias do senhor prefeito da nossa capital!
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No tempo do prefeito Carlinhos Camurça o professor Lourival Silva ganhava gratificação para corrigir os discursos do prefeito. Carlinhos Camurça que não era muito chegado às letras, teve a hombridade de contratar um especialista em português para não sair por aí falando besteira.
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Fato que na atual administração não existe. Qualquer um fala o que quer e do jeito que achar melhor. É a política do meu quinhão primeiro! O resto que se exploda. É o verdadeiro “BAÚ” do desmando.
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Bem que eu não queria entrar nesse assunto, para não ficar mal na foto com meu amigo jornalista, porém, como os demais colegas também não estão nem aí pro assunto história dos logradouros públicos de Porto Velho. Tive que dar meu pitaco.
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E Viva a história de Porto Velho!

Radio Farol vence concurso de samba no Armário

Rafael, Paulinho e Maracanã parceria vencedora
Sábado passado dia 03, a escola de samba Acadêmicos do Armário Grande, promoveu durante feijoada, servida no quintal da Casa da Cultura Ivan Marrocos, a escolha do hino (samba enredo) para o carnaval de 2017.
Baseado no enredo “Armário Grande Viaja no Mundo Cultural de Crenças e Lendas da Região Norte”, os compositores trabalharam suas letras e partiram para a disputa na tarde de sábado. Na realidade, apenas duas parcerias se inscreveram, a comandada pelo Beto Cezar que contava com o Dimarcy e o Qualhada e a do Carlinhos Maracanã formada com a participação do Rafael Saideira, Paulinho Cachaça e Hudinho.
Após sorteio da ordem de apresentação, a parceria do Maracanã subiu ao palco e apresentou seu samba, seguida da parceria do Beto Cezar. O Samba do Beto Cezar era baseado no samba da Portela do Rio de Janeiro “Lendas e Mistérios da Amazônia” que foi adaptado para “Lendas e Mistérios do Norte” e apesar da boa apresentação não convenceu o júri formado pelo Dr. Jakson, Admilson Knigthz, José Moreira, Sílvio Santos e Jorge Macumba que deu maior número de pontuação ao samba da parceria do Carlinhos Maracanã. O pitoresco é que o Carlinhos Maracanã além de ser presidente da escola de samba Unidos da Rádio concorrente direta dos Acadêmicos do Armário Grande no grupo de acesso, é também o autor do enredo da verde e branca que em 2017, vai homenagear o artista João Zoghbi. “Inscrevi o samba no concurso do Armário, porque o Sílvio me ligou quinta feira passada, dizendo que até aquele momento ninguém tinha solicitado inscrição, então convoquei os meninos la pra casa e juntos desenvolvemos o samba que terminou por vencer o concurso. Só tenho a agradecer aos jurados e a família Armário Grande”, disse Maracanã.. 

Palhaçada na abertura do Palco Giratório 2016

A abertura do Palco Giratório 2016, literalmente lotou o anfiteatro do Parque da Cidade na noite do último domingo 04, para assistir as palhaçadas do grupo Trampulim de Minas Gerais que apresentou o espetáculo “Manotas Musicais”.
O sonho de Benedita e Sabonete em se tornar músicos clássicos se transforma num pesadelo ao convidarem para suas apresentações musicais um grupo de músicos que confundem toda partitura que lhes é colocada para executar. O que fica evidenciado é que a Banda é composta por três exímios paspalhos. Com a intenção de executar a obra famosa de Heitor Villa Lobos “O Trenzinho Caipira” a dupla Benedita e Sabonete acabam se confundindo pela falta de atenção dos músicos contratado e mal conseguem fazer a introdução do clássico. Assim sendo resolvem ser Maestro e transformam a plateia em Orquestra e então o que se vê, é o público se acabando de rir com as “Manotas Musicais”.
A platéia é divida parte segue as orientações de Benedita e parte a de Sabonete. Uma fita zebrada separa os dois grupos e os palhaços passam a utilizar a música como ferramenta de jogo. Sob a regência de Sabonte e Benedita o público foi transformado numa grande orquestra e passa a “executar” o repertório que na realidade é recheado de gargalhadas proporcionadas pelas palhaçadas dos maestros e seus músicos, transformando a apresentação em uma “Manota Musical”.
Programação de hoje
A Cia 5 Cabeças apresenta as 20h00 desta terça feira 06, no Teatro 1 do Sesc Esplanada o espetáculo “Cachorros não Sabem Beflar”, uma comédia indicada para a faixa dos 12 anos.
Caio sempre olha para seu relógio que insiste em marcar o mesmo horário: 9 e 15. O problema não são as pilhas: provavelmente está quebrado, ou então se cansou -- o que seria lastimável para um relógio. Adamastor odeia o nome Caio. Cristina não quer morrer virgem e odeia Caio, seu namorado. Caio, que não é o namorado de Cristina, apresenta-se para as pessoas com o nome de Adamastor, pois sabe que assim são capazes de suportá-lo. Adamastor acredita que tartarugas são perigosíssimas. Certa vez perdeu toda sua fortuna para um jabuti. Verônica nunca sabe se está ou se não está nua. Já perdeu vários empregos por causa disso. Alguns porque estava nua -- outros, porque estava vestida. Berenice procura seu cachorro. Ele está sozinho em casa e não sabe abrir pacotes de ração e nem a geladeira. E um detalhe importante: ele não late. De jeito nenhum. Talvez não exista. Não existem cães que não saibam latir. E tartarugas que não saibam blefar. Por isso são excelentes parceiras de pôquer. Já os cachorros não. “Cachorros não sabem blefar”. 

