Lenha na
Fogueira
A partir
desta segunda feira 11, faltam 18 dias, para o inicio da XXXI Mostra de
Quadrilhas e Bois Bumbas e da XXX edição do Arraial Flor do Maracujá. Isso caso
a data de 29 de junho seja mantida.
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Domingo à
tarde, fui até o Parque dos Tanques, que está sendo anunciado como local da
montagem do Arraial este ano e pelo que vi, nada está sendo feito que garanta sua
montagem ali.
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Em
meados do mês passado, após reunião realizada no gabinete do secretário da
Secel, todos (inclusive eu) foram até o Parque dos Tanques com o objetivo de
escolher o local onde seria montado o Flor do Maracujá.
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Uns
optaram pela parte onde ficava a arena dos Rodeios, porém a maioria sugeriu a
parte de cima, ou seja, onde ficavam os barracões e as baias, que na realidade
é o melhor local.
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Ficou
acertado então que os membros da Comissão responsáveis pela “logística”
entrariam em contato com os órgãos afins, no sentido de solicitarem o
nivelamento do terreno e seu asfaltamento, assim como a adequação do sistema de
distribuição de energia, ou seja, transferir alguns postes e a fiação para
outra posição.
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A equipe
que é integrada pelo Alexandre Ronald, Nazaré Silva, Wélida Sodré, Gino Serrati
e Claudio a partir de então, não parou um só dia na tentativa de fazer a coisa
andar.
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Praticamente
todos os dias o Gino Serrati e o Alexandre vão a Secretaria de Obras para saber
a quanto anda a obra. Quer dizer, por parte da Secel a vontade de ver a obra
andar é muito grande e ansiosa.
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Porém,
pelo que vimos domingo, comparado com aquele dia da visita que faz quase um
mês, praticamente nada fizeram na área pretendida pela Secel para montar o
Arraial Flor do Maracujá.
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A única
coisa que fizeram foi cortar os fios e cabos de um poste para o outro e mesmo
assim esse material (cabos e fios), está lá jogado no chão, não tiveram nem a
coragem de enrolar, do jeito que cortaram no poste deixaram.
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Fizeram
isso e nada mais, a área escolhida pela equipe da Secel ta do jeito que estava
cheia de poças d’água, parte com cascalho e outra parte no barro puro o que
quer dizer lama.
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Se
optarem por montar o Arraial na parte de baixo, ou seja, onde aconteciam os
rodeios e os shows musicais da Expovel, aí o negócio piora porque ali a lama é
“gulosa”.
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Quer
dizer, tem alguma coisa no ar (que não é avião e nem urubu), atrapalhando a
vida da Comissão responsável pela montagem da XXXI edição da Mostra de
Quadrilhas e Bois Bumbas e XXX do Flor do Maracujá.
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Das duas
uma, ou tão querendo fritar o secretário da Secel, ou o secretário de Obras.
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Já
pensou se o Flor do Maracujá não acontecer (Deus me livre, não quero nem pensar
nessa possibilidade), vai ser um Deus nos acuda. Será um prejuízo incalculável
não só para os grupos folclóricos que nessa altura do campeonato, já estão com
dívidas até o GOGÓ.
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Não só
os ambulantes ficarão sem contar com mais esse ganho, mas, grandes restaurantes
costumam montar suas cozinhas no Flor do Maracujá, Associações sem fins
lucrativos aproveitam para faturar algum para empregar em suas ações sociais.
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O
pessoal conhecido como flanelinha, o vendedor de pipoca, banana frita e de
bombom todo mundo será prejudicado caso o Arraial não aconteça.
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Principalmente
o estado de Rondônia que deixa de realizar mais um grande evento.
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Será que
o colunista do jornal eletrônico (site) Rondônia ao Vivo está certo, ao
publicar em sua coluna da última sexta feira 08, uma nota que deve ser lida por
todos envolvidos com a cultura no estado de Rondônia? Não reproduzo aqui o que
o Alan postou por não ter pedido sua autorização, mas, recomendo aos amigos leitores
e os que trabalham a cultura em Rondônia a dar uma “espiada” no site do
Andreoli e procurar a coluna “Painel Político”.
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Quanto
ao Flor do Maracujá ainda tem tempo para terraplanar, asfaltar a área e montar
toda a estrutura do Arraial é só querererem!
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Bom mesmo foi o espetáculo musical “Gente da Mesma Floresta”
que a Sema nos proporcionou na última sexta feira no anfiteatro da Madeira
Mamoré.
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Bado, Nilson Chaves, Célio Cruz, Graça Gomes, Zé Miguel e
Eliakin Rufino na realidade estão entre os melhores artistas do mundo musical
da Amazônia.
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Apesar de esperar maior número de expectadores, não podemos
dizer que o público foi fraco, muito pelo contrário, as arquibancadas do
anfiteatro estavam parcialmente tomadas.
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É difícil descrever o quanto é bom o espetáculo musical protagonizado
pelos músicos que cantam a nossa Amazônia.
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Agora é de elogiar a participação dos músicos Ronald
Vasconcelos (direção musical e guitarra), Júnior Lopes (bateria), Mauro Araújo
(teclados), Kleiton Esquerdinha (contrabaixo), Joelsom (sax e flauta) e Bira
Lourenço (percussão).
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Por falar em espetáculo! Espetacular foi à ação do Carlos
Levy e de sua companheira Golda, que através da Associação Curta Amazônica,
doaram a jovem fotógrafa Ana Célia uma câmera fotográfica de primeira linha.
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Em nome da minha companheira (esposa), Ana externo
agradecimentos ao casal que coordena um dos nossos melhores festivais de cinema
o “Curta Amazônia”, que vai acontecer este mês no estado de Rondônia em
especial na capital Porto Velho. Valeu Golda e Levy.
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