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Lenha na Fogueira - 02.09.16


Após muitos anos, Porto Velho finalmente volta a receber o show de um grande artista compositor e cantor. Almir Sater se apresenta na noite desta sexta feira na casa Talismã.
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Particularmente, acho que o melhor lugar para se assistir um show do Almir Sater, seria o teatro Palácio das Artes Rondônia o nosso teatrão.
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Apesar da Talismã ser uma ótima casa, não é o espaço adequado para apresentação de um cantor como o Almir Sater. Almir Sater é para se assistir concentrado nas canções. Aliás, nas letras que são verdadeiros poemas e nas melodias superbem elaboradas.
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Amanheceu peguei a viola e fui viajar. Ando devagar porque não tenho pressa. Sou caipira pira pora Nossa Senhora Aparecida... São clássicos da música “Rural” é isso mesmo, o estilo do Almir Sater não pode ser considerado como Sertanejo e nem tão pouco Caipira. É o som das comunidades Rurais, do Campo.
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A nossa estrada, é boiadeira, não interessa onde vai dar; Onde a Comitiva Esperança, chega já começa a festança, Através do Rio Negro, Nhecolândia e Paiaguá, Vai descendo o Piqueri, o São Lourenço e o Paraguai...!
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É uma música para se apreciar e ouvir, sentido o sabor do campo, das manhãs e das maçãs, imaginando ouvir o som da vida no Pantanal. Por isso acho que o melhor lugar para um show de tamanha envergadura, seria o palco do Teatro Palácio das Artes.
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Oh Chalana sem querer, tu aumenta minha dor, nessas águas tão serenas, vai levando meu amor.
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Enquanto este velho trem atravessa o pantanal, As estrelas do cruzeiro fazem um sinal. De que este é o melhor caminho, Pra quem é como eu, mais um fugitivo da guerra... De qualquer maneira, seja lá onde for, Almir Sater é um show imperdível.
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Já que entramos no assunto! Amanhã tem mais uma rodada do Projeto Samba Autoral, coordenado pela equipe da escola de samba Asfaltão. O show dos compositores sambistas vai acontecer no bar do Calixto à rua Jacy Paraná com a Brasília no bairro Nossa Senhora das Graças com início as 14 horas.
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E hoje antes do show do Almir Sater a grande pedida é a Fina Flor do Samba com o poeta da cidade Ernesto Melo no Mercado Cultural. É samba de raiz do bom a partir das 20 horas.
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Vamos combinar. A partir das 20 horas o negócio é no Mercado Cultural para curtir a Fina Flor do Samba.
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Segundo Ernesto Melo na noite de hoje, o samba vai rolar na voz do Warley, Kabeça do Mocambo, Fumaça, William Coimbra e outros sambistas que, com certeza, marcarão presença no Mercado Cultural.
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Dentre os assuntos que mais estão em evidencia, o que mais está chamando a atenção da rapaziada do samba, é o concurso de samba enredo da escola Asfaltão. A fofocagem está ecoando por todo o bairro de Santa Bárbara e reverberando pelos bairros Nossa Senhora das Graças e Mato Grosso.
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O refrão do samba da parceria do Toninho Tavernard está deixando as demais parcerias com dor de cabeça. Com certeza na tarde de amanhã durante o Samba Autoral, a “gozação” vai imperar.
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Não existe disputa de samba enredo mais legal, que a disputa da escola de samba Asfaltão. O Trio de Ouro com medo de cair na primeira peneira, impediu a direção da escola, de entregar a Sinopse do enredo ao Silvio Santos, quem falou isso foi o Altair Lopes mais conhecido como Tatá.
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Dizem que o Beto Cezar está com parceria com o Toninho Nascimento aquele que já colocou dois sambas na Portela do Rio de Janeiro é o famoso samba de escritório chegando a Porto Velho.
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Enquanto este velho trem atravessa o pantanal. O povo lá em casa espera que eu mande um postal

Conselho de educação abre Semana da Pátria

Em solenidade ocorrida no Conselho Municipal de Educação (CME), foi aberta nesta quinta-feira, 1º de setembro, a programação do município alusiva à “Semana da Pátria”. O evento teve a participação de autoridades municipais, estaduais, professores e alunos da escola Barão Solimões. A abertura foi feita com o Hasteamento da Bandeira e o cântico do Hino Nacional e de Rondônia, acompanhados por uma banda instrumental local.
O evento também teve como objetivo, convidar a comunidade para visitar o “Memorial Anísio Gorayeb”, que funciona dentro do CME, localizado na ladeira Comendador Centeno, na rua José Bonifácio, no Centro. Prédio histórico da cidade, no local já funcionaram a Intendência (prefeitura) e a Câmara Municipal.
O Presidente do CME, Mário Jorge Sousa de Oliveira, enfatizou a importância do evento cívico. “Muitas pessoas hoje, inclusive os jovens, não dão o devido valor que a Semana da Pátria tem. Antigamente hasteavam a bandeira nas escolas e ensinavam cantar o Hino Nacional e o de Rondônia antes dos alunos entrarem nas salas de aula”, disse. Por isso é importante fazer esse resgate”, disse.
Mário Jorge também ressaltou de se conhecer o local pela importância histórica que representa para o município. O prédio que foi construído como residência do comerciante João Soares Braga, em 1924, posteriormente foi adquirido pelo intendente (prefeito) Joaquim Augusto Tanajura para ser a Intendência Municipal.

Nossa meta é que o local seja visitado por todos, além dos professores e acadêmicos para que nossa história se reproduza de forma correta e seja valorizada.”, finaliza. (Texto: Elen de Paula Fotos: Medeiros)